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Granja-modelo para a América do Sul multiplica a genética Topigs Norsvin

Trata-se da nova granja núcleo da Topigs Norsvin, situada em Taquara Verde, com tecnologia de ponta e produzindo animais no pioneiro sistema de rebanho fechado, o “InGene”.

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Maior produtor e exportador da carne e berço da suinocultura brasileira, o Estado de Santa Catarina acaba de ganhar uma granja apontada como a mais moderna do Brasil e da América Latina. É a  nova granja núcleo da Topigs Norsvin, situada em Taquara Verde, com tecnologia de ponta e produzindo animais no pioneiro sistema de rebanho fechado, o “InGene”.

Implantada em meio a maciços de reflorestamento no município de Caçador, a granja do Grupo Carboni (também de Santa Catarina) incorpora equipamentos e tecnologias de última geração no mundo e atende às mais exigentes regras de biossegurança e bem-estar animal. O empreendimento foi projetado para produzir 22 mil matrizes da TN70, inovação que é apontada por especialistas em genética suína como a melhor matriz do mundo.

 

Conforto,  tecnologia e bem estar animal

Nas granjas convencionais, as fêmeas em período de gestação permanecem em gaiolas individuais, com pouco espaço à sua mobilidade. Em Taquara Verde, as fêmeas em gestação ficam em salas coletivas, de piso vazado e compacto, parcialmente divididas, que facilitam a higienização e favorecem a socialização das fêmeas no grupo. Ficam soltas e com total mobilidade, num ambiente de conforto, que resulta em menos stress.

Cada fêmea possui um chip. O operador da gestação determina a partir do score corporal e da fase produtiva, a quantidade de ração diária de que cada matriz necessita. Estas informações são repassadas via computador ao sistema eletrônico responsável pela pesagem e liberação individualizada do alimento. O animal pode acessar à ração quantas vezes quiser ao dia, sem ser incomodado. Mas terá acesso apenas ao volume total que lhe cabe. Cada animal entra individualmente na máquina, sem interferência de outras fêmeas.

Em vez do aquecimento com lâmpada de resistência, usado em granjas convencionais, em Taquara Verde os leitões são confortavelmente aquecidos através do piso onde estão embutidas placas plásticas contendo água quente. Os animais ficam próximos das fêmeas e esse sistema também diminui a mortalidade por esmagamento.

Já os galpões de creche possuem forração e cortinas duplas, além de aquecimento, prevenindo as baixas temperaturas que são comuns na região Oeste de SC durante a noite e especialmente no inverno.

Granja SPF (granja livre de doenças como Mycoplasma, APP, Pasteurella Aujeszky, e outras), a Taquara Verde conta com rígidos controles de acesso para pessoas e veículos, com divisão física e barreiras entre as áreas externas, de controle e área limpa.

Em linha com avanços da genética mundial

Segundo o diretor da empresa de genética Topigs Norsvin  no Brasil, André Costa,  a parceria firmada com o grupo Carboni inclui implantação de programas e serviços como o pioneiro sistema InGene de produção em núcleo fechado, modalidade que já contabiliza mais de 250.000 matrizes no Brasil. Neste sistema, a granja recebe durante o povoamento, fêmeas bisavós, avós e matrizes F1. Depois, passa a produzir sua autorreposição. A partir dai a granja recebe de fora apenas sêmen dos melhores reprodutores Topigs Norsvin.

“O plantel de matrizes é integrado à base de dados PigBase na Holanda através de softwares que orientam o processo de seleção. Este sistema reduz o custo genético, aumenta a biossegurança e aproxima o criador parceiro do topo da pirâmide genética mundial”, explica André Costa.

A Topigs Norsvin investe mais de19 milhões de euros anuais em pesquisa e desenvolvimento, que lhe renderam a liderança em sequenciamento genético completo e seleção genômica. Através do sistema InGene, a Carboni participa ativamente deste processo.

 

Diferenciais estratégicos

Esta é a quarta granja do grupo Carboni, um conglomerado que também atua nas áreas de revenda de veículos e tratores e transporte rodoviário, gerando 720 empregos diretos.

Segundo o Diretor Osmar Carboni, o sucesso deste novo empreendimento, que demandou investimentos superiores a R$ 35 milhões, deve-se a três escolhas acertadas.

“Acertamos na escolha da localização, uma área isolada e protegida em meio a grandes reflorestamentos. Também acertamos ao firmar a parceria com a Topigs Norsvin. O material genético de última geração, a estrutura técnica, e a busca de melhorias genéticas fazem da Topigs Norvin a mais promissora empresa de genética suína do mundo”, raciocina.

Outro fator decisivo, segundo Osmar, foi a implantação da granja dentro de conceito e tecnologias que garantem bem-estar animal, o que vai proporcionar um ganho de produtividade e qualidade dos animais. “Fizemos, sem dúvida, as melhores escolhas”, assegura o Diretor, Osmar Carboni. 

Fonte: Ass. de Imprensa Topigs Norsvin

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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