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Granja do Futuro estreia no Show Coopavel e mostra ‘ciência humanizada’

Governo do PR compra a 1ª granja matrizeira do Brasil onde o animal gira 360º graus e tira o animal da ‘prisão’. Equipamentos vão para a Escola Agrícola Florestal Irati.

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Divulgação Granja do Futuro

O presidente da COOPAVEL, Dilvo Grolli, apresentou na sexta-feira, dia 14 de fevereiro, os números oficiais – inéditos na sua história -, da 37ª edição do Show Rural Coopavel que começou dia 10. O evento recebeu 407.094 visitantes e alcançou movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões.

A estreia da Granja do Futuro no Show Coopavel/25 foi em local privilegiado, equipes harmônicas e conteúdo bio-científico transparente. Participaram do estande consorciado, metade das empresas que compõem a comunidade de soluções, com profissionais enfatizando o bem-estar humano a partir do conforto animal. “Já nascemos grandes, não em tamanho, mas em propósitos e as vendas qualificadas desabrocham e se alargam ao natural em muitos estados brasileiros”, comemora o CEO da Granja, Tangleder Lambretch. O projeto fita a criação de suínos em condições de manejo, ambiência e nutrição. João Carlos dos Santos, gestor Biomart da área de B2B para grandes corporações, é enfático: “Trabalhamos sempre para diminuir o estresse das pessoas, a partir de criações ‘humanizadas’, muito próximo ao que se pratica nos cuidados na linha pet (bichos de estimação)”.

A linha de aditivos RBR (representada pela JL BIO de Chapecó), detém tecnologia gerada pelo laboratório paulista Biomart/Organoplant e é carro-chefe, pois ‘puxa’ o conceito do projeto Granja do Futuro. Dr. Fernando Calil, diretor de pesquisa da Biomart, defende a ouvidoria plena ao que acontece no campo, na nutrição, no solo e nos resíduos/dejetos gerados; “é a partir desses diagnósticos precisos que criamos protocolos ajustados, como na compostagem de resíduos de acordo com a relação entre as fontes de carbono e nitrogênio, dentre outras condições”, explica. “A seriedade do Biomart, nos seus 35 anos de história, se consolidou justamente por alocarmos no mercado apenas produtos altamente eficientes e que ampliem o raio de alcance da agropecuária regenerativa”.

Letícia de Oliveira integra o grupo de pós-venda da Granja e sublinha que esse é um braço forte para a competitividade. Temos canais e pessoas disponíveis, linguagem acessível e apropriada, e conhecimento suficiente para treinar, esclarecer, ajudar os clientes na obtenção do melhor uso de todas as ferramentas e produtos do nosso portfólio”, garante.

‘Perfumou’ a cena no estande, o lançamento do CAPTERPLUS, que liquida instantaneamente todo o tipo de odores em qualquer ambiente ou situação, através da destruição imediata das moléculas causadoras do mau cheiro.

Em Pinhalzinho
A Granja do Futuro está montando estande no Show Rural Itaipu em Pinhalzinho, de 19 a 22 de fevereiro. Conforme o Presidente da cooperativa, Arno Pandolfo, “o espetáculo da tecnologia deverá agrupar mais de 50 mil visitantes na 26ª edição, batendo o recorde do certame”. A TV COOP, da Fecoagro, transmitirá ao vivo a abertura oficial dia 19, a partir das 10h30. O superintendente da Fecoagro, Ivan Ramos, adiantou que o link de acesso à transmissão será liberado oportunamente. A linha completa RBR de bactérias para pecuária e solos estará disponível para compra na loja agropecuária da Cooperitaipu durante o show.

 

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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