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Grupo francês Avril compra empresa brasileira Salus

A MiXscience é o centro de conhecimento animal do Avril Group, grupo industrial e financeiro que está se desenvolvendo na França e internacionalmente. A aliança com a Salus Group representa uma importante etapa no desenvolvimento internacional da comp

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A MiXscience, empresa da Avril Group (França), e a Salus Group (Brasil), fundada em 2011 com sede no interior de São Paulo e atuação em todo território nacional, anunciaram o fechamento de aliança estratégica para criação de uma nova plataforma que irá ampliar e potencializar o atendimento às crescentes necessidades da produção e nutrição animal no Brasil.

A MiXscience obteve participação acionária majoritária da Salus, que passa a operar com o objetivo estratégico de desenvolver sinergias e a internacionalização dos dois grupos. A parceria permitirá à Salus expandir sua capacidade de abastecimento do mercado, através de uma oferta integrada em nutrição animal, com foco em inovação e voltada a ajudar diretamente na melhoria de desempenho, saúde animal, meio ambiente e o crescimento sustentável de seus clientes no mercado brasileiro, o terceiro mais dinâmico em alimentação animal do mundo.

A MiXscience é o centro de conhecimento animal do Avril Group, grupo industrial e financeiro que está se desenvolvendo na França e internacionalmente. A aliança com a Salus Group representa uma importante etapa no desenvolvimento internacional da companhia, em sequência ao estabelecimento de subsidiárias na Polônia e Turquia. Para atingir mercados que assistem a importantes crescimentos de produção animal, a MiXscience desenvolve plataformas conjuntas com líderes regionais reconhecidos, como o Salus Group no Brasil. Dessa forma, oferece soluções e serviços inovadores e sob medida, totalmente dedicados às necessidades e desafios dos clientes locais, adaptadas a todas as fases da cadeia de criação e nutrição animal, incluindo Premixes, Especialidades, Aditivos Nutricionais e Serviços Analíticos. Esta abordagem end-to-end permitirá também promover oportunidades de crescimento para as duas empresas em mercados vizinhos fora do Brasil.

Líderes com valores comuns

Fundado em 2011, a Salus Group tem sua filosofia de trabalho baseada no profundo conhecimento técnico e forte relacionamento comercial, desenvolvidos ao longo do tempo por seus diretores e profissionais técnicos. Os atuais gestores da Salus, responsáveis pelo crescimento e reputação da empresa, continuarão como pilares da companhia e permanecem atuantes na gestão do negócio.

Para Jean-Pierre Paillot, CEO da MiXscience, “os planos de aliança conjunta com a Salus são um grande avanço, pois reúne dois parceiros naturais para oferecer aos seus clientes novas oportunidades de diferenciação e excelência. As equipes da MiXscience e da Salus compartilham a mesma visão, valores e estão ansiosas para começar a trabalhar juntas". A convergência entre as empresas está refletida também no foco das atividades, direcionado às principais tendências globais, como a redução do uso de medicamentos (demedication trend) na produção animal, atuando na prevenção de doenças, controle do ambiente e controle imunológico dos animais.

Fábio Zavicks, gerente geral da Salus Group acredita que a parceria irá reforçar ainda mais a estratégia da Salus, o conhecimento e a diferenciação da empresa. “Nossa visão é sermos a escolha preferida do mercado de nutrição animal brasileira e somos, de fato, comprometidos em apoiar a melhoria de desempenho dos nossos clientes, com o desenvolvimento e aplicação de soluções confiáveis, inovadores e saudáveis”. O aporte de conhecimento e experiência da MiXscience será complementado, ainda, pelo Centro de Pesquisa MiXscience (MRC), do qual a Salus passa a usufruir. Com base próxima à cidade de Paris, o MRC é o primeiro centro privado de pesquisa e inovação em nutrição e manejo animal na Europa.

As empresas não divulgam os valores envolvidos no processo e a conclusão do projeto de parceria e integração entre MiXscience e Salus aguarda as autorizações pró-forma dos órgãos competentes.

Sobre a Salus Group

Fundada em março de 2011, a Salus cresce aceleradamente no mercado de nutrição e saúde animal,  integrando experiência e inovação, quesitos que a tornam cada vez mais reconhecida entre produtores e fornecedores em todo o Brasil. Com sede e fábrica instaladas em Santo Antônio de Posse (SP), a filosofia de trabalho da Salus é baseada no profundo conhecimento técnico e forte relacionamento comercial desenvolvido ao longo de anos por seus gestores e técnicos. É desta forma que a empresa conecta os elos do mercado num ambiente de negócios altamente confiável, estabelecendo parcerias eficientes e duradouras. A empresa agora passa a desenvolver novos produtos, adaptados às expectativas do mercado brasileiro, juntamente ao conhecimento compartilhado com a MiXscience.

Sobre MiXscience

MiXscience faz parte do Avril Group e conta hoje com 250 funcionários na França, Polônia e Turquia. A Companhia é impulsionada pela inovação em nutrição e produção animal e reinveste cerca de 5% do seu volume de negócios em Pesquisa e Desenvolvimento. A MiXscience produz Premixes e Especialidades que representam mais de 7 milhões de toneladas convertidas de ração.

Sobre o Grupo Avril

Presente em diversos setores como alimentação humana, alimentos para animais e especialidades, energias renováveis e química, a Avril possui um portfólio de marcas fortes que são líderes em seus mercados como Diester®, Sanders, Lesieur, Puget, Matines, Bunica, Taous entre outras. Em mais de 30 anos, a Avril Grupo tem mudado em tamanho, mas mantêm seu objetivo: criar valores sustentáveis no setor de óleos vegetais e proteínas, contribuindo para a melhoria da qualidade dos alimentos para seres humanos e a preservação do planeta.

Para cumprir sua missão, a Avril Group baseia-se na organização de suas atividades industriais em óleos vegetais e setores de produção animal, bem como de sua atividade financeira, que opera através do financiamento e desenvolvimento da empresa Sofiprotéol. Em 2015, o Grupo Avril atingiu volume de negócios no valor de €6,1 bilhões. Conta 7.200 funcionários em 21 países.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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