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GPA inova nos treinamentos da SNCS para incrementar as vendas de carne suína

Os colaboradores das 508 lojas das bandeiras Extra e Pão de Açúcar estarão preparados para aumentar as vendas da proteína durante o período da campanha

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A Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) tem gerado importantes resultados para o GPA desde a sua primeira edição em 2013. Após quatro anos de sucesso, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) traz novos treinamentos com foco em informação de produção de suínos e liderança para motivar os colaboradores das bandeiras Extra e Pão de Açúcar a aumentarem as vendas da carne suína em 15% durante o período da campanha, de 26 de setembro a 12 de outubro.

Reconhecido como o maior grupo varejista do Brasil, o GPA realiza a SNCS em 508 lojas distribuídas em 17 estados brasileiros. Em seu quinto ano de campanha, o grupo já comprovou o potencial da carne suína e tem aumentado ano a ano a aderência da proteína em suas lojas. O gerente comercial do GPA, David Buarque, espera ampliar o trabalho neste ano. “Queremos oferecer ainda mais vantagens para os nossos clientes por meio de informação sobre os benefícios da carne e ofertas que incentivem a compra. O investimento que realizamos tanto na parte de treinamentos, conteúdo e parceria com a ABCS se dá pela necessidade do varejo de apresentar um ótimo sortimento de suíno nas gôndolas para atender a demanda crescente do consumidor”.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, enxerga na parceria contínua junto ao GPA o reconhecimento da qualidade e do potencial de negócio do produto final, resultado do trabalho sistêmico desenvolvido em toda a cadeia de suínos, que prima pela excelência e segurança da carne suína produzida. “O GPA foi a primeira rede de varejo a apostar na SNCS e apresentar aos seus clientes todas as vantagens da carne suína com gôndolas repletas de opções de cortes porcionados. Desde então, nosso setor vem percebendo o aumento da popularidade da carne suína junto aos consumidores”.

Versátil, a carne suína tem seu espaço nas bandeiras Extra e Pão de Açúcar, que apostam na proteína para atrair clientes e oferecer um produto diferenciado de acordo com o perfil de cada uma. Considerada pelo GPA uma rede democrática com lojas voltadas aos públicos de todas as classes sociais e idade, o Extra tem sua estratégia de venda focada na oferta de qualidade e bons preços e realiza a SNCS em 323 lojas, divididas em formato supermercado e hipermercado, espalhadas em 17 estados brasileiros.

A rede premium do GPA, o Pão de Açúcar, investirá no atendimento personalizado e maior oferta de produtos para inserir a carne suína no carrinho de compras de seus clientes, em sua maioria fidelizados, distribuídos em 13 estados e 185 lojas. Além de desenvolver a campanha tanto no ponto de venda quanto do delivery, a bandeira já planeja uma edição especial com a proteína da revista Pitadas, conhecida por trazer ofertas e dicas sobre produtos em destaque nas lojas.

Treinamentos são estratégia para motivar e vender

Em busca de novos resultados, o GPA investe em treinamentos com novos focos para trazer ainda mais informação sobre a carne suína e incentivar os colaboradores a alcançarem as metas de venda para esta edição da SNCS. Além da tradicional palestra motivacional com foco em resultados, os líderes de açougue tiveram a oportunidade de conhecer a qualidade e a segurança do processo produtivo e industrial de suínos no Brasil. Essa nova etapa do treinamento foi fundamental para preparar o colaborador para responder de forma clara e direta as dúvidas dos clientes no ponto de venda, facilitando o aumento da venda da carne suína no ponto de venda. Com cinco capacitações realizadas no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Recife, esta etapa será finalizada nesta terça-feira em Fortaleza.

Para David Buarque, os treinamentos são essenciais para o sucesso da campanha. “Eles são o principal alicerce para engajar nossos colaboradores e motiva-los para compartilhar o conhecimento adquirido sobre os benefícios de incluir a carne suína na alimentação e também na hora de sugerir os cortes mais indicados da carne de acordo com o perfil do cliente”, explica.

O chefe do setor de carnes e aves do Extra Hiper de Interlagos (SP), Jovino Abreu, já participou de quatro treinamentos da ABCS e acredita na importância do conhecimento adquirido através das palestras. “Nós passamos essas informações pra equipe e, principalmente pros clientes, esclarecendo suas dúvidas. É bom também saber a origem do produto, pra informar que é confiável. E essa confiança a gente leva para o dia a dia, não só na loja, mas em casa também”, comenta.

A ABCS também realizou nesta edição palestra direcionada a nutricionistas associados ao GPA. A capacitação tem como objetivo desmistificar preconceitos e auxiliar na formação de pensamento crítico dos profissionais de nutrição do grupo acerca da saudabilidade e qualidades nutricionais da carne suína para que possam difundir estes conhecimentos junto aos clientes nas lojas.

A colaboradora Ivanilda Evangelista Dourado, líder da rotisserie no Pão de Açúcar, em São Paulo (SP), afirmou se sentir mais preparada para receber os clientes durante a campanha. "Eu acho legal a importância que é dada para esses eventos, porque significa muito para o nosso aprendizado. E a cada vez eu aprendo mais, e tenho certeza que os demais também", disse.

Para outubro, estão previstas a realização de 22 oficinas gastronômicas nas lojas Extra e Pão de Açúcar distribuídas pelo país para mostrar aos clientes formas diferentes, práticas e saborosas de preparar a carne suína. Além de aprenderem novas receitas, os participantes terão a oportunidade de tirar dúvidas sobre o ponto da carne e tempo de cozimento. 

Fonte: Assessoria ABCS

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Setor produtivo do Paraná apresenta proposta para concessão da Malha Sul ferroviária

Documento defende nova licitação da ferrovia, divisão em três trechos e maior retorno de investimentos ao estado.

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Foto: Divulgação TLSA

O presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, entregou, no dia 24 de junho, em Umuarama, ao ministro dos Transportes, George Santoro, o posicionamento do setor produtivo paranaense em relação a nova concessão da Malha Sul ferroviária. O documento, elaborado em conjunto pelo G7 Paraná, reúne propostas relacionadas ao modelo atualmente em discussão para a futura operação da ferrovia, cujo contrato vigente encerra em 2027.

O Sistema Faep defende a realização de uma nova licitação para a Malha Sul, com foco na ampliação da capacidade de transporte, na modernização da infraestrutura ferroviária e na eliminação dos principais gargalos logísticos que afetam a competitividade do Paraná. Os estudos apresentados pelo Governo Federal preveem a divisão da Malha Sul em três segmentos: Paraná-Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mercosul.

O documento entregue ao ministro reúne propostas relacionadas ao modelo atualmente em discussão para a futura operação da ferrovia, cujo contrato atual se encerra em 2027

Embora a entidade apoie a separação das operações, considera inadequado o modelo proposto para distribuição dos recursos gerados pela concessão, que prevê outorga de R$ 8,7 bilhões. A malha ferroviária do Paraná concentra aproximadamente 78% da carga movimentada por trens. No entanto, a proposta prevê que parte significativa desses recursos seja utilizada para financiar investimentos e déficits em outras concessões ferroviários.

“Somos favoráveis à modernização da ferrovia e à nova licitação, mas entendemos que os recursos gerados pelos usuários paranaenses precisam retornar em investimentos para o próprio Paraná. Não é razoável que a região responsável pela maior parte da movimentação de cargas financie gargalos de outras malhas enquanto seus próprios problemas permanecem sem solução”, afirma Meneguette.

Outro ponto de preocupação é a ausência de investimentos considerados estratégicos para ampliar a capacidade do transporte ferroviário no Estado. Entre as obras prioritárias defendidas pelo Sistema Faep estão a construção de um novo traçado ferroviário na Serra da Esperança, entre Guarapuava, Irati e Lapa; a implantação do Contorno Ferroviário Oeste de Curitiba; e a ampliação dos pátios de cruzamento, estruturas que permitem aumentar a fluidez do tráfego ferroviário.

De acordo com a entidade, os estudos atualmente apresentados não contemplam essas intervenções de forma adequada nem estabelecem cronogramas compatíveis com a demanda crescente por transporte de cargas.

Foto: Jonathan Campos

“Precisamos de uma concessão que aumente a capacidade operacional da ferrovia. O Paraná produz cada vez mais e necessita de uma infraestrutura logística capaz de acompanhar esse crescimento. Algumas obras consideradas fundamentais aparecem apenas para o 27º ano da concessão, quando deveriam ser tratadas como prioridade”, destaca o presidente do Sistema Faep.

Durante a reunião, Santoro afirmou que o governo federal já reconhece a necessidade de investimentos em dois dos principais gargalos apontados pelo setor produtivo paranaense: o Contorno Ferroviário de Curitiba e as intervenções na Serra da Esperança.

“As duas demandas a gente já tinha mapeado e temos clareza de que vamos incluir como um investimento obrigatório no projeto. Então, já estão resolvidas”, afirma o ministro.

Além das obras estruturantes, o documento entregue ao Ministério dos Transportes propõe a integração da Malha Paraná-Santa Catarina com a Ferroeste, ampliando a eficiência operacional do sistema e fortalecendo a ligação entre as regiões produtoras do Oeste do Paraná e o Porto de Paranaguá.

Os investimentos previstos (Capex) somam cerca de R$ 6,8 bilhões e incluem a substituição de dormentes e trilhos, além da construção de sete novos pátios ferroviários.

O que o Sistema Faep defende para a nova Malha Sul
  • Nova licitação da Malha Sul, em vez da prorrogação do contrato atual;
  • Divisão da malha em três segmentos independentes;
  • Integração da Malha Paraná-Santa Catarina com a Ferroeste;
  • Reinvestimento dos recursos gerados no Paraná em obras dentro do próprio Estado;
  • Construção do novo trecho Guarapuava-Irati-Lapa (Serra da Esperança);
  • Implantação do Contorno Ferroviário Oeste de Curitiba;
  • Ampliação dos pátios de cruzamento na Serra do Mar;
  • Cronograma de investimentos antecipado para eliminar gargalos;
  • Garantias que evitem aumento tarifário aos usuários;
  • Possibilidade de aportes dos governos estadual e federal para acelerar as obras prioritárias.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Linha de crédito de R$ 10 bilhões amplia acesso à tecnologia no campo

Recursos serão operados pela Finep e voltados à compra de máquinas e implementos agrícolas por produtores rurais pessoas físicas e jurídicas.

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Foto: Divulgação

O Governo Federal publicou, na quarta-feira (01º), a Medida Provisória nº 1.374, que autoriza a destinação de até R$ 10 bilhões para uma linha de financiamento voltada à adoção de tecnologias baseadas em máquinas e equipamentos agrícolas inovadores produzidos no Brasil. A iniciativa integra o programa Move Agricultura e tem como objetivo ampliar o acesso ao crédito para modernização da produção rural.

Foto: Shutterstock

A MP altera o artigo 15-A da Lei nº 11.540/2007 e permite, de forma extraordinária no exercício de 2026, a criação da nova linha de financiamento. A gestão dos recursos ficará sob responsabilidade da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com operação por meio de crédito descentralizado, executado por agências de fomento, bancos de desenvolvimento e instituições financeiras oficiais credenciadas.

O financiamento será destinado a projetos de disseminação tecnológica baseados em equipamentos agrícolas inovadores nacionais. Poderão acessar a linha produtores rurais pessoas físicas e jurídicas, com enquadramento como crédito rural conforme a legislação vigente.

Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, a ampliação do acesso ao crédito é central na política pública. “A verdadeira grandeza de uma política pública está na sua capacidade de fazer esse crédito chegar a mais brasileiros. Ampliamos o acesso à linha de financiamento para que não apenas pessoas jurídicas, mas também produtores rurais pessoas físicas possam adquirir máquinas e equipamentos agrícolas inovadores produzidos no Brasil”, afirmou.

Foto: Divulgação/Freepik

Com a inclusão de pessoas físicas entre os beneficiários, a medida amplia o alcance da política e permite que produtores de diferentes portes tenham acesso a equipamentos modernos, voltados à mecanização e à inovação no campo.

O Move Agricultura, que integra a nova linha de financiamento, foi lançado durante a 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA), pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. O programa prevê crédito para aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros implementos agrícolas, com juros de até 9,2% ao ano, prazo de até 60 meses e carência de 12 meses. A proposta é acelerar a modernização da frota agrícola e estimular o desenvolvimento de tecnologias nacionais.

A Medida Provisória também autoriza a concessão de apoio financeiro, por meio de subvenção econômica, a produtores independentes de cana-de-açúcar do Nordeste. O benefício é destinado a reduzir impactos de prejuízos associados à tributação adicional dos Estados Unidos sobre exportações brasileiras ou a eventos climáticos extremos.

A MP foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, realizada na terça-feira (30).

Fonte: Assessoria Mapa
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Acordo entre EUA e Irã reduz risco logístico no mercado global de fertilizantes

Estreito de Ormuz tem reabertura parcial após avanço diplomático, enquanto a ureia recua US$ 360 toneladas desde abril, com maior oferta no Golfo e retomada parcial das exportações da China.

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Foto: Claudio Neves

O conflito no Oriente Médio teve um novo desdobramento em 14 de junho, com o anúncio de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, seguido pela assinatura eletrônica do documento no dia 15. Apesar disso, o texto final do acordo ainda deve ser divulgado na sexta-feira, mantendo incertezas no cenário.

Foto: Claudio Neves/Portos Paraná

O Estreito de Ormuz foi parcialmente reaberto e há expectativa de liberação total até o fim da semana, embora o fluxo ainda não esteja normalizado. A região é considerada estratégica para o transporte de matérias-primas usadas na produção de fertilizantes.

No mercado de nitrogenados, a ureia registrou queda expressiva de cerca de US$ 360 por tonelada desde o fim de abril, retornando a patamares anteriores ao conflito. O movimento foi influenciado por um excesso pontual de oferta, com estoques acumulados no Golfo e o retorno parcial da China como exportadora. As cotações CFR Brasil recuaram para cerca de US$ 445/t, com negócios sendo fechados em níveis ainda mais baixos.

Nos fosfatados, o cenário segue mais pressionado. O enxofre, insumo essencial para a produção de MAP e SSP, avançou para cerca de US$ 1.250/t. Já o MAP permanece próximo de US$ 900/t CFR Brasil. Do lado da oferta, a China segue praticamente fora do mercado de fósforo, enquanto a Rússia opera com restrições ligadas a danos de infraestrutura decorrentes da guerra. No Oriente Médio, há impactos logísticos, e o Marrocos enfrenta limitação de capacidade associada à escassez de enxofre.

Nos potássicos, o mercado apresenta maior estabilidade. O KCl oscila em torno de US$ 405/t CFR Brasil, sustentado por um equilíbrio maior entre oferta e demanda globais, sem mudanças estruturais relevantes no período.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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