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Grupo GTFoods completa 22 anos com lançamento de Missão, Visão e Valores

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Após ter atingido a marca de R$1,2 bilhão em faturamento em 2013 com atendimento a clientes em todo o Brasil, e, no mercado externo, a mais de 70 países, o Grupo GTFoods, indústria avícola com matriz em Maringá, completa 22 anos no dia 10 de junho com mudanças importantes em sua estrutura organizacional. 
 
Desde o início do ano, a empresa, que abate 480 mil aves por dia, está investimento no aperfeiçoamento da governança corporativa e no aprimoramento dos processos com auxílio de consultorias externas. Com o objetivo de guiar os passos para o crescimento contínuo da marca o grupo aproveita a comemoração de mais um aniversário para lançar sua Missão, Visão e Valores. 
 
Crescimento
Fundada pelos empresários Rogério Gonçalves e Ciliomar Tortola, a empresa iniciou como uma atividade familiar em 1992 e hoje é grupo reconhecido internacionalmente, contando com 10 unidades industriais espalhadas pelo noroeste do Paraná e mais de 6,5 mil colaboradores. Os reflexos desses mais de 20 anos de trabalho são confirmados pelos investimentos, resultados e projeções. 
 
Entre 2012 e 2015 estão sendo realizados investimentos da ordem de R$ 160 milhões para ampliação da capacidade produtiva das plantas de abate em 30% e dos matrizeiros e granjas próprias em 20%, bem como na captação de mais 300 aviários integrados. Também estão nos planos do grupo um mercado de varejo de carnes, uma fábrica de embutidos e outra de adubos. Com isso, a meta é dobrar o faturamento até 2015, chegando a R$ 2,2 bilhões em receita e abate de 610 mil aves/dia. 
 
Posicionamento
A definição da Missão, Visão e Valores representa um posicionamento estratégico do grupo na intenção de se diferenciar perante o mercado. Para o diretor administrativo do Grupo GTFoods, Rogério Gonçalves, a adoção dessa nova cultura organizacional é imprescindível. “Estamos passando por um excelente momento, muito propício para esse tipo de avanço”, destaca. 
 
De acordo com o diretor industrial da empresa, Ciliomar Tortola, no geral, há uma tendência para que 2014 seja um ano positivo. “Após ultrapassar o faturamento de R$1 bilhão em 2013, a expectativa do Grupo GTFoods é dobrar a receita bruta até 2015, chegando a R$ 2,2 bilhões. E para atingir essa meta precisamos estabelecer um elo de confiança entre nossos colaboradores. Todos devem ter conhecimento do futuro que pretendemos construir”, ressalta o empresário. 
 
Na prática
Entre os desafios desse novo momento está o engajamento dos gestores ao crescimento planejado da empresa. Esse trabalho será desdobrado para todos os cerca de 7 mil colaboradores do Grupo GTFoods, de todas as unidades, durante o mês de junho. “Sem saber para que existo (missão), para onde vou (visão) e como devo me comportar (valores) as pessoas ficam sem rumo e não sabem como podem contribuir e fazer parte do crescimento da organização. Isso  será fundamental para ajudar a empresa a alcançar seus objetivos de curto, médio e longo prazo. É um trabalho motivacional e de engajamento”, explica Josue Bressane Junior, diretor presidente da Gemte Consulting, empresa contratada pelo Grupo GTFoods para auxiliar nesse processo. Ainda de acordo com ele, os gestores devem agir como disseminadores da informação e atuar como exemplo na prática dos valores dos acionistas. 
 
 
Sobre o Grupo GTFoods
Criado em 2011, o Grupo GTFoods é composto pelas marcas Canção Alimentos, Frangos Canção, Gold Frango, Mister Frango e Bellaves. A empresa verticaliza a cadeia produtiva desde as matrizes de recria e produção, até a distribuição do produto acabado. Sua força de vendas abrange, no mercado interno, o atendimento de clientes em todo o país, e, no mercado externo, mais de 70 países.  O Grupo GTFoods teve origem com a empresa Frangos Canção em 1992, na cidade de Maringá. O faturamento bruto em 2013 foi superior a R$ 1 bilhão

Fonte: Ass. Imprensa da GT Foods

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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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ASGAV e entidades da proteína animal promovem debate com pré-candidatos ao Governo do RS

Entidades do setor debateram temas como competitividade, logística, infraestrutura, sustentabilidade e políticas públicas para o desenvolvimento da proteína animal no Estado

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Foto e texto: Assessoria

Representantes da cadeia da proteína animal do Rio Grande do Sul estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (24), no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, para um debate com pré-candidatos ao Governo do Estado. Promovido pela Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) em parceria com o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (SIPS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (SICADERGS) e Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (SINDILAT/RS), o encontro teve como objetivo ampliar o diálogo entre o setor produtivo e os postulantes ao Palácio Piratini.

Com mediação do jornalista Léo Saballa Jr., o painel reuniu lideranças empresariais, dirigentes de entidades e representantes das cadeias de aves, ovos, suínos, bovinos de corte e lácteos, responsáveis por uma parcela significativa da produção agroindustrial e das exportações gaúchas. A iniciativa proporcionou um espaço para apresentação das principais demandas do segmento, discussão de políticas públicas e construção de propostas voltadas ao fortalecimento da competitividade do setor.

Participaram do encontro os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB). Os pré-candidatos Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL), também convidados pelas entidades organizadoras, não compareceram ao evento.

Ao longo do debate, os candidatos presentes abordaram temas relacionados ao ambiente de negócios, infraestrutura, logística, segurança jurídica, sustentabilidade, competitividade, resiliência climática e o papel estratégico do agronegócio na economia gaúcha. Também responderam aos questionamentos apresentados pelas entidades representativas da proteína animal, reafirmando o compromisso com o diálogo e com a busca por soluções capazes de impulsionar o desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

Para o presidente executivo da Organização Avícola do RS (ASGAV/SIPARGS), José Eduardo dos Santos, o encontro reforça a importância de aproximar o setor produtivo dos futuros gestores públicos.

“A cadeia da proteína animal é uma das grandes forças econômicas do Rio Grande do Sul, gerando emprego, renda e desenvolvimento em todas as regiões do Estado. Este debate permitiu apresentar aos pré-candidatos as demandas e os desafios enfrentados pelos diferentes segmentos, fortalecendo um diálogo institucional necessário para a construção de políticas públicas que assegurem a competitividade e o crescimento sustentável do setor”, destacou Santos.

A avicultura do Rio Grande do Sul, uma das principais atividades do agronegócio estadual, tem papel fundamental na geração de empregos, no desenvolvimento regional e na produção de alimentos para o mercado brasileiro e internacional.

Ao promover o debate em conjunto com as demais cadeias da proteína animal, a ASGAV e o SIPARGS reafirmam seu compromisso com o fortalecimento da competitividade do setor e com a construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento sustentável da agroindústria gaúcha.

Fonte: Assessoria
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Seguro rural, menos risco e mais cautela: as recomendações para enfrentar o El Niño

Conselho de Agrometeorologia do Rio Grande do Sul orienta produtores a adaptar o manejo das lavouras e reforçar a proteção das propriedades.

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Foto: Divulgação/Seapi

A previsão de um El Niño forte no segundo semestre de 2026 não altera apenas o cenário climático do Rio Grande do Sul. O fenômeno também deve influenciar diretamente as decisões dos produtores rurais, desde a escolha das cultivares até o volume de investimentos nas lavouras.

Diante da perspectiva de chuvas acima da média, o Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs) divulgou uma série de orientações técnicas voltadas às culturas de inverno e primavera-verão, além de recomendações para a pecuária.

Foto: Divulgação/Seapi

Entre as principais medidas estão a adesão ao seguro agrícola, o escalonamento das épocas de semeadura, o uso de cultivares com diferentes ciclos e a intensificação do monitoramento de doenças e pragas.

O conselho também recomenda que os produtores acompanhem regularmente as previsões meteorológicas e busquem apoio da assistência técnica para adequar o manejo das culturas às condições climáticas previstas.

Menos foco em recordes e mais atenção ao risco

Para as culturas de inverno, o boletim faz um alerta incomum: evitar investimentos com o objetivo de alcançar recordes de produtividade.

Segundo os técnicos, em anos influenciados pelo El Niño, como 2026, o ambiente tende a apresentar maior restrição produtiva em razão do excesso de chuvas e do aumento da incidência de doenças.

A recomendação é que os investimentos em fertilizantes e demais insumos sejam compatíveis com o

Foto: Divulgação

potencial produtivo de cada área e com as condições climáticas previstas.

Outra orientação é priorizar cultivares com maior resistência genética a doenças, especialmente manchas foliares, mosaico comum e doenças de espiga, como giberela e brusone.

O Copaaergs também recomenda a rotação de culturas, sobretudo para o trigo, evitando a semeadura em áreas que receberam trigo, triticale, cevada ou centeio no inverno anterior. A prática ajuda a reduzir a incidência de doenças foliares e podridões radiculares.

Chuvas elevam preocupação com doenças

O excesso de umidade previsto para os próximos meses deve aumentar a pressão de doenças nas lavouras.

Por isso, os técnicos recomendam monitoramento constante das áreas cultivadas e adoção de estratégias racionais de controle químico, evitando aplicações baseadas em calendários fixos.

Foto: Divulgação

As decisões sobre fungicidas e outros defensivos devem considerar a necessidade real da lavoura e as condições climáticas de curto prazo, que costumam apresentar maior precisão nas previsões.

No caso dos cereais de inverno, o boletim chama atenção também para a necessidade de monitorar a presença de micotoxinas nos grãos colhidos, problema que tende a se agravar em anos mais úmidos.

Soja e milho exigem planejamento

Para as culturas de primavera-verão, as orientações envolvem desde a preservação do solo até o respeito ao vazio sanitário da soja.

O Copaaergs recomenda que a semeadura seja iniciada apenas quando a temperatura do solo, a cinco centímetros de profundidade, estiver entre 16°C e 18°C, sempre observando o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).

Outra estratégia sugerida é escalonar as datas de plantio e utilizar cultivares de diferentes ciclos,

Foto: Fernando Dias/Seapi

reduzindo a possibilidade de que as fases mais sensíveis das plantas coincidam com períodos de maior demanda evaporativa ou de instabilidade climática.

No caso do milho, os técnicos orientam que produtores que planejam duas safras antecipem ao máximo a semeadura da primeira, desde que respeitadas as recomendações do zoneamento agrícola.

Pecuária deve reforçar cuidados sanitários

Na pecuária, as recomendações estão voltadas principalmente ao manejo das pastagens e ao bem-estar animal.

O boletim orienta manter carga animal baixa ou moderada nas pastagens naturais durante o inverno, período em que o crescimento das forrageiras tende a ser menor devido ao excesso de nuvens e à redução da radiação solar.

Foto: Divulgação

Também é recomendada a suplementação alimentar com feno, silagem ou ração quando houver baixa disponibilidade de forragem.

Após episódios de chuva intensa, os técnicos sugerem reduzir temporariamente a lotação das pastagens para evitar danos provocados pelo excesso de pisoteio.

Outra preocupação é o aumento dos riscos sanitários. A combinação de chuvas acima da média e temperaturas mais elevadas pode favorecer problemas de casco, principalmente em vacas leiteiras, além de ampliar a incidência de doenças.

O monitoramento do estresse térmico também entra na lista de prioridades, especialmente para animais de alta produção de leite. Segundo o Copaaergs, as temperaturas devem permanecer acima da média climatológica em parte do Estado, sobretudo em setembro.

Seguro agrícola 

Entre as recomendações gerais, o conselho destaca a adesão a programas públicos e privados de

Foto: Divulgação

seguro rural como uma das principais ferramentas para reduzir perdas em anos de maior instabilidade climática.

Além disso, os produtores são orientados a manter o solo protegido com plantas de cobertura, investir em práticas de conservação e ampliar a capacidade de armazenamento de água nas propriedades.

A avaliação dos técnicos é que, diante da previsão de um El Niño forte, a gestão de riscos será tão importante quanto as decisões relacionadas à produtividade das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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