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Geadas em algumas regiões deixam produtores de trigo em alerta

Esse cenário, de acordo com pesquisadores do Cepea, preocupa alguns agricultores, sobretudo os que têm lavouras em fases de floração e de enchimento de grãos.

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Foto: Arquivo/OP Rural

Com a recente frente fria, geadas foram registradas em parte das regiões produtoras de trigo no Brasil.

Esse cenário, de acordo com pesquisadores do Cepea, preocupa alguns agricultores, sobretudo os que têm lavouras em fases de floração e de enchimento de grãos.

No entanto, ainda não foi possível estimar perdas ou impactos sobre a qualidade do cereal.

As atividades se iniciaram no Paraná de forma lenta e devem ser intensificadas no mês que vem.

Com isso, as negociações seguem de forma pontual, o que, por sua vez, vem limitando as quedas nos preços.

 

Fonte: Cepea

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Francila Calica assume vice-presidência da ABAG para o biênio 2026/2027

Executiva com quase duas décadas de atuação no agronegócio reforça presença feminina na liderança da entidade e aposta em diálogo, ciência e políticas públicas para impulsionar o setor.

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Jornalista e executiva do agronegócio Francila Calica: "Levo para a associação a visão de que ciência, inovação e políticas públicas são fundamentais para acelerar o desenvolvimento de uma agricultura cada vez mais eficiente e sustentável" - Foto: Divulgação/Bayer

A jornalista e executiva do agronegócio Francila Calica foi nomeada vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio para o biênio 2026–2027. A escolha amplia a participação feminina na liderança de uma das principais entidades representativas do agronegócio brasileiro e reforça o papel do diálogo entre setor produtivo, ciência e políticas públicas na agenda da instituição.

Ao comentar a nova função, Calica destacou o compromisso em contribuir para o fortalecimento do agronegócio e para a construção de uma agenda positiva para o setor. “É uma honra assumir a vice-presidência da ABAG e poder impulsionar, junto a outros líderes, uma agenda positiva para o setor. Levo para a associação a visão de que ciência, inovação e políticas públicas são fundamentais para acelerar o desenvolvimento de uma agricultura cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma.

Trajetória no setor

Jornalista com quase duas décadas de experiência profissional, Francila Calica construiu carreira ligada ao agronegócio e às discussões estratégicas do setor. Ao longo de sua trajetória, passou por veículos de comunicação, entidades representativas e empresas do segmento, atuando principalmente nas áreas de comunicação corporativa, gestão de reputação, relações institucionais e governamentais e sustentabilidade.

Esse percurso contribuiu para consolidar seu nome como uma das lideranças femininas do agronegócio, com atuação voltada à articulação entre diferentes atores da cadeia produtiva e à promoção de debates sobre inovação, sustentabilidade e ambiente regulatório.

Além da nova função na ABAG, Calica também participa de outras entidades relevantes do setor, como a CropLife Brasil e a seção brasileira do Conselho Empresarial Brasil-Alemanha. Atualmente, ela atua como diretora de Sustentabilidade e Assuntos Agrícolas para a América Latina na Bayer.

Fonte: O Presente Rural com Bayer
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Propriedades rurais podem ganhar endereço digital no Brasil

Projeto aprovado em comissão da Câmara propõe código de georreferenciamento para melhorar logística, localização e acesso a serviços no campo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

Um projeto que cria uma espécie de endereço digital para propriedades rurais avançou no Congresso e pode facilitar a localização de imóveis no campo em todo o país. A proposta prevê a adoção de um código de georreferenciamento para identificar propriedades rurais e agroindustriais, o que pode melhorar a logística, o transporte e o acesso a serviços em áreas mais afastadas.

Deputado Evair Vieira de Melo: “O Brasil tem milhões de pessoas vivendo em áreas rurais que ainda enfrentam dificuldades de localização e acesso a serviços” – Foto: Divulgação/FPA

A redação final do texto foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. O projeto altera a Lei nº 6.538 de 1978 para reconhecer oficialmente o direito de designação de um código de localização para imóveis rurais.

Autor da proposta, o deputado Evair Vieira de Melo afirma que a iniciativa busca aproximar o campo da infraestrutura digital e logística disponível nas cidades. “O Brasil tem milhões de pessoas vivendo em áreas rurais que ainda enfrentam dificuldades de localização e acesso a serviços. O código de georreferenciamento permitirá que propriedades tenham um endereço digital, facilitando o transporte, a conectividade e até compras online”, afirmou.

Localização mais precisa no campo

A proposta prevê que cada propriedade rural possa receber um código baseado em coordenadas geográficas, permitindo que serviços de logística, aplicativos de navegação, entregas e atendimentos utilizem uma referência precisa de localização.

De acordo com o relator da matéria na comissão, o deputado Delegado Paulo Bilynskyj, o texto atende aos critérios constitucionais e está alinhado à legislação vigente. “Na espécie, inexiste qualquer possibilidade de ofensa a direito ou garantia constitucional, tampouco o mérito afronta a legislação vigente. O projeto apresenta redação clara, precisa e compatível com a legislação atual”, destacou no parecer.

Inspirado em iniciativas regionais

Segundo o autor do projeto, a proposta se inspira em experiências já adotadas em alguns estados brasileiros, onde sistemas de georreferenciamento têm sido utilizados para identificar propriedades rurais e facilitar a mobilidade e a logística no campo.

Além de melhorar a localização das propriedades, a iniciativa também pode ampliar o acesso a serviços digitais e comerciais, incluindo entregas, atendimento emergencial e integração com plataformas de comércio eletrônico.

Próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões da Câmara e já havia sido aprovado anteriormente nas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Com a aprovação da redação final na CCJ, a proposta segue agora para análise do Senado Federal. Se aprovada pelos senadores, a medida poderá estabelecer um novo padrão de identificação e localização para propriedades rurais em todo o país.

Fonte: O Presente Rural com FPA
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Fórum de Comunicação ABMRA na Expodireto Cotrijal debate estratégias para marcas se conectarem ao produtor rural

Encontro em Não-Me-Toque (RS) apresenta dados inéditos sobre o perfil do agricultor gaúcho para orientar decisões direcionadas de comunicação no agro.

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Foto: Divulgação/ABMRA

Entender com profundidade quem é o produtor rural e como ele consome informação é o ponto de partida para as marcas que querem se manter relevantes no agro. Com esse foco, a Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) realiza, na quinta-feira (12), às 15h30, o Fórum de Comunicação ABMRA durante a Expodireto Cotrijal, na Casa da Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS).

O encontro discutirá como dados qualificados podem transformar estratégias de comunicação em resultados concretos no campo. Para se inscrever clique aqui.

Ao longo do evento, será apresentado um panorama detalhado sobre o perfil do produtor rural gaúcho baseado nas informações da mais recente Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural, realizada no segundo semestre de 2025 com 3,1 mil entrevistas presenciais.

Presidente da ABMRA Ricardo Nicodemos, que também será o apresentador do Fórum de Comunicação: “É fundamental conhecer o produtor rural brasileiro em sua realidade concreta, desafios, expectativas, hábitos de consumo de mídia e visão de futuro” – Foto: Julio Vilela

Entre os pontos analisados estão a idade média, grau de escolaridade e as razões que motivam o produtor a permanecer na atividade, além dos principais desafios enfrentados no dia a dia e dos objetivos e expectativas para o futuro próximo. “As marcas precisam ir além do discurso genérico sobre o agro. É fundamental conhecer o produtor rural brasileiro em sua realidade concreta, desafios, expectativas, hábitos de consumo de mídia e visão de futuro. Só com dados de qualidade conseguimos estruturar estratégias de comunicação mais precisas, orientadas por inteligência e efetivamente conectadas a quem está no campo. No Fórum, vamos ampliar essa reflexão com um olhar estratégico sobre construção de marcas fortes no agronegócio, entendendo quais pilares sustentam posicionamento, reputação e valor de longo prazo e qual é a jornada consistente que as empresas precisam percorrer para alcançar esse patamar”, afirma o presidente da ABMRA Ricardo Nicodemos, que também será o apresentador do Fórum de Comunicação.

O material também traz informações estratégicas sobre hábitos de mídia e os principais meios de comunicação indicados pelos produtores, as redes sociais mais acessadas para fins profissionais e o nível de familiaridade com influenciadores digitais do agronegócio. O levantamento ainda aborda o consumo de conteúdos técnicos em blogs, webinars e webconferências, além de apontar qual é o meio considerado mais eficaz para comunicar lançamentos de produtos.

A conectividade no campo é outro tema em destaque, com dados sobre acesso à internet na sede da fazenda e nas áreas de produção, bem como o uso de softwares para gestão administrativa e técnica. O Fórum de Comunicação também inclui análises sobre fontes de recursos utilizadas para custeio de insumos e aquisições, além dos canais adotados para comercialização da produção na última safra.

Questões ligadas ao futuro da atividade rural ganham espaço no debate, como a percepção do produtor sobre os impactos das mudanças climáticas, os fatores que podem dificultar a adoção de novas tecnologias ou práticas de proteção climática, o nível de conhecimento sobre sequestro de carbono e o acesso à assistência técnica.

Outro recorte relevante trata da participação da mulher no agro, considerando sua presença na gestão da propriedade, grau de escolaridade, importância estratégica para o negócio e a percepção sobre sua contribuição para o desenvolvimento da atividade. “Hoje não é possível falar em estratégia de comunicação no agro sem entender como o produtor se informa, quais canais realmente influenciam sua decisão e qual é o papel do digital dentro da propriedade. Ao mesmo tempo, precisamos considerar que esse produtor está atento a temas como gestão, crédito, clima, tecnologia, sucessão e a mulher assumindo cada vez mais protagonismo dentro das propriedades agrícolas. Esses dados nos ajudam a enxergar o produtor de forma mais completa e a construir mensagens mais precisas, eficientes e alinhadas ao momento que o campo vive”, complementa Nicodemos.

A edição do Fórum ABMRA de Comunicação na Expodireto Cotrijal conta com o apoio Associação Brasileira das Agências de Propaganda (ABAP), Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital (AnaMid), Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), Associação dos Profissionais de Propaganda (APP), Conselho de Normas Padrão (CENP), Sociedade Rural Brasileira (SRB) e SHOP! Brasil.

Fonte: Assessoria ABMRA
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