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Grupo Reproduz + da Biogénesis Bagó promove o debate e a atualização técnica com especialistas em reprodução bovina

Evento realizado na USP, em Pirassununga (SP), reuniu 30 médicos veterinários de 11 estados diferentes

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Com a proposta de estimular a troca de experiências, coletar e analisar resultados, oferecer atualização técnica e diferenciação profissional, a Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes no mercado latino-americano de saúde animal de bovinos, promoveu a 5ª Reunião do Grupo Reproduz +, na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), em Pirassununga (SP). O evento, realizado de 5 a 7 de maio, reuniu 30 médicos veterinários especializados em reprodução bovina, dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Sergipe, Piauí e Ceará.  

A programação da reunião do Grupo Reproduz + contou com palestras de profissionais referência no setor, como o professor doutor Ed Hoffman Madureira, que apresentou o tema “Custo benefício da utilização das biotécnicas da reprodução do gado de corte” e “Utilização estratégica de GnRH e/ou do aumento do período da pro-estro em programas de IATF em vacas de corte”. 

O evento também abordou os temas “A visão do cliente no mercado veterinário” (Carlos Godoy, gerente nacional de marketing da Biogénesis Bagó), “Estimativa do mercado de IATF no Brasil” (Reuel Gonçalves,coordenador técnico da Biogénesis Bagó), “Diferentes estratégias de utilização do GnRH no protocolo de IATF de vacas e novilhas de corte” (Milton Maturana Filho, da consultoria MF VetPlan), “Emprego de progesterona injetável de longa ação para pré-sincronização da ovulação em novilhas Nelore” (doutoranda Rafaela Sanchez de Lima – FMVZ/USP). 

Na ocasião, também foram apresentados os novos trabalhos desenvolvidos junto a USP, pela doutora Roberta Ferreira Saran, sobre “Novos protocolos IATF, Touro TF revisão 2016/2017”, “Uso de GnRH no momento da IA de novilhas cíclicas Nelore que apresentaram ou não cio durante o protocolo de IATF” e “Uso de GnRH no momento da IA de primíparas Nelore que apresentaram ou não cio durante o protocolo de IATF”, com doutor Milton Maturana Filho. 

Os veterinários também puderam participar de um mini-curso prático sobre o uso da ultrassonografia reprodutiva Doppler em bovinos, ministrado pelo doutor Guilherme Pugliese e pelo professor doutor Ed Hoffman Madureira. 

“É fundamental a realização desses encontros, pois é uma forma de aprimorarmos cada vez mais os índices reprodutivos da pecuária brasileira, dividindo conhecimento e agregando atualização profissional por meio da divulgação dos novos estudos com colegas da área. Com certeza, são informações de extrema relevância que vão poder nos auxiliar na avaliação dos resultados e tomada de decisões nas fazendas, por exemplo”, ressalta Reuel Gonçalves, Coordenador Técnico da Biogénesis Bagó. 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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