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Graciele e Thaize Enéias, pecuaristas com muito orgulho e competência

“Nossa primeira sensação foi de: Uau! Nós estamos entre grandes da pecuária. Depois que a ficha caiu, pensamos: Fizemos por merecer”.

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Fotos : Divulgação

A frase de Graciele Enéias, uma das proprietárias da Fazenda Ipê (Santa Fé do Araguaia, TO), refere-se ao evento de entrega dos prêmios da primeira edição (2019) do Programa de Eficiência de Carcaça (PEC), iniciativa da Minerva Foods, Phibro e Biogénesis-Bagó, que contribui para a pecuária atingir um novo patamar de eficiência, com a disseminação de boas práticas, integração dos elos da cadeia produtiva e apoio aos pecuaristas para produzir mais e melhor, atendendo às necessidades da indústria frigorífica e satisfazendo as crescentes exigências dos consumidores finais.

Graciele e a irmã Thaize, que dividem a gestão da fazenda, receberam o troféu Ouro como as melhores entre todos os fornecedores de gado para abate na unidade de Araguaína (TO), da Minerva Foods. A Fazenda Ipê tem 1.500 hectares e rebanho total de 2.000 animais – genética Nelore, Angus e Hereford. O abate é de perto de 500 cabeças por ano.

“Nós percebemos ali que produzir bem, com responsabilidade ambiental e foco nos atributos de desempenho do gado, independem de gênero. Nós, mulheres, também somos ótimas gestoras de pecuária”, complementa a irmã Thaize.

E elas fizeram por merecer o prêmio, que veio como recompensa de um trabalho de três décadas.

“Meu pai faleceu no final dos anos 80 e deixou a propriedade para os filhos: eu, Thaize e um irmão. Até então, nós só íamos para a fazenda visitar, nos divertir. Meu irmão preferiu sair do negócio, mas eu e Thaize gostamos da ideia de tocar o gado. Mas, desde o início, pensamos: ‘Se vamos fazer, tem de ser bem feito’”, diz Graciele.

Bioquímica de formação, Thaize levou o projeto a sério e saiu de Almenara (Norte de Minas Gerais) e foi morar em Araguaína. Graciele, formada em fisioterapia, ficou na cidade e passou a cuidar da gestão e administração.

Cada uma com suas responsabilidades, construíram um negócio produtivo e rentável. “Fizemos tudo o que era curso de pecuária, de gestão, de novas tecnologias. Melhoramos a genética, intensificamos o manejo dos pastos e a suplementação e cuidamos da saúde, sem nos descuidar da sustentabilidade”, detalha Graciele.

Ainda tinha muito a fazer. “Começamos a apurar o gado, nos preocupar com precocidade, qualidade da carcaça, rendimento no gancho, até a importância do pH da carne nós aprendemos. Ué, e não é que deu resultado! De repente, estávamos produzindo o gado do futuro, como diz o PEC”, ri Graciele.

Ao mesmo tempo em que a Fazenda Ipê progredia Graciele e Thaize se afastavam de suas atividades de formação e se tornaram ainda melhores pecuaristas. “A pecuária exige muito de nós. Eu e Thaize sempre gostamos de nos envolver, de fazer direito, de estudar, buscar, conquistar. E já caminhamos bastante, o que dá uma satisfação danada!”.

Essa exposição positiva das irmãs do Tocantins abriu novas frentes. Graciele e Thaize passaram a transitar em grupos de mulheres do agro e da pecuária, são convidadas para eventos nos quais contam sua história de luta, investimentos e conquistas.

“A gente sabe que a pecuária é dinâmica. O que é ótimo hoje pode não ser nem bom amanhã. Não se pode parar. Por exemplo: no PEC 2020 nós não ficamos entre os top 3. Mas não pense que isso nos desanimou. Já nos inscrevemos no PEC 2021 e, quem sabe, pode vir algo bom para a gente este ano”, provoca Graciele.

Thaize concorda. Ela diz que o PEC mostra que o investimento em novas tecnologias, em nutrição de qualidade, em genética diferenciada, em manejo e em gestão contribuem para a produção de gado precoce, bem terminado e que rende muito no frigorífico. “Além disso, o Prêmio Ouro no PEC 2019 também mostra que as mulheres também sabem fazer pecuária de qualidade.

“Fica aqui um recado para todas as mulheres que, assim como nós, amam a pecuária. Acreditem em vocês. Vocês podem. Nós podemos. Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na pecuária”, arremata Graciele Enéias.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Responsabilidade compartilhada – Como agir frente os desafios sanitários impostos pela Peste Suína Africana( PSA)

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Dr. Alexandre Alves Martins, Médico Veterinário da Vaccinar Industria e Comércio Ltda

De acordo com o último relatório 2021 da ABPA, o Brasil está consolidado como a quarta potência em produção e exportação mundial de carne suína. Produzimos em 2020, 4.436 toneladas de carne suína, sendo que desta produção 77% abasteceu o mercado interno e 23% seguiu para exportação, tendo mais uma vez a China (51%) como o principal destino, seguido por Hong Kong (16%), Singapura (5,2%) e Chile (4,3%).

Os recursos naturais disponíveis (país rico em água e extensão territorial), a união entre instituições público e privadas desenvolvendo novas tecnologias, e as políticas públicas de defesa agropecuária, formam uma importante engrenagem, na qual todos estão inseridos nesse contexto de responsabilidades compartilhadas. Esse é um dos pilares deste desenvolvimento da suinocultura brasileira.

Contudo, diante desse sucesso, temos desafios que precisam de extrema atenção, e a sanidade, mais especificamente a Peste Suína Africana (PSA) é o desafio que precisamos estar atentos.

Acreditamos que seja consenso que cada unidade, empresa e/ou sistema individual precisa rever rotineiramente os conceitos e procedimentos básicos de biosseguridade, ou seja, treinar e capacitar pessoas quanto aos riscos associados, trânsito de veículos, movimentação de animais e pessoas, mortalidade, etc., sendo projetado, portanto, um plano completo de biosseguridade para cada empresa e/ou unidade.

O sucesso de uma biosseguridade está na educação contínua da equipe, pois são peças chaves na implementação dos procedimentos. É necessário treinar a equipe para que realmente entendam por que cada uma das regras é necessária.

Sabemos que a rota de transmissão direta mais importante é o movimento descontrolado de animais infectados e o seu comércio ilegal, que é considerado o fator mais importante da introdução da PSA em novas áreas, contudo, outros controles também necessitam de total atenção, como a movimentação de produtos e matérias primas entre países.

Pensando na biosseguridade como forma de evitar a introdução de novas doenças e principalmente a Peste Suína Africana (PSA), a Vaccinar, sendo parte inserida nesta engrenagem do agronegócio brasileiro, disseminando tecnologia e soluções aos suinocultores do país, assume seu papel responsável ao adotar rigorosos procedimentos para a importação de matérias primas de qualidade para comercialização e elaboração de seus produtos.

Todos nossos fornecedores passam por um processo de homologação com base nos critérios adotados pela empresa que norteiam os rigorosos programas de qualidade. Em seguida, os produtos são registrados junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), e após aprovação e negociação, os produtos são recebidos e armazenados em instalações próprias, permanecendo por um período de quarentena, onde são feitas análises para garantir a segurança sanitária e alimentar de nossos animais. Por fim são liberados para produção e comercialização após passarem por todos estes procedimentos de controle.

Apesar da pujança da suinocultura brasileira, vivemos um momento de profunda reflexão e desafio, e mais uma vez temos na biosseguridade a principal ação para controle e manutenção de saúde dos animais.

A atenção de produtores e todos envolvidos na produção deve voltar para cuidados sanitários internos e externos, a fim de garantir a manutenção e ampliação de novas conquistas ao mercado mundial de carnes.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Suínos

DB-DanBred vê na edição de 2021 do Festival do Leitão oportunidade de trazer eficiência e competitividade para produtores e profissionais do setor

Empresa de genética suína é patrocinadora ouro do evento online que será realizado no dia 27 de outubro

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Gerente comercial SE/CO da DB-DanBred, Diego Alkimi - Foto: Divulgação

A DB-DanBred é uma das empresas patrocinadoras ouro desta edição do Festival do Leitão de Rio Verde, que será exibido no dia 27 de outubro, a partir das 14h, no Youtube. Com uma programação dinâmica e atual, o evento, realizado pela Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), reunirá produtores e profissionais do setor de todo o Brasil com palestrantes renomados para discutir Suinocultura de alto desempenho.

A DB é parceira de longa data do Festival do Leitão e ano passado também apoiou a primeira edição digital. De acordo com o gerente comercial SE/CO da DB-DanBred, Diego Alkimin, “O evento sempre proporciona aos profissionais da suinocultura e produtores, atualização sobre temas de alto impacto para o mercado suinícola brasileiro. A DB Genética Suína apoia o festival e parabeniza pela organização e escolha dos tópicos que serão abordados, proporcionando ao produtor a oportunidade de ser cada vez mais eficiente e competitivo, objetivos os quais sempre compartilhamos. DB-DanBred, a genética preparada para o futuro”.

A DB-DanBred faz parte da DB Agricultura e Pecuária, empresa fundada em 1976 e consolidada como uma das principais referências de genética suína no mercado nacional há mais de 20 anos. Por meio de um sólido histórico de resultados, a marca repete entre os produtores brasileiros o mesmo sucesso obtido na suinocultura dinamarquesa.

Um dos diferenciais de mercado da empresa é a consagrada matriz D890, que de acordo com a DB, é líder em performance, reconhecida mundialmente por sua prolificidade, maior desempenho e longevidade em gestação coletiva e eficiência comprovada em conversão alimentar.  De acordo com Diego Alkimin, “Ainda, podemos destacar a sua habilidade materna, docilidade e capacidade de produção de leite. Estas características fazem com que a DB90 seja considerada a fêmea mais produtiva do mercado brasileiro, já alcançando o patamar de 39,39 DFA, mantendo o foco na qualidade e no desempenho dos animais.”

 

Inscrições antecipadas no festival concorrem a brindes

O Festival Leitão de Rio Verde -Suinocultura de alto desempenho é direcionado para produtores, profissionais de granja, demais profissionais da área e estudantes. Para mais informações sobre programação, inscrições antecipadas para concorrer a sorteios e emissão de certificados, clique no link:

https://www.sympla.com.br/festival-do-leitao-2021—suinocultura-de-alto-desempenho__1301516

Fonte: Assessoria
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Empresas

A presença feminina cresce entre os negócios rurais, estando à frente de 19% das propriedades brasileiras

Cada vez mais as mulheres ocupam espaços e posições, considerando todos estados e atividades no campo, a exemplo da suinocultura, beneficiada por tecnologias de precisão

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Suinocultora Francielle Ribas dos Santos atuando nas granjas com o Robô Alimentador de Suínos, desenvolvido pela ROBOAGRO (crédito: Rafael Sulviki)

A participação das mulheres nos negócios ligados ao campo, onde a suinocultura está inserida, é uma realidade, ocupando espaços e posições que, antes, eram dominados por homens. A quantidade de horas trabalhadas na administração das propriedades rurais demonstra sua força e comprometimento. Conforme dados da Pesquisa Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), 78% do público feminino trabalha 8 horas ou mais por dia, considerando todos os estados brasileiros, culturas e rebanhos cobertos pelo estudo.

De acordo com o Censo Agropecuário 2017, quase 947 mil propriedades rurais são comandadas por mulheres no Brasil. A maior parte delas está localizada na região Nordeste (57%), seguida pelo Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste (6%). Esse número representa 19% das 500,7 milhões de propriedades rurais brasileiras, havendo ainda diferença entre mulheres proprietárias e não proprietárias dos empreendimentos agropecuários. Mesmo com esse crescimento notável, os homens são responsáveis pela maior parte, gerindo 4,1 milhões de propriedades.

Entre as proprietárias, 50% das atividades econômicas estão relacionadas à pecuária e criação de outros animais; 32% à produção de lavouras temporárias e 11% à produção de lavouras permanentes. Enquanto entre as não proprietárias (produtoras sem área; concessionárias ou assentadas aguardando titulação definitiva; ocupantes; comandatárias; parceiras ou arrendatárias), 42% das atividades econômicas estão relacionadas à produção de lavouras temporárias; 39% à pecuária e criação de outros animais e 7% à produção de lavouras permanentes.

Em relação ao território nacional, juntas, as mulheres administram cerca de 30 milhões de hectares, o que corresponde a 8,5% da área total ocupada pelos estabelecimentos rurais no país. Apesar dos dados mostrarem uma diferença grande entre homens e mulheres, se comparado com o Censo Agropecuário anterior, realizado em 2006, o crescimento da participação delas no agronegócio foi de 6,3%. No Rio Grande do Sul, a liderança feminina também é observada, passando de 9% para 12%.

Novas tecnologias da suinocultura chegam às mãos femininas  

Quando o tema envolve a suinocultura, os números chamam ainda mais atenção, onde o Brasil, no ano passado, alcançou a terceira posição mundial na produção, com 41 milhões de cabeças, ou seja, 4,4% do total. O destaque é a China com 41,1% do rebanho mundial, seguida dos Estados Unidos (8,4%). Santa Catarina é considerado o estado maior produtor e exportador de carne suína nacional. Novas tecnologias têm determinado transformações e alcançado benefícios aos produtores – ou produtoras rurais –, a exemplo da Inteligência Artificial; a impressão 3D que oferece a oportunidade de imprimir partes ou peças de máquinas ou equipamentos, permitindo economia de tempo ao produtor rural na espera pela entrega ou reparo; a robotização e o sensoriamento. Essa tecnologia proporciona o monitoramento do desempenho dos lotes, o consumo de ração, a saúde animal e o entendimento exato do que está acontecendo em tempo real.

Tais avanços também chegaram às mãos femininas, que apesar de terem a consciência sobre a predominância masculina nos campos, não se intimidam quanto à tomada de decisões ou disposição para tarefas reconhecidamente ‘pesadas’. “Desafios surgem no percurso, mas nunca os encarei como dificuldade”, atesta Ivete Maria Lorenz, que atua há 40 anos na propriedade Boschi & Lorenz, localizada na comunidade de Linha Itapé, em Saudades (SC). Da produção inicial de fumo, leite e atividades na lavoura, a suinocultura ganhou espaço há 16 anos com o trato de 300 animais. Hoje, já totalizam 1.620. A evolução foi possível a partir dos avanços da suinocultura de precisão, influenciando desde a genética até a qualidade da carne animal. “Adquirimos dois robôs alimentadores de suínos que otimizaram nosso tempo para desempenhar outras atividades, deixando os lotes muito mais uniformes por meio do controle de quantidades, horários e qualidade das rações distribuídas”, revela.

Apesar de ter se rendido aos benefícios da robotização, há pouco mais de duas semanas, Márcia Pyl Alberti, uma das proprietárias do Canto do Sabiá, em Rebouças (PR), compartilha com Ivete. “Dispomos de ferramentas que facilitam nosso trabalho, o que contribui para investirmos em melhorias, como a reforma e ampliação de um dos barracões”, afirma Márcia, que tem a expectativa de adquirir outro robô, em 2022. O equipamento foi desenvolvido pela Roboagro, de Caxias do Sul, e acaba se refletindo no aumento da qualidade da carne suína, gerando economia que pode superar os R$ 95 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. “O aumento do custo dos insumos, como milho e soja, forçou as cooperativas e agroindústrias a ajustarem as suas granjas para aplicar o conceito da suinocultura de precisão. Nos comedouros à vontade há muito desperdício, além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. Já o robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui bem mais competitiva frente a outros mercados”, explica Giovani Molin, diretor da Roboagro. Auxiliar de laboratório em uma farmácia de manipulação em Ponta Grossa (PR), Márcia Pyl Alberti se interessou em dividir a propriedade rural com o esposo, quando seu pai questionou-a sobre a possibilidade de trabalhar na cultura de suínos. Desde então, passaram-se 12 anos, dos quais ela não se arrepende. “Existem algumas atividades que se tornam mais difíceis por exigirem maior força física, mas, graças a Deus, sempre dei conta. Nunca deixei de realizar nada necessário em uma granja e sou muito feliz pelo o que faço”, orgulha-se.

Francielle Ribas dos Santos possui sentimento semelhante ao destacar que, hoje, não conseguiria atuar em outra área que não fosse a suinocultura. Uma atividade que começou quase por acaso, em 2017, quando o sogro, produtor de suínos, adoeceu dois anos antes, condicionando que ela e o esposo assumissem a propriedade Chácara São José, localizada em Piraí do Sul (PR). “Ele tinha um barracão com 900 suínos, porém todo o trato era manual. Quando a Schoeller Agro, empresa para a qual trabalhamos atualmente, oportunizou a experiência do robô alimentador de suínos na nossa granja, em período de testes, nos certificamos sobre as vantagens que a suinocultura de precisão pode oferecer. Construímos mais um barracão, com capacidade para 750 cabeças, já adequado para receber o robô”, disse. A tecnologia aplicada expandiu os negócios da chácara, que conta com 1,6 mil suínos e está se preparado para receber mais 200. “A robotização direcionou o serviço nos barracões, nos dando condições para acompanhar outras tarefas”, salienta.

O que esperar do futuro: a mulher e o agronegócio

O avanço feminino no agronegócio nacional, nos últimos anos, é perceptível também em cargos de gerência, devendo-se à facilidade para absorver novas tecnologias e o fato de grande parcela de mulheres possuir curso superior, além de encarar a lida no campo como carreira. No entanto, mesmo com os números animadores, ainda existe espaço para melhorias. Outro ponto importante é que as elas acabam tendo que desempenhar funções diárias conjuntas, equilibrando atividades como proprietárias, administradoras, mães e donas de casa.

De acordo com um estudo feito pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), 71% do público feminino ligado ao agronegócio tem múltiplas responsabilidades. Esse percentual se mostra mais relevante quando comparado ao cenário histórico sobre o segmento em décadas anteriores. A luta pela construção de um espaço igualitário no mercado de trabalho evidencia resultados, que começam a ganhar força à medida que as mulheres estão conseguindo quebrar, gradativamente, diversas barreiras.

Fonte: Ass. de Imprensa
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