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Grupo Kuhn assina acordo para adquirir Montana

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O Grupo KUHN tem a satisfação de anunciar nesta data que assinou um acordo para a aquisição da Montana Indústria de Máquinas, com sede principal em São José dos Pinhais (Paraná), Brasil, com os proprietários da Montana. A Montana é uma das lideres na fabricação de pulverizadores autopropelidos no Brasil. A Montana também oferece uma vasta gama de pulverizadores portados (3 pontos), rebocados e de turbina, bem adaptados às necessidades do mercado brasileiro. Recentemente, a Montana usou sua experiência em autopropelidos para entrar no novo e crescente mercado de espalhadores de fertilizantes autopropulsados. A aquisição está condicionada à assinatura de um acordo definitivo da transação, bem como a determinadas medidas e aprovações. O fechamento está previsto para ocorrer no primeiro semestre de 2014.
“A Montana complementa perfeitamente as atividades da KUHN", afirmou Michel Siebert, diretor presidente do Grupo KUHN. "Nós já desfrutamos de uma forte posição no setor de plantio, semeadoras e plantadoras, através da Kuhn do Brasil, nossa planta localizada em Passo Fundo, RS, desde fevereiro de 2005. O portfólio de produtos autopropelidos da Montana fortalece ainda mais a posição da KUHN, especialmente no importante setor de agricultura de grande escala comercial no Brasil. Traz também conhecimento e experiência adicionais que fortalecerão ainda mais o Grupo KUHN no setor de pulverizadores. Isso nos dá acesso à Argentina com uma plataforma de fabricação local e reforça significativamente a posição do Grupo KUHN na área estratégica da América do Sul como um todo."
“A integração da Montana dentro do Grupo KUHN nos oferece uma oportunidade de crescimento significativo no Brasil, em outros países da América do Sul e mais além”, disse Gilberto J. Zancopé, atual diretor presidente da Montana Indústria de Máquinas. “Vejo grandes sinergias e isso vai ajudar a Montana, juntamente com a KUHN, a desenvolver ainda mais o portfólio de produtos, bem como oferecer melhor suporte aos nossos revendedores e clientes”.
Após a conclusão da transação, a Montana continuará a operar com os atuais funcionários e administração. Planeja-se que Gilberto J. Zancopé seja nomeado conselheiro especial do Grupo KUHN no Brasil, e se torne acionista da Bucher Industries AG, matriz do Grupo KUHN listada na bolsa de valores suíça.

Sobre o Grupo KUHN

O Grupo KUHN, com sede em Saverne, França, emprega  4,5 mil pessoas em todo o mundo, e atualmente opera em nove unidades de produção situadas na Europa, Estados Unidos e Brasil. O Grupo KUHN é representado em todo o mundo através de ampla rede de revendedores independentes amparados por suas unidades subsidiárias de distribuição e marketing internacionais e distribuidores independentes. Em 2013, o Grupo KUHN faturou EUR 1047,5 milhões (aproximadamente de R$ 3360 milhões).

Sobre a Montana Indústria de Máquinas

A Montana Indústria de Máquinas, situada em São José dos Pinhais, próxima de Curitiba, Brasil, emprega cerca de 600 funcionários e atualmente opera em duas unidades produtoras no Brasil e em uma na Argentina. A Montana é fabricante líder no setor de equipamentos agrícolas, especializada em pulverizadores portados, rebocados e autopropelidos. A Montana também produz pulverizadores de turbina e espalhadores de fertilizante autopropulsados. A Montana possui uma rede de revendedores em todo o território nacional e faturou aproximadamente  R$ 225 milhões em 2013.

Fonte: Ass. Imprensa da Kuhn

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Frimesa abre escritório em São Paulo e projeta faturamento de R$ 15 bilhões até 2032

Nova base comercial busca elevar participação no estado de 2,5% para 4,5%, apoiada na planta de Assis Chateaubriand (PR) com capacidade de 23 mil suínos por dia e em reestruturação de gestão integrada.

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Presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek: "Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável" - Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa, uma das maiores empresas brasileiras do setor de proteína animal, anunciou na terça-feira (24) a inauguração oficialmente de seu escritório comercial corporativo na capital paulista. Com essa movimentação e o avanço na operação da planta industrial de Assis Chateaubriand (PR), a maior da América Latina, a central de cooperativas projeta dobrar seu faturamento, alcançando a marca de R$ 15 bilhões até 2032.

O movimento estratégico de inserir a marca no maior mercado consumidor do país visa elevar a participação das vendas no estado de São Paulo de 2,5% para 4,5% até 2030. A expansão é sustentada por uma reestruturação de gestão focada em agilidade de mercado, integrando as divisões de Operações, Administrativa Financeira e Comercial para suportar o aumento da capacidade produtiva, que deve chegar a 23 mil suínos industrializados por dia.

Para o presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek, o sucesso da expansão está diretamente relacionado a intercooperação. “Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável. Chegamos a São Paulo impulsionados pelo motor de Assis Chateaubriand, o que nos permite trazer para o Sudeste e todo o país a segurança de um produto com qualidade e excelência desde o campo”, afirma.

À frente da execução comercial, o superintendente comercial Rodrigo Fossalussa destaca que o novo escritório em

Superintendente comercial da Frimesa, Rodrigo Fossalussa: “São Paulo é o coração do consumo no Brasil” – Foto: Divulgação/Frimesa

São Paulo funcionará como um hub de inteligência de dados. “São Paulo é o coração do consumo no Brasil. Nossa presença aqui nos permite ouvir o varejo em tempo real, agilizar a logística e garantir que o nosso portfólio ocupe um lugar de destaque nas gôndolas paulistanas”, explica Fossalussa.

Rebranding e conexão com o consumidor

Junto à expansão da presença física, a Frimesa apresenta um rebranding que reflete sua evolução para uma marca mais moderna e sustentável. De acordo com Eduardo Rizzo, gerente de marketing da Frimesa, o objetivo é comunicar essa modernidade e traduzir os valores da Frimesa à mesa do consumidor. “Acreditamos na humanização da nossa cadeia de produção. O nosso novo posicionamento, tal como toda a comunicação, reforça que somos um ecossistema vivo, focado em inovação e na entrega de produtos que combinam tradição, segurança e qualidade com a praticidade exigida pelo consumidor atual, que hoje é o foco da Frimesa”, destaca.

Foto: Divulgação/Frimesa

Sobre a Frimesa 

A Frimesa é uma central de cooperativas especialista e referência em carne suína e derivados de leite provenientes de famílias associadas às suas cinco filiadas: Copagril, Lar, Copacol, C.Vale e Primato.

Com quase 50 anos de mercado, é a 4ª maior empresa de abate e processamento de suínos do Brasil, com um portfólio de mais de 560 produtos e mais de 48 mil clientes, entre supermercados, atacarejo, atacado, food service, distribuidores e indústria de alimentos.

A Frimesa encerrou 2025 com um faturamento bruto de R$7 bilhões, dos quais 26% correspondem ao comércio externo em 4 continentes e 74% à comercialização de produtos no mercado interno. Um crescimento de 7% sobre 2024.

A operação conta com 6 unidades industriais, 15 centros de distribuição, 41 mil posições de armazenamento, 410 transportadoras e quase 13 mil colaboradores dedicados em nutrir pessoas com comida de verdade.

 

Fonte: Assessoria Frimesa
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Conab trouxe R$ 18,4 bilhões em retorno social para o País nos últimos três anos

Distribuição de cestas, fortalecimento da agricultura familiar e programas como o PAA beneficiam milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade.

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Foto: AEN

O retorno social da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos últimos 3 anos foi de R$ 18,4 bilhões para o País. Em entrevista na quarta-feira (25), o presidente da empresa pública, Edegar Pretto, destacou o retorno que os programas e ações da Conab ofereceram à população. “Para cada R$ 1 investido, a Conab devolve R$ 8,78 para a sociedade brasileira”, apontou. “Tiramos o Brasil do mapa da fome e esse também é um custo social que a Conab participou diretamente, mas ele também quer garantir para o povo brasileiro que os produtos básicos estejam com um preço justo, um preço acessível. Feijão, arroz, e é isso que nós conseguimos garantir”, destacou Edegar Pretto.

Um balanço apresentado nesta quarta-feira (25), trouxe as ações realizadas pela estatal entre 2023 e 2025, período marcado pela retomada e ampliação de políticas públicas voltadas ao abastecimento alimentar, à regulação de mercados agrícolas e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Ao falar sobre lucro social e o retorno das ações, Edegar Pretto lembrou da entrega de um milhão de cestas de alimentos pela Conab a populações vulneráveis de todo o País. Desde 2023, foram investidos R$ 245 milhões na aquisição das cestas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), operacionalizados pela Conab. “A gente consegue oferecer qual o retorno para a sociedade brasileira? Por exemplo, um milhão de cestas de alimentos que a Conab distribuiu em conjunto com o MDS e com o MDA. O que significa um cidadão, uma cidadã, fazer três refeições por dia com todos os nutrientes necessários. Quanto é que o SUS brasileiro economiza com menos remédio, com menos exames, com menos consulta?”, destacou.

Nestes quase três anos, as cestas vêm sendo destinadas a diversos grupos em situação de vulnerabilidade, como indígenas, pescadores, extrativistas, quilombolas, povos de terreiro, comunidades ciganas, catadores de recicláveis, assentados, acampados e atingidos por barragens, estiagens e enchentes. As entregas também abastecem cozinhas emergenciais, defesas civis e prefeituras. Cada cesta atende uma família de quatro pessoas, o que totaliza aproximadamente 4 milhões de atendimentos no período ou 9,4 milhões de refeições.

O presidente da Conab falou também sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Nós já chegamos, ao longo de 2023 até aqui, com valor já pago ou estão empenhados de  R$ 1,8 bilhão, para os nossos ouvintes terem uma ideia”, pontuou. “Nós conseguimos organizar uma rede de cooperativas e associações que hoje chegou a 5.730 entidades como essas. Essas cooperativas e associações da agricultura familiar, indígenas, quilombolas, pescadores, satiristas, ribeirinhos, eles mobilizam 133 mil famílias do campo, que estão organizados, produzindo e vendendo a um preço melhor para essas compras públicas”, completou.

O PAA Realiza a compra direta de alimentos de agricultores familiares, sem necessidade de licitação e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, bem como à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e à rede pública e filantrópica de ensino. O PAA tem tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerando emprego, renda e desenvolvendo a economia local, e de promover o acesso aos alimentos, contribuindo para reduzir a insegurança alimentar e nutricional.

Fonte: Agência Gov
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Paraná e México discutem expansão do comércio e investimentos

Encontro no Palácio Iguaçu destacou oportunidades nos setores agroindustrial, industrial, de comércio e turismo, com intercâmbio bilateral de US$ 1,3 bilhão em 2025.

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Fotos: Igor Jacinto/Vice Governadoria

O vice-governador Darci Piana recebeu nesta quarta-feira (25), no Palácio Iguaçu, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba. O encontro abordou oportunidades de aproximação entre o Paraná e o país nas áreas de comércio, inovação, desenvolvimento sustentável e intercâmbio acadêmico.

Durante a conversa, o vice-governador apresentou o cenário econômico do estado e reafirmou o interesse do Paraná em ampliar suas relações com mercados internacionais estratégicos, como o México. “Vamos sentar para conversar, discutir novas parcerias para fazer intercâmbio de importação e exportação. Eu costumo dizer que a indústria quer exportar e o comércio faz exportar”, comentou o vice-governador, que pretende colocar na mesa os setores industrial, de comércio e de turismo para uma roda de negócios. “Há muito potencial que podemos explorar para os dois lados”, complementou.

Em 2025, o intercâmbio comercial entre Paraná e México alcançou aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Desse total, US$ 889,6 milhões correspondem a exportações paranaenses e US$ 442,8 milhões a importações oriundas do país mexicano. “Aproximadamente 10% do que o México intercambia com o Brasil é com o Paraná. São cifras respeitáveis. Queremos, sem dúvida, estreitar mais esses vínculos”, destacou o embaixador Carlos García de Alba.

Esses números refletem a relevância do Paraná como fornecedor de produtos estratégicos ao mercado mexicano – uma posição viabilizada pelo Porto de Paranaguá, responsável por 13,7% de toda a transação alfandegária entre os países, movimentando pouco mais de US$ 1 bilhão. Desse modo, surge como segunda maior porta de saída dos produtos paranaenses para o mercado mexicano.

As carnes e miudezas comestíveis lideram as exportações paranaenses (US$ 294 milhões), seguidas por veículos e autopeças (US$ 147,7 milhões), papel e cartão (US$ 136,7 milhões) e madeira e derivados (US$ 97,5 milhões). Do lado das importações, Paraná recebe principalmente veículos e autopeças mexicanas (US$ 257,9 milhões), além de máquinas e aparelhos elétricos (US$ 71,4 milhões).

A relação entre Paraná e México é construída de forma progressiva e estratégica desde 2021, evoluindo de missões institucionais para ações comerciais concretas e, mais recentemente, para instrumentos formais de cooperação.

A Invest Paraná – agência de promoção e atração de investimentos do Governo do Paraná – tem sido o ator principal nesse processo. Um dos marcos dessa relação ocorreu em 2022, quando uma missão paranaense visitou a ANTAD (Associação Nacional de Tiendas de Autoservicio y Departamentales), entidade que reúne grandes redes varejistas responsáveis por parcela significativa do PIB mexicano. Além de apresentar o potencial produtivo do Paraná, especialmente no setor de alimentos, a reunião permitiu identificar oportunidades concretas de inserção de produtos paranaenses no mercado mexicano.

A agência também contribuiu participando de feiras comerciais como a Expo ANTAD (maior evento de varejo e alimentos da América Latina) e estabelecendo parcerias com entidades como a BRAMEXCAM (Câmara Empresarial Brasil-México), organização privada sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento de negócios entre Brasil e México.

Relação nacional

No contexto bilateral Brasil-México, o volume é ainda mais expressivo: o comércio entre os dois países atingiu US$ 17 bilhões em 2025, com US$ 4,6 bilhões em exportações mexicanas para o Brasil e US$ 11,3 bilhões em importações brasileiras. O Brasil consolidou-se como o sétimo principal parceiro comercial do México no mundo e o primeiro na América Latina e no Caribe.

Potencial paranaense

Ao apresentar o Paraná aos visitantes, Piana destacou indicadores econômicos robustos, investimentos em infraestrutura, avanços na área de energia renovável e ações voltadas à ampliação da competitividade estadual. Enfatizou, por exemplo, o Fiagro, que garante recursos a juros baixos aos produtores rurais.

Também destacou o Fundo Estratégico do Paraná, que é um fundo soberano que vai atuar como uma espécie de substituto das isenções fiscais, vedadas pela Reforma Tributária a partir de 2028. Ele será usado para incentivar investimentos privados no Estado.

O vice-governador também enfatizou o ambiente favorável à atração de investimentos privados e a capacidade logística paranaense, com destaque para as melhorias recentes no Porto de Paranaguá. Lembrou ainda que o Paraná é o Estado mais sustentável do Brasil, segundo o Ranking de Competitividade, pelo quinto ano seguido.

Fonte: AEN-PR
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