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Empresas Avicultura

Há os que odeiam o frio e/ou calor… mas o que isso tem a ver com a avicultura?

Cada vez mais a avicultura evolui com novas ferramentas e conceitos para trabalhar os diferentes desafios produtivos

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Arquivo/OP Rural

 Artigo escrito por Patricia Aristimunha, médica veterinária com mestrado e doutorado em zootecnia e gerente de Serviços Técnicos da Kemin na América do Sul

No início do inverno ou do verão, a frase mais recorrente em nossas conversas são as consagradas reclamações do tipo “eu odeio frio” ou “eu odeio o calor”. Essas percepções estão intimamente ligadas não só aos nossos gostos pessoais, mas ao período de adaptação que nosso corpo passa nas mudanças de clima, que, ao nos tirarem da “normalidade”, da inércia, causam estresse à nossa fisiologia. A mesma realidade se passa dentro dos galpões de criação de aves: sejam frangos de cortes, matrizes, perus, poedeiras. Toda mudança, ou seja, saída da zona de conforto atual, é causadora de estresse.

A entrada do inverno (ou do verão) é um período bastante complexo, não só pelas alterações de temperatura e de índice pluviométrico, mas também pela alteração das dinâmicas de aumento ou redução de luminosidade solar. Agregadas a estas mudanças vêm os dias de perda de performance, que resultam em aumento dos custos produtivos com redução do retorno do investimento. Neste período, é essencial que estejamos munidos de ferramentas que nos auxiliem no controle do estresse. O controle do estresse começa com adequações de manejo e ambiência, porém, o que fazemos hoje para controlar o estresse dentro da nutrição das aves?

Cada vez mais a avicultura evolui com novas ferramentas e conceitos para trabalhar os diferentes desafios produtivos, e uma delas é o propionato de cromo. Quando um animal encontra um estressor, o sistema neurogênico é ativado. Tentativas fracassadas de combater ou fugir do fator estressor podem desencadear a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que inicia efeitos em cascata, acarretando a liberação de cortisol e posteriores alterações comportamentais, metabólicas, imunológicas e intestinais. Estudos da literatura mostraram que os corticosteroides podem ter um impacto negativo na performance das aves e que o propionato de cromo é capaz de reduzir os níveis de corticosteroides em aves, aliviando as perdas causadas pelo estresse desde sua origem.

O propionato de cromo é uma fonte segura e de alta biodisponibilidade de cromo para uso nas dietas de aves, sendo o cromo um mineral essencial que age na redução dos efeitos do estresse, melhorando a performance global, em especial, a eficiência alimentar e o rendimento no frigorífico, além de controlar a mortalidade dos lotes.

Para assegurar a manutenção dos resultados zootécnicos nos períodos estressantes da produção, como a atual mudança de estação, é essencial que façamos todas as adaptações de manejo, ambiência e nutricionais necessárias. Ferramentas que auxiliem no controle do estresse, desde sua origem no sistema neurogênico, nos permitem passar por estes períodos desafiadores com resultados ótimos, reduzindo as perdas de performance, obtendo um melhor retorno do investimento.

Fonte: Assessoria
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Empresas Plantio

Estudo mostra que plantadeiras estão com performance 15% abaixo do necessário

Problema reflete na produtividade da lavoura

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Foto: O Presente Rural

O trabalho no dia a dia de uma fazenda levou o seu administrador a perceber que as plantadeiras em atividade não estavam realizando o serviço de forma a entregar todo o seu potencial. Em geral ou consumiam mais insumos ou sobrava, o que, ao final, resultava em custos e menor produção da lavoura. Em princípio a solução poderia ser apenas uma regulagem melhor ou treinamento dos operadores. Mas, mesmo tendo feito estas correções, o problema continuava por várias safras.

Segundo o diretor executivo da Geração Agro, empresa de consultoria especializada em gestão de áreas críticas das propriedades rurais, o agrônomo Flávio Marques, o trabalho a campo mostrou que mesmo mudando de marcas de plantadeiras o problema persistiu, configurando então que pode haver um problema de projeto. “Mas o mais relevante nesta questão é que em média esta situação de problema no plantio traz um reflexo lá na frente quando o produtor deixa de colher cerca de 12 sacas de soja por hectare, o que significa um valor financeiro bastante algo que não entra no caixa da empresa”, ressalta Marques.

Conforme diz o agrônomo, discos gastos, condutor da semente danificado, articulação das rodas limitadoras de profundidade com folga, tensão da mola sem uniformidade entre as linhas, foram alguns dos problemas encontrados com frequência, que acarretaram nesta quebra de produtividade. “Para se ter uma ideia, em um cliente, encontramos 31 anomalias nos equipamentos de plantio, alguns, já de fábrica. Então, quando o produtor pensa que está tudo perfeito para realizar o seu trabalho, acaba percebendo que alguns “detalhes” comprometem o resultado final e o seu ganho que, segundo a nossa avaliação, vai ser em média, 15% menor”, assegura.

Marques complementa afirmando que muito mais que fazer correções nas regulagens e nas peças gastas, ou mesmo treinamento, o produtor vai ter que atentar para o equipamento como um todo, fazendo uma check list pente fino, para conseguir melhorar a performance das plantadeiras, a fim de não ter queda na sua produtividade. Diz ainda que uma das expertises da Geração Agro é justamente o trabalho de Certificação das Plantadeiras, onde realizam todo este check list. “Cada semente que não produz uma planta é um valor que deixa de entrar na conta do produtor, e este é o verdadeiro valor de cada planta”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Empresa catarinense referência mundial no agro completa 20 anos

Tecnologia, produtividade e design são atributos presentes no DNA da GTS do Brasil desde seu nascimento.

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Foto: Divulgação

Há 20 anos, a Empresa trilhava seus primeiros passos sendo referência no espaçamento reduzido entre linhas, lançando a primeira plataforma para colheita de milho toda em alumínio do mundo. O resultado foi mais leveza, agilidade, produtividade e economia de combustível.

Fundada no ano 2000, buscou sempre oferecer soluções que fizessem a diferença na lavoura. Por serem filhos de agricultores, os irmãos Strasser projetaram seus produtos, baseados nas necessidades de quem está dia a dia no campo.

Com muito trabalho, honestidade e competência, ano após ano a GTS do Brasil foi se destacando no agronegócio brasileiro, através de seu pioneirismo em inovações que causaram uma grande disruptura no mercado de implementos agrícolas.

Após consolidar-se no mercado nacional, a GTS expandiu suas fronteiras e hoje exporta máquinas para as Américas, Europa, África e, mais recentemente, Oceania.

Atualmente administrada pelo Diretor Presidente Assis Strasser e pela diretora financeira Gilvana Ribeiro, a GTS do Brasil gera cerca de 300 empregos diretos, e mais de mil indiretos.
Possui duas unidades na cidade de Lages/SC, e planeja inaugurar a terceira fábrica em 2021.

A GTS do Brasil completa seus 20 anos de história com bases sólidas, pavimentadas em um passado de muito esforço e trabalho, olhando sempre à frente, vislumbrando um futuro promissor e repleto de projetos que contribuem com o agronegócio. Afinal, Nossa força vem do Agro!

Fonte: Assessoria
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Empresas Sanphar

SANPHAR reforça o time das áreas técnicas e marketing

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Patricia Babadopulos - Divulgação Sanphar

A SANPHAR Saúde Animal, empresa do recém-criado SAN GROUP, fortalece as diversas áreas da empresa e amplia sua equipe com novas contratações: Patricia Babadopulos assume a direção do departamento técnico e de marketing e Paulo Eduardo Bennemann é o novo gerente técnico de suínos para a América Latina.

Patricia Babadopulos tem como objetivo inicial o alinhamento da estratégia da empresa às necessidades técnicas e comerciais, principalmente da linha de produtos biológicos, recentemente adquirida pelo grupo. “Entendo como desafio da nossa área a produção de alimentos de forma sustentável, com trabalho sanitário baseado em prevenção. Ajustar e integrar as necessidades sanitárias dos humanos, animais e os cuidados com o meio ambiente em todos os níveis (local, regional, nacional) aos custos das operações para que tenhamos alimentos saudáveis e acessíveis a todos”, diz Patricia.

Ela tem experiência no setor avícola em grandes organizações de frangos de corte, fabricantes de vacinas e produtos para diagnóstico, atuando nas áreas técnica, comercial e de marketing, tanto no Brasil como em países da América Latina. Patrícia Babadopulos espera colaborar para que os produtos e serviços oferecidos pela Sanphar tenham melhorias consistentes e contínuas e, dessa forma, contribuam para que os desafios enfrentados pelos produtores sejam minimizados, mostrando a importância das parcerias para o sucesso do negócio.

Patricia é formada em medicina veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-graduada em medicina preventiva e controle de zoonoses pela Universidade de São Paulo (USP), com trabalho em padronização de métodos moleculares multiplex para diversos patógenos de interesse em saúde pública.

Já a área de suínos tem um novo gerente técnico para a América Latina. Paulo Eduardo Bennemann afirma que ao mesmo tempo que o desafio da função é muito grande as oportunidades de crescimento profissional são evidentes. “Agregar valor aos clientes por meio da oferta de soluções sanitárias personalizadas e de tecnologia serão o grande foco a ser trabalhado. A SANPHAR passa por um momento de crescimento, com foco na aplicação de novos conceitos de produtos para prevenção, biosseguridade e saúde animal. Estar preparada para um mundo de mudanças constantes faz toda a diferença”, ressalta Bennemann.

Paulo é graduado em medicina veterinária e tem doutorado em ciências veterinárias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ele trabalhou na área de sanidade de grandes empresas, como BRF e Master Agroindustrial, e como docente de reprodução e produção de suínos na graduação e pós-graduação de medicina veterinária na Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Fonte: Ass. de Imprensa
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