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GTF inaugura unidade de produção de ovos no Paraná e fortalece estratégia de crescimento no setor avícola

Nova estrutura, localizada em Bom Sucesso (PR), conta com dois núcleos, dez galpões e capacidade para 110 mil aves.

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Unidade de produção de ovos – Bom Sucesso - Foto: GTF

A GTF, uma das seis maiores indústrias de frango do país, avança em sua estratégia de integração e controle da cadeia produtiva, com a implantação de uma unidade de ovos férteis no estado do Paraná. Localizada no município de Bom Sucesso, a unidade representa um passo importante na consolidação da presença da companhia no setor avícola e no fortalecimento da sua operação.

Composta por dois núcleos, dez galpões e capacidade de alojamento para 110 mil aves, a nova unidade foi projetada para operar com altos padrões de bem-estar animal e eficiência operacional. A estrutura conta com uma equipe de 25 colaboradores, treinados para atuar em conformidade com as melhores práticas.

A unidade de Bom Sucesso foi adquirida para otimizar o fornecimento de ovos férteis para as unidades de produção, garantindo mais estabilidade e qualidade ao processo. A iniciativa está alinhada à estratégia da GTF de aumentar o controle de qualidade em todas as etapas do ciclo avícola.

“Com esse novo passo rumo a Bom Sucesso, damos continuidade à nossa estratégia de fortalecer e integrar cada vez mais a cadeia produtiva da GTF. A inserção da unidade de produção de ovos representa um avanço importante no controle operacional, no fornecimento e na consistência da produção. Além disso, é uma movimentação que reforça nossa posição no setor de proteína avícola”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria GTF

Avicultura

Fórum debate gripe aviária e reforça medidas de prevenção no Rio Grande do Sul

Encontro em Montenegro reúne setor público e produtivo após foco de H5N1 em aves silvestres no Taim.

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Fotos: Cassiane Osório

Órgãos públicos e representantes do setor produtivo se reuniram na terça-feira (17), em Montenegro (RS), para discutir o cenário da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no Brasil e no mundo. O encontro ocorreu após a confirmação, no fim de fevereiro, de um foco do vírus H5N1 em aves silvestres na Reserva Ecológica do Taim.

Na abertura, o secretário adjunto de Agricultura do Rio Grande do Sul, Marcio Madalena, destacou que o Estado já vinha se preparando para a doença desde 2023. Segundo ele, essa mobilização antecipada permitiu uma resposta mais rápida quando houve registro em granja comercial em 2025. A meta, afirmou, é manter o Estado como referência em biosseguridade e controle sanitário.

O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, ressaltou a atuação conjunta entre produtores, Serviço Veterinário Oficial e população durante o foco registrado em Montenegro. Ele destacou que ações dentro das propriedades são fundamentais para proteger a atividade.

Já o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, lembrou que o Brasil foi um dos últimos grandes produtores a registrar casos de gripe aviária, o que, segundo ele, reforça o nível sanitário do país. Kerber também destacou o volume de exportações de proteína animal, superior a 50 mil toneladas por dia.

A médica-veterinária Daniela Pacheco Lacerda, do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e Pecuária (DSA/Mapa), apresentou dados sobre a Influenza aviária no mundo e no Brasil, apontando algumas diferenças.  “Enquanto no Hemisfério Norte se consegue perceber uma sazonalidade na ocorrência da H5N1 de novembro a março, os meses mais frios, no Hemisfério Sul não há um padrão tão claro. Isso se deve ao nível de influência da migração das aves e a mudança das temperaturas. No Brasil ainda temos uma série histórica limitada, mas os casos têm se concentrado nos meses de abril a agosto”, pontuou.

Médica-veterinária Daniela Pacheco Lacerda: “Enquanto no Hemisfério Norte se consegue perceber uma sazonalidade na ocorrência da H5N1 de novembro a março, os meses mais frios, no Hemisfério Sul não há um padrão tão claro”

De acordo com Daniela, um dos maiores desafios presentes na prevenção e contingência da gripe aviária é a complexidade epidemiológica da doença. “A quantidade de espécies afetadas, a interface com animais silvestres, vírus distintos introduzidos por diferentes rotas, além de ser uma zoonose com potencial pandêmico, são alguns dos pontos que a tornam tão complexa na sua prevenção e controle”, enumerou.

Essas características levam à necessidade do alinhamento de diversas competências em uma atuação interinstitucional integrada. “Agricultura, Saúde e Meio Ambiente precisam trabalhar coordenados com o setor privado, no conceito de Uma Só Saúde. Aqui no Rio Grande do Sul, percebemos que a interação entre essas instituições tem aumentado o nível de sensibilidade, auxiliando na detecção precoce da influenza aviária”, exemplificou.

A biosseguridade nas granjas foi outro tema central. O consultor técnico Paulo Raffi destacou que a identificação de pontos críticos nas propriedades é essencial para evitar a entrada do vírus na avicultura comercial. Entre os principais riscos estão falhas no controle de acesso de pessoas e veículos, presença de aves silvestres, problemas estruturais e manejo inadequado.

Ele explicou que as melhorias podem começar por ajustes operacionais, com menor custo, e avançar para mudanças estruturais ao longo do tempo.

O evento foi encerrado com perguntas do público e reuniu 212 participantes de forma presencial. A transmissão online registrou mais de 1.100 acessos, com espectadores de diversos estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural com Seapi
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Alta na oferta puxa queda nos preços do frango no Brasil

Recuo de 3,4% em fevereiro em São Paulo reflete maior disponibilidade, custos mais baixos e redução nas margens da avicultura, segundo a Consultoria Agro Itaú BBA.

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Foto: Jonathan Campos

Os preços da carne de frango registraram nova queda em fevereiro. Em São Paulo, a ave inteira congelada recuou 3,4% em relação ao mês anterior, sendo comercializada a R$ 7,20 por quilo, valor 14,5% inferior ao registrado em fevereiro de 2025.

Na primeira quinzena de março, as cotações seguiram em níveis contidos. De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, na média ponderada da região Sul houve nova redução no spread da avicultura, que ficou em 34%, mesmo com leve queda de 1% no custo de produção.

Foto: Shutterstock

Os custos com ração apresentaram recuo ao longo de fevereiro, acompanhando a redução nos preços do milho e do farelo de soja.

No comparativo com outras proteínas, a carne de frango ganhou competitividade. Isso ocorre em função da alta contínua do dianteiro bovino. Na parcial de março, foram necessários mais de 3 quilos de frango para a compra de 1 quilo de carne bovina, patamar 34% superior ao observado no mesmo período do ano passado e 28% acima da média dos últimos cinco anos.

Pelo lado da oferta, os alojamentos de pintinhos em janeiro cresceram 3,6% em relação a janeiro de 2025, movimento que influenciou a disponibilidade de produto em fevereiro.

As exportações seguiram aquecidas. Em fevereiro, o Brasil embarcou 427,3 mil toneladas de frango in natura, volume 5,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. No acumulado de 2026, a alta é de 4,5%.

O preço médio das exportações também avançou, com aumento de 3,7% na comparação anual. Entre os principais destinos, a maioria apresentou crescimento nas compras no primeiro bimestre, com exceção da China, que teve queda de 16%, e do México, com recuo de 22%.

Apesar da valorização em dólares, a variação cambial neutralizou os ganhos em reais. O spread das exportações ficou em 45%, levemente abaixo do registrado há um ano, mas ainda acima da média dos últimos cinco anos, de 35%.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Conbrasfran 2026 destaca tecnologia e crescimento da avicultura no Sul do Brasil

Congresso reúne especialistas para palestras, workshops e painéis sobre produção sustentável, sanidade e digitalização.

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Foto: Divulgação/Asgav

A avicultura brasileira volta a se encontrar em Gramado, na serra gaúcha, entre os dias 23 e 25 de novembro durante a 2ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango (Conbrasfran), organizada pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). O evento vai reunir profissionais de todos os elos da cadeia produtiva para discutir tecnologias, tendências de mercado, inovação e oportunidades de crescimento do setor.

O congresso terá palestras, painéis e workshops voltados a produtores, integradores, técnicos, pesquisadores e dirigentes da indústria de alimentos e insumos. Entre os temas em destaque estão estratégias de produção sustentável, avanços em nutrição e sanidade, automação e digitalização na avicultura, além de tendências de mercado e regulamentações que impactam o setor.

O presidente executivo da Asgav e organizador do evento, José Eduardo dos Santos, destaca que “a Conbrasfran é um espaço único para que todos os elos da cadeia produtiva troquem conhecimento, discutam inovações e identifiquem oportunidades de negócios. Nosso objetivo é fortalecer a competitividade da avicultura brasileira e preparar o setor para os desafios do futuro”.

O evento também oferece oportunidades estratégicas de parceria e patrocínio, permitindo que empresas se conectem com tomadores de decisão, pesquisadores e profissionais influentes da cadeia produtiva. Além disso, os participantes terão acesso a conteúdos técnicos de ponta e a experiências práticas que contribuem para o avanço da produção e da gestão da avicultura.

A 2ª Conbrasfran reafirma o compromisso da Asgav em promover um ambiente de inovação, atualização e networking, consolidando-se como um encontro obrigatório para quem atua no setor de carne de frango no Brasil. Outras informações sobre a 2ª Conbrasfran, realizada pela Asgav, podem ser encontradas na página do evento, acesse clicando aqui, através do Instagram @conbrasfran, do WhatsApp (51) 9 8600-9684 ou do e-mail conbrasfran@asgav.com.br.

Fonte: Assessoria Asgav
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