Conectado com

Notícias

Guga Kuerten participará da abertura do 26º FECOOP em Chapecó

Publicado em

em

O ex-tenista Guga Kuerten participará da abertura oficial da 26ª edição do Encontro do Cooperativismo Catarinense (FECOOP) programado para o dia 10 de outubro, às 19h30, no pavilhão I do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves, em Chapecó. O evento reunirá, durante três dias, cerca de 2.000 participantes de 60 cooperativas catarinenses que disputarão 23 modalidades esportivas na categoria masculina e feminina. Também fazem parte da programação atividades técnicas e socioculturais.  
O Fecoop é realizado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) com patrocínio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (Sescoop) e organizado pela Cooperativa Central Aurora Alimentos e a UNIMED Chapecó, anfitriãs do evento. 
A gerente de comunicação social da Aurora e coordenadora geral do Fecoop 2014, Isabel Cristina Machado, salienta que a presença do maior tenista da história do país no FECOOP engrandecerá ainda mais o evento, que promete entrar para a história em função dos diferenciais em todas as fases dos preparativos. “Uma boa organização demonstra o espírito cooperativista dos responsáveis”, destaca. 
O gerente coorporativo da Unimed Chapecó, Evaldo Soares, complementa que o foco é aperfeiçoar o planejamento e a execução desse grandioso evento do cooperativismo. “Queremos que os competidores saiam daqui com uma boa impressão das nossas cooperativas e também da cidade. Por isso a preocupação antecipada”. 
FECOOP 2014
O Encontro do Cooperativismo acontece no período de 10 a 12 de outubro, em Chapecó. Desde o início da realização, em 1988, esta é a terceira vez que o município receberá o evento. A primeira foi em 1989 e a segunda três anos depois. O Fecoop acontece a cada dois anos e sempre é sediado por uma cooperativa que manifeste interesse em organizar as competições. Neste ano, integrará as comemorações dos 45 anos da Cooper Central Aurora Alimentos e dos 22 anos da Unimed Chapecó. 
A programação terá início na sexta-feira (10 de outubro), às 10 horas, com recepção das delegações no pavilhão III do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves e segue com abertura oficial, às 19h30 no pavilhão I. No sábado (11), haverá competições esportivas a partir das 8 horas nas principais áreas desportivas de Chapecó. No período da noite, às 20 horas, está programado o jantar dos presidentes no Lang Palace Hotel e, a partir das 23h30, será realizado o baile de confraternização, no pavilhão III do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves. No domingo (12), a partir das 8 horas, acontecem as finais das competições e, ao meio dia, será servido almoço de encerramento com entrega de troféus, nos pavilhões I e II. 
O evento conta com o patrocínio do Sicoob Maxicrédito, Ceraçá, Projetec e Eletroservice. São apoiadores a Bragagnolo e a Fracel Corretora de Seguros. A Fecoagro auxilia na divulgação do evento. 
Modalidades
As competições do FECOOP incluem as seguintes modalidades: atletismo masculino e feminino, basquete street masculino, basquete street feminino, bocha 48 masculino e feminino, bocha rolada masculino, bolão masculino e feminino, canastra duplas livre, dominó dupla livre, futebol de areia, futebol dos presidentes, futebol suíço livre masculino, futebol suíço master masculino, futsal feminino e futsal masculino, general individual, gincana cooperativa, handebol feminino, handebol masculino, laço de vaca parada, natação feminino, natação masculino, peça de caniço individual (livre), sinuca (dupla livre), spiribol masculino, tênis de mesa masculino, tênis de quadra individual feminino e masculino, tiro individual (livre), truco (dupla livre), vôlei de areia feminino e masculino, vôlei de quadra feminino e masculino e xadrez. 
Inscrições
 
As inscrições podem ser feitas pelo site http://www.fecoop.com.br/inscricao.php até o dia 20 deste mês. 
Foto 01 – 

Fonte: MB

Continue Lendo

Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

Publicado em

em

Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.