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Notícias Região do Alto Vale do Itajaí

Governo de Santa Catarina investe no fortalecimento do agronegócio

Os produtores rurais do Alto Vale do Itajaí contam com o apoio do Governo do Estado para fomentar a agropecuária e minimizar os impactos da estiagem. As ações do Programa SC Mais Solo e Água e do Fomento Agro SC injetaram mais de R$ 3,8 milhões para apoiar os agricultores da região.

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Os produtores rurais do Alto Vale do Itajaí contam com o apoio do Governo do Estado para fomentar a agropecuária e minimizar os impactos da estiagem. As ações do Programa SC Mais Solo e Água e do Fomento Agro SC injetaram mais de R$ 3,8 milhões para apoiar os agricultores da região. Nesta quinta-feira, 28, o governador Carlos Moisés e o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, oficializam o repasse de recursos para famílias de 31 municípios da região e realizaram a entrega de 24 caminhões para fortalecer a agricultura familiar.

Só este ano, a Secretaria de Estado da Agricultura destinou R$ 3,1 milhões para minimizar os impactos da estiagem na região de Rio do Sul. As ações fazem parte do Programa SC Mais Solo e Água, que apoia a captação, armazenagem e distribuição de água, além da conservação de fontes e nascentes. Nos próximos três anos, o Programa contará com R$ 300 milhões em recursos para atender todo o estado.

“O Governo do Estado está fazendo o maior investimento da história para minimizar os impactos da estiagem em Santa Catarina. Em três anos, serão R$ 300 milhões em recursos, que trarão mais resiliência e mais competitividade para os nossos agricultores”, pontuou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

No Alto Vale do Itajaí, estão sendo apoiados 77 projetos de crédito para minimizar os impactos da estiagem. O governador e o secretário estão percorrendo as cidades para divulgar os resultados dos programas e também realizar a assinatura de contratos com produtores rurais beneficiados. Nesta quinta-feira, as entregas aconteceram em Aurora com a participação dos produtores Leonardo Selhorst, Joel Marcos Hillesheim e Ana Paula Selhorst Hillesheim, que representaram todos os beneficiários da região.

“Os recursos são muito importantes. Trabalhamos com a produção de cebola e, se não tivermos como distribuir a água, não conseguimos produzir. Nos últimos anos, períodos com estiagens têm sido recorrentes. Voltei recentemente para a agricultura, e com certeza, se esse apoio do Programa, não conseguiria fazer as aquisições dos equipamentos. Nossa família agradece muito pela ajuda”, contou Joel Marcos Hillesheim.

Fomento Agro SC

Os produtores rurais catarinenses contam ainda com financiamentos sem juros para investirem na melhoria do processo produtivo. Com o Fomento Agro SC, o Governo do Estado apoia investimentos para fomento à cadeias produtivas; agregação de valor e empreendimentos coletivos; arranjos produtivos locais e inclusão digital e qualificação de acesso à energia elétrica.

Nos municípios que fazem parte da região de Rio do Sul, são R$ 700 mil para projetos de apoio aos agricultores. Durante os atos do Governo do Estado em Ituporanga, os produtores Juliana Marques da Silva, Joel Leandro Eger e Sandra Castanha representaram todos os beneficiários do Alto Vale do Itajaí.

“É muito gratificante ver o resultado do nosso trabalho e os frutos gerados com a união de esforços entre Governo do Estado e produtores rurais. Temos uma agricultura forte e pujante, um agronegócio formado por agricultores familiares, que dedicam suas vidas à produção de alimentos e que contam com o apoio da Secretaria da Agricultura para seguir cumprindo sua missão com mais qualidade de vida e competitividade”, conclui o secretário Altair Silva.

Entrega de equipamentos

Ainda em Ituporanga, o governador Carlos Moisés e o secretário da Agricultura Altair Silva realizaram a entrega oficial de 24 caminhões basculantes que serão utilizados para melhorar a infraestrutura agrícola. Foram mais de R$ 8,4 milhões em recursos, provenientes de emenda do deputado Rogério Penhinha com contrapartida do Governo do Estado.

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural

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Trigo sobe no mercado interno mesmo com queda externa e dólar mais fraco

Reposição de estoques na entressafra, oferta restrita no spot e gargalos logísticos elevam cotações. Farinhas encarecem e farelo recua com menor demanda na ração.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do trigo no Brasil seguem em alta, na contramão do mercado internacional e da desvalorização do dólar frente ao real. A leitura é do Cepea, que atribui o movimento doméstico à necessidade de reposição de estoques pelos compradores, à baixa disponibilidade no mercado spot durante a entressafra e à postura retraída dos vendedores, concentrados nos trabalhos da safra de verão.

Foto: Cleverson Beje

Com menos oferta imediata e compradores ativos para recompor posições, as negociações internas ganharam firmeza. Do lado vendedor, a prioridade dada às atividades de campo reduz a liquidez no físico e reforça a pressão altista nas cotações.

No exterior, o cenário é distinto. As cotações futuras recuaram nas bolsas norte-americanas, influenciadas pelo aumento dos estoques globais e pelas chuvas recentes nas Grandes Planícies do sul dos Estados Unidos, fator que melhora a condição das lavouras e reduz prêmios de risco climático.

Foto: Luiz Magnante

Nos derivados, o comportamento é divergente. O farelo de trigo registrou queda na última semana, pressionado pelo aumento da oferta e pela menor demanda, com consumidores já abastecidos ou substituindo o insumo em formulações de ração animal.

Já as farinhas avançaram, refletindo o encarecimento da matéria-prima e a necessidade de reposição por parte dos moinhos.

Além da dinâmica de oferta e demanda, moinhos relatam dificuldades logísticas. Restrições no transporte, associadas ao pico da colheita de soja, reduzem a disponibilidade de fretes e atrasam fluxos de entrega, adicionando custo e incerteza às operações no mercado de trigo.

Fonte: O Presente Rural
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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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