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Guabi apresenta durante a ExpoZebu rações com o aditivo virginiamicina

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) realizará, entre os dias 3 e 10 de maio, no Parque de Exposição Fernando Costa, na cidade Uberaba (MG), a 79ª Expozebu, que foca a importância das raças zebuínas para as cadeias produtivas da carne e do leite no Brasil.
O Grupo Guabi, um dos maiores produtores de rações e suplementos do país, participará mais uma vez do evento e apresentará aos criadores e visitantes suas linhas de produtos desenvolvidas para atender às exigências alimentares de bovinos de corte e leite.  Com o objetivo de incrementar a produção, algumas rações foram enriquecidas com o aditivo virginiamicina, que possibilita maior eficiência alimentar, incremento no ganho de peso diário e aumento na produção de leite de bovinos manejados em regime de pasto ou confinamento.
A virginiamicina atua na seleção de bactérias ruminais, tornando o metabolismo mais eficiente. O processo de digestão é beneficiado com menores perdas no processo de fermentação por possibilitar maior síntese de ácido propiônico, menor produção dos ácidos acético e lático e, principalmente, metano. “A perda da eficiência alimentar de bovinos se deve principalmente à elevada produção de metano. A partir do momento que o processo de fermentação ruminal é alterado, com redução da síntese de metano, há uma quantidade maior de energia disponível para ganho de peso ou produção de leite”, explica José Leonardo Ribeiro, zootecnista e gerente de produtos ruminantes do Grupo Guabi.
A ração Gadotec Elite (indicada aos bovinos a partir do desmame) é formulada com 20% de proteína bruta, alta energia, confeccionada nas formas peletizada ou farelada. A qualidade da proteína, o elevado teor de energia e a presença do cromo orgânico são essencias para novilhos manejados em regime de confinamento, cujo objetivo é a obtenção de elevado ganho de peso diário. Para reduzir riscos de acidose, distúrbios subseqüentes e a laminite, a ração Gadotec Elite foi desenvolvida com o aditivo virginiamicina. O ambiente ruminal saudável (pH mais estabilizado) resulta em melhor aproveitamento da energia, o que resulta em maior ganho de peso.
            A linha Supripasto do Grupo Guabi – Supripasto 18 VM e Supripasto 28 VM também apresentam em sua composição o aditivo virginiamicina.
“A suplementação deve ser vista como um investimento. A forragem, mesmo no período das águas, apresenta algumas limitações nutricionais. Quando corrigidas resultam em aumento do ganho de peso (mérito individual) e da produtividade (mais @/ hectare/ ano). O período de engorda de um animal que recebe alimento concentrado, rico em proteína, energia e aditivos melhoradores de desempenho, é bem inferior em comparação com aquele suplementado somente com mineral linha branca (período das águas) ou proteinado (período seco). O maior investimento é compensado também pela redução da idade de abate, mais conhecido como ganho indireto. O animal atinge o peso desejado e pode ser comercializado mais cedo. Ou seja, disponibilizará espaço para outro bovino, que iniciará o processo de recria ou engorda”, esclarece José Leonardo.
O Supripasto 18 VM é uma ração peletizada com 18% de proteína bruta (PB), macro e microelementos minerais. O grande destaque é o tamanho do pellet (aproximadamente 3 cm de comprimento e 1,6 cm de diâmetro), que facilita a ingestão e elimina as perdas no campo. Este produto foi desenvolvido para suplementação de bovinos de corte manejados em regime de pasto na fase de engorda/terminação. Seu uso é indicado durante o verão, primavera e outono. A quantidade fornecida dependerá da oferta e valor nutritivo da forragem, sendo recomendado: 1,0% do peso vivo (PV) na primavera, 0,7% do PV no outono e 0,5% do PV no verão.
            Para o período seco, cuja forragem apresenta menor valor nutricional, é indicado o Supripasto 28 VM, o qual difere do Supripasto 18 VM, no teor de proteína (28% de PB). A quantidade oferecida irá variar de 0,5% a 0,7% do PV e dependerá também da oferta e do valor nutritivo da forragem ofertada ao animal. Para incrementar o ganho de peso de bovinos manejados em regime de semi confinamento, os dois produtos receberam a adição da virginiamicina.
            
Vacas de alta produção de leite se destacam devido à grande capacidade de ingestão de alimento. Em se tratando de animais de altíssima produção, o desafio é propiciar uma condição ideal para que o animal consiga ingerir dietas ricas em alimentos concentrados. O aditivo virginiamicina promove maior estabilidade do pH ruminal sem comprometer a ingestão de alimento. O resultado é o aumento da produção de leite. 
            Com o objetivo de atender às exigências nutricionais de vacas leiteiras especializadas, de alta produção, foi desenvolvida a ração multipartícula Lactage 22 Torneio, formulada com 22% de PB, alta energia, minerais e vitaminas A, D e E. Em adição apresenta em sua composição o probiótico Saccharomyces cerevisiae, bicarbonato de sódio, biotina e virginiamicina.
Com 38 anos no mercado, o Grupo Guabi é hoje um dos maiores produtores de rações e suplementos do país e conta com oito unidades fabris localizadas em Campinas (SP), Bastos (SP), Sales Oliveira (SP), Pará de Minas (MG), Anápolis (GO), Além Paraíba (MG), Goiana (PE) e São Gonçalo do Amarante (CE).

Fonte: Ass. Imprensa da Guabi

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Notícias Análise Cepea

Preço médio da carne de frango recua nesta parcial de maio

Retração dos consumidores diante dos elevados patamares de preços limitou a liquidez.

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Arquivo/OP Rural

O valor médio da carne de frango nesta parcial de maio está inferior ao registrado em abril, segundo apontam pesquisas do Cepea.

A retração dos consumidores diante dos elevados patamares de preços limitou a liquidez. Assim, vendedores reajustaram negativamente as cotações ao longo de maio.

O preço médio da carne suína, por sua vez, está em elevação frente ao observado no mês anterior.

Esse cenário ampliou a diferença entre a carne de frango e a substituta, garantindo boa competitividade frente à carne suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Abastecimento do setor

Conab lança modalidade de leilão para abastecer pecuaristas

om as dificuldades enfrentadas pelos criadores para comprar o produto por altos preços neste ano, a empresa oferece a possibilidade de apoio ao abastecimento do setor, via sistema de comercialização eletrônica da Conab, no “Leilão Pra Você”, pela modalidade de Contrato a Termo.

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Arquivo/OP Rural

Uma novidade foi lançada pela Companhia Nacional de Abastecimento  (Conab) para os pecuaristas do país que usam o milho na ração. Com as dificuldades enfrentadas pelos criadores para comprar o produto por altos preços neste ano, a empresa oferece a possibilidade de apoio ao abastecimento do setor, via sistema de comercialização eletrônica da Conab, no “Leilão Pra Você”, pela modalidade de Contrato a Termo.

“Esse modelo garante aos pecuaristas, que são os maiores prejudicados com a volatilidade no mercado de milho, a construção de uma estratégia sólida para garantir o abastecimento regular no futuro, mesmo nos períodos de entressafra ou de quebra da produção”, explica o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth. “Isso porque o Contrato a Termo permite a compra futura de milho, em um processo totalmente privado, com o apoio operacional e técnico da Companhia”.

O novo sistema pode ser usado tanto para garantir um preço fixo na compra com entrega futura quanto para assegurar a fixação de preços de acordo com termos pré-definidos em edital. Entre as vantagens, além da garantia de abastecimento, o Contrato a Termo pode ser feito sob medida ou padronizado, possui baixo custo operacional e a Conab ainda pode ofertar as unidades graneleiras como entreposto, caso haja necessidade. Há também a diminuição do risco de negativa na tomada de crédito, ou seja, a credibilidade da Companhia pode favorecer a segurança e transparência nas negociações.

“O aviso de leilão, por si só, já diminui a possibilidade de descumprimento do contrato, visto o risco de negativação de qualquer uma das partes, mas podem ser exigidas outras garantias, por solicitação do demandante no momento de elaboração do aviso”, ressalta Guth. “Há também total transparência na formação dos preços, tanto de abertura quanto de fechamento dos leilões”.

O objetivo da Companhia com este novo serviço é garantir o abastecimento, bem como estimular o processo de compra com entrega futura pelo setor de carnes (principalmente produtores independentes) garantindo maior igualdade de condições com as tradings e o setor de etanol, que competem pelo grão.

Nos últimos três anos, sobretudo com a questão do conflito na Ucrânia, as cotações de milho e farelo de soja estão acima da média histórica, o que aumenta a necessidade de uma gestão de riscos por parte tanto do produtor quanto do criador, uma vez que aumenta o grau de incertezas. Há uma concentração da produção de milho na 2ª safra, com um peso maior no Centro-Oeste, aumentando o volume de produção em período de maior risco climático, onde uma quebra de safra impacta diretamente no abastecimento e preços internos, e a alternativa de importação pode ter um custo muito elevado. Com isso, o impacto tende a ser maior para os produtores independentes, que ainda enfrentam  um forte risco de desabastecimento em caso de significativa redução na produção.

“O Contrato a Termo entra como uma alternativa de médio e longo prazo extremamente positiva, sem onerar o governo nem demandar nova legislação, e com a possibilidade de garantir a segurança tanto dos pecuaristas em relação ao abastecimento quanto dos produtores de milho, na comercialização de sua colheita”, completa Guth.

Outro ponto positivo, é que o Contrato a Termo pode ser solicitado em qualquer tempo, por produtores e pecuaristas, diretamente nas unidades da Conab em todo o país, independente do valor que o produto esteja sendo praticado pelo mercado. Isto porque trata-se de uma operação entre dois entes privados, utilizando a plataforma eletrônica da Conab como meio de negociação.

Para mais informações e solicitações do serviço do Contrato a Termo, os interessados podem entrar em contato com a Central de Atendimento no seu Estado ou acessar a página do “Leilão pra Você”  no portal da Conab.

Fonte: Conab
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Notícias Estrutura portuária paranaense

Com nova certificação, segurança no Porto de Paranaguá está entre as melhores do mundo

Declaração de Cumprimento recebida nesta quinta-feira (26) atesta que a instalação portuária paranaense está entre as melhores do mundo em termos de segurança.

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Segurança do Porto de Paranaguá entra na vanguarda mundial - Fotos: Rodrigo Sell/Portos do Paraná

O Porto de Paranaguá está entre os mais seguros do mundo desde quinta-feira (26). A instalação recebeu uma certificação entregue pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos).

As instalações já tinham sido aprovadas em auditoria em 2021, mas faltava o recebimento da Declaração de Cumprimento, que atesta a segurança da estrutura portuária paranaense. O documento é mais uma prova da eficiência administrativa da Portos do Paraná e também uma garantia a mais para os parceiros comerciais. Ele tem validade de cinco anos. Nesse período, o Porto de Paranaguá precisa manter todos os parâmetros em dia e está sujeito a fiscalizações.

“Esse certificado mostra que o Porto de Paranaguá faz parte de um seleto grupo de portos do Brasil e do mundo que estão adequados a exigências e normas internacionais de segurança, e confirma o grande esforço que todos nós dispendemos para estarmos de acordo com essas normas e regulamentos. Passamos a ter mais uma certificação que demonstra a excelência e o esforço para estar entre os melhores sempre”, afirma o diretor de Meio Ambiente e diretor-presidente em exercício, João Paulo Ribeiro Santana.

A Declaração de Cumprimento é um documento expedido pelo governo brasileiro mostrando que o Porto de Paranaguá está de acordo com os parâmetros internacionais, como o Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, na sigla em inglês).

“É uma certificação de segurança com alcance e perspectivas internacionais e que coloca o Porto de Paranaguá na vanguarda do que existe de mais moderno em termos de segurança”, explica Marcelo João da Silva, presidente da Conportos.

De acordo com o gerente da Unidade Administrativa de Segurança Portuária (Uasp), Cézar Kamakawa, o documento coloca o Porto de Paranaguá em outro patamar. “As operações que ocorrem em Paranaguá têm um padrão internacional que está sendo cumprido, e essa auditoria provocou a busca pelo conhecimento de todos os setores, o entrosamento e a colaboração entre todos, que se engajaram e participaram ativamente para que esse trabalho fosse devidamente realizado”, afirma.

Para o coordenador da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), Alessandro Vivone, foi importante o engajamento da empresa pública na busca pelo certificado. “O presidente Luiz Fernando Garcia se comprometeu a resolver toda a questão documental do que fosse relacionado à segurança para o Porto estar com a Declaração deliberada pela Conportos e Cesportos, e ele cumpriu. É uma grata satisfação para nós essa conquista”, diz.

ISPS Code

O código ISPS passou a ser implantado pela Agência Marítima Internacional para que o modal marítimo não fosse utilizado como o modal aéreo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. “São analisados os ativos, suas vulnerabilidades, consequências, ameaças que podem atingir o porto e, a partir daí, se constrói um plano de trabalho, de segurança para enfrentar, mitigar esses riscos de ameaças e vulnerabilidades”, explica da Silva.

Fonte: AEN Paraná
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