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Homenagem da Biogénesis Bagó ao Dia do Pecuarista

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Suínos

Conheça o modelo que fez do Vale do Piranga referência na suinocultura independente

Organização dos produtores, biosseguridade, capacitação e compras coletivas de insumos sustentam a competitividade do maior polo de suinocultura independente do Brasil.

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O Vale do Piranga, na Zona da Mata de Minas Gerais, é referência nacional na suinocultura independente graças a um modelo baseado na organização dos produtores. A região reúne mais de 150 granjas, cerca de 100 suinocultores independentes, um plantel superior a 130 mil matrizes e responde por aproximadamente 35% do rebanho suíno mineiro.

Nesse processo, a Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap) desempenha papel estratégico ao promover capacitação, incentivar práticas de biosseguridade e representar os interesses dos produtores em temas como mercado, legislação, tributação e gestão da atividade.

O modelo também conta com o apoio da Cooperativa dos Suinocultores de Ponte Nova e Região (Coosuiponte), criada há mais de 25 anos para realizar compras coletivas de insumos. A iniciativa amplia o poder de negociação dos cooperados, reduz custos de produção e fortalece a competitividade das granjas.

▶️ Assista à reportagem em vídeo e conheça como esse modelo de organização ajudou a transformar o Vale do Piranga em referência para a suinocultura independente brasileira.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

Suinfair 2026 mostra porque quem produz suínos precisa olhar além da granja

Feira em Ponte Nova (MG) reuniu produtores, empresas e especialistas para discutir mercado, geopolítica, sanidade, tecnologia e os fatores que influenciam a competitividade da suinocultura.

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A 13ª Feira Mineira de Suinocultura (Suinfair) reuniu, em Ponte Nova (MG), produtores, empresas, técnicos e especialistas para discutir os principais desafios da suinocultura. Com o tema “Suinocultura em Movimento”, o evento reforçou que a competitividade do setor depende cada vez mais de decisões que vão além da produção dentro da granja.

Segundo o diretor de Política e Meio Ambiente da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), Felipe Polesca, a velocidade das mudanças exige que o produtor acompanhe não apenas as tendências do setor, mas também fatores externos. “A suinocultura está movimentando rápido. O produtor tem que estar atento às tendências de mercado e cada vez mais ligado à geopolítica”, afirmou.

Além da exposição de empresas, a Suinfair promoveu debates sobre mercado, gestão, produtividade, sanidade e valorização da carne suína, reforçando a feira como um ambiente de atualização técnica, geração de negócios e troca de experiências.

Realizada no Vale do Piranga, principal polo de suinocultura independente do Brasil, a feira também reforçou a importância do associativismo. “Sozinho a gente caminha muito devagar. Quando une a classe em uma associação, consegue conquistar objetivos maiores e mais rápidos”, destacou Polesca.

Para a produtora Dária Giardini, de Urucânia (MG), a evolução da Suinfair acompanha as transformações da própria atividade. “A feira está mais técnica, traz mais informações e um ambiente de negócios. É onde a gente se encontra, conhece o que está acontecendo em outras regiões e troca experiências”, ressalta.

A próxima edição da Suinfair está prevista para 2028, mantendo a proposta de fortalecer a suinocultura independente e preparar os produtores para os desafios de um mercado em constante evolução.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

O que faz um leitão valer mais desde o nascimento

Entenda como a genética influencia desempenho, conversão alimentar e qualidade dos animais

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A genética ocupa hoje um papel estratégico na suinocultura. Os ganhos obtidos nas últimas décadas em conversão alimentar, ganho de peso e qualidade de carcaça ajudaram a tornar as granjas brasileiras mais eficientes e competitivas, refletindo diretamente na rentabilidade dos produtores.

Mas os resultados observados dentro das granjas começam muito antes do nascimento dos leitões. Pesquisa, seleção genética e programas permanentes de melhoramento são responsáveis por desenvolver animais capazes de atender às exigências de uma cadeia produtiva cada vez mais técnica e competitiva.

Durante o Congresso de Suinocultores do Paraná, o coordenador de Território Sênior da Topigs Norsvin, Valdomiro De Gregori, explicou que o trabalho de melhoramento genético busca equilibrar diferentes características de interesse econômico e produtivo, sempre com foco nas necessidades do mercado e do consumidor final.

Segundo ele, o objetivo não é apenas elevar índices produtivos, mas oferecer soluções que atendam às demandas de toda a cadeia, conciliando eficiência, competitividade e sustentabilidade.

No Paraná, um dos principais polos produtores de proteína animal do país, a busca por genética de alto desempenho acompanha a evolução do setor. De Gregori destaca que as exigências do mercado têm levado produtores e empresas a investirem continuamente em tecnologias capazes de melhorar os resultados produtivos e econômicos.

Além da genética, ele ressalta a importância do acesso à informação. Em um ambiente de constantes mudanças, acompanhar novas tecnologias, tendências e conhecimentos técnicos se tornou uma necessidade para quem deseja manter a competitividade.

A proximidade entre empresas, técnicos e produtores, segundo ele, favorece a troca de experiências e permite que as inovações cheguem mais rapidamente às granjas.

▶️ Assista à reportagem completa e veja como a genética vem ajudando a transformar a suinocultura.

Fonte: O Presente Rural
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