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Genética amplia resistência à Giberela e Brusone no trigo

Pesquisas alcançaram na última década bons resultados na resistência genética da planta às doenças de difícil controle. Nova tecnologia será mais uma aliada do agricultor para atender a legislação vigente sobre DON

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Nova tecnologia tem maior resistência à Giberela e produz grãos com menores níveis de DON. - Fotos: Divulgação Biotrigo/Ron Lima

Experiência não falta, afinal são 45 safras cultivando trigo todos os anos. O produtor Alceu Magrin acompanhou na Fazenda Coral, em Cascavel, Oeste do Paraná, boa parte da evolução da cultura no Brasil. Começou produzindo trigo quando não existiam cultivares tão produtivas e resistentes às doenças e pragas, nem maquinários e tecnologias para controle fitossanitário que existem hoje. “Com o passar do tempo e com mais conhecimento, praticamente dobramos a produtividade, alcançando 91 sc/ha em 2017”, relata.

 

Chuva na espiga

Alceu conta que nesses anos os desafios mudaram bastante e que atualmente, com mais informação, acesso a genética e tecnologias mais modernas e eficientes, ficou mais fácil produzir trigo. “As doenças ainda são um fator limitante para a produtividade e a rentabilidade, por isso os avanços tecnológicos são muito importantes, especialmente as de difícil controle”, relata. Uma das preocupações atuais do produtor é com relação à época de chuvas, quando o trigo pode ficar mais suscetível à Giberela se os devidos cuidados não forem tomados.  “Com o excesso de chuva, a Giberela começa a se intensificar. É uma preocupação grande que temos sempre no início de setembro”, conta.

 

Porque a Giberela é considerada doença de difícil controle

A Giberela é uma das mais importantes doenças da cultura do trigo no mundo. O fungo foi responsável por uma série de problemas ao longo dos anos, principalmente no momento da comercialização. A preocupação se deve a uma micotoxina chamada deoxinivalenol, comumente conhecida pela sigla DON, que tem limites estabelecidos pela Anvisa para consumo humano. A doença afeta a cultura do trigo no período de floração. Ela entra na planta pela flor e ataca os grãos. É de difícil controle e com alto custo para o produtor, afetando a produtividade e a qualidade.

Aliada ao uso correto de fungicidas e com um conjunto de medidas de manejo e estratégias na pós-colheita, a escolha da cultivar é essencial para manter o trigo sadio e livre de Giberela. O melhoramento genético tenta combinar materiais com boas características agronômicas de alto potencial produtivo com qualidade de farinha para panificação e reação às doenças. Segundo Paulo Kuhnem, doutor em Fitopatologia e fitopatologista da Biotrigo Genética, de Passo Fundo (RS), existe um foco maior nas doenças de difícil controle, aquelas onde a genética é a principal ferramenta onde as outras medidas de controle ainda são pouco eficientes no campo. A Giberela é destaque nesse sentido, ocorrendo principalmente nos estados da região Sul. “O programa de melhoramento da Biotrigo fez ao longo dos anos um trabalho muito grande de seleção de materiais a campo, pesquisa em condições controladas e utilização de ferramentas como marcadores moleculares para acelerar esse processo”, explica.

 

Redução de DON

O lançamento da Biotrigo Genética, TBIO Trunfo, não carrega este nome por acaso. Sendo o primeiro material nota 7 do portfólio da empresa em resistência genética, em uma escala comercial que vai de 1 até 9, nota considerada excelente para esta enfermidade, a cultivar será um verdadeiro trunfo para agricultor e indústria frente aos índices estipulados pela ANVISA para DON. “Nas avaliações dos últimos anos a cultivar sempre apresentou valores de DON muito baixos, em torno de 1 ppm, enquanto a maioria dos materiais estava na casa de 2 a 2,5 ppm, chegando até 3 ppm. Isso nos dá confiança de que o material traz a resistência desejada, principalmente pelos produtores de região fria”, explica Paulo. Ele também alerta para a importância do manejo integrado e da atenção com a aplicação correta de fungicidas. “Ao alinharmos a resistência genética e aplicações de fungicidas foi onde observamos os melhores controle de Giberela e os menores valores de DON”.

 

Genética brasileira bem combinada

De acordo com o diretor e melhorista da Biotrigo, André Cunha Rosa, o lançamento é resultado de um cruzamento entre duas variedades já bastante conhecidas pelo produtor brasileiro. “Procuramos em muitos trigos chineses e fizemos grandes investimentos para trazer genética de outros lugares do mundo, mas no final nos surpreendemos muito que terminamos achando a melhor resistência e o melhor nível de DON em nossa genética, dentro do nosso banco de germoplasma. Esse material tem uma boa combinação entre duas genéticas brasileiras: TBIO Sossego e TBIO Sintonia, cultivares bem conhecidas do nosso produtor”.

 

Sanidade na espiga também à Brusone

Outra doença de difícil controle que também é uma prioridade nas pesquisas é a Brusone, que é causada por um fungo que pode infectar a espiga e as folhas do trigo e tem um grande potencial de dano na produtividade.  “É uma doença que preocupa muito onde ela ocorre. No caso da Brusone, o controle químico na espiga é menos eficiente ainda que da Giberela, então existe uma prioridade  do melhoramento para desenvolver cultivares mais resistentes à Brusone também e o TBIO Trunfo consegue associar resistência a essas duas doenças além de ter um PH muito destacado dentro do programa”, explica Paulo.

A cultivar TBIO Trunfo estará disponível para multiplicação de sementes na safra 2021 e para os produtores de trigo na safra 2022.

A cultivar apresentou em testes internos valores de DON em torno de 1 ppm, enquanto a maioria dos materiais regista de 2 a 3 ppm.

Os grãos infectados com o fungo da Giberela apresentam características físicas e visuais distintas de um grão saudável.

Fonte: Assessoria

Empresas LEVUCELL SC

Performance validada pela indústria que se transforma em resultado real na fazenda

Produzido sob rigoroso controle microbiológico e tecnológico, garantindo constância lote a lote e segurança máxima.

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Divulgação / Imagem Lallemand

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Fonte: Assessoria
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Empresas

Especialista da MSD Saúde Animal desmistifica o uso de vacinas combinadas na suinocultura

Conheça mitos e verdades sobre as soluções multivalentes, que unem eficácia e conveniência e facilitam o trabalho nas granjas brasileiras

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Foto: O Presente Rural

Em um cenário onde a eficiência produtiva e o bem-estar animal são indissociáveis, as vacinas combinadas (multivalentes) consolidam-se como ferramentas estratégicas na suinocultura moderna. Elas reduzem o número de aplicações, o tempo de manejo e o estresse animal, além de facilitar a adesão aos programas vacinais nas granjas. No entanto, a adoção plena dessa tecnologia, que já une tripla proteção em um único frasco, ainda enfrenta barreiras culturais e desinformação técnica sobre sua eficácia e segurança.

De acordo com a médica-veterinária Isis Pasian, coordenadora técnica da unidade de negócio de Suinocultura da MSD Saúde Animal, as vacinas combinadas ainda geram dúvidas e percepções equivocadas justamente por reunirem diferentes antígenos em uma única formulação. São questões associadas à eficácia, segurança, ocorrência de reações e à duração da imunidade conferida.

“É comum encontrar afirmações generalizadas que não consideram os princípios básicos da imunologia, as características específicas de cada patógeno ou as evidências científicas que embasam o desenvolvimento e o licenciamento desses produtos”, explica.

Para clarificar as informações sobre as vacinas combinadas, a profissional separou os principais mitos sobre o tema. Acompanhe:

  1. Vacina combinada e vacina conjugada são sinônimos

Nada disso! Vacinas combinadas ou multivalentes contém, em um único produto, vários antígenos na mesma formulação. Um exemplo é a recém-lançada vacina Circumvent® CML, da MSD Saúde Animal, que combina a proteção para Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis. É a primeira e única vacina que protege contra três dos principais causadores de doenças em suínos com uma única injeção.

Já vacinas conjugadas são desenvolvidas para melhorar a resposta imunológica contra antígenos que, sozinhos, estimulam pouco o sistema imune, como alguns polissacarídeos bacterianos. Para isso, esses antígenos são ligados a uma proteína carreadora, permitindo a ativação de uma resposta imune dependente de células T e a formação de memória imunológica.

Ou seja, são criadas para ajudar o organismo a reconhecer ameaças que normalmente gerariam uma resposta fraca, induzindo uma defesa mais eficaz e duradoura. Um exemplo clássico em humanos é a vacina conjugada contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), amplamente utilizada em programas de imunização infantil.

Apesar de serem eficientes, não existem atualmente vacinas conjugadas utilizadas comercialmente em larga escala na suinocultura.

2. Vacina combinada ‘sobrecarrega’ o sistema imune

Mito! Desde o nascimento, o leitão é naturalmente exposto à microbiota intestinal, aos antígenos ambientais e aos patógenos respiratórios e entéricos. Essa exposição ocorre sem colapso do sistema imune, o que já demonstra capacidade de resposta a múltiplos estímulos antigênicos em paralelo.

Não há evidência de que a administração simultânea de múltiplos antígenos, com equilíbrio de quantidade e potência, como o que ocorre nas vacinas comerciais registradas, cause ‘sobrecarga’ ou resulte em falta de proteção. O ponto crítico é seguir bula/diretrizes do fabricante.

3. Vacinas combinadas são sempre mais reatogênicas (causam mais reações)

Não é bem assim! A reatogenicidade não é determinada simplesmente pelo “número de antígenos”, mas, sim, por um conjunto de fatores, como formulação, adjuvante, via de aplicação, dose, tecnologia e características do animal. Em um estudo em humanos que comparou uma vacina pentavalente combinada (DTaP5 IPV Hib; Pentacel) versus a administração separada das vacinas equivalentes licenciadas (DTaP5, IPV e Hib), a vacina combinada apresentou reações similares ou menores em comparação ao esquema separado*. Existem várias vacinas combinadas comerciais em suínos com reações leves e transitórias, conforme mostra estudos de campo**.

4. Diferentes vacinas comerciais misturadas em um único frasco, no momento da aplicação na granja, resultam em uma vacina combinada

De jeito nenhum! Misturar diferentes vacinas comerciais em um mesmo frasco não caracteriza uma vacina combinada válida. Uma vacina combinada é um produto que foi desenvolvido, formulado, testado e registrado como uma única vacina. Isso significa que todos os seus antígenos, adjuvantes, conservantes e excipientes foram estudados em conjunto, com avaliação formal de estabilidade físico química, segurança, imunogenicidade e eficácia do produto final. Já a mistura de vacinas comerciais no campo resulta em uma formulação não testada, sem garantia de estabilidade, segurança ou eficácia.

Diferenças de pH, por exemplo, podem levar à desnaturação de antígenos; adjuvantes distintos, especialmente quando se combinam formulações oleosas com não oleosas, podem interferir na liberação do antígeno e aumentar a reatogenicidade local; e conservantes ou excipientes podem tornar se incompatíveis entre si.

5. Vacina combinada protege igual para todos os componentes e por tempo idêntico

Informação errada! Uma vacina combinada reúne antígenos diferentes, muitas vezes de natureza biológica distinta (bactérias, vírus, toxoides), e cada um deles induz um tipo próprio de resposta imune. Por isso, não existe uma “duração de imunidade única” para uma vacina combinada. A duração da imunidade deve ser analisada antígeno por antígeno, conforme exigido por órgãos regulatórios veterinários.

6. A combinação de agentes em uma única vacina é uma tecnologia nova e que ainda não foi totalmente validada

Mito! Vacinas combinadas existem há décadas em humanos (ex.: DTP desde a década de 1940) e são amplamente utilizadas e validadas também na medicina veterinária, com evidência experimental e documentação regulatória. Exemplos usados em larga escala na suinocultura industrial são as combinações contra Erisipela, Parvovirose e Leptospirose e, mais recentemente, a combinação contra Circovírus Suíno Tipo 2, Mycoplasma hyopneumoniae e Lawsonia intracellularis.

“Nesse contexto, avaliando todos esses pontos, separar mitos de verdades é fundamental para que médicos-veterinários e produtores possam tomar decisões mais informadas, utilizar as vacinas combinadas de forma estratégica e maximizar seus benefícios dentro dos programas de saúde do rebanho”, afirma Isis.

Quanto às verdades sobre essas formulações, a médica-veterinária destaca que:

1. Vacinas combinadas reduzem o número de manejos e injeções, otimizando o custo-benefício para o produtor

Vacinas combinadas ajudam porque juntam a proteção contra várias doenças em uma única aplicação, reduzindo o número de injeções e de vezes que o animal precisa ser manejado. Com menos manejo, o suíno sofre menos estresse, o trabalho fica mais eficiente e diminui o risco de erro na vacinação. Para o produtor, isso significa economia de tempo, mão de obra, seringas e agulhas. Além disso, protocolos mais simples facilitam a execução correta na granja, melhoram o controle das doenças e ajudam a garantir melhor desempenho dos animais, aumentando o retorno do investimento ao final do lote.

2. Vacinas combinadas contribuem para a redução do uso de antimicrobianos

Ao controlar simultaneamente múltiplos agentes, as vacinas combinadas reduzem a incidência de doenças clínicas, diminuem tratamentos terapêuticos e apoiam estratégias de uso racional de antibióticos.

A vacinação é reconhecida como ferramenta essencial para redução do impacto sanitário das doenças infecciosas e melhoria da sustentabilidade da produção suína.

*(Guerra et al., 2009)

** (Yan et al., 2025, Tassis et al., 2025, Allen et al., 2025)

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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Grupo Piracanjuba inaugura uma das maiores fábricas de queijo do Brasil

Unidade em São Jorge D’Oeste (PR) entra em operação com capacidade para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia e inaugura um novo modelo produtivo no setor de alimentos.

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Fotos: Divulgação

O Grupo Piracanjuba inaugura sua nova unidade industrial em São Jorge D’Oeste (PR), consolidando um dos mais relevantes investimentos do setor e marcando um novo capítulo em sua trajetória de crescimento. A fábrica se posiciona entre as maiores do país no segmento de queijos e reforça a estratégia de expansão, inovação e fortalecimento da presença nacional da companhia.

O projeto amplia a presença do Grupo no Paraná, consolidando sua atuação no estado e contribuindo para o desenvolvimento do sudoeste paranaense, com geração de empregos, dinamização da economia local e fortalecimento da cadeia produtiva.

Presidente do Grupo Piracanjuba Luiz Claudio Lorenzo: “A inauguração desta unidade representa um passo decisivo na evolução do Grupo Piracanjuba”

Viabilizado com apoio do programa Paraná Competitivo e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto reflete a confiança no potencial do setor e no papel da indústria como indutora de desenvolvimento.

A unidade entra em operação com capacidade instalada para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia. Nesta primeira etapa, a produção será dedicada à fabricação de manteiga e queijos, em peças e fatiados, atendendo diferentes demandas do mercado e ampliando a presença da marca em categorias estratégicas.

A operação foi estruturada para crescimento gradual. Nas próximas fases, o complexo passará a produzir concentrados e isolados proteicos (whey protein), além de lactose em pó e requeijão, expandindo a atuação em produtos de maior valor agregado e diversificando o portfólio industrial da companhia.

“A inauguração desta unidade representa um passo decisivo na evolução do Grupo Piracanjuba. Mais do que ampliar nossa capacidade produtiva, estamos investindo em um novo modelo industrial, que agrega valor, reduz dependências externas e posiciona a companhia de forma mais competitiva em categorias estratégicas para o futuro do setor”, afirma o presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Claudio Lorenzo.

Esse avanço tem potencial de transformar o posicionamento do Grupo no segmento. Atualmente, a importação de whey protein concentrado (WPC) representa cerca de 54% do consumo no Brasil, enquanto a lactose importada responde por aproximadamente 67% da demanda nacional, segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), referentes a 2024. Com a nova unidade, a empresa contribui para ampliar a produção local desses ingredientes, fortalecendo a indústria nacional e reduzindo a dependência externa.

Impacto econômico e desenvolvimento regional

Com 54 mil metros quadrados de área construída, a fábrica inicia suas operações com cerca de 250 empregos diretos, com expansão gradual do quadro conforme o avanço das próximas fases. O impacto se estende a toda a cadeia de valor do setor, criando oportunidades para produtores rurais, fornecedores e prestadores de serviço.

Alinhada às melhores práticas ambientais, a unidade foi projetada com foco em eficiência e sustentabilidade, com sistemas de tratamento e reaproveitamento de água, além da produção e uso de biogás como fonte de energia renovável, reduzindo o impacto ambiental das operações.

A inauguração ocorre em um momento estratégico para o Grupo Piracanjuba, que também anunciou, em janeiro deste ano, a aquisição da Básel Lácteos, no município de Antônio Carlos (MG), reconhecida por sua linha de queijos premium. O movimento reforça a atuação em categorias de maior valor agregado e amplia a presença no mercado nacional. Em conjunto, as iniciativas evidenciam um ciclo consistente de expansão, que leva a marca a novos territórios e fortalece sua posição entre as principais empresas da indústria de alimentos no país.

A nova unidade representa um marco na trajetória do Grupo Piracanjuba, ao unir crescimento industrial, inovação e desenvolvimento regional.

Fonte: Assessoria Grupo Piracanjuba
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