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Granja Terra Nova vence premiação no “Melhores da Suinocultura Agriness” com uso da nutrição De Heus

Em um ano, a produtividade saltou de 27,6 para 31,8 leitões desmamados por fêmea por ano, com a linha nutricional da empresa, em parceria com a distribuidora boliviana Union Agronegócios

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Hugo Roca, da Granja Terra Nova, e Filipe Santos, da De Heus Brasil celebram o prêmio - Divulgação De Heus

Nos dias 8 e 9 de maio, a cidade de Balneário Camboriú (SC) foi palco do Agriness Next 2025, o mais importante encontro latino-americano dedicado à inovação e gestão na produção animal. Realizado no Expocentro, o evento reuniu profissionais de toda a cadeia produtiva para discutir os impactos da transformação digital, o uso estratégico de tecnologias e as novas perspectivas para o aumento da eficiência no campo, com o tema “Inteligência Artificial e Humana”.

Entre os destaques da programação esteve a tradicional premiação “Melhores da Suinocultura Agriness”, que neste ano consagrou o cliente da Union Agronegócios, parceira de negócios da De Heus na Bolívia, Hugo Roca, proprietário da Granja Terranova, como o grande vencedor na categoria Granja Evolução DFA, envolvendo países além do Brasil que participam do benchmark.

Este prêmio reconhece granjas que apresentaram uma evolução consistente em seus indicadores produtivos e foi exatamente isso que a granja boliviana demonstrou. Entre 2022 e 2024, a produtividade saltou de 27,6 para 31,8 leitões desmamados por fêmea ao ano, o que a posicionou entre os principais casos de sucesso da suinocultura na América Latina. A conquista obtida pela Granja Terranova também representa um grande marco para a suinocultura boliviana.

Excelência nos resultados: nutrição que faz a diferença

Segundo Hugo Roca, proprietário da Granja Terranova, o desempenho é resultado de um conjunto de medidas técnicas e estratégicas adotadas nos últimos anos. “Os principais fatores foram a adoção de uma nova genética, aliada ao manejo adequado e à nutrição da De Heus, que nos permitiram esse salto significativo”, destacou o produtor.

Roca conta que a virada produtiva se consolidou com o início da parceria estabelecida com a De Heus, em maio de 2024. Desde então, a granja, que atualmente possui 250 matrizes, passou a adotar a linha de nutrição da empresa, com suporte técnico e ferramentas de adequação nutricional oferecidos pela parceira de negócios local, Union Agronegócios. “Trabalhamos com 100% da nutrição De Heus. O suporte técnico é muito profissional, e o programa Pig Money foi de grande ajuda na adequação das necessidades da granja aos níveis nutricionais ideais”, reforçou Roca, que também atua como Gerente Comercial da Union Agronegócios, distribuidora oficial da multinacional holandesa na Bolívia.

Para Filipe Santos, Supervisor Técnico Comercial de Exportação da De Heus Brasil, o reconhecimento obtido em um evento tão renomado como o Agriness Next, é de grande importância para a companhia, pois reforça o seu compromisso em promover uma suinocultura de alta performance. “A conquista do nosso cliente na Bolívia é reflexo direto da confiança nas soluções da De Heus. Em pouco tempo, os resultados superaram as expectativas, mostrando o impacto real de uma nutrição de alta performance. Para nós, é motivo de orgulho ver nossos clientes crescerem junto conosco e isso tudo só foi possível a partir de grandes parcerias, como a Union Agronegócios, que tem nos ajudado a crescer cada vez mais na Bolívia”, afirmou o supervisor.

Ganhos para a suinocultura boliviana

A Union Agronegócios, distribuidora e parceira da De Heus no país, também enfatizou o papel estratégico da nutrição de precisão na valorização técnica da produção suína boliviana e nos resultados da Granja Terranova, reforçando o potencial de crescimento da suinocultura no país e na América Latina como um todo. “As tecnologias são bem-vindas, pois permitem ao produtor melhorar os seus índices produtivos e econômicos – e em nutrição ainda mais – já que este é um custo diário. Santa Cruz foi oficialmente declarada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como uma região Livre de Peste Suína Clássica sem vacinação, o que abrirá mercados internacionais, algo que os produtores vêm se preparando há anos para conquistar. A Granja Terranova é um desses exemplos e, por isso, a assistência técnica e o acesso a produtos inovadores e de alta precisão agregam valor. O desafio foi aceito pelos produtores e a Union Agronegócios está comprometida em ser um aliado estratégico para levar a indústria suinícola a novos níveis produtivos, sustentando a economia da região e do país”, finalizou Remy Montaño, Gerente de Marketing da Union Agronegócios.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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