Conectado com

Notícias

Governo de Santa Catarina investe R$ 53,7 milhões para aumentar produtividade nas lavouras

Convênio visa aumentar a produtividade nas lavouras catarinenses, além de incentivar os investimentos na melhoria de pastagens e na apicultura

Publicado em

em

O Programa Terra-Boa deve beneficiar 70 mil produtores rurais catarinenses, apoiando a aquisição de 220 mil sacos de sementes de milho, 300 mil toneladas de calcário, 1.100 kits forrageira e 500 kits apicultura. O Programa da Secretaria da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, que terá investimentos de R$ 53,7 milhões em 2018, foi lançado oficialmente na quarta-feira (24), durante a abertura da Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho, SC.

O convênio firmado entre a Secretaria da Agricultura e da Pesca e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro) visa aumentar a produtividade nas lavouras catarinenses, além de incentivar os investimentos na melhoria de pastagens e na apicultura.

Em 2017, o Terra-Boa distribuiu mais de 284 mil toneladas de calcário, 202 mil de sacos de sementes de milho, 2.862 kits forrageira e 415 kits apicultura. Ao todo foram 68.921 produtores rurais beneficiados. E, segundo o secretário da Agricultura Moacir Sopelsa, a intenção é repetir esse feito em 2018. “O Programa Terra-Boa já é esperado pelos produtores rurais catarinenses e vem fazendo a diferença na produção agropecuária do nosso estado. Por sermos um estado pequeno, com apenas 1,12% do território nacional, nós temos que investir em produtividade e em diversificação. E é esse o objetivo do Terra-Boa, produzir mais e melhor”, afirma.

A distribuição do Terra-Boa

Calcário: A distribuição de calcário é feita em duas modalidades: via cooperativa ou direto das minas. Com o calcário direto das minas, o produtor fica responsável pelo transporte. No caso do calcário via cooperativa, o produtor paga o equivalente em sacos de milho consumo tipo II (60 kg), pelo preço de referência fixado no início de cada ano – o produto é disponibilizado para ser retirado próximo à propriedade rural. Cada família rural tem direito a uma cota de 30 toneladas de calcário que serão pagas no próximo ano com o produto da colheita. 

Sementes de milho: As sementes que podem ser adquiridas pelo produtor incluem sementes de médio até altíssimo valor genético, seguindo as relações de troca. Para cada saca de 20kg de sementes, classificadas nos determinados grupos, o produtor deverá ressarcir a diferença entre o preço de venda menos os respectivos valores dos subsídios, cujo montante será convertido em quantidade de sacas de produto de 60kg de milho consumo tipo II, utilizando como base o preço unitário de referência fixado em R$ 25.

Kit Forrageira: O kit forrageira é formado por mais de 80 produtos fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Epagri. O valor do kit é de R$ 6 mil e pode ser pago em três parcelas anuais, sem juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda e terceira parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 30% sobre o valor da segunda e de 60% sobre o valor da terceira parcela.

Kit Apicultura: Cada kit é composto por seis colmeias, com ninho e duas melgueiras; cera alveolada para seis colmeias; formão; dois macacões completos com máscara; dois pares de luvas e um fumegador, cobertura ecológica, arames, esticador de arame, rainha, núcleo Langstoth, alimentador de cobertura, luvas e jaleco. O kit custa cerca de R$ 2,4 mil e o produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.  

Abelhas rainhas: Fornecimento de no máximo 150 rainhas por produtor, limitado a R$ 18 por rainha.

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezessete − 14 =

Notícias Mercado Interno

Valores de produtos suinícola operam nas máximas reais

Movimento de alta nos preços do suíno vivo e da carne foi intensificado nesta segunda quinzena de outubro

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O movimento de alta nos preços do suíno vivo e da carne foi intensificado nesta segunda quinzena de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto a oferta de animais para abate segue restrita – o que, consequentemente, limita a produção de carcaças e cortes –, as exportações da carne apresentam forte ritmo neste mês.

Diante disso, os valores da maioria dos produtos suinícolas levantada pelo Cepea estão em patamares recordes reais das respectivas séries.

No caso do suíno vivo, além da oferta reduzida e da demanda aquecida por parte da indústria, os preços elevados dos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, motivam produtores a buscarem maiores valores na comercialização do animal, no intuito de garantir rentabilidade da atividade.

Para as carnes, agentes do setor reajustam seus preços para seguir a tendência do vivo, mas já indicam dificuldades no repasse ao atacado.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Safra 2020/2021

Paraná vê leve alta na projeção para safra de soja 2020/21; reduz trigo 19/20

A variação de produção foi motivada pelo ajuste na área, algo que normalmente ocorre durante o período de plantio

Publicado em

em

Divulgação/MAPA

A produção de soja no Paraná deve alcançar 20,5 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou o Departamento de Economia Rural (Deral) na quinta-feira (29), sinalizando um leve aumento em relação à projeção do mês anterior, quando eram esperadas 20,4 milhões de toneladas.

Apesar do ajuste positivo, o resultado representa queda de 1% quando comparado ao desempenho da temporada passada. Em área, também houve uma ligeira elevação na análise mensal, de 5,54 milhões para 5,56 milhões de hectares plantados com a oleaginosa em 2020/21. Com isso, a expectativa do Deral indica alta de 2% ante a safra anterior.

A variação de produção foi motivada pelo ajuste na área, algo que normalmente ocorre durante o período de plantio, disse o analista do Deral Marcelo Garrido. “(Por enquanto) permanecemos praticamente sem alterações (significativas) para a soja”, afirmou o especialista.

Com o retorno das chuvas, a semeadura da oleaginosa alcançou 61% das áreas estimadas para o Estado nesta semana, uma recuperação de expressivos 29 pontos percentuais ante a semana anterior, mas ainda com atraso em relação aos 65% vistos um ano antes.

Para o milho verão, o Deral manteve a perspectiva de produção em 3,46 milhões de toneladas, queda de 3% ante a safra passada. A projeção de área também permaneceu em 360,4 mil hectares, acréscimo de 1% contra o ciclo anterior.

Temporada 2019/20

Já a safra paranaense de trigo, maior Estado produtor da cultura, foi revisada para baixo, de 3,32 milhões de toneladas para 3,13 milhões, após adversidades climáticas.

O cereal, cuja colheita está em torno de 90%, passou por episódios de geada durante o período de desenvolvimento, seguidos por seca. Entretanto, na avaliação mais recente, o Deral classificou 82% das lavouras em condições boas e somente 1% como ruins.

A produção de milho segunda safra 2019/20 teve a projeção mantida em 11,66 milhões de toneladas, 12% inferior ao volume registrado um ano antes, apesar da área 2% maior, de 2,28 milhões de hectares.

Fonte: Reuters
Continue Lendo

Notícias Safra de inverno

Chuvas favorecem trigo na Argentina, mas geadas passam a ser ameaça, diz bolsa

Colheita de trigo da atual temporada deverá ser de 16,8 milhões de toneladas

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Chuvas registradas nos últimos dias na Argentina interromperam a deterioração que a safra de trigo 2020/21 do país vinha sofrendo com a seca, mas geadas podem afetar rendimentos em uma das áreas que não sofreu falta de água, disse a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BdeC) na quinta-feira (29).

Segundo a entidade, a colheita de trigo da atual temporada deverá ser de 16,8 milhões de toneladas, muito abaixo dos 21 milhões de toneladas estimados no início da safra, devido à seca que afetou por meses partes da região agrícola central do país e segue prejudicando as províncias do norte.

Nas províncias de Córdoba e Santa Fe, “as recentes chuvas acumuladas interrompem a deterioração e as perdas de áreas, mas chegaram tarde demais para um cultivo que se encontra no final do ciclo”, disse a bolsa em relatório semanal.

Enquanto isso, no sul da província de Buenos Aires, onde o cultivo manteve bons níveis de umidade ao longo da temporada, “os prognósticos de baixas temperaturas para os próximos dias são um risco importante em regiões-chave, que sustentam grande parte” da produção prevista, segundo a BdeC.

Até quarta-feira (28), os agricultores haviam colhido 6,1% da área plantada com trigo, de acordo com o relatório.

Em relação ao milho 2020/21, a bolsa disse que as chuvas recentes melhoraram os níveis de umidade do solo em momento em que a semeadura atinge 29,8% dos 6,3 milhões de hectares previstos para a safra atual.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
ALLFLEX – Novo Site

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.