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Há 44 anos, ACSURS é a voz de todos os suinocultores gaúcho

Na próxima segunda-feira (25) a ACSURS comemora 44 anos de trabalho e defesa dos suinocultores gaúchos

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Os 412 quilômetros e as mais de cinco horas de viagem entre os municípios de Cândido Godói e Estrela, cidade sede da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS, não foram empecilho para que o suinocultor Laurindo Vier se deslocasse no último dia 26 de outubro para um encontro com outros produtores de sua atividade. O motivo, uma das reuniões da Diretoria da ACSURS, entidade que na próxima sexta-feira (25/11) completa 44 anos de trabalho e defesa dos suinocultores gaúchos.

Os trabalhos do dia foram abertos pelo presidente da entidade, Valdecir Luis Folador, natural de Barão de Cotegipe e que desde 2005 está à frente da associação. E não somente os dois, mas a maioria dos  membros da atual Diretoria também cruzam o Estado, oriundos de cidades distantes como Casca, Rondinha e Três Passos. “A ACSURS nasceu e tem sua sede em Estrela e, exatamente por ser de todos os suinocultores gaúchos, conta com representantes de vários municípios do Estado, que juntos discutem e buscam formas de melhorar cada vez mais as condições de trabalho do suinocultor. Destaco, sempre, a importância da participação do suinocultor junto a sua entidade, a ACSURS’’, frisa Folador.

Exemplo disto são as reuniões das Cadec – Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração. A Cadec vem com a aprovação da Lei da Integração, de nº 13.288, no dia 17 de maio deste ano, no entanto, através de iniciativa pioneira da ACSURS, estão em andamento no Estado três Cadec, sendo as duas primeiras criadas em 2015, antes mesmo de tornar-se obrigatória a criação dessas comissões. “A Cadec tem como objetivo reunir integradora e integrados para que possam debater questões contratuais, definindo direitos e deveres para ambas as partes. Por meio da Cadec, o suinocultor tem acesso direto à integradora, facilitando o entendimento e negociações”, explica Folador.          Atualmente, estão ativas as Cadec das UPLs de Frederico Westphalen e Três Passos, UPLs do Vale do Taquari e Serra, e Terminação também de Frederico Westphalen e Três Passos, todas integradas à JBS.           

No berço da suinocultura

Filiada à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), a ACSURS também trabalha em conjunto com a entidade nacional, para que sejam atendidas as demandas quando assim torna-se necessário, através de audiências no Congresso ou reuniões de trabalho em instituições como o Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária. “A ACSURS é uma entidade extremamente importante, pois está no berço da suinocultura brasileira, onde tudo começou, inclusive, a ABCS. Tem a sua frente lideranças extremamente responsáveis, que compartilham todas as dificuldades e alegrias do setor. Realiza um grande trabalho de fortalecimento e desenvolvimento da cadeia produtiva”, destaca o presidente da ABCS, Marcelo Lopes.

Atualmente, compõem a Diretoria da ACSURS, além do presidente Folador e do vice Laurindo, o primeiro vice-presidente Mauro Gobbi (Rondinha), os vices Jandir Pilotto (Caxias do Sul), Rafael Acadrolli (Rodeio Bonito) e Jean Fontana (Tapejara); os conselheiros fiscais Edson Zancanaro (Erechim), Ari Freling (Três Passos) e Renato Tecchio (Serafina Correa) e como suplentes Cleber Cerutti (Frederico Wesphalen), Odolir Zanatta (Vila Maria) e Edson Gross (Santa Rosa), Flauri Migliavacca (Casca) como conselheiro técnico e Ilânio Johner (Cruzeiro do Sul) como delegado suplente junto a ABCS.

Defesa sanitária

Outra frente da qual a ACSURS é integrante é o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa). Criado há 11 anos pelas cadeias de produção e genética da avicultura, suinocultura, pecuária de corte, pecuária de leite, o Fundo tem como objetivo complementar ações de desenvolvimento e defesa sanitária animal no Rio Grande do Sul e servir para garantir aos contribuintes ato indenizatório de enfermidades infectocontagiosas, sob controle e erradicação, reconhecidas nos programas de sanidade animal.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, elogia a atuação da ACSURS nas demandas da atividade. ‘‘ Na oportunidade em que a ACSURS comemora 44 anos de existência, em nome do Fundesa e do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos (Sips), só temos a destacar o trabalho efetivo que a associação faz. A ACSURS representa os criadores de suínos do RS numa parceria permanente para o desenvolvimento da atividade, o que contribui para destacar a condição do Estado como grande centro de produção de carne suína no país. Somos o segundo Estado com maior volume de produção exportada e uma presença muito forte na produção e na comercialização de produtos do mercado brasileiro. Assim, a associação é uma entidade que tem demonstrado, ao longo do tempo, um protagonismo diferenciado no sentido de defender e representar a produção e a suinocultura do RS, que é uma atividade extremamente importante’’, avalia Kerber, que também é vice-presidente do Sips.

Fortalecimento

O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), Ernani Polo, destaca a atuação da ACSURS no fortalecimento e defesa dos suinocultores gaúchos. ‘‘Continuaremos trabalhando juntos para que a suinocultura gaúcha siga evoluindo com qualidade e conquiste novos mercados, contribuindo desta forma para o crescimento social e econômico do Rio Grande do Sul’’, frisa Ernani.

Desenvolvimento

O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Tarcisio Minetto, ressalta a atuação da ACSURS no fortalecimento do setor produtivo. ‘‘Todo associativismo contribui para o encaminhamento da solução dos gargalos e, fundamentalmente, para facilitar e organizar os elos da cadeia. Com a ACSURS não é diferente. Sua atuação é importante porque, além de trabalhar a questão da tecnologia e ações estratégicas da categoria, tem o objetivo de fortalecer o setor produtivo, gerando produção e desenvolvimento para no Rio Grande do Sul’’.

Fonte: Assessoria

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Acordo UE-Mercosul abre oportunidade para agro reposicionar sua imagem no exterior

Em vigor de forma provisória a partir de maio, acordo amplia acesso ao mercado europeu e reforça a importância de rastreabilidade, confiabilidade e sustentabilidade na percepção dos produtos brasileiros.

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Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado e Gpoint Studio/Freepik

A entrada em vigor provisória do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a partir de 1º de maio, inaugura um novo ciclo para o agronegócio brasileiro que vai além do ponto de vista comercial, e, sobretudo, de posicionamento. Em um mercado cada vez mais orientado por critérios de origem, sustentabilidade e transparência, o desafio passa a ser também de narrativa.

Conselheiro de comércio da Delegação da União Europeia em Brasília, Damian Vicente Lluna: “O consumidor europeu valoriza cada vez mais a origem e as condições de produção. A capacidade de demonstrar esses atributos será fundamental para acessar e ampliar espaço nesse mercado” – Foto: Divulgação

Durante o encontro do ABMRA Ideia Café da última terça-feira (31), promovido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), o conselheiro de comércio da Delegação da União Europeia em Brasília, Damian Vicente Lluna, destacou que o acordo chega em um momento de reconfiguração das relações comerciais globais e de maior exigência por parte do consumidor europeu. Nesse contexto, a forma como o agro brasileiro se apresenta ao mundo tende a ser tão determinante quanto sua competitividade produtiva.  “Há uma oportunidade clara de fortalecer a confiança no produto brasileiro. O investimento em rastreabilidade e em novas certificações podem transformar a percepção do agro no mercado europeu”, afirmou.

Nos últimos anos, a imagem dos produtos agropecuários brasileiros no exterior foi impactada por debates relacionados ao desmatamento e às práticas ambientais. Embora avanços recentes tenham contribuído para reduzir esse ruído, o cenário ainda exige uma atuação mais estruturada por parte do setor para consolidar uma percepção positiva.

Foto: Divulgação

Nesse novo contexto, três pilares passam a orientar a comunicação do agro brasileiro no exterior, de acordo com Damian Lluna. “Mostrar a capacidade de rastreabilidade, confiabilidade e sustentabilidade pode gerar mais proximidade com o consumidor europeu. Comprovar a origem dos produtos, garantir transparência ao longo da cadeia produtiva e evidenciar práticas alinhadas às exigências ambientais deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico de acesso ao mercado europeu”, destacou.

Segundo Lluna, a tendência é que a abertura comercial venha acompanhada de uma demanda crescente por comprovação dessas práticas, por meio de sistemas mais robustos de controle e certificação. “O consumidor europeu valoriza cada vez mais a origem e as condições de produção. A capacidade de demonstrar esses atributos será fundamental para acessar e ampliar espaço nesse mercado”, disse.

Na avaliação do presidente da ABMRA, Ricardo Nicodemos, o momento exige uma mudança de postura por parte do setor. “Estamos diante de uma oportunidade de reposicionar o agro brasileiro não apenas como fornecedor, mas como uma marca global. Isso passa, necessariamente, por uma comunicação mais estratégica e alinhada às demandas do mercado internacional”, frisou.

Com a entrada em vigor do acordo, o desafio passa a ser duplo na captura das oportunidades comerciais e no avanço do posicionamento internacional do setor. “Nesse cenário, a consolidação de uma narrativa consistente apoiada por dados e evidências tende a ser determinante para ampliar a competitividade e sustentar o acesso a mercados mais exigentes”, completou Nicodemos.

Fonte: Assessoria ABMRA
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Jorge Viana conduz transição e apresenta nova Diretoria Executiva da ApexBrasil

Em reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, presidente anuncia mudanças na liderança da Agência e indica Laudemir Müller e Maria Paula Veloso para a nova etapa da gestão.

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Para a sucessão, Viana indicou, Laudemir Müller para a presidência - Fotos: Divulgação/ApexBrasil

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, anunciou em reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, realizada na quarta-feira (1º), que deixará o comando da agência a partir desta quinta-feira (02). Na mesma reunião, foi comunicada a saída de Ana Paula Repezza, diretora de Negócios, que também se desligará nos próximos dias por novos compromissos profissionais.

Viana indicou Maria Paula Veloso para a Diretoria de Negócios

Para a sucessão, Viana indicou dois nomes do quadro técnico da própria agência: Laudemir Müller para a presidência e Maria Paula Veloso para a Diretoria de Negócios.

Segundo Viana, a transição foi organizada para manter a continuidade das atividades. “Vamos deixar organizado, ainda no dia de hoje, toda a sucessão aqui na Apex”, afirmou, acrescentando: “Saio hoje da Apex, mas não tenho dúvida de que a Apex não vai sair de mim”.

A decisão ocorre após Viana se colocar se colocar como pré-candidato para disputar uma vaga no Senado pelo Acre.

Nova gestão

Indicado para assumir o cargo de presidente da Agência, Laudemir André Müller integra o quadro da ApexBrasil desde 2010 e, desde 2023, é gerente de Agronegócios da Agência. Economista e mestre em Desenvolvimento e Agricultura, também tem trajetória no Governo Federal, com passagens pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

Maria Paula passa a compor a nova Diretoria Executiva da ApexBrasil à frente da Diretoria de Negócios. Gerente de Indústria e Serviços da Agência, ela lidera hoje uma das áreas mais estratégicas da Casa, responsável pela articulação e execução de convênios com entidades brasileiras representativas da indústria e de serviços. Na ApexBrasil desde 2007, construiu sua trajetória em iniciativas voltadas à exportação, à qualificação empresarial, ao design e à inovação.

Ao comentar a nova composição, Viana ressaltou que a escolha busca preservar o ritmo de trabalho e dar continuidade ao fortalecimento institucional da Agência. Na mesma oportunidade, Müller destacou sua ligação de longa data com a Agência e o compromisso de dar continuidade ao trabalho construído nos últimos anos. “Eu sou da ApexBrasil, essa é a minha casa”, enfatizou.

Ele ressaltou também que a Agência vive hoje o seu melhor momento, resultado direto, segundo ele, da capacidade de Jorge Viana e Ana Paula Repezza de fortalecer institucionalmente a Casa, ampliar sua articulação e projetar a atuação da ApexBrasil. Ao agradecer a confiança, reforçou ainda que pretende seguir nessa mesma direção. “Coloco-me à disposição, junto com a Maria Paula e com o Floriano, para seguir o trabalho que vem sendo feito pela atual gestão”, salientou.

Fonte: Assessoria ApexBrasil
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Nova regra permite que bancos usem dados do Prodes para negar crédito rural

Resolução do CMN leva monitoramento por satélite para a análise bancária e entidades do agro apontam risco de bloqueios por interpretação equivocada de manejo legal com desmatamento.

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Foto: Eufran Amaral

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), alinhada com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), manifesta preocupação com o Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) e seus efeitos para os produtores rurais. Desde 1º de abril, instituições financeiras passam a considerar as informações desse monitoramento como parte das análises para concessão de crédito em propriedades rurais com área superior a quatro módulos fiscais, em todo o território nacional.

A mudança decorre da Resolução nº 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN). A nova exigência impõe um critério adicional que pode resultar na negativa automática de crédito caso haja indicação de desmatamento na área após julho de 2019. A decisão final cabe à instituição financeira, a partir da consulta realizada pelo gerente responsável pela operação.

Vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, ressalta que medida gera insegurança para os produtores rurais – Foto Silvania Cuochinski/MB Comunicação

O vice-presidente da Faesc, Clemerson Argenton Pedrozo, ressalta que medida gera profunda insegurança para os produtores rurais. Segundo ele, a normativa não difere desmatamento legal de ilegal nem contempla eventuais inconsistências nos dados gerados por sensoriamento remoto. O dirigente alerta que há risco de responsabilização indevida. Em determinadas situações, atividades legítimas, como a limpeza de pastagens, podem ser interpretadas como dano ambiental, o que transfere ao produtor o ônus de comprovar a inexistência de irregularidades.

Diante desse cenário, a CNA, a Faesc e demais federações do país atuam para buscar a suspensão dos efeitos da resolução. A avaliação das entidades é de que o modelo atual compromete a segurança jurídica e pode penalizar produtores que atuam dentro da legalidade.

Embora a norma se aplique apenas às propriedades com área superior a quatro módulos fiscais (limite acima da maioria dos imóveis rurais catarinenses), a medida ainda impacta um número significativo de produtores no Estado, especialmente aqueles que possuem mais de uma área rural. “Por isso, é fundamental ampliar o debate e esclarecer os impactos da normativa. Estamos extremamente preocupados com os efeitos práticos da resolução para os produtores”, conclui Clemerson Pedrozo.

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Para auxiliar o produtor, a CNA publicou uma nota técnica com explicações e orientações sobre o Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) e seus efeitos para os proprietários rurais.

A nota diz que, diante desse cenário, torna-se importante que o produtor rural tenha conhecimento prévio sobre a eventual incidência de registros do Prodes em sua propriedade, bem como sobre os procedimentos necessários para verificar essas informações e, se for o caso, apresentar a documentação que comprove a regularidade ambiental da área. Nas seções seguintes, são apresentados orientações e um passo a passo para consulta dessas informações e para a adoção de medidas que possam evitar entraves no processo de análise e contratação de operações de crédito rural.

Entenda os podres

Foto: Divulgação/Polícia Federal

O Prodes monitora, via satélite, o desmatamento por corte raso em todos os biomas brasileiros desde 1988, gerando taxas anuais usadas pelo governo na formulação de políticas públicas, como o crédito agrícola. As taxas anuais são estimadas a partir dos incrementos de desmatamento identificados em cada imagem de satélite que cobrem o Brasil.

Nos últimos meses, aumentaram os casos de produtores prejudicados por apontamentos incorretos de desmatamento. A dificuldade para comprovar a regularidade tem causado perda injusta de acesso ao crédito e ao seguro rural, comprometendo o funcionamento de importantes instrumentos da política agrícola.

Como saber se há restrições de poder?

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para evitar entraves na contratação de crédito rural, é fundamental que o produtor tenha conhecimento prévio da eventual incidência de polígonos do Prodes sobre sua propriedade. Essa verificação antecipada permite tempo hábil para análise e, se necessário, contestação do polígono identificado.

A regularização ou contestação poderá ser realizada mediante a apresentação de documentação comprobatória, como a Autorização de Supressão de Vegetação (ASV), adesão a Termo de Ajuste de Conduta (TAC) devidamente firmado, ou laudo técnico que evidencie eventuais inconsistências — tais como erro de sobreposição com outras propriedades, classificação indevida de área consolidada ou em pousio, ou falhas na identificação do uso do solo. Confira Nota Técnica íntegra e entenda como fazer a regulamentação ou contestação: https://www.cnabrasil.org.br/publicacoes/acesso-ao-credito-rural-por-restricao-prodes.

Fonte: Assessoria Faesc
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