Suínos
Histórico de Preços da ACCS contribui para gestão das empresas de suínos
Para contribuir com a Suinocultura Catarinense, a ACCS propõe alternativas eficientes à gestão desenvolvida pelo produtor. Uma das ferramentas disponíveis no Portal ACCS e de fácil acesso é o Histórico de Preços Pagos. Durante todo o ano de 2014 a ACCS arquivou os preços diários pagos por quilo de suíno ao suinocultor, das principais indústrias catarinenses, bem como os valores da Bolsa de Suínos, que norteia principalmente os suinocultores independentes. O histórico também contempla as cotações de grãos, como milho e soja, indispensáveis à produção de suínos.
Com os históricos diários, é possível avaliar o crescimento da remuneração no ano, bem como traçar estratégias para 2015. Sendo uma ferramenta de gestão, acreditamos que os preços, a análises deles, permite que o produtor se organize e desenvolva, com base em números, a gestão de sua propriedade, destaca o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi.
A ferramenta de preços pagos está disponível na página principal do portal ACCS na internet (accs.org.br). Ao clicar em Ver Histórico é possível ter acesso aos números reais praticados durante todo o ano passado, dia por dia.
Análise dos Preços passados:
Em 2014, o mercado de suínos mostrou estabilidade de preços, com oscilações apenas crescentes, sem quedas consecutivas. O que trouxe para o setor, o equilíbrio entre custos de produção e rentabilidade. Em janeiro, o produtor recebeu por quilo de suíno o valor de R$ 3,00. De acordo com o Histórico da
Entidade, o valor praticado pelas indústrias garantia no início do ano uma margem de lucratividade para o suinocultor de 10%. O histórico de preços também apontou e fechamento de 2014 em R$ 3,60 o quilo, valor que garantiu ao suinocultor uma margem de 15% de lucratividade, em relação aos custos para produção de suínos em Santa Catarina.
A atividade ainda é uma das mais importantes da economia catarinense, ligada ao agronegócio, no Estado. Com um ano de estabilidade, a ACCS acredita que será possível vivenciar um 2015 de maiores lucros, se tudo permanecer neste ritmo de preços.
Fonte: Ass. Impr. da ACCS

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.





