Notícias
Governo apresenta a cerealistas iniciativas que aprimoram logística do agro no Paraná
Em evento da Associação das Empresas Cerealistas, autoridades mostraram que o Estado tem trabalhado para apresentar a melhor logística desde a produção até a entrega do produto no Exterior. Foram enumerados programas de melhorias de estradas rurais, de energia renovável, de energia no campo, além dos investimentos nos portos.

O Paraná trabalha para ter uma logística bem estruturada que possibilite ao setor agropecuário maior eficiência desde a produção até a entrega dentro do País ou no Exterior. As iniciativas do governo para que isso aconteça foram apresentadas nesta semana em evento organizado pela Associação das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná (Acepar), em que se discutiu as oportunidades e desafios da logística para o agro.
O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, destacou que o Paraná, apesar de representar apenas 2,34% do território brasileiro e ter 85% de seus 305 mil estabelecimentos rurais com área inferior a 50 hectares, ocupa lugar de destaque na produção agropecuária. “Somos responsáveis por cerca de 17% da produção nacional e talvez sejamos hoje o principal estado produtor em termos de qualidade na agricultura”, disse. “Temos um povo altamente trabalhador e inovador e alguns ambientes com clima bem definido que possibilitam participar de várias cadeias produtivas, que nos diferencia de outros estados”.
O Estado e o Sistema Estadual de Agricultura têm se colocado desafios, sendo um dos principais o aumento de eficiência no uso dos recursos naturais e de sistemas de produção. “Precisamos voltar a pensar o solo como ciência e tecnologia, para devolver a vida a ele”, propôs Natalino. Mas também se referiu às exigências crescentes em relação às condições sanitárias, a busca de qualidade e redução de custo de produção, além da ampliação do uso de energias limpas.
Ações
Entre as ações com vistas à melhorar a infraestrutura, ele apresentou o Programa Estradas da Integração por meio do qual, em parceria com prefeituras, o Estado está melhorando a qualidade de estradas rurais. Em pavimentação foram investidos R$ 412 milhões entre 2019 e 2023. Com isso foi possível melhorar o tráfego em 1.234 quilômetros de estradas, beneficiando 960 comunidades e 83,4 mil famílias.
O Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR) tem estimulado os agricultores a usar energia renovável e, quando possível, transformar os dejetos animais em
fontes energéticas. O programa acatou 4.082 projetos, com investimento de R$ 663,9 milhões e R$ 221,7 milhões em juros equalizados entre agosto de 2021 e maio de 2024.
Também há investimento estadual no Programa Paraná Trifásico, com vistas à renovação da espinha dorsal da rede de distribuição até 2025. A previsão é investir R$ 3 bilhões em 25 mil quilômetros de redes. Até agora foram realizados pouco mais de 17 mil quilômetros em 366 municípios a um custo de R$ 2 bilhões.
O Estado também está em tratativas com o setor privado e com o governo federal para melhorar a conectividade. E deve lançar em breve o programa Irriga Paraná, que se segue à homologação da Lei 21.994/2024, que criou o Programa Estadual de Segurança Hídrica na Agricultura. A proposta é trabalhar, de forma integrada alguns aspectos como outorga e licenciamento, gestão de bacias, manejo integrado de solos e água, captação e armazenamento de águas pluviais, implantação de reservatórios, e recuperação e proteção de nascentes.
Portos
O diretor de Operações Portuárias da Portos do Paraná, Gabriel Perdonsini Vieira, apresentou uma radiografia do sistema portuário estadual. “Estamos trabalhando para sermos o mais produtivo possível e sabemos que essa produtividade passa diretamente pela logística”, afirmou. “As empresas se instalam por atratividade, pelo menor preço logístico e pela maior eficiência”.
Segundo ele, a posição geográfica dos portos paranaenses é estratégica. “Estamos capacitados para atender a demanda mundial”, salientou. Paranaguá possui hoje cerca de 5 quilômetros de cais, com aumento de pouco mais de 1 quilômetro desde a década de 1970.
No entanto, naquela década embarcava 2,5 milhões de toneladas de produtos, subindo em 2023 para 65,3 milhões de toneladas, volume que se esperava ser atingido somente em 2040. “Isso nos faz ser o porto mais eficiente do País, e um dos mais eficientes do mundo em termos de movimentação de tonelada por metro linear de cais”, acentuou Vieira.
Segundo ele, o resultado é fruto de empreendimentos em modernização, tecnologia, capacidade operacional e em eficiência, particularmente para atender o setor do agronegócio. O trabalho continua, com cerca de R$ 400 milhões sendo investidos em dragagem, além de outras melhorias que acontecem nas rodovias de acesso aos terminais e no moderno Moegão, que possibilitará o descarregamento de 900 vagões por dia. Nessa modernização são investidos quase R$ 600 milhões.
Atualmente 77% das cargas ainda chegam por meio rodoviário ao porto, outros 20% seguem por ferrovias e aproximadamente 3% por oleoduto. Melhorias no sistema rodoviário virão com um pacote de concessões, com investimento de R$ 55 bilhões. Como o custo de transporte é fundamental na logística, o Estado também trabalha o projeto da Nova Ferroeste, que vai ligar Maracaju (MS) a Paranaguá e reduzir gastos com transporte de mercadorias.
Somar forças
O presidente da Associação das Empresas Cerealistas do Paraná, Alberto Araújo, destacou que o objetivo do encontro foi conhecer a logística estadual para somar forças em favor da agricultura paranaense. “O setor do agro tem um ambiente competitivo, dinâmico e desafiador, e precisamos entender como, juntos, podemos melhorar esse ambiente”, afirmou. “Não queremos vantagens, queremos apenas um campo igual de batalha”.
Também participaram do evento o senador Sérgio Moro, o deputado estadual Luiz Fernando Guerra e o presidente da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil, Jerônimo Goergen.

Notícias
ASES realiza segundo módulo do programa de capacitação voltado aos produtores rurais do estado
Criado pela Associação dos Suinocultores do Espirito Santo, o programa visa aproximar os produtores das novas tecnologias, promover a troca de experiências e contribuir para que a suinocultura capixaba continue evoluindo de forma sustentável e competitiva

A Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) realizou, no dia 17 de junho, em Conceição do Castelo, o segundo módulo do Qualificases, programa de capacitação voltado aos produtores rurais do estado. O encontro aconteceu no Restaurante Santa Luzia e reuniu associados, profissionais do setor e parceiros em uma noite marcada pelo compartilhamento de conhecimento, troca de experiências e fortalecimento da suinocultura capixaba.
Com apoio da Qualyprev e da Avioeste, a programação contou com a palestra “Tecnologias para melhorar a qualidade de vida das pessoas e potencializar os resultados”, ministrada por Edson Marangoni, gerente de Operações Técnicas e Comerciais da Avioeste. Durante a apresentação, foram discutidas soluções e ferramentas que contribuem para uma produção mais eficiente, aliando tecnologia, gestão, desempenho e bem-estar no ambiente de trabalho.
Para o presidente do Conselho Deliberativo da ASES, Marco Mosquini, investir na capacitação dos produtores é uma das principais formas de fortalecer o setor. “O conhecimento é um dos maiores patrimônios que podemos oferecer aos nossos associados. O Qualificaases foi criado justamente para aproximar os produtores das novas tecnologias, promover a troca de experiências e contribuir para que a suinocultura capixaba continue evoluindo de forma sustentável e competitiva. Ficamos satisfeitos com a participação dos produtores e com o interesse e esperamos que mais possam participar no próximo”, frisou Mosquini.
O palestrante, Edson Marangoni destacou que a tecnologia tem papel fundamental para garantir a sustentabilidade da atividade, tanto do ponto de vista produtivo quanto humano. “Hoje, quando falamos em melhorar processos e aumentar a produtividade, inevitavelmente precisamos olhar para a tecnologia. O setor enfrenta desafios importantes, como a necessidade de melhoria contínua e a escassez de mão de obra nas granjas. A tecnologia não vem para substituir as pessoas, mas para apoiá-las, reduzindo o esforço físico, tornando as decisões mais assertivas e proporcionando mais qualidade de vida para produtores e colaboradores.”
Segundo Marangoni, a automação também é uma ferramenta importante para atrair as novas gerações ao campo. “Os jovens estão dispostos a trabalhar no agro, mas esperam encontrar um ambiente mais tecnológico e automatizado. Quando utilizamos ferramentas inteligentes, conseguimos produzir com mais eficiência, oferecer melhores condições de trabalho e criar um ambiente mais adequado tanto para quem trabalha quanto para os animais. Esse é o caminho para uma produção cada vez mais sustentável e competitiva.”
E finaliza: “A tecnologia não vem para substituir as pessoas. Ela vem para contribuir. Ela torna os processos mais assertivos, reduz tarefas repetitivas e ajuda o produtor a tomar melhores decisões, sempre com foco na produtividade e na qualidade de vida.”
O Qualificases integra as ações desenvolvidas pela Associação para incentivar a atualização técnica dos suinocultores, promover o acesso à informação de qualidade e fortalecer a cadeia produtiva da suinocultura no Espírito Santo. Ao final do encontro, os participantes participaram de um jantar de confraternização, reforçando o espírito de união e colaboração que marca o programa.
Notícias
Consumo recorde impulsiona debates sobre o futuro da avicultura de postura no Brasil
Com mercado em expansão e exportações em alta, SIAVS reunirá especialistas para discutir tendências e oportunidades para a cadeia produtiva

O crescimento do consumo de ovos no Brasil, a abertura de novos mercados internacionais, as estratégias para agregação de valor aos produtos e os avanços tecnológicos estarão entre os principais temas debatidos durante o Simpósio Ovos Brasil, realizado dentro da programação do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), de 4 a 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
O encontro reunirá especialistas, produtores e empresas para discutir os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva de ovos em um momento de expansão do setor, marcado pelo fortalecimento do consumo interno e pelo avanço das exportações brasileiras.
De acordo com a coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Tabatha Lacerda, a programação foi estruturada para oferecer uma visão ampla sobre o futuro da avicultura de postura. “Entre os temas centrais estarão o comportamento do mercado global de ovos, as oportunidades de abertura de mercados internacionais para os produtos brasileiros, estratégias de marketing e posicionamento para ampliar o consumo e agregar valor aos produtos, além de questões ligadas ao planejamento patrimonial, sucessório e tributário das empresas do setor”, explica.
Conforme salienta, os assuntos debatidos serão estratégicos para garantir competitividade e sustentabilidade da atividade nos próximos anos. “Para sustentar esse avanço, é fundamental que produtores e empresas estejam preparados para compreender as tendências de mercado, identificar oportunidades comerciais, fortalecer suas marcas e estruturar seus negócios para os desafios das próximas décadas”, reforça.
Consumo recorde fortalece cadeia produtiva
As discussões ocorrem em um momento histórico para o setor. Segundo projeções da ABPA, o consumo per capita de ovos no Brasil alcançou 288 unidades por habitante ao ano, o maior patamar já registrado no país. Para Tabatha, o resultado está diretamente ligado à consolidação do ovo como um alimento essencial na dieta dos brasileiros.
“O principal fator é o reconhecimento cada vez maior do ovo como um alimento completo, nutritivo, seguro e acessível. Hoje, o consumidor tem mais informação sobre os benefícios nutricionais do produto, que oferece proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais essenciais para uma alimentação equilibrada”, realça.
Além desses atributos, a versatilidade do alimento contribuiu para ampliar sua presença no dia a dia da população. “Esse crescimento demonstra a consolidação do ovo como uma das proteínas mais presentes na mesa dos brasileiros e confirma a capacidade do setor de atender a uma demanda crescente com qualidade, segurança e eficiência”, destaca.
Essa subida nos gráficos do consumo também impulsiona novos investimentos em produção, inovação, logística e desenvolvimento de produtos com maior valor agregado, fortalecendo a competitividade da atividade nacional.
Consumidor impulsiona inovação e diversificação
As mudanças no comportamento do consumidor têm direcionado os investimentos do setor. A busca por qualidade, rastreabilidade, segurança dos alimentos e praticidade estimulou a adoção de novas tecnologias e o desenvolvimento de soluções voltadas às diferentes demandas do mercado.
“Nos últimos anos, observamos avanços importantes em processos produtivos, controle de qualidade, certificações, bem-estar animal e desenvolvimento de embalagens mais práticas e informativas. Também cresceu a oferta de produtos com maior valor agregado, como ovos líquidos, linhas voltadas ao público que busca maior aporte proteico, praticidade e conveniência”, compartilha Tabatha.
Esse cenário abre espaço para diversificação de produtos, fortalecimento de marcas e ampliação do consumo em canais como food service, varejo de conveniência e alimentação fora do lar. “A tendência é que essa aproximação entre as demandas do consumidor e a capacidade de inovação da cadeia continue impulsionando o crescimento do setor nos próximos anos”, avalia.
Tecnologia e sustentabilidade em destaque no SIAVS
Além das discussões, os participantes do SIAVS terão acesso a um amplo conjunto de tecnologias, equipamentos e soluções voltadas para todas as etapas da produção.
Entre os destaques estão tecnologias de automação de granjas, monitoramento de desempenho em tempo real, sistemas de gestão baseados em dados, equipamentos para classificação e processamento de ovos, além de soluções para biosseguridade, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.
Também ganham espaço temas como rastreabilidade, bem-estar animal, redução de desperdícios, aproveitamento de subprodutos e melhoria da eficiência operacional.
“A presença dos principais fornecedores nacionais e internacionais de genética, nutrição, sanidade, equipamentos e tecnologia permitirá aos visitantes conhecerem tendências que já estão transformando a avicultura de postura no Brasil e no mundo, reforçando o papel do SIAVS como um ambiente estratégico para atualização, networking e geração de negócios”, conclui a coordenadora técnica da ABPA.
Notícias
Nova rota pelo Pacífico pode reduzir custos e aproximar agro brasileiro dos mercados asiáticos
Programa lançado pelo governo federal prevê integração com a Bolívia, fortalecimento da infraestrutura e criação de corredores logísticos para escoar grãos e carnes com mais competitividade.

Uma nova estratégia para encurtar distâncias e ampliar a competitividade do agronegócio brasileiro começou a sair do papel na terça-feira (23). O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil-Bolívia-Pacífico, iniciativa que busca criar alternativas para o escoamento da produção nacional por meio de corredores que atravessam a Bolívia e chegam aos portos do Oceano Pacífico.

Foto: Percio Campos/Mapa
A medida tem como objetivo reduzir custos logísticos, fortalecer a inserção internacional do agro brasileiro e ampliar o acesso aos mercados da Ásia e dos países banhados pelo Pacífico.
Durante a cerimônia de assinatura da portaria, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou a importância da iniciativa para aproximar a produção brasileira de mercados considerados estratégicos. “Quando a gente fala do agro, a gente precisa reconhecer o papel de protagonismo do estado de Mato Grosso, que é responsável por cerca de 35% disso tudo que nós falamos aqui. Que bom saber que um ato singelo, simples, que coroou um conjunto de esforços, é tão importante no sentido de reduzir distâncias, reduzir custos e viabilizar o acesso a esse mercado tão promissor”, enfatizou.
Alternativa às rotas tradicionais
A proposta cria uma alternativa aos atuais corredores de exportação utilizados pelo país. Na prática, produtos como grãos, carnes e outros itens agropecuários poderão seguir por rotas terrestres até a Bolívia e, de lá, alcançar os portos do Pacífico, encurtando o trajeto até os principais compradores asiáticos.
Além da redução dos custos de transporte, o programa prevê estímulo à agregação de valor da produção, desenvolvimento regional e atração de investimentos em

Ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou que a nova rota pelo Pacífico pode reduzir custos e ampliar a competitividade do agro brasileiro – Foto: Percio Campos/Mapa
infraestrutura e comércio exterior.
Segundo o coordenador-geral de Cooperativismo, Associativismo Rural e Agregação de Valor do Mapa, Nelson Andrade, a iniciativa está estruturada em quatro pilares. “Os eixos envolvem apoio à infraestrutura e logística, facilitação regulatória e do comércio internacional, cooperação técnica e sanitária e promoção comercial com atração de investimentos”, explicou.
Mato Grosso no centro da estratégia
Por fazer fronteira com a Bolívia e concentrar a maior produção agropecuária do Centro-Oeste, Mato Grosso desponta como um dos principais beneficiados pela nova rota.
A expectativa é que a integração de trechos rodoviários, como a MT-199, fortaleça o oeste mato-grossense como porta de acesso ao Pacífico, ampliando a competitividade da produção regional.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, acredita que a iniciativa poderá impulsionar o desenvolvimento econômico da região. “Essa integração vai encurtar caminhos e desenvolver uma região que possui terras fantásticas e uma agricultura forte. Esse corredor que agora se abre para o oeste de Mato Grosso certamente vai melhorar a competitividade e trazer benefícios em todos os sentidos”, afirmou.

Foto: Percio Campos/Mapa
Projeto começou a ser articulado em 2024
De acordo com o ex-secretário-executivo do Mapa, Irajá Lacerda, o programa é resultado de um trabalho iniciado em 2024 e construído em conjunto com diferentes órgãos e setores. “Hoje é a consolidação de muitos anos de trabalho. Foram três anos e três meses dialogando com todos os ministérios e com todos os setores para mostrar que a fronteira oeste de Mato Grosso e a fronteira entre Brasil e Bolívia precisavam ser vistas como uma zona de integração”, disse.
O presidente do Comitê de Integração Brasil-Bolívia em Mato Grosso, Pedro Panoff de Lacerda, classificou a iniciativa como uma antiga demanda regional. “Essa rota mais próxima é um sonho para o estado de Mato Grosso”, destacou.
Próximos passos
O programa prevê a realização de estudos técnicos, recomendações estratégicas, monitoramento das ações e articulação entre diferentes instituições. A execução também poderá contar com parcerias público-privadas nacionais e internacionais.
A regulamentação ficará a cargo da Secretaria-Executiva do Mapa, responsável pela criação de um Comitê Gestor para acompanhar a implementação das ações.
Com a iniciativa, o governo busca diversificar os corredores logísticos do país e ampliar a competitividade do agronegócio brasileiro em um mercado cada vez mais disputado.



