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Guabi investe na exportação e participa da VIV Asia 2015

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A Guabi participou de um dos eventos mais importantes e tradicionais destinado à produção de alimentos para animais, a VIV Asia 2015, organizada pela VNU Exhibitions Europe. A feira foi realizada entre os dias 11 e 13 de março, em Bangkok, na Tailândia e reuniu em torno de 700 expositores de diversos países como Rússia, China e Índia.
 
A participação da Guabi na VIV Asia é uma das partes importantes do direcionamento para exportações, o qual compõe o planejamento estratégico da empresa, apesar de já manter relações comerciais ativas com mais de 20 países. A Guabi pretende aumentar ainda mais estes números, participando de outros eventos como o Equitana – realizado na Alemanha – e a World Aquaculture 2015, na Coreia do Sul. 
 
“Pretendemos consolidar nossas vendas atuais e ampliar nossa participação na América Central, África e Ásia. Buscamos países que reúnem algumas características como: grandes produtores de pescados, ou seja, importantes consumidores de ração; importadores de alimentos para animais ou matérias-primas, que tenham relações internacionais com o Brasil e com condições competitivas de logística”, ressalta o novo gerente de Comércio Exterior da Guabi, Diogo Villaça. 
 
Para a VIV Asia 2015, a Guabi apostou em sua família de produtos para aquacultura, que atendem às necessidades de peixes e camarões, como a linhas Poti e Pirá, além da recém-lançada solução QS Guabi. A linha de produtos Poti é composta de rações próprias para a alimentação de camarões, em todas as fases de crescimento e cultivados em sistemas intensivos. É rica em vitaminas, proteínas e sais minerais e pode ser encontrada em versão extrusada, forma física esta que a Guabi foi pioneira no mercado brasileiro.
 
Já a linha Pirá Ideal – nas versões tilápias e redondos – é formulada sob o conceito de proteína ideal, pois “imitam” a proteína do corpo do peixe que está sendo alimentado. As rações possuem alta digestibilidade, além de serem formuladas para não haver falta ou excesso de nutrientes – estes são ingeridos na quantidade exata para cada espécie. Desta forma, a quantidade de excretas será menor, reduzindo os impactos ambientais da aquicultura e tornando-a uma atividade sustentável. 

A Pirá Alevino, Mirim e Potimar Juvenil foram formuladas para peixes em fase inicial e variam de 1 mm a 1,7mm de diâmetro.   Com ingredientes altamente digestíveis e altos níveis de enriquecimento nutricional, a linha promove crescimento rápido e uniforme dos alevinos.

A linha QS Guabi– QuorumSensing – visa a nutrição funcional de peixes e camarões em fase inicial. Os produtos QS Guabi interferem na comunicação entre as bactérias para inibir a multiplicação das nocivas e favorecer o estabelecimento das benéficas, minimizando a ocorrência e o impacto de doenças, ao mesmo tempo em que fornecem todos os nutrientes necessários para o melhor desenvolvimento em cada fase. Os resultados são os maiores índices de sobrevivência e crescimento, que garantem mais lucratividade para os criadores e geram alimentos ainda mais saudáveis para o ser humano.
 
“Todas as rações da linha de aquacultura são muito importantes para a empresa e para as nossas exportações. Temos excelentes produtos reconhecidos internacionalmente e com potencial produtivo. Eles nos permitem alçar vôos cada vez maiores, não apenas pela possível absorção de maiores volumes, como também, pela evolução nos métodos produtivos, que resultam em rações (como as extrusadas) com amplo shelf life e potencial de atingir mercados em todos os continentes do planeta”, finaliza Villaça.
 
Sobre a Guabi:
A Guabi Nutrição e Saúde Animal, empresa que há mais de 40 anos se dedica ao desenvolvimento e fabricação de produtos de alta qualidade e confiabilidade para a nutrição e saúde de todos os animais. Hoje é uma das maiores fabricante de rações e suplementos do Brasil, sempre focada em atender às necessidades de diferentes espécies, em todas as fases produtivas. 

Fortemente presente nas áreas de negócios em nutrição para peixes, camarões e equinos, além de ruminantes, soluções em núcleos e premixes e produtos para pequenos e médios produtores, a Guabi atualmente conta com seis unidades fabris localizadas nos estados de São Paulo (em Sales Oliveira,SP), Minas Gerais (em de Pará de Minas e Além Paraíba), Goiás (em Anápolis), Mato Grosso (em Rondonópolis) e Pernambuco (em Goiana), além do Escritório Nacional em Campinas/SP e dois Centros de Distribuição, em Natal/RN e Pecém/CE.

Fonte: Ass. de Imprensa Guabi

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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