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Grupo Pecuária Brasil se torna entidade representativa de pecuaristas do país

Grupo, que criou o Balizador de Preços do Boi Gordo, conta com mais de 12 mil integrantes

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O GPB – Grupo Pecuária Brasil, que nasceu em uma rede social por meio da troca de mensagens entre produtores paulistas, tornou-se uma entidade com estatuto e contrato social, representando os pecuaristas do País.

“Com a institucionalização, o GPB entra em uma nova etapa de sua história curta, mas muito produtiva. A agremiação começou há cerca de cinco anos no Whatsapp, transferindo-se depois para o Telegram. É constituído por pecuaristas, técnicos, comerciantes e prestadores de serviços, com o objetivo de fazer o bem e trazer prosperidade para o setor pecuário”, explica o pecuarista Osvaldo Furlan Junior, presidente do GPB. A diretoria é formada por Rodolfo Endres Neto como vice-presidente e Luiz Roberto Zillo como diretor executivo, além de 17 integrantes do Conselho Deliberativo da nova entidade.

O GPB e seus grupos coligados contam hoje com 12.170 membros de 189 cidades, 17 estados e Distrito Federal, além de integrantes de três países. No total, seus membros possuem 1,6 milhão de cabeças de gado e abatem 985 mil animais por ano. Para auxiliar o trabalho da diretoria executiva, o GPB conta com dois comitês: o Institucional para direcionar decisões futuras e Comunicação para desenvolver formas de se comunicar “dentro e fora da porteira”.

“Entre os valores do grupo estão a honestidade, credibilidade, transparência, responsabilidade, comprometimento e cooperação. Estes são os guias de nosso trabalho. Nossa missão é unir e conectar a classe pecuária brasileira, compartilhando informações e experiências para promover o setor e sua sustentabilidade no Brasil e no mundo. Nossa meta é integrar a cadeia produtiva para, dentro de 10 anos, atingir novos caminhos para a classe pecuária com o maior número de produtivos envolvidos como protagonistas da atividade”, salienta Furlan.

Uma das iniciativas de maior destaque do GPB é o Balizador de Preços do Boi Gordo, iniciativa que congrega, em detalhes, as informações dos próprios pecuaristas sobre negócios realizados com a indústria frigorífica. Dentre as informações, o Balizador traz o preço médio da @ (por categoria animal), idade e peso, forma de pagamento, bonificações e premiações nos negócios efetuados. Como diferencial de outras ferramentas de consulta de preços pagos pela indústria, o Balizador é alimentado unicamente pelo pecuarista, o que traz credibilidade nas informações e seu uso é totalmente gratuito. “Pensamos em oferecer auxílio ao produtor, sem onerá-lo ainda mais com algum tipo de cobrança ou mensalidade. Os recursos que necessitamos para tocar o dia a dia são oriundos de doações espontâneas e de contratos de parceria com empresas do setor, que se interessam em divulgar seus produtos aos mais de 12.000 membros do GPB”, explica Luiz Roberto Zillo, diretor executivo da entidade.

Os interessados em se associar do GPB podem consultar mais informações no site da nova entidade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços do boi voltam a subir com oferta restrita e aumento do consumo

Aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve preços mais altos na segunda semana de setembro nas principais regiões produtoras do país. “A oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do país. Com isso, as indicações no mercado doméstico estão subindo durante todo o mês de setembro. O aquecimento da demanda de carne bovina durante a primeira quinzena contribuiu para este movimento”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Enquanto isso, a demanda de carne bovina destinada à exportação permanece bastante efetiva, com a China desempenhando papel de destaque nas importações de proteína animal brasileira.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 19 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 159 a arroba, contra R$ 157 a arroba em 12 de setembro.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 148 a arroba, ante R$ 146 a arroba.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 156 a arroba, contra R$ 153 a arroba.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 149 a arroba, contra R$ 147 a arroba.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 145 a arroba, ante R$ 144 a arroba.

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 253,1 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 25,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 59,3 mil toneladas, com média diária de 5,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.267,80.

Na comparação com agosto, houve alta de 5,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 3,2% na quantidade média diária exportada e alta de 2,1% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve perda de 19,3% no valor médio diário, baixa de 25,2% na quantidade média diária e ganho de 7,9% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de Verão

Soja negocia pouco na semana e produtores se preparam para semear

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos

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Divulgação/MAPA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços mistos. Apenas na quinta houve uma melhor movimentação, com os produtores aproveitando a firmeza de Chicago e do dólar para negociar. As atenções de voltam para o preparo do solo e o início do plantio da nova safra.

A saca de 60 quilos subiu de R$ 81 para R$ 82 em Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Em Cascavel (PR), o preço passou de R$ 79,50 para R$ 81,50. No Porto de Paranaguá, a cotação avançou de R$ 85 para R$ 87.

Em Rondonópolis (MT), a saca recuou de R$ 78 para R$ 77,50. Em Dourados (MS), o preço aumentou de R$ 77,50 para R$ 78. Em Goiás, na região de Rio Verde, a cotação estabilizou na casa de R$ 78.

Depois da forte valorização da semana anterior, os contratos futuros recuaram na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com os negociadores realizando lucros e pela previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras americanas. A posição novembro teve alta de 0,64%, fechando a quinta a US$ 8,93 por bushel.

O dólar comercial subiu 1,86%, atingindo a marca de R$ 4,164 na quinta. O mercado teve uma semana tensa no exterior, com a definição das taxas de juros básicas nos Estados Unidos. A negociação comercial entre China e Estados Unidos também mereceu atenção especial.

O terceiro ponto para a formação dos preços, os prêmios de exportação, recuaram. Para fevereiro, a referência é de 35 pontos a 45 pontos acima de Chicago. Sinais de que China e Estados estão avançando nas conversas pesaram. Na semana que passou, a China comprou 720 mil toneladas no mercado americano.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Mercado de frango mantém preço, com demanda mais calma

Situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango apresentou sinais de arrefecimento na demanda ao longo da semana. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, essa situação é característica da segunda metade do mês, o que contribuiu para poucas mudanças nos preços, que ocorreram apenas no atacado e na distribuição.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo, os preços tiveram poucas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 5,60, o quilo da coxa em R$ 5,25 e quilo da asa subiu de R$ 7,20 para R$ 7,30. Na distribuição, o quilo do peito permaneceu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,35 e o quilo da asa avançou de R$ 7,40 para R$ 7,50.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de poucas mudanças ao longo da semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 5,70, o quilo da coxa em R$ 5,37 e o quilo da asa passou de R$ 7,28 para R$ 7,38. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 5,80, o quilo da coxa em R$ 5,47 e o quilo da asa aumentou de R$ 7,38 para R$ 7,48.

Nas exportações, o otimismo com relação à China ainda é grande, avaliando a recente habilitação de seis unidades brasileiras que realizam processamento de carne de frango.

As exportações de carne de frango “in natura” do Brasil renderam US$ 242,5 milhões em setembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 24,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 147,4 mil toneladas, com média diária de 14,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.645,50.

Na comparação com agosto, houve alta de 6,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 7,9% na quantidade média diária exportada e baixa de 1,2% no preço. Na comparação com setembro de 2018, houve baixa de 10,8% no valor médio diário, perda de 16,5% na quantidade média diária e alta de 6,8% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 3,40. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 3,30.

Na integração catarinense a cotação do frango seguiu em R$ 2,50. No oeste do Paraná o preço permaneceu em R$ 3,20 na integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 3,40.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 3,35. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,35. No Distrito Federal o quilo vivo permaneceu em R$ 3,40.

Em Pernambuco, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,20. No Ceará a cotação do quilo vivo continuou em R$ 4,20 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 4,40.

Fonte: Agência SAFRAS
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