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GSI apoia a Semana Nacional da Carne Suína

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A GSI está engajada, junto à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), na Semana Nacional da Carne Suína. A iniciativa será lançada oficialmente em 2 de outubro (quarta-feira), em São Paulo. Ivo Oltramari Junior, diretor de Vendas e Marketing – Proteína Animal, irá participar da cerimônia ao lado da diretoria da ABCS, do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, entre outras autoridades do setor. 

Entre os dias 2 e 16 de outubro, período da campanha, a GSI irá desenvolver uma série de ações internas para divulgar e apoiar a iniciativa. Os colaboradores receberão informações sobre a carne suína, suas propriedades nutricionais e dicas de como prepará-la. Em novembro, em data a ser definida, ocorrerá, em Marau, uma palestra de um profissional da ABCS sobre o tema. Essa atividade será aberta a toda comunidade marauense e da região.

“A carne suína tem muita possibilidade de crescimento, especialmente junto ao consumidor final. A GSI, por fazer parte dessa cadeia produtiva, aposta nesse mercado a ser explorado e apoia a ABCS. A disseminação de informações é imprescindível e tem um papel muito importante na estratégia para o aumento do consumo de carne suína no Brasil. A realização de palestras e a divulgação sobre os diferenciais e características dessa proteína são essenciais para combater mitos e incentivar o consumidor a incluir a carne suína no seu cardápio do dia a dia”, diz Junior.

Saiba mais – A Semana Nacional da Carne Suína ocorrerá entre 2 e 16 de outubro em todo o país. Nas lojas do Grupo Pão de Açúcar, um dos parceiros do projeto, haverá ações para incentivar a compra de carne suína.
O objetivo da campanha é impulsionar a demanda pelo produto. A meta da ABCS é fazer com que o consumo, no mercado interno, passe de 15 kg para 18 kg per capita até 2015. 

O dia a dia da maior mobilização da história do setor de suínos poderá ser acompanhado em detalhes pelas mídias da ABCS: no site (www.abcs.org.br), Facebook (www.facebook.com/associacaobrasileira.criadoressuinos) e mídias parceiras. Vista a camisa da suinocultura e participe desse momento histórico!

Sobre a GSI: a empresa é líder mundial na produção de silos de armazenagem, secadores e transportadores de grãos, equipamentos para confinamento de aves, suínos e pecuária leiteira. Atuando em mais de 70 países, com mais de 2.500 colaboradores, o Grupo GSI possui unidades nos EUA, Canadá, Malásia, China e Brasil. São 10 fábricas e quatro centros de distribuição espalhados pelos cinco continentes, com destaque para a matriz em Assumption, Illinois (EUA), considerada a mais moderna fábrica de sistemas de armazenagem do mundo. Na América do Sul, sua unidade fabril, localizada em Marau, no Rio Grande do Sul, também merece destaque por ser a maior fábrica de equipamentos para a produção de aves e suínos da América Latina e por possuir uma equipe especializada em atender e entender as necessidades do produtor brasileiro. A GSI integra o grupo de empresas da AGCO.

Sobre a AGCO: A AGCO, Your Agriculture Company, (NYSE:AGCO) é  uma  das líderes  mundiais  focada na concepção, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas.  Para apoiar a maior produtividade no campo a AGCO oferece uma linha completa de produtos que inclui tratores, colheitadeiras, equipamentos para fenação e forragem, pulverizadores, equipamentos para preparo de solo, implementos, peças de reposição relacionadas e sistemas de armazenagem de grãos e produção de proteína.  Seus produtos são vendidos por meio das cinco marcas Challenger®, Fendt®, GSI®, Massey Ferguson® e Valtra® e distribuídos globalmente por uma rede de 3.150 concessionários e distribuidores independentes, em mais de 140 países. A AGCO oferece financiamento ao cliente final por meio da AGCO Finance. Fundada em 1990, a AGCO tem sede em Duluth, GA, EUA. Em 2012, a AGCO registrou US$ 10 bilhões em vendas líquidas www.agcocoorp.com 

Fonte: Ass. de Imprensa da GSI

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Notícias Rio Grande do Sul

Francisco Turra e Thiago Carvalho estão confirmados no 45º Dia Estadual do Porco

45º Dia Estadual do Porco, promovido pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS)

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O 45º Dia Estadual do Porco, promovido pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS em parceria com a Prefeitura de Frederico Westphalen, terá como palestrante o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA, Francisco Turra, e o economista agrícola Thiago Carvalho, no dia 9 de agosto, em Frederico Westphalen (RS).

O economista agrícola ministrará a primeira palestra da programação. O profissional é formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – Esalq da Universidade de São Paulo – USP (2002) e doutor em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP (2016). Ele é pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Cepea desde 2002, na área de proteína animal, custo de produção em pecuária e grãos e integrante das equipes do Indicador de Suíno e Boi Gordo. Atua como professor de Economia e Gestão para os cursos de Agronomia, Zootecnia, Veterinária e Nutrição na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e de MBA em Agronegócio na USP e integra os grupos Agribenchmark, International Meat Secretariat e Grupo de Trabalho em Pecuária Sustentável. Como palestrante do 45º Dia Estadual do Porco, Thiago Carvalho abordará o mercado de grãos e a produtividade suinícola.

Já o presidente da ABPA, Francisco Turra, abordará o tema Desafios da proteína animal: cenários e perspectivas. Ele, que participou como palestrante do evento na edição de 2018 e este ano retorna, é formado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Passo Fundo/RS. Além disso, é vice-presidente da Associação Latino-americana de Avicultura (ALA), foi vice-prefeito de Marau (RS), deputado estadual e deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Atuou como diretor de Desenvolvimento do Banrisul, presidente-executivo da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), e foi ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil. Comandou também a Diretoria de Agronegócios da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e a Diretoria de Desenvolvimento do Banco de Desenvolvimento da Região Sul (BRDE).

Programação

O evento, tradicional no calendário dos suinocultores gaúchos, será realizado nas dependências da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI). A programação vai iniciar às 7h30 com o café da manhã. Às 9h, acontece a solenidade de abertura oficial do evento, com composição de mesa oficial e pronunciamentos. As palestras iniciam às 10h30. O encerramento do evento acontece com almoço a base de carne suína, previsto para às 12h30.

Fonte: Assessoria
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Notícias Avicultura e suinocultura

5ª FAVESU supera expectativas com programação qualificada

Durante seus dois dias, o evento contou com mais de 2.500 participações

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Um espaço voltado para a difusão do conhecimento, com muita participação do público e gerando negócios, a 5ª Feira de Avicultura e Suinocultura do Capixaba (FAVESU) ultrapassou as expectativas da organização. Durante seus dois dias, o evento que foi realizado na cidade de Venda Nova do Imigrante contou com mais de 2.500 participações de pessoas que puderam acompanhar de perto o que há de mais moderno em conteúdo e ferramentas nestes dois setores.

Com uma programação pensada especialmente para as pessoas ligadas aos setores avícolas e suinícolas, a feira apresentou palestras técnicas com debates atuais e relevantes para os dois setores, estimulou a produção do conteúdo científico, elegeu os melhores ovos capixabas e apresentou uma culinária saudável e nutritiva com pratos que destacaram as carnes suína e de frango, além de ovos.

O evento também foi uma oportunidade para movimentar diversos negócios para as mais de 70 empresas, desde as mais tradicionais até micro e pequenos empreendedores locais que também puderam estar na feira, por meio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que apoiou a participação dos mesmos na FAVESU.

Distribuídos em 44 estandes, tanto fornecedores de equipamentos e serviços para avicultura e suinocultura, quanto de produtores do agroturismo local, puderam mostrar seus produtos e realizarem negócios. Confira um resumo dos principais momentos da 5ª FAVESU:

Concurso de ovos

A abertura da feira aconteceu com o início do 3º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba e do 5º Concurso de Qualidade de Ovos Coopeavi, que contaram 33 amostras avaliadas por uma comissão julgadora composta por 12 jurados.

Pela competição capixaba, na categoria ovos brancos, o vencedor foi Halecson Stinguel, granja Ovos BL. Já na categoria ovos vermelhos, a Granja Capixaba / Ovos Galo Que Ri do avicultor Carlos Magnus Caliman Berger ficou com o primeiro lugar.

Os vencedores dos dois concursos terão o direito de utilizar um selo em suas embalagens com os dizeres: “Melhor ovo do Espírito Santo – Campeão do Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba 2019”, referenciando o 3º Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, além de terem recebido certificados alusivos aos concursos.

Já pelo concurso da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), o título ficou com o produtor Erguener Foesh. A entidade premiou, em dinheiro, os três primeiros colocados, sendo o 1º lugar com R$ 2.000, o 2º lugar com R$ 1.500 e o 3º lugar com R$ 500.

Mais de 15 horas de troca de ideias

Contando com mais de dez palestras técnicas sobre os mais variados temas e apresentando diversas perspectivas para os setores de avicultura e suinocultura, a feira debateu as tecnologias, enfatizou os cuidados e desafios, apresentou cases de sucesso, destacou a atenção com o bem-estar animal e as boas práticas nestas duas cadeias produtivas e oportunizou um amplo debate onde o produtor foi o grande foco.

Durante os dois dias, passaram pelos dois auditórios profissionais de entidades como Instituto Ovos Brasil (IOB), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre outras instituições que apoiaram e que contribuíram com duas edições do Programa Anual de Capacitação de Avicultores (Qualificaves) – voltada para as áreas de Frango de Corte e Postura Comercial – e uma edição do Programa Anual de Capacitação de Suinocultores (Qualificases).

Análise dos dois setores

Debater o momento atual da avicultura e suinocultura com números e apresentar perspectivas para os dois setores, essa foi à temática de mais uma Reunião Conjuntural realizada durante a programação da FAVESU.

Contando com as participações do presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes; do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra; e do gerente de produtos agropecuários da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Thomé Luiz Freire Guth; o objetivo foi levar mais conhecimento e discutir políticas de melhoria para todos os investidores e principalmente para a população.

Marcelo Lopes mostrou que o Brasil tem uma grande oportunidade já que o cenário é de custo de produção em queda e exportação de proteína animal do Brasil em alta para a China, mas que é necessário investir em biossegurança. “Foi um momento para compartilhar muitas informações. É um encontro muito importante e é sempre bom estar perto de pessoas tão profissionais como o povo capixaba”, disse.

Francisco Turra fez a apresentação dos números de produção animal no mundo. “Mostrei que o Brasil tem vocação natural para ser o grande provedor de alimentos. Já apresentamos o maior saldo líquido de exportações do planeta”, enfatizou.

Já Thomé destacou dados sobre o mercado de grãos, como foco no milho e na soja. “A FAVESU é um dos eventos marcantes no país para o setor. Abrange não só a questão de produtos, maquinários, mas também um ciclo de palestras informativas que agregam em termo de conhecimento aquilo que os produtores de carne suína e de aves precisam, que é a informação”, finalizou.

Incentivo ao conhecimento

Em mais uma edição, a FAVESU também abriu espaço para o desenvolvimento e as apresentações de pesquisas voltadas para os setores de avicultura e suinocultura, por meio do Espaço Científico. Contando com 29 trabalhos científicos que tiveram como temáticas as área de Frango de Corte, Postura Comercial e Suinocultura, o espaço também oportunizou aos vencedores de cada categoria a explanação de seus estudos ao público.   

Na categoria Frango de Corte, o trabalho vencedor foi a “Importância da microbiota intestinal na produção de frangos de corte”, dos pesquisadores Christiane Silva Souza, Cibele Silva Minafra, Cristina Amorim Ribeiro de Lima e Flávio Medeiros Vieites.

Na Postura Comercial, o título ficou com a temática “Tempo de armazenamento e idade das poedeiras na gravidade específica e unidade haugh de ovos comerciais”, dos autores Katiussi de Negreiros Silva, José Geraldo De Vargas Junior, Lislane De Souza Silva e Hugo Da Silva Nascimento.

Já na categoria suinocultura a primeira colocação ficou com o trabalho “Detecção molecular de circovírus suíno (PCV-2), torque teno vírus suíno 1 e 2 (TTSuV1 e TTSuVk2) e achados histopatológicos em órgãos de suínos submetidos ao abate regular no estado do Espírito Santo”, dos pesquisadores Amanda Eduarda de Souza, Ana Claudia de Menezes Cruz, Ingrid Lyrio Rodrigues e Renato Luiz Silveira.

Pensar o hoje e projetar o amanhã

Com o propósito de instigar e promover o debate sobre um tema que vem permeando a vida de muitas famílias de produtores, a consultora em Sucessão Familiar Agro, Marielly Biff, explanou mais sobre a temática “Sucessão Familiar no Agronegócio”.

Na apresentação que teve como apoiador o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a palestrante comentou sobre os desafios de encontrar um sucessor para levar adiante os negócios da família. “Não é uma tarefa fácil, em qualquer ramo. Por isso é preciso planejar desde cedo e delegar funções. Além disso, é importante separar o relacionamento familiar do empresarial”, afirmou.

Socioeconomia em pauta

Para fazer um balanço sobre o momento atual da socioeconômica do Brasil e do mundo e também traçar perspectivas para o futuro, o evento apresentou o “Painel do Agronegócio”, que contou com a realização conjunta entre a Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), a Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e o sistema FAES, SENAR-ES e Sindicatos Rurais.

Comandada pelo co-fundador da empresa de inovação Triple A, Arthur Igreja, a palestra abordou a importância da avicultura e da suinocultura na economia  brasileira. “O Brasil tem uma oportunidade ótima nas mãos, pois será um dos poucos a ter capacidade de suprir a necessidade do mundo em alimentos. Vir a uma feira como a FAVESU é engrandecedor. É um caminho de grande aprendizado para os produtores”, afirmou.

Gastronomia com produtos capixabas

Além de oportunidades para a realização de negócios e para troca de conhecimento, a feira também proporcionou momentos saborosos e com muita informação, por meio das aulas-show no Espaço Gourmet.

Conduzido pelo chef Gilson Surrage e pela nutricionista Gleiciane Nunes, o espaço apresentou receitas com produtos da avicultura e suinocultura capixaba, que tiveram suas propriedades nutritivas destacadas. Os pratos que produzidos pelo chef Gilson tiveram como ingredientes produtos de 10 indústrias dos dois setores todo o Espírito Santo, que também marcaram presença no Espaço da Indústria Capixaba.

Evento consolidado

Para o coordenador institucional da 5ª FAVESU, Nélio Hand, a feira já está consolidada, os passos seguintes a edição deste ano são no sentido de garantir a participação cada vez maior do público-alvo do evento, possibilitando contato direto entre os empresários do setor com as empresas. “Ficamos muito felizes quando ouvimos várias empresas parceiras dizerem que a FAVESU é um dos poucos eventos onde se consegue fazer contato direto com o produtor. Esse é nosso foco, juntar os maiores interessados, tanto quem vende, quanto quem compra. Aliado a isso disponibilizar uma ampla agenda de assuntos importantes, não somente para a avicultura e suinocultura capixabas, mas também àqueles que vêm de outros estados, especialmente dos estados vizinhos”, enfatiza Nélio.

Ele também já traçou uma nova meta para as próximas edições da feira. “O nosso objetivo agora é fortalecer cada vez esse trabalho, de trazer quem o empresário avícola e suinícola quer ver e da mesma maneira aproximar esse empresário das opções que são oferecidas tanto de negócios quanto de informação. É desta maneira que teremos uma FAVESU gerando cada vez mais oportunidades”, finaliza o coordenador institucional da 5ª FAVESU.

Fonte: Assessoria
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Notícias Plano Safra

“Vamos fazer com que os pequenos e os médios tenham mais acesso ao crédito”, diz ministra

Ela ainda criticou o tabelamento do frete e defendeu o sistema de autocontrole

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Guilherme Martimon/Mapa

Em evento na Associação Comercial de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (17), a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que o Plano Safra 2019/2020, que será anunciado oficialmente na terça-feira (18), no Palácio do Planalto, vai dar prioridade aos pequenos e médios agricultores. A ministra explicou que, como a verba total para o Plano Safra não aumentou em relação ao ano passado, o Ministério vai distribuir os recursos de forma a atender um número maior de produtores, mas sem discriminar os grandes do setor.

“Vamos privilegiar, ou focar mais, no número maior de produtores para pegar os recursos do Plano Safra. Não é que vamos discriminar os maiores, para eles teremos outras opções, para que também tenham recursos mais baratos e mais compatíveis com a nossa atividade agropecuária. Mas vamos fazer com que os pequenos e os médios tenham mais acesso ao crédito, o que eles nem sempre tiveram”.

Recebida pelo presidente em exercício da Associação Comercial, Roberto Mateus Ordine, a ministra proferiu a palestra “A importância do agronegócio no Brasil”, e depois respondeu perguntas dos empresários ligados à Associação Comercial. Sobre o Plano Safra, ela agradeceu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por todo o trabalho para chegar aos números que serão anunciados nesta terça-feira. Ela explicou como será a ampliação das fontes de financiamento para o agronegócio, inclusive com aumento de recursos das LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) para o crédito rural e a autorização para emissão de títulos no exterior. “Esse é o caminho numa economia liberal”, pontou a ministra.

Tereza Cristina também confirmou o aumento do valor destinado ao seguro rural para R$ 1 bilhão, como já tinha sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, e fez um apelo para que os bancos reduzem os spreads nos empréstimos ao setor rural, após o aumento das coberturas de seguro e a redução dos riscos embutidos nos financiamentos. A ministra disse que o Tesouro Nacional vai disponibilizar R$ 10 bilhões para a subvenção ao crédito rural. O detalhamento do plano ficará para amanhã.

Ela ainda falou de sua viagem à Europa na próxima semana, para participar de reunião de ministros em Bruxelas sobre o acordo comercial União Europeia-Mercosul, que está em fase final de discussão. “Há alguns temas caros para a agricultura brasileira que ainda não conseguimos fechar por completo, e é isso que estará em discussão em Bruxelas”, disse. Ela também se queixou do que chamou de campanha difamatória na Europa contra a agropecuária brasileira.

“Já estamos trabalhando para mostrar a qualidade do produto brasileiro, para os brasileiros e para aqueles que importam os nossos produtos, que são mais de 162 países”, disse.

Na palestra, a ministra destacou o problema do tabelamento do frete rodoviário, que ainda persiste. Ela disse esperar que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), “tenham bom senso” ao decidir sobre a matéria e derrubem o tabelamento. “Não tem cabimento, numa economia de mercado, termos um tabelamento”, criticou Tereza Cristina, que lamentou também o contingenciamento de recursos para a área de defesa agropecuária e sanidade animal, diante dos riscos para a produção brasileira e para a exportações.

Ao responder as perguntas dos empresários, a ministra defendeu que o Mercosul tem de ser revisto e modernizado. Para ela, o Brasil precisa liderar este movimento, se não talvez seja melhor deixar o bloco. Ela também fez uma enfática defesa do sistema de autocontrole, no qual os empresários assumem maiores responsabilidades pelo controle sanitário de seus produtos, e destacou que já foram realizadas quatro reuniões do comitê responsável pela implantação do programa para que governo e empresários possam falar a mesma língua.

Tereza Cristina respondeu muitas outras perguntas, principalmente sobre problemas de logística e transporte, e também sobre a recente viagem a Japão, China, Indonésia e Vietnã. Ela defendeu a retomada dos investimentos japoneses em projetos de melhoria da infraestrutura brasileira de portos, ferrovias, rodovias e armazéns.

Fonte: MAPA
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