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Peixes

Goiás projeta exportar 20% da produção de peixes

Infraestrutura, certificação sanitária e agregação de valor abrem portas para mercados internacionais em expansão.

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Foto: Pixabay

O cultivo de peixes vem ampliando sua presença no agronegócio goiano. No último ano, a produção estadual de piscicultura alcançou 31.580 toneladas, volume 2,77% superior ao registrado em 2024, consolidando o avanço da atividade no estado. Os dados são apresentados de acordo com dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026.

A expansão é favorecida pela abundância de recursos hídricos e pelas condições climáticas favoráveis, fatores que contribuem para o crescimento contínuo da produção. Esse cenário tem estimulado a organização da cadeia produtiva e atraído produtores que antes atuavam principalmente na agricultura ou na pecuária.

Outro ponto que tem impulsionado o setor é o investimento na profissionalização da produção, além da regularização e da tecnificação de frigoríficos e agroindústrias, medidas que ampliam a conformidade sanitária e fortalecem a estrutura do segmento.

Com a disponibilidade de áreas para cultivo e a ampliação da infraestrutura de processamento e agregação de valor ao pescado, a piscicultura goiana também busca expandir sua presença em mercados externos, aproveitando o potencial exportador do estado.

Fonte: O Presente Rural

Peixes

Peixe BR participa da maior feira de pescados da América do Norte para ampliar exportações brasileiras

Evento reúne fornecedores de 50 países e conecta compradores e empresas da cadeia global de pescados.

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Foto: Jonathan Campos

A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) está participando da Seafood Expo North America, considerada a maior feira de negócios do setor de pescados da América do Norte. O evento teve início no último domingo (15) e segue até esta terça-feira (17) em Boston (EUA). A presença brasileira ocorre em um momento estratégico para fortalecer as exportações de pescado para os Estados Unidos, principal destino de produtos como tilápia e tambaqui.

Para o presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros, o momento é uma oportunidade importante de estreitar relações com a região e ampliar a divulgação da proteína brasileira. “A tilápia é o pescado mais exportado pelo Brasil e, juntamente com o tambaqui, os Estados Unidos são o principal comprador desses produtos, especialmente o filé de tilápia fresco”, realça.

Presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros: “A tilápia é o pescado mais exportado pelo Brasil e, juntamente com o tambaqui, os Estados Unidos são o principal comprador desses produtos, especialmente o filé de tilápia fresco” – Foto: Divulgação/Peixe BR

Segundo ele, com a nova tarifa de importação de 10%, o Brasil volta ao mercado com bastante força em função da qualidade dos produtos. “É hora de falar com os compradores americanos e reforçar as parcerias”, destaca.

A presença da entidade no evento também reforça o trabalho de promoção do pescado brasileiro no mercado internacional, destacando a rastreabilidade, a sustentabilidade e o potencial de crescimento da piscicultura nacional. Ao lado de Francisco, o vice-presidente do Conselho de Administração da Peixe BR, Juliano Kubitza, também está à frente dessa missão.

Além da participação institucional da entidade, empresas associadas também estarão presentes com estandes próprios na feira, apresentando seus produtos ao mercado internacional e ampliando as oportunidades de negócios com importadores e distribuidores. Entre as companhias brasileiras confirmadas estão a Ayamo, Brazilian Fish, Copacol, Zaltana e Mar & Terra.

Centro de negócios do setor, a feira reúne compradores, fornecedores e profissionais da indústria de seafood de todo o mundo e é considerada um dos principais pontos de encontro globais da atividade. A exposição concentra fornecedores de cerca de 50 países com o objetivo de conectar compradores norte-americanos a produtos, serviços e soluções da cadeia de pescados em um único ambiente.

Fonte: Assessoria Peixe BR
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Peixes

Produção de peixes em Pernambuco atinge 35,7 mil toneladas

Resultado coloca o estado na 10ª posição entre os maiores produtores do país, conforme o Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026.

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Foto: Shutterstock

A piscicultura em Pernambuco mantém trajetória de crescimento estável, com produção concentrada principalmente no cultivo de tilápia.

Em 2025, o estado produziu 35.750 toneladas de peixes, registrando avanço de 0,14% em relação ao ano anterior. Com esse resultado, Pernambuco ocupa a 10ª posição no ranking de produção entre os estados brasileiros, de acordo com dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026.

A atividade no estado tem se desenvolvido com base no uso de reservatórios artificiais, modelo adotado também em outras regiões do país. A tilápia, principal espécie cultivada, apresenta boa adaptação a diferentes condições de produção, o que contribui para a continuidade da atividade.

Esse cenário também favorece a formação de polos produtivos e novos negócios, além de estimular políticas públicas e investimentos privados voltados ao fortalecimento da piscicultura no estado.

Fonte: O Presente Rural
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Peixes

Produção de peixe avança na Bahia e reforça potencial da piscicultura

Dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026 indicam crescimento da atividade e demanda aquecida por pescado.

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Foto: Divulgação/CNA

A piscicultura na Bahia segue em expansão e apresenta condições favoráveis para ampliar a produção nos próximos anos. Em 2025, a atividade registrou crescimento de 3,70%, alcançando 36.700 toneladas de peixe de cultivo, volume superior às 35.616 toneladas produzidas em 2024.

A tilápia permanece como a principal espécie criada no estado, com produção estimada em 33.100 toneladas, o que representa cerca de 90% do volume total. As espécies nativas somaram aproximadamente 3.800 toneladas, enquanto outras espécies responderam por cerca de 150 toneladas.

De acordo com dados do Anuário de Piscicultura Brasileiro PeixeBR 2026, a cadeia produtiva baiana também se destaca pela participação de pequenos produtores, que desempenham papel importante no fortalecimento da atividade no estado.

O mercado consumidor em crescimento e a demanda aquecida por pescado têm incentivado investimentos em tecnologia de produção, genética, sanidade, nutrição e gestão nas propriedades. Esses fatores contribuem para aumentar a eficiência produtiva e melhorar os resultados da atividade.

Apesar do cenário positivo, ainda existem desafios para a expansão da piscicultura na Bahia, especialmente em relação à certificação e à ampliação do acesso ao mercado formal. Superar essas barreiras é apontado como um passo importante para que o setor continue avançando e ampliando sua participação na produção nacional de pescado.

Fonte: O Presente Rural
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