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Guilherme Augusto Vieira

Gestão da Empresa Rural: os novos desafios do produtor rural

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Em face dos cenários econômicos, as empresas brasileiras estão enfrentando um ambiente caracterizado pela incerteza, mercados oscilantes, alta do dólar, além de uma indefinição política. Todo este cenário é qualificado como uma grave crise econômica, embora todos saibamos que os mercados são caracterizados por ciclos econômicos.

Sem distinção, as empresas agropecuárias (fazendas, granjas e demais) enfrentam os mesmos problemas que os demais setores (indústria, comércio e serviços), exigindo do produtor rural uma nova visão do produtor rural em da administração e gestão dos seus negócios.

Diante do panorama apresentado, é inegável a necessidade de abandonar a posição de sitiante/fazendeiro para assumir a posição de empresário rural, independente do tamanho da propriedade rural, do seu sistema de produção ou ambiente tecnológico. O grande desafio: evoluir da condição de proprietário rural ? Empresário rural.

Para que isto aconteça são necessários a formulação de algumas questões: Você sabe o preço da arroba produzida? O preço do seu frango? O litro de leite produzido? O custo do seu leitão? Ou a saca de milho produzida?

Outras questões, entre outras, são colocadas para os produtores rurais no Brasil são: como estarão nossas empresas no futuro? E quais serão os cenários por elas vivenciados? Será que realmente faço gestão em minhas propriedades?

Sem sombra de dúvidas, a gestão é realizada em todas as fazendas ou granjas do Brasil, se não elas não sobreviveriam ou até mesmo produzindo. A grande pergunta é: será que estou tendo lucro ou prejuízos? Quais os meus resultados financeiros ou econômicos? Quais os índices produtivos do meu rebanho ou da minha produção?

São questões que só podem ser respondidas se tiver um efetivo controle e mensuração de suas atividades. Existe uma máxima da administração que diz:

“Aquilo que não é mensurado não pode ser controlado”.

Talvez este é o grande gargalo da produção agropecuária brasileira, no qual muitos produtores reclamam do preço da arroba do boi, do preço do leite, do kilo do frango e não tem a resposta exata sobre estas variáveis e não sabem se estão tendo lucro ou prejuízo.

Mas afinal de contas o que é gestão?

Bulgacov (2006) nos ensina a diferença entre administração e gestão:

Administração

Concepção técnica racional e enfoque no processo administrativo. Assim, a administração é uma atividade universal, pensado racionalmente, que é desenvolvida com vistas à realização de um objetivo relacionado à organização, com uma visão gerencial do processo, focado única e exclusivamente nos processos administrativos.

Gestão

Concepção gerencial ampla. O termo gestão surgiu da necessidade de um novo conceito de administrar, que expressasse as mudanças que aconteciam dentro da ação administrativa, que superasse a visão tecnicista da administração, que fosse além das tarefas: coordenar, planejar, organizar, dirigir e controlar.

O Gestor de uma empresa além de administrar, tem que pensar de forma estratégica sua empresa, conhecer o mercado e o ambiente que está inserido, gerenciar os seus recursos e contratar pessoas.

Enfim, o produtor rural moderno deve adotar as ferramentas de gestão em sua propriedade, tornando-a uma empresa rural. Estas ferramentas são:

– Planejamento;

– Implementação;

– Controle e

– Ajustes

Para implementar estas ferramentas, o produtor junto com a Assessoria Técnica de um profissional de Ciências Agrárias (Veterinário, Agrônomo ou Zootecnista) deve fazer um estudo técnico, logo depois um estudo econômico e a partir deste momento elaborar os objetivos, metas e prazos para execução das atividades.

Além de tudo isto, para acompanhar as evoluções mercadológicas, o novo Gestor Rural deve agregar em suas ações o conceito de BUSINESS, adotando medidas como:

– Adotar técnicas modernas de gerenciamento;

– Dominar as tecnologias agropecuárias;

– Possuir lucratividade, produtividade;

– Ajustar-se às transformações sócio-econômicas, estabelecendo estratégias e qualidade;

– Adaptar-se às exigências dos consumidores e mercados.

Enfim são vários desafios a serem enfrentados. A nova ordem econômico e os processos do agronegócio exigem esta nova postura do produtor rural brasileiro.

Pensando nisto, a Qualyagro – Farmácia na Fazenda lançou o novo curso denominado Top de Gestão e Administração Rural direcionado a grupo de produtores e técnicos. É Top porque é fechado para grupos. Maiores informações: [email protected] ou visite nosso site: www.farmacianafazenda.com.br.

Fonte: Guilherme Augusto Vieira

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Bovinos / Grãos / Máquinas

Produtores de grãos ampliam interesse por pecuária intensiva de ciclo curto

Sistemas como TIP, RIP e semiconfinamento ganham espaço como alternativa para otimizar o uso das áreas entre safras.

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Foto: Divulgação

Este artigo nasce da crescente demanda de agricultores, em especial produtores de soja e milho, que buscam diversificar ou integrar suas atividades com a pecuária de corte. Ao longo das minhas consultorias, notei um interesse latente não apenas nos sistemas tradicionais de confinamento e semiconfinamento, mas, sobretudo, na viabilidade da Recria Intensiva a Pasto (RIP) e da Terminação Intensiva a Pasto (TIP) como estratégias de aceleração do ciclo produtivo.

Artigo escrito por Guilherme Augusto Vieira, médico Veterinário, doutor em História das Ciências.

Minha motivação para aprofundar esses estudos também foi impulsionada por viagens técnicas às principais regiões produtoras de grãos. Ao ministrar palestras sobre pecuária intensiva para grupos de produtores, percebi uma demanda latente por maior clareza sobre a lógica do mercado e os processos produtivos. Essa vivência foi o catalisador para que eu sistematizasse esse conhecimento e editasse o Manual específico.

Provavelmente o título nos remete as bases conceituais do sistema lavoura-pecuária. Entretanto o objetivo do artigo é elucidar quais os verdadeiros motivos, técnicos e econômicos, que levam os produtores de grãos entrarem na produção de pecuária de corte.

Segundo Klutchcouski et al (2003), O sistema de integração Lavoura-Pecuária (ILP) é uma estratégia de produção que integra culturas anuais e pecuária, no mesmo espaço, em consórcio, sucessão ou rotação, e busca potencializar a sinergia entre os componentes pecuária e lavoura.

Normalmente, a integração Lavoura-Pecuária é implantada em duas circunstâncias: quando a lavoura é cultivada em áreas de pastagens ou quando a pastagem é introduzida em áreas de lavoura. O sistema mais conhecido é a consorciação soja ou milho com o Brachiária ruziziensis, muito utilizado pelos produtores de grãos.

Kluthcouski et al (2003) aponta vários benefícios ao utilizar o sistema lavoura-pecuária, a se destacar:

  1. Benefícios da lavoura para a pecuária: Rapidez e economicidade para pastagem tornando mais fácil a recuperação das pastagens além de que a formação de pastagem após o período da atividade agrícola é mais rápida e a custos menores;
  2. Benefícios da pecuária para a lavoura: Recuperação física, química e biológica do solo; Cobertura do solo.

Várias são as vantagens do Sistema de Integração Lavoura – Pecuária: aumento da produção de grãos e carnes, redução de custos de produção, produtores mais capitalizados, uso eficiente da terra e principalmente a tão sonhada sustentabilidade da agropecuária.

Voltando ao objetivo deste artigo, muitos produtores vêm integrando a pecuária de ciclo curto em suas propriedades, aproveitando a janela entre safras para o pastejo. Essa estratégia otimiza o uso da terra, permitindo que as áreas de grãos recebam pastagens temporárias antes de retornarem ao cultivo agronômico principal.

Entre as produções de ciclo curto destacam-se : o semiconfinamento, TIP, RIP e o confinamento de bovinos.

Vale enfatizar , que há muito tempo , os pecuaristas ( de leite e confinadores) adotam a “integração” lavoura- pecuária, citando o caso do plantio de milho/sorgo para produção de silagens e com ótimos benefícios para a nutrição animal.

Figura 1 Exemplo de Semiconfinamento – Foto: Arquivo pessoal

Mas o que é semiconfinamento, TIP, RIP e confinamento? qual diferença entre estes sistemas?

De acordo com Trivellato (2018), entende-se por semiconfinamento como o sistema de produção intensiva de bovinos que consiste na engorda de animais onde são utilizadas pastagens como alimentos volumosos e o fornecimento de ração concentrada nos cochos dispostos nos piquetes ou invernadas.

A figura evidencia um semiconfinamento com pastagens de ótima qualidade e o fornecimento de rações para os animais.

O tema terá prosseguimento na segunda parte deste artigo, dedicada ao exame detalhado dos demais sistemas intensivos de produção bovina. Até breve

Deseja conhecer mais sobre sistemas de pecuária intensiva, clique aqui.

Sugere-se a leitura do Manual Prático Confinamento de Bovinos para pecuaristas e agricultores de autoria de Guilherme Vieira. Disponível clicando aqui.

Conheça o Manual Recria Turbinada – RIP  de nossa autoria ( Instagram @farmacianafazenda)

Fonte: Artigo escrito por Guilherme Augusto Vieira, médico Veterinário, doutor em História das Ciências.
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Bovinos / Grãos / Máquinas Bovinos

Ingestão de água com algas pode levar animais a morte

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Guilherme Augusto Vieira[1]

 Se a sua fazenda apresenta este problema, seus animais correm sérios riscos de ficarem doentes e até mesmo ir a óbito.

Quem explica é o Médico Veterinário e Professor Universitário Guilherme Vieira.

Estas algas, dentre os grupos de algas que se desenvolvem nos bebedouros, estão as Cianobactérias, que é um grupo de algas cianofíceas.

Algumas florações de cianobactérias provocam alterações no gosto e no sabor da água, redução no oxigênio dissolvido, além da liberação de toxinas prejudiciais à saúde do homem e dos animais. De acordo com o Professor , há diversos registros de morte por envenenamento de bovinos, equinos, suínos, ovelhas, cães, peixes e invertebrados.

As toxinas das cianobactérias são conhecidas como cianotoxinas. As cianotoxinas produzidas ficam contidas dentro das células de cianobactérias em crescimento ativo, são liberadas para a água quando as células envelhecem, morrem ou rompem, tornando-se toxinas dissolvidas na água.

Um dos gêneros mais comuns de incidência nas florações algais é o gênero Microystis que sintetiza uma hepatotoxina chamada Microcistina, que pode permanecer na água por mais de 03 semanas (JACINAVICIUS, 2015)

 

Mas porque ocorre o aparecimento de algas no interior dos bebedouros dos bovinos?

O aumento da “população” de algas nos ambientes aquáticos deve-se a ocorrência da Eutrofização, que vem a ser um enriquecimento artificial causado pelo aumento das concentrações de nutrientes na água, principalmente por compostos nitrogenados e fosfatados, resultando num aumento dos processos naturais da produção biológica (Veiga,2011 apud Silva,2011).

A eutrofização natural ocorre em águas provenientes do escoamento superficial e também dos rios das bacias de drenagem que arrastam a matéria orgânica para dentro destes ecossistemas. Daí conclui-se que a captação de água dos rios são armazenadas e distribuídas aos bebedouros encontra-se rica em matéria orgânica , fato este que propicia ao aparecimento das algas.

Além disso, segundo levantamentos e pesquisas relatadas por Vieira (2019), na maioria das vezes não há uma limpeza e higiene dos bebedouros nas fazendas, não ocorre tratamento das águas ,  propiciando o desenvolvimento das algas e bactérias nos bebedouros.

Vale ressaltar, que depois que publiquei este relato de caso no meu site, recebi várias comunicações de bebedouros sujos com algas em todo o Brasil, mortes de animais e outras conversações sobre o assunto, mas nada que pudesse comprovar os fatos.

Outra questão importante é quanto a ingestão da água de qualidade. Bebedouros com águas sujas limitam o consumo de água por parte dos animais e os animais entram em emagrecimento progressivo, pois não ingerem a quantidade de matéria seca para o seu desenvolvimento.

 

Como resolver o problema de limpeza dos bebedouros?

Após pesquisar bastante sobre o assunto, propus para o proprietário da fazenda um Programa de Higiene de bebedouros (PHB), com várias etapas. O mesmo aceitou e colocamos mãos à obra.

 

Qual a finalidade do PHB?

A finalidade do PHB é manter a saúde dos animais através da diminuição da possibilidade de contaminação de doenças de origem hídrica, mantendo os níveis baixos dos agentes patogênicos nos bebedouros.

É importante que todos na fazenda tenham consciência da importância do PHB e que todos os colaboradores, gerentes, proprietários sejam educados quanto a importância e conhecimento das etapas do PHB, estando cientes das consequências de seu emprego incorreto.

MV Guilherme Vieira orientando a limpeza correta dos bebedouros. – Foto: arquivo pessoal

Quando foi elaborado o  Programa de Higiene de Bebedouros pensou-se em propor um programa de fácil execução, com adoção de técnicas simples, utilização de materiais de fácil acesso e o mais importante: seja executado da maneira mais simples possível.

Os detergentes e desinfetantes são de usos específicos, devem ser aplicados de maneira correta, com indicação técnica, ou seja não se deve utilizar detergentes neutros e desinfetantes de uso doméstico, pois não apresentam efetividade na remoção da matéria orgânica.

Os trabalhos para elaboração, testes e execução do Programa de Higiene de Bebedouros ocorreram no período de Janeiro a dezembro de 2018.

 

Ao final dos trabalhos, deixamos assim:

Ao concluir este trabalho, verificou-se que água suja com algas pode levar os animais a morte, interfere na sanidade animal e também no consumo limitante da matéria seca.

Demonstrou-se também que há soluções técnicas como o Programa de Higiene de Bebedouros que deve ser executado de acordo com as orientações técnicas adequadas.

Quem desejar conhecer mais sobre o nosso trabalho, visite o site: www.farmacianafazenda.com.br/higiene ou através do email: [email protected]  , teremos o máximo prazer em atende-lo.

 

[1] Guilherme Augusto Vieira é Médico Veterinário, Doutor em História das Ciências, Autor do livro Como montar uma farmácia na fazenda , coordena os sites farmácia na fazenda e www.bebedourolimpo.com.br , contato: [email protected]

Fonte: Prof. Guilherme
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Bovinos / Grãos / Máquinas Bovinos

Cria e Recria acelerada: solução para implantar a pecuária de ciclo curto.

Pecuária tradicional é caracterizada por uma cria e recria de ciclo longo e crescimento tardio dos animais

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A Figura 1 , mostra os bezerros em processo de recria acelerada durante o manejo nutricional- Fonte: Arquivo Pessoal, cortesia Agropecuária Tropical - Sergipe

Atualmente a pecuária de corte no Brasil passa por grandes transformações, incorporando um novo contexto, no qual a busca pela melhoria da eficiência tanto na reprodução quanto na engorda tem alterado o perfil da pecuária brasileira, principalmente no quesito de produzir uma pecuária de ciclo curto. Neste aspecto, a cria saudável e a recria de ciclo curto apresenta-se como uma excelente opção para atingir este objetivo.

No Brasil, devido as condições de clima e qualidade das pastagens, principalmente no período seco do ano, ocorre o comprometimento no desenvolvimento dos bezerros no qual se observa o aparecimento de doenças (verminoses, problemas nutricionais, etc…), resultando no atraso dos bezerros tanto na desmama quanto pós-desmama o que contribui para alongamento do ciclo produtivo da pecuária de corte derivando animais tardios tanto para o abate quanto para a reprodução ( cios  e idade ao primeiro parto comprometidos)

A “cria” tradicional, ainda presente em grande parte do Brasil, é produzida em sistemas extensivos, com pastagens mal manejadas, muitas vezes acompanhadas de manejos sanitários e nutricionais ineficientes levando índices reprodutivos baixos, produção de bezerros fracos, crescimento lento e baixo peso ao desmame.

Um dos maiores problemas observados na pecuária de corte nacional é o longo tempo do período da recria, onde os animais permancem na fazenda provocando altos custos operacionais.

Diante do quadro apresentado, tentando mitigar os problemas apresentados, observou-se um avanço da pecuária nacional em todos os sentidos, com melhoria produtiva em todos os seus sistemas: na cria, recria e engorda.

A nova Vaca de Cria representa o novo contexto da cria. Ela é desafiada a produzir um bezerro de qualidade por ano. As fazendas modernas de cria implantaram novos sistemas produtivos, reprodutivos (novas tecnologias), nutricionais, melhoria genética e também sanitários, tudo isso com o intuito de melhorar a performance das vacas e produção de bezerros de qualidade.

As fazendas produtoras de Recria[2] tem o desafio de inserir em seus processos produtivos tecnologias nos manejos sanitários e nutricionais e com isso encurtar o período de recria e o tempo decorrente da pós-desmama ao início da engorda ( machos) e o período reprodutivo precoce ( fêmeas) , melhorando a eficiência produtiva dos animais.

Reduzir o tempo de recria é importante para os animais aumentar o peso, elevar a sua taxa de crescimento e conseguir obter os resultados que vem a ser os novilhos e novilhas precoces.

 

Porque acelerar a cria e a recria?

O grande objetivo é oferecer condições para o desenvolvimento do (a) bezerro (a) afim de que ele tenha plenas condições para ter um ótimo peso ao desmame e consequente desenvolvimento durante o período da recria.

O propósito no encurtamento da recria é impedir o problema do estresse nutricional ocasionado principalmente no período seco e evitar o baixo desempenho produtivo dos animais melhorando a velocidade constante de crescimento.

 

Como acelerar a cria e a recria?

A” aceleração” da cria e recria ocorre com a utilização de novas tecnologias e produtos a serem utilizados durante a cria e a recria visando acelerar o processo produtivo como um todo e produzir uma cria diferenciada oferecendo animais prontos para uma recria acelerada e turbinada influenciando posteriormente na precocidade reprodutiva e animais precoces para o abate.

Outros fatores diferenciados utilizados na cria e recria acelerada são as mudanças estruturais e operacionais nos manejos sanitários nutricionais em cada fase dos processos, a se destacar:

  • Manejos nutricionais e sanitários na vaca de cria durante a gestação
  • Manejos (sanitário e nutricional) do bezerro no período da cria (“pediatria”) enquanto estiver mamando;
  • Manejos (sanitário e nutricional) do bezerro no pós -desmame e durante a recria.

Ao concluir este artigo, verifica-se que para introduzir uma pecuária de ciclo curto são necessárias mudanças de paradigmas em relação a produção tradicional , investimentos em tecnologias e operações nos manejos nutricional e sanitários da vaca de cria , bezerros mamando e na recria e com isso abreviar os ciclos produtivos e oferecer ao mercado animais precoces para a reprodução e abate.

Deseja saber mais sobre a cria e recria acelerada, acesse o site do prof. Guilherme Vieira: https://guilhermeavieira.tumblr.com/

 

Guilherme Augusto Vieira[1]

[1] Médico Veterinário, Mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde pela UFBA, Doutor em História das Ciências, autor dos Manuais Semiconfinamento e Confinamento, atualmente é gestor da Plataforma www.semiconfinamento.com.br e ministra cursos e treinamentos na VeteAgroGestão. Contatos com o autor: [email protected]
[2] Para entender a nova Recria sugiro a leitura do nosso Manual Recria Turbinada. Disponível em www.semiconfinamento.com.br

Fonte: Guilherme Augusto Vieira [1]
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