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Goiás reduz insegurança alimentar em 24,6% e se consolida entre os estados com melhores índices do país, segundo IBGE

Pesquisa aponta que Estado alcançou a segunda maior queda do Brasil no número de domicílios com insegurança alimentar grave.

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Fotos: Goiás Social

Goiás é hoje um dos estados com menor número de pessoas em situação de insegurança alimentar no Brasil. A constatação vem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na sexta-feira (10) a mais recente edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). De acordo com o levantamento, a insegurança alimentar no estado caiu 24,6% em 2024, resultado que coloca Goiás entre os cinco estados com melhor desempenho do país.

Resultados do IBGE refletem o impacto direto das ações implementadas no estado pelo Goiás Social

Atualmente, mais de 2,3 milhões de famílias goianas vivem em segurança alimentar, com acesso regular a refeições adequadas e de qualidade. O número representa um avanço expressivo de 10,1% em relação a 2023, consolidando uma tendência de melhora em todos os níveis de severidade da insegurança alimentar. A pesquisa também aponta que Goiás alcançou a segunda maior queda do Brasil no número de domicílios com insegurança alimentar grave, passando de 102 mil para 65 mil lares. O número representa uma redução de 36,3%, muito superior à média nacional de 19,9%.

Os resultados refletem o impacto direto das ações implementadas pelo Goiás Social, programa coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado e reconhecido como o maior e mais completo programa de superação da pobreza do Brasil. “Não existe dignidade com fome. O governador Ronaldo Caiado tem trabalhado desde o primeiro dia para não deixar ninguém ser esquecido em Goiás, garantindo dignidade nos momentos de emergência e, depois, dando as ferramentas para que as famílias possam deixar a vulnerabilidade. É por isso que hoje o Goiás Social é referência nacional no combate à pobreza”, afirmou Gracinha Caiado.

Entre os programas que compõem essa política, o Restaurante do Bem mantém 17 unidades em funcionamento em todo o estado, servindo refeições nutritivas a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde 2019, já foram entregues mais de 22 milhões de refeições, com investimento total de R$ 156 milhões. Já o programa Mães de Goiás garante uma transferência de renda de R$ 300 mensais a mulheres com filhos de até seis anos. A iniciativa já beneficiou mais de 200 mil usuárias em todos os 246 municípios goianos, com investimento acumulado de R$ 962 milhões, desde 2021.

Além disso, o Programa NutreBem distribui o Mix do Bem, alimento nutritivo composto por arroz, proteína de soja e legumes desidratados, beneficiando milhares de famílias em todo o estado. Desde 2019, o governo estadual também já distribuiu 1,6 milhão de cestas básicas, em parceria com a OVG, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. A Ouvidoria Social, outro braço do programa, realiza atendimentos diretos a famílias em situação de vulnerabilidade na Região Metropolitana de Goiânia. O Banco de Alimentos, que funciona em parceria com a Ceasa e a Secretaria de Agricultura, já realizou também cerca de 150 mil atendimentos, beneficiando mais de 400 instituições sociais e milhares de famílias, com investimento de R$ 8,5 milhões.

Para Gracinha Caiado, o investimento social contínuo e foco em resultados concretos faz com que Goiás se consolide hoje como referência nacional na redução da pobreza e da fome, mostrando que políticas públicas planejadas e integradas podem transformar realidades e garantir um futuro mais digno para todos. “Os números do IBGE confirmam que as políticas públicas do governo de Goiás estão de fato transformando vidas. Essa é nossa maior missão. Cada cesta entregue, cada refeição servida, cada mãe beneficiada representa mais que números. É esperança, é dignidade e é futuro para milhares de famílias goianas”, conclui.

Fonte: Assessoria Governo de Goiás

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Faturamento do agro baiano chega a quase R$ 60 bilhões em 2025

Resultado representa crescimento em relação aos R$ 54,8 bilhões registrados em 2024, confirmando avanço nominal do faturamento estadual.

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Foto: Shutterstock

A agropecuária da Bahia encerra 2025 com Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 59,6 bilhões, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), divulgados em 21 de novembro. O resultado representa crescimento em relação aos R$ 54,8 bilhões registrados em 2024, confirmando avanço nominal do faturamento estadual. Apesar disso, a participação da Bahia no VBP nacional apresenta leve recuo, passando de 4,33% para 4,22%, reflexo do crescimento mais acelerado observado em outros estados com maior peso na produção agropecuária brasileira.

O desempenho baiano segue fortemente ancorado na soja, que permanece como principal produto do estado. Em 2025, a oleaginosa atinge R$ 16,75 bilhões, acima dos R$ 15,21 bilhões registrados em 2024. O avanço consolida a soja como o principal vetor de geração de valor no agro baiano, respondendo por parcela significativa do VBP estadual.

Na sequência, o café aparece como a segunda maior cadeia em valor, alcançando R$ 7,81 bilhões em 2025, frente aos R$ 5,53 bilhões do ano anterior. O crescimento expressivo reforça a relevância da cafeicultura para a estrutura produtiva da Bahia. O algodão também apresenta avanço relevante, passando de R$ 6,54 bilhões em 2024 para R$ 7,58 bilhões em 2025, mantendo-se entre as principais culturas agrícolas do estado.

Entre as cadeias pecuárias, a bovinocultura de corte registra VBP de R$ 7,04 bilhões, acima dos R$ 5,96 bilhões contabilizados em 2024. O resultado consolida a pecuária bovina como um dos pilares do agro baiano, embora com participação menor em relação às grandes lavouras. O frango alcança R$ 2,39 bilhões, levemente acima dos R$ 2,24 bilhões do ano anterior, enquanto o leite soma R$ 1,42 bilhão, também acima dos R$ 1,35 bilhão registrados em 2024.

Outras culturas relevantes apresentam crescimento moderado. A banana avança para R$ 2,41 bilhões, ante R$ 2,96 bilhões no ano anterior, enquanto o milho sobe para R$ 2,87 bilhões, superando os R$ 2,34 bilhões de 2024. O cacau mantém trajetória positiva, chegando a R$ 5,40 bilhões, ligeiramente acima do valor observado no ano anterior.

Retrações

As retrações concentram-se em cadeias de menor peso relativo, como arroz e amendoim, cujas variações não alteram de forma significativa o desempenho agregado do estado. A composição do VBP baiano permanece fortemente concentrada nas lavouras, que respondem por aproximadamente 80% do valor total, enquanto a pecuária representa cerca de 20%.

O histórico do VBP estadual mostra trajetória de crescimento gradual desde 2018, quando o faturamento era de R$ 37,9 bilhões, até atingir o patamar atual. É importante destacar que os valores estão expressos em termos correntes e não consideram a inflação acumulada do período, o que significa que parte do crescimento observado reflete variações de preços, além de mudanças na produção física.

Anuário do Agronegócio figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Brasil amplia acesso a mercados da Malásia e Mianmar

Autorizações envolvem produtos de origem animal, oleaginosas, castanhas e mudas de café e reforçam a diversificação das exportações do agronegócio.

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Foto: Shutterstock

O governo brasileiro concluiu novas negociações sanitárias que resultam na abertura de mercados para produtos agropecuários na Malásia e em Mianmar, ampliando a presença do Brasil em países estratégicos da Ásia. As autorizações fortalecem tanto a agregação de valor à produção quanto a diversificação da pauta exportadora nacional.

No caso da Malásia, foi liberada a exportação de farinha processada e óleo de aves, produtos derivados do processo de reciclagem animal. A atividade transforma subprodutos da cadeia pecuária em insumos utilizados na nutrição animal, contribuindo para maior eficiência produtiva e sustentabilidade do setor. O mercado malaio é considerado relevante para o agronegócio brasileiro, tendo importado quase US$ 1,2 bilhão em produtos agropecuários do Brasil no último ano.

Já em Mianmar, a autorização contempla a exportação de amendoim, gergelim, castanha-do-brasil, castanha de baru e mudas de café. A medida amplia o portfólio de produtos brasileiros com acesso ao país e cria novas possibilidades para segmentos além das cadeias tradicionais de exportação. Em 2025, Mianmar importou mais de US$ 38 milhões em produtos agropecuários brasileiros.

Com os novos acordos, o Brasil chega a 534 oportunidades de acesso a mercados internacionais desde o início de 2023, consolidando a estratégia de expansão comercial do agronegócio por meio de negociações sanitárias e fitossanitárias.

Fonte: O Presente Rural
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Copagril realiza Assembleia Geral Ordinária nesta sexta-feira em Marechal Cândido Rondon

Encontro reúne cooperados para apresentação dos resultados de 2025 e marca estreia do Relatório Anual em formato digital.

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Foto: Divulgação/Copagril

A Cooperativa Agroindustrial Copagril realiza nesta sexta-feira (30) a Assembleia Geral Ordinária (AGO), um dos principais compromissos do calendário institucional da cooperativa. O encontro está marcado para as 14h30, no Salão Social da AACC, em Marechal Cândido Rondon (PR), e reunirá cooperados para a apresentação dos resultados, números da cooperativa e o balanço do exercício de 2025.

A AGO é o momento central de prestação de contas e compartilhamento de informações, fortalecendo a gestão democrática e permitindo que os cooperados acompanhem, de forma direta, o desempenho e as perspectivas da Copagril.

Segundo o diretor-presidente, Eloi Darci Podkowa, a participação dos associados é fundamental para o fortalecimento da cooperativa. “A Assembleia Geral Ordinária é o momento em que o cooperado exerce plenamente o seu papel dentro da cooperativa, acompanhando os resultados, entendendo as decisões e contribuindo para a construção do nosso futuro coletivo”, afirma.

Relatório Anual em formato digital

A edição de 2025 da Assembleia traz uma novidade: o Relatório Anual da Copagril passa a ser disponibilizado exclusivamente em formato digital. A iniciativa reforça o compromisso da cooperativa com a inovação, a sustentabilidade e a modernização dos processos, além de ampliar o acesso às informações e reduzir o uso de papel.

O documento reúne dados, resultados e informações estratégicas que permitem ao cooperado acompanhar, de forma clara e detalhada, a atuação da cooperativa ao longo do último exercício, contribuindo para uma tomada de decisão mais consciente e participativa. “A disponibilização do relatório em formato digital é um avanço importante. Ele ficará disponível no site oficial da cooperativa, facilitando o acesso às informações e demonstrando a responsabilidade da Copagril com a sustentabilidade e a evolução dos seus processos de gestão”, destaca Podkowa.

A diretoria executiva reforça o convite para que os cooperados participem da Assembleia Geral Ordinária, considerada um instrumento essencial para o fortalecimento do cooperativismo e para a construção dos próximos passos da Copagril.

Fonte: O Presente Rural com Copagril
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