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VOZ DO COOP

Empresas Sojicultura

Hora H da Inovação: IHARA lança novo portfólio de soluções para o mercado de soja

Empresa investe mais de R﹩ 20 milhões em pesquisa e desenvolvimento por ano, e somente em 2021, lançou quatro novos produtos na linha de inseticidas, tratamento de sementes e biológico para essa cultura, todos com tecnologia inédita no País

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DIvulgação

O Departamento de Agricultura do Estados Unidos (USDA) estima que, entre 2029 e 2030, o Brasil será responsável por mais de 50% da soja negociada no mundo. De olho no futuro e antecipando-se às necessidades do campo, a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento especializada em defensivos agrícolas, traz novas soluções que irão auxiliar o agricultor a manter esse patamar elevado de produtividade no campo por meio de um manejo mais eficiente e na hora certa contra as principais pragas e doenças. Trata-se do lançamento de um seleto grupo de tecnologias inovadoras para a cultura soja: Hayate, Romeo SC, Convence FS e Maxsan.

Para o manejo de lagartas de difícil controle no cultivo de soja, a empresa acaba de lançar o inseticida Hayate, um novo aliado do produtor rural no combate dessas pragas que causam grandes prejuízos de produtividade na lavoura. O Hayate conta com uma tecnologia exclusiva, que protege a lavoura por mais tempo e age na paralisação imediata da alimentação das lagartas. Com ação rápida, possui um período residual prolongado e protege a planta, sendo uma ferramenta adicional para o manejo de resistência. Hayate pode ser usado no estado vegetativo da soja, evitando o prejuízo, atuando no início das infestação.

Outra tecnologia que está recente no mercado é o Romeo SC, um fungicida biológico com uma molécula inédita no Brasil, que age de forma preventiva com modo de ação único definido pelo FRAC (Fungicides Resistance Action Committee) e, assim, maximizar a proteção da lavoura contra a ferrugem. Essa solução inovadora e tem alta compatibilidade para aplicação com outros produtos químicos ou biológicos do mercado. É recomendado que este produto seja aplicado sempre de forma preventiva e em parceria com outros fungicidas diretamente na folha da planta.

Para deixar o portfólio ainda mais robusto, o inseticida Maxsan agora possui efeito 4MAX, ou seja, único inseticida altamente sistêmico ideal no controle de todas as fases de desenvolvimento do percevejo e da mosca-branca na cultura da soja. Com maior efeito choque em insetos adultos, possui também efeito ovicida, resultando em menor percentual de ovos eclodidos, o Maxsan ainda influencia na reprodução dos insetos e reduzindo sua população e aumentando intervalo entre posturas.

Além do controle de pragas e doenças, o agricultor também não pode renunciar ao tratamento de sementes já que este é um procedimento altamente eficiente e de alto valor agregado quando comparado às perdas que a falta dele pode acarretar a lavoura. Por este motivo, a IHARA lançou o Convence FS, com uma formulação inovadora que potencializa a sinergia entre os ativos para obter um stand perfeito, além de apresentar modos de ação diferentes que deixam as plântulas mais protegidas e com menos pragas desde o início da plantação. Esta solução quando aplicada de forma adequada protege a semente desde o plantio até o estabelecimento da cultura, resultando em ganho de produtividade do cultivo e contribuindo com os negócios do agricultor. O Convence FS ainda oferece alta performance contra a Lagarta-Elasmo, praga frequente em todas as regiões do Brasil e que pode ser letal para a cultura da soja.

Nos últimos cinco anos a IHARA investiu mais de R﹩ 200 milhões em pesquisa e desenvolvimento, em estrutura e na ampliação da linha de tecnologias, com mais de 25 novas soluções inovadoras importantes para diversos cultivos, reforçando assim o seu portfólio com produtos nunca antes vistos no mercado agrícola. Anualmente, a empresa investe R﹩ 20 milhões em desenvolvimento de novos produtos. Isso demonstra o esforço da IHARA na busca por inovações que realmente façam a diferença para o agricultor, contribuindo com a competitividade da agricultura nacional.

“Temos uma presença muito forte no agronegócio brasileiro, sendo responsável pelo desenvolvimento de tecnologias únicas no mercado, com um rico portfólio com mais de 60 produtos que atende mais de 100 culturas no país. A soja é estratégica para a agricultura nacional, assim como é para nós, e por isso seguimos investindo em novas tecnologias para o manejo eficaz das pragas e doenças que trazem prejuízos nesse cultivo”, ressalta Marcos Gaio, Diretor de Operações de Negócios da empresa.

O mercado da soja continua em plena expansão no Brasil, com as safras batendo novos recordes a cada ano. Segundo a consultoria Safras & Mercados, a expectativa para a safra 21/22 é de 142,24 milhões de toneladas, 3,7% maior que o período anterior, mesmo com somente 2,3% hectares a mais. Já para 2022 estão sendo semeados 39,82 milhões de hectares, representando um aumento de 2,3% em relação à safra anterior e se tornando a maior área da história a produzir soja.

“Os resultados da soja a cada ano nos mostram que a estratégia de manejo é capaz de alavancar uma cultura, mesmo que a área não cresça tanto. E a IHARA contribui para o progresso da agricultura, sendo a ponte entre as tecnologias inovadoras japonesa e o agricultor brasileiro, adaptando essas inovações às condições locais e garantindo assim uma maior produtividade e rentabilidade da lavoura. E sem dúvida alguma, os novos lançamentos surgem da necessidade do agricultor em buscar novas tecnologias e soluções para um manejo das pragas e doenças ainda mais eficiente. Isso potencializa a safra e ajuda o Brasil a se manter como potência no mercado da soja,” afirma André Nannetti, Diretor de Portfólio e Planejamento de Marketing da IHARA.

Fonte: Assessoria

Empresas Saúde avícola

Conheça o mais novo membro da Família Zoetis

Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

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Divulgação Zoetis

Os vírus da Doença Infecciosa da Bursa (IBDV) continuam sendo uma das mais desafiadoras preocupações de saúde avícola em todo o mundo. A proteção rápida contra IBDV é importante para reduzir a amplificação viral e a imunossupressão. No Brasil, o potencial de infecção por IBDV nas primeiras 3 semanas de idade é alto, uma vez que frangos de corte são criados em cama reutilizada, e os anticorpos maternos transmitidos pelas reprodutoras diminuem por volta dos 14 dias de idade a níveis não protetivos.

Os vírus de maneira geral, evoluem com o passar do tempo, baseado na pressão ambiental, vacinal, recombinações e rearranjos, o que torna a prevenção, controle e erradicação de doenças virais muito complexo.

Nesse sentido, as vacinas como ferramentas imunoprofiláticos exercem um papel fundamental para redução de perdas na avicultura.

A Zoetis, alinhada com o seu proposito de trazer inovações para o mercado de saúde animal, orgulhosamente apresenta o mais novo membro das vacinas vetorizadas, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD. Essa vacina é uma poderosa ferramenta atualizada para proteger os lotes contra os vírus de Gumboro e Marek que circulam entre os plantéis de frangos de corte no Brasil, incluindo a cepas variantes de Gumboro.

Um dos grandes desafios das vacinas vetorizadas é o estabelecimento de imunidade precoce, e é exatamente nesse ponto, que a Poulvac ® Procerta HVT-IBD se diferencia quando comparado com as vacinas vetorizadas de mercado.

Em estudos recentes a Poulvac ® Procerta HVT-IBD demonstrou alta precocidade nas repostas imunes, protegendo os pintinhos mais rapidamente (onset of immunity), e ofereceu melhor proteção geral aos desafios atuais do DIB em comparação com os concorrentes¹, no gráfico abaixo é possível visualizar essa diferença, e demonstrou proteção eficaz contra em pintinhos com altos níveis de anticorpos maternos, além disso, se mostrou eficiente contra cepas variantes².

Gráfico 1: Numa avaliação da atrofia bursal, apenas o Poulvac ® Procerta HVT-IBD forneceu mais de 90% de proteção após um desafio clássico de DIB no dia 14.

Poulvac ® Procerta HVT-IBD

Na produção avícola o tempo vale ouro. E é por isso que a Zoetis oferece uma vacina vetorizada que coloca o tempo ao seu favor. Respaldada por inúmeros trabalhos, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD, administrada por via in ovo ou subcutânea gera imunidade contra os vírus clássicos (virulentos ou muito vi­rulentos) e variantes de Gumboro. Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

Por: Gleidson Salles, Médico Veterinário, Mestre, Doutor em Biotecnologia, Gerente de Marketing – Poultry.

 

Fonte: Comunicação Zoetis
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Empresas

Cobb-Vantress apresenta controle de temperatura na incubação e no manejo como ponto-chave para melhor desempenho do frango, no SBSA

Palestra foi ministrada pelos especialistas do Serviço Técnico, Cristiano Pereira e Lucas Schneider, no dia 10 de abril

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Foto O Presente Rural

Durante participação na 24ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), a Cobb-Vantress reuniu mais de 260 participantes na palestra técnica sobre “Incubação e sua Interação no Manejo e nos Resultados do Frango de Corte”, no dia 10 de abril, em Chapecó (SC). A apresentação foi ministrada pelo especialista em Incubação, Cristiano Pereira, juntamente com o especialista em Frango de Corte, Lucas Schneider, que integram o Serviço Técnico da companhia. Nestas duas áreas, foram abordados os pontos mais relevantes para assegurar a melhor performance em frango de corte.

A palestra foi aberta com as boas-vindas de Vitor Hugo Brandalize, diretor do Suporte Técnico da Cobb LatCan, abordando as recentes mudanças nas necessidades das aves modernas, que registram crescimento intenso. “Por efeito do processo de melhoramento genético, hoje as aves crescem mais rapidamente, o que isso afeta o metabolismo delas. O frango gera mais calor e precisa de novas técnicas de manejo para expressar o máximo potencial genético. A velocidade de crescimento mais acelerada impacta na conversão alimentar, que é otimizada”, explicou Brandalize.

Foto: Assessoria

Na sequência, o especialista Cristiano Pereira explicou que a qualidade do  pintinho deve ser observada além da cicatrização de umbigo, da desidratação e das lesões do tarso. “A fisiologia do embrião é que entregará um pintinho de qualidade, capaz de performar de forma adequada. Para atingir os objetivos do incubatório, desde gerar a maior eclosão possível, com um bom peso aos 7 dias, menor descarte e boa atividade da ave, a incubação deve seguir padrões já conhecidos”, afirmou.

Segundo o palestrante, há uma série de etapas que devem corresponder às metodologias indicadas para ganho de performance, como o manejo do ovo incubado, controle de riscos de contaminação, avaliação de indicadores de perda de umidade, transferência e janela de nascimento, temperatura de cloaca e transporte. Para ele, acompanhar o desenvolvimento embrionário nos aponta onde serão necessários os principais ajustes na produção.

A produção de calor do embrião não é expressiva até o 10º dia, como explicou o especialista, mas tende a ser significativa após o 16º dia. “O recomendado é que a incubadora possa fornecer todos os parâmetros necessários. Na época da transferência, a temperatura da casca fornece uma temperatura bastante próxima do embrião, o que nos dá informações sobre a distribuição de calor no interior da incubadora. Temperaturas muito altas comprometem o embrião e, consequentemente, o desempenho do frango de corte”, enfatizou Pereira.

Ambos os especialistas destacaram as diferenças existentes entre as linhagens genéticas de alto rendimento, no que tange à fisiologia.

Cristiano Pereira apresentou diversos trabalhos com resultados registrados em campo a respeito das consequências do sobreaquecimento na incubação, que pode levar à letargia, comprometimento ósseo, menor tamanho da ave e piora a qualidade do umbigo. Além disso, pode ocasionar menor massa cardíaca e sistema digestivo menos desenvolvido, com comprometimento do sistema imune, problemas locomotores e pré-disposição a infecções e morte súbita.

O especialista demonstrou que as temperaturas elevadas na fase de incubação também refletem em menor peso na idade de abate, o que compromete o rendimento ao final do processo. “Temos que monitorar os padrões de temperatura das incubadoras, controlar a transferência e a janela de nascimento, não misturar linhagens genéticas, já que possuem necessidades diferentes, e proporcionar o conforto térmico necessário para cada fase do desenvolvimento do embrião”, finalizou.

Foto: Assessoria

Lucas Schneider abordou o crescimento acelerado do frango de corte como o motivador dos novos desafios em campo, para os quais as novas orientações são válidas. “Não é possível aplicar o mesmo manejo para linhagens genéticas diferentes. O frango que cresce mais rápido é o que gera mais calor. Ele também tem menor empenamento, o que requer mais ventilação, para que auxilie as aves com a remoção de calor corporal”, afirmou.

Na visão do especialista, a medição da temperatura cloacal oferece informações importantes que ajudam na tomada de decisão sobre a temperatura no interior do aviário e necessidade de ventilação. “Fraqueza e cansaço, como consequência do aumento da temperatura corporal das aves, impactam no desenvolvimento metabólico e podem ocasionar problemas respiratórios, locomotores e abrem espaço para contaminações. O terço final da incubação com sobreaquecimento também impacta na chamada abertura de botão e na dilatação cardíaca, já que o frango precisa ter maior esforço para se regular”, disse.

Segundo Schneider, a temperatura no transporte do pintinho para a granja também deve ser monitorada, mesmo que em viagens curtas. A desidratação, também por consequência de temperaturas elevadas no alojamento, leva à perda de peso e ao maior risco de morte. “Um dos grandes inimigos da avicultura de corte é a umidade que, quando alta, contribui para o aumento da temperatura corporal. Então quando se baixa a umidade, a temperatura também se reduz, por consequência: a maior ventilação é capaz de solucionar a umidade. O pintinho que come mais também gera mais água no processo digestivo, outro problema resolvido pela ventilação”, explicou o especialista.

Por meio de dados obtidos em registros em campo, o palestrante demonstrou que o pintinho superaquecido na incubação tende a nascer com coração menor. “Para compensar o aumento da temperatura, o músculo cardíaco se esforça mais. Por isso, o aumento as temperaturas elevadas nos primeiros dias de granja resultam em maior chance de o frango não completar seu ciclo de vida”, ponderou.

Além disso, o calor excessivo no aviário pode causar sofrimento e prostração da ave. “É preciso proporcionar um crescimento saudável do frango para que ele obtenha o melhor peso no abate. Por isso, a ventilação é tão importante, assim como a qualidade do ar. A ave com maior ganho de peso diário gera mais calor, mas é possível reverter este impacto com ações focadas, a partir do monitoramento e do manejo adequado”, finalizou.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Probiótico

Maximize a Produção de Carne e Leite: Benefícios das Leveduras para uma Pecuária Eficiente e Sustentável

O desafio da indústria pecuária é otimizar a produção animal de forma a garantir a lucratividade dos produtores, respeitando a saúde, o bem-estar e o ambiente animal, enquanto oferece aos consumidores a qualidade e a segurança dos produtos e seus derivados. 

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Divulgação Lallemand

Na Lallemand Animal Nutrition vemos uma fazenda como vários ecossistemas microbiológicos. Desde a forragem até o rúmen da vaca, tudo possui uma microbiota natural. O balanço destes ecossistemas é essencial para a saúde, o bem-estar e o desempenho do rebanho. Manejando estes ecossistemas microbiológicos, os produtores podem otimizar o desempenho, a qualidade e segurança, enquanto contribui para uma produção leiteira sustentável.

Os probióticos são organismos vivos compostos por cepas específicas de leveduras ou bactérias que influenciam positivamente a função digestiva e a saúde do animal. A inclusão de probióticos na dieta melhora a digestibilidade da ração, promove maior proteção contra microrganismos nocivos e fornece suporte à imunidade dos animais.

Como pioneira e líder em seleção, desenvolvimento e produção de leveduras e bactérias, a Lallemand Animal Nutrition oferece uma linha completa de probióticos para ruminantes, monogástricos e aquicultura com uma base substancial de evidências científicas.

LEVEDURA ESPECÍFICA DO RÚMEN, COM MAIS DE 70 PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS

A levedura viva Saccharomyces cerevisiae CNCM I-1077 é uma cepa identificada e exclusiva da Lallemand, reconhecida cientificamente por regular o pH ruminal, aumentar a anaerobiose e otimizar o aproveitamento da dieta por meio da melhor digestibilidade da fibra. Todos os produtos da linha LEVUCELL SC possuem a cepa CNCM I-1077 como componente principal e cada um dos produtos possui suas especificidades.

Levucell® SC maximiza o aproveitamento da dieta e o retorno sobre os custos com alimentação, com eficiência comprovada em todas as categorias de animais de produção:

LEITE

– Melhora a digestibilidade da fibra e ajuda a otimizar o pH ruminal*.
– Melhora a eficiência alimentar: mais leite por kg de ração consumida (ex para leite: + 50g* a 120g de leite para cada kg de matéria seca ingerida)

CARNE

– Melhora a eficiência alimentar: mais carne por kg de ração ingerida (ex. para carne, 4 a 6%** mais carne por kg de ração)
– Melhora digestibilidade da fibra e ajuda a otimizar o pH ruminal*

Levucell® SC maximiza a eficiência alimentar e, portanto, ajuda a manter o rúmen saudável. Sua eficácia foi validada por Centros de Pesquisa líderes (mais de 70 publicações científicas internacionais).

Apresentação em duas formas para se adequar às formulações de rações:
– Forma concentrada para rações não peletizadas
– Forma microencapsulada para rações peletizadas

Se você é indústria de ração animal e procura soluções específicas e quer oferecer o melhor para seus clientes, conheça o portfólio da Lallemand em nosso site.

* Meta-analysis (De Ondarza et al., 2010)        ** Meta-analysis (Erasmus et al., 2009) 

Fonte: Comunicação Lallemand
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