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Homenagem ao ícone do cooperativismo catarinense

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O último fim de semana foi marcado por uma programação extensa em comemoração aos 45 anos da Cooperativa Juriti em Massaranduba. O primeiro ato foi a entrega do busto de Irineu Manke, um dos fundadores (em 1968) da Cooperativa Agrícola Mista Juriti e presidente até a data de seu falecimento, em 16 de junho de 2003. É considerado um ícone do cooperativismo catarinense, tendo presidido, também, a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc). 
O busto esculpido em bronze está destacado na Praça Irineu Manke, em frente à Prefeitura. Coube ao superintendente da Cooperativa, Silvério Orzechowski, que conviveu com o homenageado desde o início da Juriti, fazer o resumo, de forma emocionada, daquele que foi vereador e prefeito de Massaranduba e que, junto com outras lideranças, fundou em 30 de março de 1968 aquela que é hoje a maior empresa do município.
Para Silvério, Irineu Manke foi um baluarte da ética e da honestidade, que liderou a Juriti por mais de 30 anos. Quando começou o engenho de arroz, a industrialização anual em 1969 era de 1.305 toneladas do cereal e em 2003, ano de sua morte, já processava 60 mil toneladas.
Manke foi o primeiro presidente da Ocesc e da Cooperativa Central Vale, que ajudou a fundar. No ano de 1977, o cooperativismo catarinense outorgou-lhe a comenda da Ordem do Mérito Cooperativista Catarinense. "Ele tratava a todos de forma igual, com a mesma simplicidade e humildade. Foi um homem de princípios, marcado pela retidão e lealdade, o qual todos devemos imitá-lo como a maior demonstração de carinho e respeito pela sua memória".
A implantação do busto imortaliza o idealista Irineu Manke pela contribuição dada a Massaranduba no campo político, profissional e social, como citou o prefeito Mário Fernando Reinke. O prefeito questionou o que seria de Massaranduba sem a Cooperativa Juriti e sem um líder nato como foi Irineu Manke, que com gestos e atitudes positivas sempre esteve a frente do seu tempo.
Toda a família de Irineu estava presente e em nome dela falou o filho primogênito Aldo Felipe Manke, que emocionado agradeceu a homenagem. O descerramento do busto foi feito pela viúva Anne Lore Manke, pelo segundo presidente da cooperativa, Antenor Borgonha e pelo presidente atual, Orlando Giovanella.

Desfile e Homenagens

Após a inauguração do busto de Irineu Manke, em ato marcado pela presença de associados da Cooperativa Juriti, seguiu-se o desfile com equipamentos que mostraram a evolução do cultivo do arroz, desde à época da tração animal até as pioneiras e rudimentares máquinas, ao que existe de mais moderno para a cultura do cereal e que ajudam a humanizar a atividade no campo.
No Centro Esportivo Municipal aconteceu a parte final da programação. Na mesa dos trabalhos estavam o prefeito Mário Fernando Reinke, o vice-presidente da Ocesc, Osnildo Maçaneiro e o superintendente Neivo Panho, membros do Conselho de Administração e representante dos associados, o presidente Orlando Giovanella e o superintendente Silvério Orzechowski.
Um dos momentos marcantes foi a entrega de homenagem aos sócios-fundadores. Dos 57 agricultores que fundaram a Cooperjuriti em 30 de março de 1968, 34 estão falecidos e foram representados por familiares. Eles receberam placas da gratidão dos cooperados e empregados da cooperativa.
A programação também incluiu “show de talentos”, com apresentações de cooperados. “É gratificante proporcionar momentos de comemoração e emoção como este que vivenciamos. Homenagear aqueles que fundaram a cooperativa Juriti é dizer o quanto foram e são importantes para a cooperativa. A presença das famílias superou nossas expectativas de público e, com isso, percebemos o envolvimento dos associados. Eles sabem que este patrimônio é mérito de todos os sócios. Cada vez mais sabemos da grande responsabilidade que devemos ter na administração da cooperativa. Em nome dos conselhos de Administração e Fiscal, desejamos a todos um abençoado Natal e um 2014 de muita paz, saúde e prosperidade” , finaliza o presidente Orlando Giovanella. 
 

Fonte: MB Comunicação

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Notícias Agronegócio

Volume exportado cresce, mas faturamento se mantém estável no início de 2019

De janeiro a abril deste ano, as exportações dos produtos do agronegócio cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018

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Ivan Bueno/APPA

Após atingirem volume recorde no ano passado, os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro se mantêm firmes em 2019. De acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, de janeiro a abril deste ano, as exportações (em quantidade) dos produtos do agronegócio brasileiro cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018.

Já o faturamento em dólar se limitou a crescer apenas 0,3% no mesmo período. Neste caso, pesquisadores do Cepea destacam que foi a queda dos preços médios em dólar que não permitiu ao setor obter um faturamento maior no primeiro quadrimestre deste ano. Além disso, a valorização da moeda nacional reduziu a atratividade das vendas agrícolas brasileiras. Nesse sentido, foi o volume exportado que manteve o faturamento em dólar do setor no início de 2019 em patamar positivo.

Produtos exportados

Quando comparado o primeiro quadrimestre deste ano frente ao mesmo período de 2018, o algodão em pluma foi o produto que registrou o aumento mais significativo nos embarques, de 75%. As vendas externas de milho e café também apresentaram crescimentos expressivos, de 42% e 32%, respectivamente.

Pesquisadores do Cepea indicam que o ano tem se apresentado promissor para algodão, milho e carnes. Há expectativa de que as carnes continuem apresentado aumentos nas vendas externas, principalmente para os países asiáticos. No caso do algodão, exportadores brasileiros conquistaram a segunda posição no ranking de vendas internacionais do produto.

Destino

A China segue como principal parceira comercial do setor, mas tem uma pauta muito concentrada nos produtos do complexo da soja, com destaque para soja em grão. A Europa é o segundo maior destino dos produtos agrícolas e os Estados Unidos são o terceiro. Países que compõem o grupo “outros” também têm participação significativa de 30% nas exportações brasileiras totais, com destaque para os asiáticos.

2019

Este deve ser mais um ano de boa colheita de grãos, o que deve manter elevada a disponibilidade dos produtos, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. O exportador deve se manter atento à disputa comercial entre China e Estados Unidos, tendo em vista que esse contexto favorece o Brasil, que pode manter fatia maior nas exportações de produtos agrícolas à China, inclusive para o mercado de carnes. Por outro lado, os preços no mercado internacional têm se reduzido.

Há que se considerar, também, o efeito do câmbio. O Real tem se desvalorizado com mais força nos últimos meses, o que ajuda a manter a atratividade dos produtos brasileiros no mercado externo, favorecendo o crescimento do volume exportado. Caso a moeda nacional se mantenha mais desvalorizada, o faturamento em Real do setor pode continuar crescendo em 2019.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Arc Mercosul

Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área

Após plantio antecipado, colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos

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Divulgação

O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou na quarta-feira (19) a consultoria Arc Mercosul. Após um plantio antecipado, a colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos, de 4%, segundo dados da Arc Mercosul.

O Paraná é o Estado mais adiantado nos trabalhos, com 21% da área colhida, disse a consultoria, apontando o mesmo percentual divulgado na véspera pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a colheita avançou para 16,9%, seguido por Goiás, com 7%, segundo a Arc Mercosul.

Com uma segunda safra favorecida por boas condições climáticas, o Brasil deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de milho na temporada 2018/19, segundo algumas consultorias especializadas.

Fonte: Reuters
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Notícias Map autorizou

Produtor pode usar Virginiamicina como melhorador de desempenho

Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos, que trata da intenção de proibição de comercialização

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Arquivo/OP Rural

A Virginiamicina é autorizada para uso como aditivo melhorador de desempenho na produção animal. A informação foi confirmada por parecer técnico da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), divulgado no dia 7 de junho.

Ofício 309/2019 assinado pelo titular da SDA/MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, confirma parecer favorável da Secretária à “manutenção por 24 meses do uso da molécula (Virginiamicina) na finalidade do atual registro”.

Dessa forma, a Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos da Portaria 171/2018, que trata da intenção de proibição de comercialização.

“A comunicação da SDA/MAPA reconhece o importante papel da Virginiamicina como melhorador de desempenho, possibilitando aos pecuaristas, produtores de leite, suinocultores e avicultores o uso dessa molécula para a melhoria de desempenho na produção animal, com consequente aumento da produtividade”, ressalta Mauricio Graziani, presidente da Phibro Animal Health.

Fonte: Assessoria
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