Empresas Especialistas em nutrição
Granja Irmãos Auer: Uma trajetória de sucesso na produção de leite e sólidas parcerias
Fundada há 80 anos, a Granja Irmãos Auer se destaca pela excelência na produção leiteira, impulsionada por parcerias de sucesso e inovações nutricionais


Marcelo Torretta, Diretor Comercial Multiespécies da Polinutri.
A Granja Irmãos Auer, com 80 anos de história, começou suas atividades comercializando manteiga, requeijão e outros derivados do leite. Passada de geração em geração, a propriedade é agora administrada por três irmãos e se tornou referência pela qualidade na produção de leite. Fato que “Há 13 anos, a granja firmou uma parceria com a Distribuidora Ouro Verde e a Polinutri, adotando os minerais fornecidos pela empresa. Desde então, essa colaboração trouxe avanços significativos, com a granja participando de diversos torneios e recebendo vários prêmios ao utilizar a nutrição fornecida pela Polinutri”, recorda Marcelo Torretta, Diretor Comercial Multiespécies da Polinutri.
“A Polinutri tem sido um parceiro essencial desde o início, priorizando as necessidades dos produtores e contribuindo para o nosso crescimento. Mesmo em momentos de dificuldade, quando ainda éramos pequenos, a empresa sempre ofereceu suporte e atendimento de qualidade”, destaca João, um dos proprietários.
A relação com a agropecuária Ouro Verde, distribuidora da Polinutri na região de Treze Tílias (SC), já dura mais de 35 anos, demonstrando a confiança no trabalho desenvolvido. “Recebemos visitas frequentes para avaliar a produção e a reprodução dos animais, o que garante que tudo funcione de maneira eficiente, incluindo o ganho de peso dos animais. Esse suporte contínuo é fundamental para mantermos tudo em ordem”, acrescenta João.

Equipe Granja Irmãos Auer
Hoje, a Granja Irmãos Auer conta com um plantel de quase 900 cabeças, incluindo vacas em ordenha e terneiras, e uma produção diária de quase 12 mil litros de leite. A propriedade emprega 15 colaboradores, entre familiares e terceiros. Com planos de expansão, a meta é aumentar para 400 vacas em ordenha e estabilizar a produção, além de investir na venda de genética como uma forma de gerar uma ‘renda extra’ para a empresa.
“Precisamos ser cada vez mais eficientes na produção de leite para alcançar nossos objetivos. Para isso, contamos com o suporte dos especialistas em nutrição, garantindo que estamos no caminho certo e oferecendo a melhor nutrição possível para nossos animais”, finaliza João.

Empresas
Com base em uma década de pesquisa, a NOVUS dá as boas-vindas a Julien Kanarek para liderar o crescimento em enzimas
Kanarek chega à empresa em um momento de crescimento e inovação para o portfólio de enzimas.

Julien Kanarek ingressou na NOVUS em janeiro como Lider Global de Enzimas para Ração da empresa. Ele traz quase 20 anos de experiência em nutrição animal, biotecnologia e estratégias de mercado de aditivos voltados à nutrição animal para a líder em Nutrição Inteligente.
Kanarek chega à empresa em um momento de crescimento e inovação para o portfólio de enzimas. Recentemente, a NOVUS adquiriu a BioResource International, Inc. (BRI), para coordenar a linha de Aditivos Enzimáticos CIBENZA® e iniciou uma parceria de desenvolvimento com a Ginkgo Bioworks. As equipes também realizaram workshops educacionais para clientes sobre o risco oculto no farelo de soja, um fator antinutricional conhecido como inibidor de tripsina. No mês passado, a empresa compartilhou um novo relatório chamado, Outsmarting Trypsin Inhibitors, disponível para download.
Kanarek afirma que a NOVUS está correta ao aumentar seu foco em enzimas. Com os custos da alimentação animal figurando entre as maiores despesas no orçamento de produtores de suínos e aves, além das mudanças econômicas contínuas e das restrições relacionadas às opções de matérias-primas, decisões estratégicas precisam ser tomadas. Segundo Kanarek, uma estratégia aplicada amplamente conhecida para extrair mais valor dos ingredientes da ração é a tecnologia enzimática.
“O que considero empolgante é que as enzimas ainda não demonstraram todo o seu potencial. O universo dos fatores antinutricionais também ainda não foi totalmente definido e explorado”, afirma. “A NOVUS estuda esses aspectos há mais de uma década, mas no último ano estamos observando uma aceleração no interesse da comunidade acadêmica. Portanto, temos 10 anos de pesquisa sobre enzimas e inibidor de tripsina que nos ajudaram a construir um sólido banco de dados de perfis de soja ao redor do mundo. Agora, também vamos aproveitar o que pesquisadores interessados nesse tema estão descobrindo e incorporar esse conhecimento ao nosso próprio entendimento.”
Kanarek afirma que a NOVUS está comprometida em integrar todas as peças para criar serviços e soluções que apoiem o cliente.
“Não existe uma única enzima capaz de resolver todos os problemas”, diz. “É necessário o coquetel adequado de biotecnologias com uma aplicação adaptada. Para isso, precisamos compreender o contexto e os desafios dos nossos clientes, a fim de desenvolver soluções robustas, confiáveis e sustentáveis para eles.”
Laura Munoz, diretora sênior de Marketing Estratégico Global da NOVUS, afirma que a liderança de Kanarek será fundamental à medida que a NOVUS continua a fortalecer seu negócio de enzimas.
“Por meio de aquisições e projetos de inovação, a NOVUS deu passos importantes para demonstrar nosso compromisso com o setor de enzimas para alimentação animal. As perspectivas globais de Julien sobre o mercado atual e seus conceitos estratégicos sobre como a indústria de produção animal utilizará enzimas no futuro nos ajudarão a construir um portfólio de soluções e serviços para hoje e amanhã.”
Antes de ingressar na NOVUS, Kanarek atuou como Gerente de Marketing – Aves e Gerente Regional de Categoria para a Europa na Adisseo; Global Business Segment Leader – Aves na Danisco Animal Nutrition and Health, parte da International Flavors & Fragrances (IFF); e Global Category Manager na Avril. Ele possui mestrado em nutrição e saúde animal pela UniLaSalle, na França, com especialização em nutrição animal comparada pela University of California-Davis, nos Estados Unidos.
Saiba mais sobre as soluções em enzimas que estão ajudando produtores de aves e suínos em todo o mundo a extrair mais valor da ração em novusint.com.
Empresas
Nova UPL da Colonias Unidas inicia operação no Paraguai com suporte técnico da Agroceres PIC
Desenvolvida para alojar 7.500 matrizes, a nova unidade reforça a estratégia de crescimento da cooperativa, uma das principais da suinocultura paraguaia. Projeto foi concebido para permitir a ampliação da capacidade em curto prazo, acompanhando demandas futuras da atividade.

A Colonias Unidas iniciou as operações de sua nova Unidade Produtora de Leitões (UPL), no Paraguai, com o alojamento das primeiras 800 matrizes.
O projeto contou com apoio técnico da Agroceres PIC desde a concepção. O trabalho incluiu definições arquitetônicas, dimensionamento produtivo, cálculo, teste e treinamento da equipe para uso do sistema de ambiência. Danilo Rocha, da equipe de Serviços Técnicos, esteve no Paraguai, para acompanhar o início das atividades da nova unidade.
Segundo Danilo, o suporte técnico em projetos como esse busca transformar as necessidades do cliente em soluções viáveis, alinhadas às exigências atuais da produção e à visão de futuro da atividade. “Mais do que acompanhar uma obra, esse tipo de assessoria traduz as necessidades do cliente em soluções técnicas alinhadas ao que há de mais moderno na produção suína, com olhar para eficiência, bem-estar e sustentabilidade operacional no longo prazo”, comenta Danilo.
Segundo ele, a entrada em operação da nova UPL é um marco importante para a Colonias Unidas e também reforça o papel da Agroceres PIC como parceira técnica em projetos de expansão e modernização da suinocultura.
Com 40 mil matrizes em produção, a suinocultura paraguaia tem boas perspectivas de expansão nos próximos anos. Com base sanitária sólida, ampla oferta de grãos e perfil exportador, o Paraguai reúne condições favoráveis para dobrar sua produção suinícola nos próximos anos. Diante dessa perspectiva, projetos estruturados para ganho de escala, eficiência e biossegurança tendem a ganhar ainda mais relevância.
Empresas Reforço de equipe
Rio Pardo reforça área técnica para expandir mercado de proteína de soja na nutrição animal
Com contratação de Bruno Wernick, executivo com mais de 30 anos de experiência no setor,
empresa projeta crescimento de 15% em 2026

Atenta à demanda por ingredientes de maior eficiência nutricional na produção animal, a Rio Pardo Proteína Vegetal reforçou sua estrutura técnica comercial. A empresa, que atua no mercado de concentrados proteicos de soja para nutrição de aves, suínos e peixes, contratou o médico veterinário Bruno Wernick como gerente técnico de vendas. Com mais de 30 anos de experiência no setor, o executivo chega com a missão de ampliar a presença da companhia no mercado e fortalecer o suporte técnico aos clientes, em um momento em que a empresa projeta crescimento de cerca de 15% em 2026, impulsionado pela expansão da base de clientes e pelo aumento da demanda por ingredientes de maior desempenho nutricional.
Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o executivo chega à companhia com a missão de ampliar a presença da empresa no mercado e fortalecer o suporte técnico ao time comercial. Wernick construiu carreira em empresas globais do setor. Nos últimos 15 anos, atuou na BASF, referência mundial em nutrição animal. Anteriormente, trabalhou na Cargill e na In Vivo Animal Nutrition, proprietária da marca Purina. Ao longo da trajetória, também participou da produção científica do setor, como coautor de mais de 38 artigos técnicos voltados à nutrição de suínos, aves e peixes. O especialista é pós-graduado em Nutrição Animal pela FAISA (Universidade de Santo Ângelo) e conta com MBA em Administração com ênfase em Marketing pela FGV.
Segundo Wernick, um dos desafios do setor é ampliar o entendimento técnico sobre ingredientes estratégicos para a formulação de rações. “A produção animal envolve uma cadeia extensa de profissionais, desde nutricionistas até equipes comerciais, compradores e gestores de fábricas de ração. Muitos desses profissionais lidam com ingredientes altamente técnicos e precisam compreender bem o papel de cada componente na dieta dos animais”, afirma. De acordo com o executivo, disseminar esse conhecimento de forma clara e aplicada pode contribuir para decisões mais eficientes na formulação de rações e no desempenho produtivo. “A ideia é traduzir a ciência de forma prática para quem está no dia a dia da operação. Quanto maior o entendimento sobre os ingredientes utilizados, melhores tendem a ser os resultados em produtividade e eficiência alimentar”, completa.

Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da Rio Pardo
Para Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da Rio Pardo, a chegada do profissional reforça a estratégia de crescimento da empresa no setor. “Nosso objetivo é aprimorar o domínio técnico da equipe sobre o portfólio da companhia. Isso é fundamental para ampliar nossa presença no mercado e levar soluções cada vez mais eficientes aos clientes”, afirma.
Digestibilidade comprovada
Estudos conduzidos por instituições como Aquadvise (Chile), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Unesp apontam elevados índices de digestibilidade dos concentrados proteicos de soja da Rio Pardo. Nos testes realizados, os produtos apresentaram digestibilidade acima de 98% para salmões, frente a cerca de 90% na média do mercado. Em suínos, o índice chegou a 94,32%, contra aproximadamente 88% em produtos convencionais. Já em frangos e perus, o índice foi de 83,7%, superior aos 79,4% registrados no mercado.
- Unidade industrial da Rio Pardo Proteína Vegetal, em Sidrolândia (MS) (Fotos: Divulgação/Rio Pardo)
Tecnologia patenteada
A tecnologia utilizada pela empresa no processamento do concentrado proteico de soja é patenteada no Brasil, Estados Unidos, União Europeia, Japão, Chile e Canadá. O diferencial está na unificação das etapas do processamento da soja, que tradicionalmente ocorre em fases separadas. No método convencional, o óleo é inicialmente extraído do grão, seguido de aquecimento para remoção de solventes e, posteriormente, de uma segunda etapa para retirada de carboidratos solúveis e fatores antinutricionais, processo que exige nova aplicação de calor. Na Rio Pardo, essas etapas são realizadas em um único processo industrial, reduzindo significativamente o consumo de energia térmica e elétrica, além de aprimorar o refino do ingrediente final.




