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Gestão eficiente é a proposta do Programa de Nutrição Inteligente da Cargill Alimentos-Nutron

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A gestão eficiente de uma propriedade rural está diretamente relacionada ao correto manejo nutricional, à redução de custos e ao lucro obtido pelo produtor. Esses são os princípios do Programa Nutrição Inteligente (NI), da Cargill Alimentos-Nutron, com ferramentas que permitem ajustar formulações da dieta, identificar e corrigir gargalos do manejo e aumentar o conforto animal dos bovinos leiteiros. O resultado é aumento da receita com a atividade.
 
Desenvolvido em 2008, o Programa NI foi implantado em cooperativas catarinenses que necessitavam de uma ferramenta amigável e eficiente para ajustes finos em nutrição. “Trata-se de uma solução que, comprovadamente, ajuda a produzir com mais eficiência e otimizar os investimentos em nutrição, muito importantes na atividade”, destaca Eduardo Vargas, gerente nacional de negócios leite da Cargill Alimentos.
 
O sistema integra cálculos variados de formulações de rações para vacas em lactação, além de permitir que a base de dados e as informações de cálculos da dieta recomendada sejam ajustadas de acordo com a realidade das propriedades leiteiras, considerando ainda as matérias-primas disponíveis na região e promovendo o balanceamento da nutrição por animal ou por lotes. “Dessa forma, o técnico consegue orientar o produtor sobre o desempenho de cada vaca ou lote em lactação, trabalhando com mais precisão e tornando a gestão da atividade mais eficiente”, destaca Vargas.
 
Resultados comprovados – Aumento de cerca de 30% da produção de leite por animal. Este foi o resultado conquistado pela Cooperativa Copérdia, sediada em Concórdia (SC), que utiliza o Programa Nutrição Inteligente desde seu desenvolvimento, em 2008.
 
Com 47 anos de existência, atendimento em 52 municípios e 17 mil associados, a cooperativa, que pertence ao Sistema Aurora, capta 10,4 milhões de litros/mês e deve fechar o ano com 125 milhões de litros. A evolução é evidente: em 2009, o volume anual era de 64 milhões de litros; em 2012, foram 109 milhões/t e, no ano passado, 116,7 milhões de litros. Atualmente, 140 pecuaristas utilizam o Programa e há cerca de dez novas adesões mensais. O aumento médio de produção entre esses cooperados foi de 22 litros por vaca/dia para 28,8 litros.
 
Para o presidente da Copérdia, Valdemar Bordignon, o Programa indiscutivelmente agrega maior produtividade aos pecuaristas de leite e, consequentemente, gera rendimento superior aos envolvidos, já que proporciona aumento do volume de leite. “Somente o ajuste nutricional gerou salto de produtividade entre 30% e 40%”, informa Bordignon.
 
Outro exemplo de trabalho bem sucedido com a introdução do Programa Nutrição Inteligente é a Cooperativa Regional Itaipu, sediada em Pinhalzinho (SC), com 45 anos de atividades e 2.591 associados, destes 890 são produtores de leite. Desde 2008, quando a ferramenta passou a ser oferecida aos cooperados, a média das vacas holandesas saltou de 13 litros/vaca/dia para 27 litros/vaca/dia.
 
Há seis anos, a Cooperitaipu coletava 36 milhões de litros de leite/ano, atualmente, o volume de captação é de 65 milhões de litros/ano, podendo chegar a 70 milhões de litros, em 2015. Nos últimos quatro anos, registrou incremento de 125% no faturamento ligado ao leite.
 
Para o presidente da Itaipu Arno Pandolfo, o Programa Nutrição Inteligente veio a colaborar com os trabalhos já desenvolvidos pela cooperativa. Foi uma forma de potencializar a produção de leite, reforçar o suporte técnico nas propriedades e, melhor ainda, traduzir em números e no papel os erros e acertos praticados pelos produtores”. Pandolfo ressalta que a Cargill Alimentos-Nutron e o seu pacote de treinamento “foram fundamentais para que os produtores criassem um controle maior da atividade leiteira focando a eficiência e controle nutricional”.
 
Sobre a Cargill Nutrição Animal – Nutron

A Cargill Alimentos – Nutron é líder em nutrição animal e, durante sete anos consecutivos, foi reconhecida pela Revista Globo Rural como a melhor empresa do setor no Brasil. Com trabalho focado em moldar a nutrição do futuro – do campo à mesa, passando por toda a cadeia produtiva –, a Cargill Alimentos – Nutron oferece produtos e serviços com os mais elevados padrões internacionais de qualidade. Baseia sua atuação em tecnologia, formação técnica dos seus profissionais e consolidação de parcerias estratégicas para oferecer soluções práticas e eficazes aos diversos segmentos do mercado. Para isso, desenvolve núcleos, premixes e especialidades para bovinos de corte e de leite, aves, suínos, peixes e animais de companhia

Fonte: Ass. Impr. da Cargill- Nutron

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Conab reúne especialistas para conhecer ferramenta de mapeamento global de áreas agrícolas

Encontro com participação de instituições internacionais discutiu ferramentas do projeto europeu World Cereal e ampliou cooperação para aprimorar o monitoramento de grãos e a geração de dados estratégicos para o setor agropecuário.

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Foto: Shutterstock

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participaram, em Brasília, de um encontro com especialistas nacionais e internacionais para conhecer a plataforma de mapeamento global de áreas agrícolas desenvolvida pelo projeto europeu World Cereal.

Foto: Divulgação

A reunião, realizada na última semana no Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRH), teve como foco o uso de tecnologias de observação da Terra e o fortalecimento da cooperação técnica voltada ao monitoramento da produção agrícola e à geração de informações estratégicas para o setor.

Segundo a diretora de Política Agrícola e Informações da Conab, Naiara Bittencourt, a iniciativa reforça a importância da cooperação internacional para ampliar a qualidade das informações usadas na formulação de políticas públicas. “Essa é uma oportunidade de reforçar a cooperação internacional para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas para as informações da agropecuária, de forma a termos cada vez mais fontes de informações objetivas para auxiliar e basear a tomada de decisões”, afirmou.

Ela destacou ainda o impacto das mudanças climáticas sobre a produção agrícola global. “Essas novas tecnologias possibilitam trazer essas informações e, a partir delas, pensar qual é o impacto na produção agrícola, especialmente na produção de alimentos, e como isso se reverbera para os próximos anos”, completou.

Durante o encontro, os participantes conheceram o funcionamento da plataforma do World Cereal, que utiliza imagens de satélite e processamento de dados para

Foto: Shutterstock

mapear áreas agrícolas em escala global.

Para a gerente de Geotecnologias da Conab, Patrícia Maurício Campos, a avaliação da ferramenta é essencial para verificar sua aplicabilidade no Brasil. “Ao  compreender a operação do sistema é possível fazer uma melhor avaliação da ferramenta, de forma a analisar o potencial da sua aplicação no país e, caso venha a ser adotada, as necessidades de aprimoramento para a realidade brasileira”, disse.

O evento reuniu representantes de instituições como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de pesquisadores da Argentina, Chile, México e República Dominicana.

Foto: Fernando Dias

A Conab já desenvolve iniciativas próprias e em parceria para monitoramento agrícola. Em fevereiro, a companhia lançou o sistema Parque Cafeeiro, que utiliza imagens de satélite, bases territoriais e algoritmos de análise espacial para mapear áreas de produção de café no Brasil.

Segundo a diretora, a ferramenta também contribui para rastreabilidade e exigências de mercado. “Essa ferramenta também traz imagens de satélite, dados de bases territoriais oficiais e algoritmos de análise espacial que delimitam e identificam essa área de produção cafeeira. Isso é bom para o mercado não só no sentido da identificação, da proveniência e da rastreabilidade desse café, mas também da qualidade do produto e da segurança para os nossos produtores”, afirmou.

A estatal também integra o programa internacional Geoglam, voltado ao monitoramento agrícola global, e utiliza o sistema GLAM (Global Agriculture Monitoring), desenvolvido pela Universidade de Maryland a pedido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), adaptado à realidade brasileira.

Fonte: Assessoria Conab
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CMN endurece regras do Proagro e passa a exigir fotos georreferenciadas para comprovar perdas no campo

Mudanças aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional buscam reforçar controle do seguro rural e equilibrar a saúde financeira do programa, que terá novas regras aplicadas a partir de julho de 2026.

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Foto: Vanessa Kuntzer

Produtores rurais que solicitarem cobertura do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) terão de apresentar fotos georreferenciadas nas vistorias para comprovar perdas na lavoura. As imagens deverão conter dados de localização por GPS incorporados ao arquivo, permitindo validar o local afetado.

Foto: Gilson Abreu

A exigência faz parte de um conjunto de mudanças aprovadas na quinta-feira (25) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com o objetivo de reforçar os mecanismos de controle do programa.

Segundo o Banco Central (BC), responsável pela gestão do Proagro, o uso de imagens com georreferenciamento ajuda a comprovar que a área vistoriada corresponde, de fato, à propriedade atingida pela perda. A prática já vinha sendo incentivada desde as enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.

Controle maior sobre indenizações

Outra alteração aprovada pelo CMN muda a forma de cálculo das indenizações em casos de perdas mais severas. A produção efetivamente obtida pelo produtor passará a ser descontada do valor final da indenização.

De acordo com o Banco Central, a medida busca aprimorar a sustentabilidade financeira do programa, considerado o principal instrumento público de seguro rural

Foto: Gabriel Faria

do país.

Ajustes nas alíquotas

O monitoramento contínuo do Proagro também levou o CMN a revisar as chamadas alíquotas de equilíbrio e os adicionais pagos pelos produtores. Segundo o BC, a redução do risco médio observado no programa permitiu ajustes que tendem a reduzir o custo para a maior parte dos agricultores.

A alíquota de equilíbrio corresponde ao percentual pago pelo produtor para cobrir o risco de perda de safra em determinada cultura e região. Já o adicional é a taxa cobrada para adesão ao seguro.

Foto: Divulgação

O Banco Central afirma ainda que os valores das indenizações foram recalibrados para refletir de forma mais precisa o risco de quebra por produto e localização.

Regras passam a valer em 2026

As novas normas serão aplicadas às operações enquadradas no Proagro a partir de 1º de julho de 2026. O Banco Central afirma que as mudanças reforçam a sustentabilidade do programa e a proteção aos produtores rurais.

Criado em 1973, o Proagro é financiado pela União, pelas contribuições dos produtores e pelas receitas obtidas com a aplicação dos recursos do adicional pago pelos participantes.

Fonte: O Presente Rural
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Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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