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GSI participa do Show Rural Coopavel
A empresa marca presença com novidades nos segmentos de armazenagem e proteína animal
Entre os dias 1 e 5 de fevereiro, empresas do agronegócio e produtores rurais têm o mesmo destino: o Show Rural Coopavel, que acontece em Cascavel, no Paraná. E a GSI Brasil estará presente no evento com dois estandes – um localizado na área reservada à armazenagem e outro no setor da avicultura, com a linha de equipamentos para produção de proteína animal (avicultura e suinocultura).
O Show Rural Coopavel é a primeira grande feira do ano, oportunidade para a empresa apresentar as novidades do seu portfólio. Para o segmento de armazenagem, a GSI Brasil lança no evento a Fornalha Block Velox para ser utilizada com o secador Process Dryer, atendendo toda a linha do equipamento. Também em destaque no seu estande o novo modelo da Rosca Varredora Série X.
Na área de proteína animal, com a marca GSI Agromarau, leva para a feira seus mais recentes lançamentos. Reforçando seu foco na ambiência de granjas de aves e suínos, oferecendo mais agilidade para o trabalho nos galpões, apresenta o Sistema de Acionamento SS+. Em se tratando de conforto térmico dos animais, a GSI destaca ainda o Exaustor 54’’ e o Cooling+.
Na suinocultura, atenção especial para alimentação, com o Dosificador Ultra Drop. Os suinocultores poderão conferir ainda o comedouro automático Wean to Finish e o ESF Compident. O segmento de avicultura recebe um novo modelo de comedouro, que atende do início ao final do lote, o Hi-Lo 3+. Além dessas novidades, a GSI apresenta sua ampla linha de equipamentos para avicultura e suinocultura, que geram mais facilidades e benefícios aos sistemas produtivos de proteína animal.
Abaixo, mais informações sobre os destaques da GSI em seus estandes no Show Rural Coopavel:
Lançamento GSI Brasil para armazenagem de grãos
- Fornalha Block Velox
Com exclusivo sistema de montagem – mais durável e muito mais rápido –, o novo equipamento foi desenvolvido para ser utilizado no secador Process Dryer. É feito em aço galvanizado, blocos de concreto refratário e de fibra vítrea de aluminossilicato. Apresenta maior durabilidade que as fornalhas convencionais, além de possibilitar maior rapidez na montagem e não necessitar de mão de obra civil para sua construção, ou seja, é uma fornalha montada e não construída. A única obra civil necessária é a base plana, mesmo tipo de estrutura que sustenta o secador, característica dos equipamentos GSI. Estima-se um prazo de montagem, no mínimo, 60% menor que uma fornalha convencional construída.
Novidades no segmento de proteína animal
- Sistema de Acionamento SS+
O equipamento é uma inovação tecnológica que, por meio de um software desenvolvido aliado a um sistema eletrônico, proporciona total automatização do controle de movimentação, permitindo mais agilidade e simplicidade no manejo de galpões. Pode ser utilizado em qualquer sistema com necessidade de controle de posicionamento, como cortina
lateral, dosificador de ração, inlet, tunnel door, entre outros. Possui quatro modelos, respeitando a carga máxima especificada para cada máquina de 150kg, 250kg e duas de 850kg.
- Dosificador Ultra Drop
O produto foi projetado para atender os requisitos de alimentação automática de fêmeas em ambas as fases, gestação e lactação. Possui ajuste prático da regulagem de ração e design que garante a fixação e mantém a precisão.
Com capacidade de 5kg, entre os seus principais benefícios estão a redução do estresse da fêmea, durabilidade superior, manejo simples e prático do sistema, e redução do desperdício de ração e de mão de obra.
- Comedouro Automático Hi-Lo 3+
O novo modelo tem mais resistência, facilidade no manejo, desempenho e economia, com fluxo de ração que evita desperdício. O equipamento oferece a possibilidade de alterar a altura do prato em relação à borda do comedouro (Hi-Lo), atendendo do início ao final do lote. É mais versátil, com duas possibilidades para o ajuste de ração: de forma manual, a cada prato, e de forma coletiva, por meio do novo sistema de acionamento de regulagem coletiva com possibilidade de 18 divisões de acesso com a utilização de uma grade sobreposta.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Agroceres Multimix reforça parceria com Copagril durante Agroshow 2026
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

Fortalecendo uma relação construída ao longo de mais de duas décadas com a Copagril e seus associados, a Agroceres Multimix esteve presente no Agroshow 2026, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026, na Estação Experimental Copagril em Marechal Cândido Rondon (PR).
O evento, já consolidado como um dos mais importantes do agronegócio no Oeste do Paraná, reuniu produtores, parceiros e especialistas em torno de inovação, tecnologia e conhecimento técnico.
“A Agroceres Multimix participa do Agroshow há muitos anos, e o principal objetivo sempre foi fortalecer o relacionamento com a Copagril, com sua equipe técnica e com os produtores associados, que já são nossos parceiros. É um momento de proximidade, troca e construção conjunta”, destaca Fausto Maluf, consultor técnico comercial da empresa na região Oeste do Paraná.
Atualmente, a Agroceres Multimix fornece à Copagril a linha de premixes vitamínico-minerais utilizados nas fases de lactação, crescimento e terminação na suinocultura, com produtos disponíveis tanto nas lojas agropecuárias quanto na fábrica de ração e fomento da cooperativa.
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.
O Oeste do Paraná é reconhecido como um dos principais polos de produção e exportação de proteína animal do país, resultado de um histórico ligado à colonização e ao forte papel das cooperativas no fomento da atividade. Nesse contexto, o Agroshow cumpre papel estratégico ao promover encontros técnicos, atualização de temas relevantes e integração entre os elos da cadeia produtiva.
Durante os três dias de evento, a Agroceres Multimix recebeu produtores, técnicos e parceiros em seu estande, reforçando seu compromisso com a nutrição animal aliada à assistência técnica e à construção de resultados consistentes no campo.
“Parabenizamos a Copagril pela organização e pela condução de um evento que vai além da exposição de soluções, consolidando-se como um espaço de diálogo, cooperação e evolução contínua do agro regional”, conclui Fausto.
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Somave Alimentos Amplia Capacidade Produtiva com Aquisição da Sanimax Brasil
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor

A Somave Alimentos concluiu a aquisição das plantas da Sanimax Brasil, após aprovação dos órgãos reguladores e cumprimento das condições precedentes. A operação eleva a capacidade produtiva do grupo, triplicando o volume de transformação de subprodutos provenientes do abate e fortalecendo a atuação no segmento de rendering.
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor. A operação passa a integrar a divisão Somave Feed Ingredients, responsável pela produção de farinhas e óleo dentro de padrões técnicos, operacionais e ambientais.
A iniciativa está alinhada aos objetivos estratégicos e sustentáveis da empresa, que incluem a atuação integrada em toda a cadeia de abate de aves. Os subprodutos da indústria passam a ser tratados como ativos relevantes, transformados de forma responsável e sustentável e reinseridos de maneira eficiente na cadeia de abastecimento da avicultura.
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Mitos x realidade: como a tecnologia transformou a segurança e a qualidade da carne suína no Brasil
Especialistas da MSD Saúde Animal e da ABCS explicam por que o uso de hormônios e o risco de cisticercose são falácias na suinocultura.

Nas últimas décadas, a suinocultura brasileira passou por um processo intenso de modernização e garantiu uma versão atualizada da carne suína. Hoje, ela é uma carne com diversos cortes magros, de alto valor biológico e rica em vitaminas do complexo B (especialmente B1, B3, B6 e B12), minerais essenciais, como zinco e ferro, e proteína. Mas, apesar de toda evolução, ainda há muitos mitos que cercam a produção de suínos e a qualidade da carne para consumo. Para esclarecer os principais pontos, profissionais da MSD Saúde Animal e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) destacam tópicos importantes sobre a produção e composição nutricional.
O médico-veterinário Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura na MSD Saúde Animal, começa destacando que um dos mitos mais comuns na produção da proteína animal é sobre o uso de hormônios de crescimento para acelerar o ganho de peso, prática que não acontece no Brasil. “É proibida e fiscalizada por legislação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz.
Leonardo também pontua que o melhoramento genético, as melhores práticas nutricionais, o controle sanitário respaldado por evidências científicas em constante validação, a ambiência controlada e as novas tecnologias, como identificação eletrônica, monitoramento e gestão individual dos suínos, trouxeram maior eficiência aos sistemas produtivos. “Conseguimos acompanhar cada animal do nascimento ao abate, garantindo transparência e confiabilidade da cadeia produtiva. O uso da tecnologia como ferramenta catalisadora para uma produção eficiente e sustentável é justamente o que mantém o Brasil como quarto maior produtor mundial de carne suína, aproximando-se da terceira posição a cada ano”, afirma o profissional.
Ainda segundo o médico-veterinário, as boas práticas de produção já não são mais uma vantagem competitiva no mercado de suinocultura, é condição para existir. “Produzir alimento saudável e inócuo para o consumidor, com ética social e ambiental, são pilares que sustentam a credibilidade das empresas produtoras frente aos mercados consumidores da carne suína brasileira”, exalta.
Biosseguridade
O conjunto de medidas adotadas em uma granja, ao qual chamamos de protocolo de biosseguridade, visam impedir a entrada e disseminação de agentes infecciosos no sistema produtivo. Isolamento físico, protocolo vacinal eficiente e controle sanitário rigoroso são exemplos de procedimentos indispensáveis para assegurar a biosseguridade dos plantéis. “O robusto status sanitário da suinocultura brasileira foi construído há anos e é mantido a muitas mãos, desde órgãos governamentais até a iniciativa privada, o que nos garante acesso aos mercados mais exigentes e um crescimento consistente no volume exportado”, pontua Rossi.
Como reflexo direto dessa segurança sanitária, o destaque da carne suína também é cada vez maior em território nacional. O consumo per Capita de Carne Suína foi de 18,6 kg/habitante em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Comparado ao consumo de dez anos atrás, o índice cresceu 26,5%.
Maciez e melhor custo-benefício
Iuri Pinheiro Machado, consultor da ABCS, ressalta que a produção de suínos adotou linhagens geneticamente selecionadas para produzir mais carne e com menos gordura. “Avanços na nutrição com dietas balanceadas, formulações mais precisas e manejo alimentar tecnificado garantiram um desenvolvimento mais eficiente e um produto final mais alinhado ao que o consumidor moderno busca”, explica.
Além dos benefícios nutricionais da carne suína, Iuri destaca que ela não perde em nada para outras carnes e ainda possui mais maciez e melhor custo-benefício. “Hoje, os suínos produzidos nas granjas tecnificadas do Brasil, que representam a maior parte da produção, são criados com biosseguridade rigorosa, ambientes controlados, manejo sanitário profissional, rastreabilidade e inspeção. Isso elimina o risco associado à produção industrial. O que o consumidor precisa saber é que a carne suína é segura, nutritiva e atende aos padrões sanitários elevados”, expõe Machado.
O consultor da ABCS também reflete que um dos mitos mais persistentes, mas que não condiz com a realidade da suinocultura moderna, é de que o suíno é o vilão da cisticercose (infecção parasitária grave causada pelas larvas da tênia). Machado detalha que a cisticercose está relacionada a condições sanitárias inadequadas, e não ao consumo de carne suína inspecionada e de procedência segura. “O produto nacional cumpre rigorosos requisitos sanitários, ambientais e de qualidade, inclusive são reconhecidos mundialmente”, pontua.
Tanto que, atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne suína do mundo, ocupando posição de destaque no cenário global e exportando para mais de 100 países.
