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Grupo Piracanjuba inaugura uma das maiores fábricas de queijo do Brasil

Unidade em São Jorge D’Oeste (PR) entra em operação com capacidade para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia e inaugura um novo modelo produtivo no setor de alimentos.

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Fotos: Divulgação

O Grupo Piracanjuba inaugura sua nova unidade industrial em São Jorge D’Oeste (PR), consolidando um dos mais relevantes investimentos do setor e marcando um novo capítulo em sua trajetória de crescimento. A fábrica se posiciona entre as maiores do país no segmento de queijos e reforça a estratégia de expansão, inovação e fortalecimento da presença nacional da companhia.

O projeto amplia a presença do Grupo no Paraná, consolidando sua atuação no estado e contribuindo para o desenvolvimento do sudoeste paranaense, com geração de empregos, dinamização da economia local e fortalecimento da cadeia produtiva.

Presidente do Grupo Piracanjuba Luiz Claudio Lorenzo: “A inauguração desta unidade representa um passo decisivo na evolução do Grupo Piracanjuba”

Viabilizado com apoio do programa Paraná Competitivo e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto reflete a confiança no potencial do setor e no papel da indústria como indutora de desenvolvimento.

A unidade entra em operação com capacidade instalada para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia. Nesta primeira etapa, a produção será dedicada à fabricação de manteiga e queijos, em peças e fatiados, atendendo diferentes demandas do mercado e ampliando a presença da marca em categorias estratégicas.

A operação foi estruturada para crescimento gradual. Nas próximas fases, o complexo passará a produzir concentrados e isolados proteicos (whey protein), além de lactose em pó e requeijão, expandindo a atuação em produtos de maior valor agregado e diversificando o portfólio industrial da companhia.

“A inauguração desta unidade representa um passo decisivo na evolução do Grupo Piracanjuba. Mais do que ampliar nossa capacidade produtiva, estamos investindo em um novo modelo industrial, que agrega valor, reduz dependências externas e posiciona a companhia de forma mais competitiva em categorias estratégicas para o futuro do setor”, afirma o presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Claudio Lorenzo.

Esse avanço tem potencial de transformar o posicionamento do Grupo no segmento. Atualmente, a importação de whey protein concentrado (WPC) representa cerca de 54% do consumo no Brasil, enquanto a lactose importada responde por aproximadamente 67% da demanda nacional, segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), referentes a 2024. Com a nova unidade, a empresa contribui para ampliar a produção local desses ingredientes, fortalecendo a indústria nacional e reduzindo a dependência externa.

Impacto econômico e desenvolvimento regional

Com 54 mil metros quadrados de área construída, a fábrica inicia suas operações com cerca de 250 empregos diretos, com expansão gradual do quadro conforme o avanço das próximas fases. O impacto se estende a toda a cadeia de valor do setor, criando oportunidades para produtores rurais, fornecedores e prestadores de serviço.

Alinhada às melhores práticas ambientais, a unidade foi projetada com foco em eficiência e sustentabilidade, com sistemas de tratamento e reaproveitamento de água, além da produção e uso de biogás como fonte de energia renovável, reduzindo o impacto ambiental das operações.

A inauguração ocorre em um momento estratégico para o Grupo Piracanjuba, que também anunciou, em janeiro deste ano, a aquisição da Básel Lácteos, no município de Antônio Carlos (MG), reconhecida por sua linha de queijos premium. O movimento reforça a atuação em categorias de maior valor agregado e amplia a presença no mercado nacional. Em conjunto, as iniciativas evidenciam um ciclo consistente de expansão, que leva a marca a novos territórios e fortalece sua posição entre as principais empresas da indústria de alimentos no país.

A nova unidade representa um marco na trajetória do Grupo Piracanjuba, ao unir crescimento industrial, inovação e desenvolvimento regional.

Fonte: Assessoria Grupo Piracanjuba

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Especialista brasileiro debate bem-estar e controle de qualidade em centrais de sêmen em congresso internacional no México

Gerente de Reprodução da Topigs Norsvin do Brasil debateu exigências estruturais e novos protocolos de sanidade durante participação em mesa-redonda

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O gerente de Reprodução da Topigs Norsvin do Brasil, Eder Batalha durante a participação na no Congresso Internacional de Reprodução Suinícola “Dr. Santiago Martín Rillo”, no México - Divulgação

O gerente de Reprodução da Topigs Norsvin do Brasil, Eder Batalha, foi convidado para representar o país na 17ª edição do Congresso Internacional de Reprodução Suinícola “Dr. Santiago Martín Rillo”, realizado em Guadalajara, no México, entre os dias 17 e 19 de março.

Durante a programação, o brasileiro participou da pauta técnica sobre centrais de produção de sêmen, integrando o painel “Gestão de centros de inseminação”. “O objetivo foi abordar informações sobre assuntos relevantes na reprodução suína, além de bem-estar animal, modelos construtivos de central, controles de qualidade de doses de sêmen, entre outros temas”, destaca Batalha.

Segundo o especialista, o formato de mesa-redonda permitiu debater diferentes realidades e tecnologias, o que proporcionou interessantes trocas de experiências e a busca por novidades que possibilita continuar evoluindo na genética líquida da Topigs Norsvin.

Médico-veterinário e mestre em reprodução animal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Batalha possui ampla experiência em instituições do setor e desde 2017 é gerente de Reprodução da Topigs Norsvin do Brasil.

O evento, organizado pela multinacional espanhola Kubus, é uma homenagem ao pesquisador Santiago Martín Rillo, fundador desta empresa que desenvolve insumos e equipamentos de reprodução animal para distribuição global. A edição anterior do encontro ocorreu há três anos no Brasil, na cidade de Foz do Iguaçu (PR).

Fonte: Ass. de Imprensa
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JBS registra receita recorde de US$ 86,2 bilhões e fecha 2025 com US$ 2 bilhões de lucro líquido

Pilgrim’s Pride, JBS Austrália e Seara foram destaque; ganho por ação de US$ 1,89 apresenta crescimento de 15% no ano passado.

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Foto: Divulgação/JBS

A JBS registrou receita líquida recorde de US$ 86 bilhões no resultado de 2025, alta de 12% comparado com 2024. Em reais, o montante chega perto de meio trilhão. O lucro líquido cresceu 15% no período, consolidado em US$ 2 bilhões no ano. Os principais motores desses resultados anuais foram as operações da Pilgrim’s Pride, JBS Austrália e Seara, que atuaram com forte expansão e geração de valor.

A performance do ano comprova a resiliência da estratégia global multiproteína e multiplataforma da Companhia, que resulta em disciplina e agilidade em diferentes contextos de mercado. A JBS reportou EBITDA ajustado IFRS de US$ 6,8 bilhões e margem EBITDA de 7,9% no consolidado de 2025.

“Encerrar 2025 com um crescimento de 15% na receita — o maior da nossa história — comprova a força e a resiliência da nossa plataforma diversificada, tanto em proteínas quanto em geografias. Ao mesmo tempo, o avanço de 15% no lucro reforça a consistência da nossa execução, sustentando margens robustas e a nossa capacidade de continuar gerando crescimento e valor para os acionistas”, afirmou Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

A solidez dos resultados ao longo de 2025 também se refletiu na evolução do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), que foi de 25% nos últimos 12 meses. Comparado com o resultado consolidado de 2024, o indicador avançou 3,2 pontos percentuais.

O desempenho foi impulsionado pela expansão dos resultados operacionais, maior disciplina na alocação de recursos e foco em geração de valor para os acionistas. O lucro por ação (EPS, earning per share) registrou salto de 15% comparado com 2024 e fechou 2025 em US$ 1,89.

A alavancagem em dólar encerrou o ano em 2,39 vezes, em linha com a meta de longo prazo da companhia e estável em relação ao 3T25. Além desse indicador, a JBS possui um confortável cronograma de amortizações, sem vencimentos relevantes de dívida previstos até 2031 e com um custo de dívida altamente competitivo, com cupons até 2032 posicionados abaixo das taxas dos Treasuries dos Estados Unidos.

Para Guilherme Cavalcanti, CFO Global da JBS, os resultados de 2025 comprovam a eficiência da Companhia e a disciplina da alocação de capital. “Nossa estratégia permitiu manter nossa alavancagem entre 2x e 3x, e trabalhar com um perfil de dívida extremamente alongado. Isso nos traz segurança financeira e liquidez necessárias para atravessar a volatilidade dos ciclos e continuar entregando retornos sólidos aos nossos investidores.” No acumulado do ano, o fluxo de caixa livre totalizou US$ 400 milhões.

Fonte: Assessoria JBS
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Brasil terá primeira usina de biometano da América Latina a partir de dejetos suínos

Projeto de R$ 65 milhões marca entrada em mercado bilionário e reforça avanço do biometano na agenda de descarbonização.

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Fotos: H2A Bioenergia

A primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a partir de dejetos suínos chega ao Brasil. Com investimento de R$ 65 milhões, a H2A Bioenergia, empresa líder em conversão de resíduos agroindustriais em energia limpa, inaugura a unidade na quinta-feira, 26 de março, na Granja dos Pinheiros, em Campos Novos (SC). A planta passa a operar no mercado regulado de biocombustíveis, ampliando a oferta de gás renovável em um setor estimado em cerca de R$ 140 bilhões por ano.

“O biometano é uma solução concreta para reduzir emissões e valorizar os resíduos da produção agropecuária. Esta inauguração é apenas o início de uma série de projetos que irão transformar a matriz energética do Brasil.”, afirma Adilson Teixeira Lima, diretor-presidente da H2A Bioenergia.

Instalada em parceria com a Copercampos, a unidade combina a venda de energia renovável com a monetização de ativos ambientais. A capacidade diária inclui 16 mil m³ de biometano certificado, 23 mil m³ de biogás e 12 toneladas de CO₂ de grau alimentício. Além da comercialização do biometano, o projeto gera receitas por meio de CBios (RenovaBio) e créditos de carbono.

A certificação da ANP diferencia a unidade ao permitir a comercialização formal do biometano, a emissão de CBios e a rastreabilidade da produção — elementos centrais para contratos de longo prazo. A planta utiliza tecnologias internacionais, incluindo biodigestores CSTR e purificação por membranas, garantindo pureza superior a 96%.

Impacto ESG e Expansão

O investimento ocorre em um contexto de expansão do setor no país. De acordo com a ABIOGÁS (Associação Brasileira de Biogás e Biometano), o Brasil tem potencial para produzir mais de 80 bilhões de m³ de biometano por ano a partir de resíduos orgânicos, com destaque para o agronegócio. Ao mesmo tempo, o consumo de combustíveis fósseis — especialmente em transporte pesado e indústria — representa uma oportunidade relevante de substituição. Comparado ao diesel e ao gás natural fóssil, o biometano reduz em mais de 90% as emissões de gases de efeito estufa.

Além do impacto energético, o projeto transforma dejetos da suinocultura em energia limpa, evitando a emissão de metano e promovendo o tratamento adequado de resíduos. Esta é a primeira entrega de uma estratégia de expansão da H2A Bioenergia em Santa Catarina, onde a companhia estrutura um pipeline superior a R$ 500 milhões.

“Existe uma oportunidade clara de integrar o agronegócio à agenda climática de forma economicamente viável. O biometano permite fazer isso com escala e retorno. Nossa lógica é desenvolver projetos replicáveis em regiões com alta densidade agroindustrial, criando polos regionais de produção conectados ao mercado de energia.”, ressalta Lima.

Fonte: Assessoria H2A Bioenergia
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