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Grupo Myers completa 10 anos no Brasil e comemora crescimento da operação
Subsidiária da Myers Industries, o Grupo Myers do Brasil consolida 10 anos de atuação na América Latina com indicadores que refletem a confiabilidade da matriz, que pelo segundo ano consecutivo, foi reconhecida pela Forbes entre as 100 empresas mais confiáveis da América. Em 2013, a operação brasileira faturou R$ 150 milhões, com a fabricação de produtos para movimentação e armazenamento de materiais.
Para o agronegócio, a Myers disponibiliza a linha de silos, com capacidade de até 1134 kg. Dedicados à movimentação de sementes, granulados como ração animal ou mesmo pequenos componentes, possuem porta de descarga inferior e empilhamento de até 4 unidades, o que oferece um ambiente de trabalho mais seguro e organizado, além de economizar horas/homem em comparação com o manuseio de sacos a granel. Outro diferencial é o fundo em forma de funil em angulo de 35º, que facilita o escoamento do produto, dispensando o tombamento do silo. A tampa com encaixe vedado protege o conteúdo contra umidade, insetos, entre outras contaminações.
O portfólio de produtos do Grupo Myers do Brasil inclui ainda contêineres com capacidade de até 1500 kg. O Grupo também produz hand held contêineres, paletes, garrafeiras, caixas retornáveis utilizadas na logística; nos mais diversos segmentos industrial e agrícola. Para 2014, mesmo com a retração da economia, a empresa aposta no crescimento de 25%, em comparação a 2013, que fechou com um aumento de 30% na produção. Para atender esse volume, o Grupo Myers demandou mais de 11 mil toneladas de resina processada nas três fábricas.
A empresa opera com três fábricas, sendo que a primeira foi instalada em Jaguariúna, interior do Estado de São Paulo, em 2004. As demais plantas fabris estão localizadas em Londrina, no Paraná, e em Lauro de Freitas, na Bahia, e são provenientes da Plásticos Novel, adquirida pelo Grupo em 2012. As plantas fabris, juntamente com o escritório sediado em Campinas, empregam mais de 450 colaboradores.
De acordo com o presidente do Grupo Myers do Brasil, José Panosso, a consciência ambiental tem favorecido o crescimento da empresa no País. As indústrias como um todo estão substituindo as embalagens de madeira por soluções duráveis como as nossas, explica. Outra iniciativa que ele destaca vem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em junho de 2013, o órgão publicou a nota técnica nº 109/2013 restringindo o uso de paletes de madeira. Os paletes, estrados ou prateleiras devem ser de material liso, resistente, impermeável e lavável, especificou a Anvisa.
A produção local atende as indústrias de alimentos, automotiva, farmacêutica, bebidas, insumos, alimento animal, agricultura e outros setores que demandam movimentação e armazenagem de seus produtos. Parte da produção é exportada para outros países como Chile, Argentina, Colômbia, Itália, Turquia e Sérvia. De acordo com Panosso, a operação brasileira favorece a aproximação com os clientes. Temos clientes globais que são atendidos pela Myers nos Estados Unidos e querem nosso suporte na América Latina, completa. Ele enfatiza que a tecnologia empregada pela Myers na fabricação dos produtos contribui para a fidelização dos clientes. A maior parte da nossa linha não emprega o método de injeção convencional. As soluções como contêineres, silos, paletes e grandes peças customizadas são produzidos com a tecnologia Structural Foam, que aumenta consideravelmente a resistência mecânica do plástico e reduz o peso do produto, explica.
Outro diferencial da Myers é o suporte ao cliente durante toda vida útil da solução. As vendas são fechadas após visita dos nossos técnicos ao cliente para conhecer a demanda e entender a aplicação do produto e desta forma oferecer a melhor solução, detalha o executivo.
Sobre p Grupo Myers
Myers Industries Inc., fundada em 1933, é uma indústria de transformação de polímeros foca nos segmentos de jardinagem, logística, e distribuição. A Myers do Brasil, subsidiária da Myers Industries Inc., foi fundada em 2004 e dedica-se à produção, comercialização e customização de produtos para a agricultura, manufatura, bebidas e logística, oferecendo caixas, contêineres e paletes plásticos.
Fonte: Ass. Imprensa do G. Myers

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
