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Pet Bem-estar

Gatos sentem mais sensibilidade nos bigodes

Incômodo faz com que os felinos deixem ração na beira do pote

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Um dos comportamentos dos gatos que, provavelmente, já chamou a sua atenção é o hábito de deixar ração na beira do pote. Embora os gatos sejam conhecidos por ter uma personalidade própria, este comportamento vai muito além de uma simples escolha e tem relação com a sensibilidade dos bigodes, que tem função que vai muito além da aparência.

Segundo o médico veterinário Marcello Machado, eles são pelos sensoriais de orientação e possuem alta sensibilidade, podendo captar movimentos pela vibração do ar, ato conhecido como “vibrissae”. Ao todo, são 12 pelos principais de cada lado do focinho, com raízes profundas e uma série de terminações nervosas.

“A capacidade de captar movimentos por ondas sonoras é o que permite que os felinos se movimentem com precisão e é devido à sensibilidade dessa área que os gatos deixam toda a ração que fica na beira do pote”, explica Machado. Afinal, eles evitam qualquer situação que possa mexer com os bigodes. Não é nada agradável ficar amassando-os nas laterais do pote para pegar os grãos de ração que ficam ali.

Entender essa curiosidade sobre gatos é importante não apenas para conhecer melhor seu companheiro, mas também saber até que ponto esse comportamento é normal e quando se torna prejudicial ao animal. Essa questão se torna um problema quando o gato começa a ter dificuldades para se alimentar ou até mesmo não comer. “Muitas vezes o animal fica irritado e o momento da refeição vira sinônimo de estresse. Para tentar resolver o problema, você pode trocar o pote de ração, buscando um que facilite o acesso ao alimento”, orienta o veterinário.

Se mesmo depois de trocar o pote e oferecer uma ração atrativa ao gatinho, ele continuar apresentando dificuldades para comer, procure um veterinário para ter orientações mais detalhadas sobre o seu bichinho.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Confira os principais sinais de que seu gato está saudável

Médica veterinária dá dicas para manter a saúde do seu felino em dia

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Uma das grandes responsabilidades de se ter um gato, é saber identificar os sinais que eles emitem quando não estão bem. Muitos acreditam que o único indício é quando se percebe que estão amuados, mas de acordo com a médica veterinária, Bárbara Benitez, nem sempre esse é o fator que determina se o felino está doente ou não.

“Atente-se principalmente nas primeiras semanas de vida do gatinho, principalmente após o desmame, pois é quando ficam mais frágeis e também se registra uma taxa grande de mortalidade, por estarem mais suscetíveis a contração de doenças”, alerta Bárbara. Pensando nisto, a médica veterinária listou alguns cuidados para manter a saúde do seu bichano em dia:

Olhe nos olhos do gatinho

Os olhos precisam estar com aspecto natural, vivos e brilhantes, demonstrando a aparência saudável. Felinos possuem uma terceira pálpebra escondida e só aparece quando é preciso proteger os olhos de alguma irritação ou ferimento. “Quando a pálpebra estiver visível, algo estará errado e será necessário levá-lo ao veterinário. Outros sintomas que também indicam que o peludo merece atenção especial são as alterações na cor dos olhos e lacrimejamento constante.”, explica a veterinária.

Mais atenção às orelhas

O ouvido sadio de um gatinho não tem secreção ou odor, por isso, fique atenta ao limpar a orelhinha com algodão. Não deve haver mau cheiro ou secreção amarelada ou amarronzada. Orelhas saudáveis têm coloração cor de rosa bem claro. De acordo com a especialista, se o felino coçar bastante as orelhas e balançar a cabeça bruscamente, leve-o rapidamente a um médico veterinário, pois pode se tratar de uma infecção de ouvido – elas podem ter consequências graves se não tratadas a tempo.

Cuidado especial com a boca

Essa avaliação é indicada em toda consulta clínica, independente do perfil comportamental do felino; agressivos ou mansos esta avaliação é extremamente necessária. O tutor pode levantar o lábio superior do felino e olhar as gengivas – elas devem estar sempre rosadas. A palidez pode ser um diagnóstico de anemia. Assim como a gengiva, a língua também precisa de uma coloração rósea. Caso identifique algo incomum, o médico veterinário de confiança deve ser consultado.

Focinho úmido? Bom sinal!

O focinho deve estar sempre úmido e frio, pois quando seco e quente, pode ser um sinal de febre. Observe outros sinais como a perda de apetite.

Fique de olho na pelagem do felino

É muito comum a queda do pelo do bichano de maneira uniforme e sem falhas, pois a troca de pelos acontece anualmente. Mas, é necessário estar atento se há carrapatos ou pulgas, ou então nódulos ou verrugas grandes, uma vez que, caso existam, devem ser checadas pelo médico veterinário do seu felino.

Alimentação

Todo animalzinho merece uma atenção especial quando o assunto é alimentação. Afinal, é através dela que a qualidade e expectativa de vida do nosso amiguinho aumentam. Jamais ofereça comidas de humanos ao felino e alimente-o com uma ração adequada.

Fonte: Assessoria
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Pet Nutrição

Cães podem comer açúcar?

Veterinário diz que tipo de alimentos adocicado os cães podem consumir

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Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães, como explica o médico veterinário das rações Naturalis, Marcello Machado. “O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal”, diz. Mas os cães podem consumir doce?  Sim, mas desde que seja de uma fonte natural.

Os tutores devem oferecer sabores adocicados para os cães, como frutas (mamão e maçã) e vegetais (cenoura e batata-doce).  Esses ingredientes, inclusive, já fazem parte da composição de algumas rações, que já contêm a quantidade balanceada de nutrientes.

Machado explica também sobre o paladar dos cães, que possuem menos papilas gustativas do que ser humano. Então, seu melhor amigo, não sente com tanta intensidade os sabores. “O homem tem nove mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1.706 apenas”, conta.

Outra dica do veterinário, é que os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates. “O chocolate é tóxico para cães e gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia”, informa.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Cardiologista orienta sobre importância da prevenção e diagnóstico precoce de doenças cardíacas em cães e gatos

29 de Setembro é Dia Mundial do Coração e os pets também podem ter melhor qualidade de vida com acompanhamentos regulares de veterinários

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Como está o coraçãozinho do seu pet? Firme e forte?

Estamos no mês escolhido pela Federação Mundial do Coração para alertas e campanhas de prevenção de doenças cardíacas. E como os peludos dependem dos tutores para esses cuidados, é importante planejar pelo menos duas consultas anuais com o veterinário para check-ups cardíacos. A chance de cura e o sucesso de tratamentos são sempre maiores quando as doenças são diagnosticadas no início.

Algumas raças de cães e gatos têm características genéticas mais propensas ao desenvolvimento de doenças cardíacas, mas o avanço da idade é um fator que generaliza o risco. “A doença cardíaca mais comum, e que ocorre com mais frequência, é a endocardiose valvar mitral, que é uma doença causada por degeneração da válvula mitral e que surge justamente quando os bichinhos vão ganhando mais idade”, explica a cardiologista veterinária, doutora Luciane Martins Neves.

Raças de pequeno porte como Poodle, Maltês, Cavalier King Charlie Spaniel e Dachshund sofrem mais de degeneração da válvula mitral, mas a endocardiose pode afetar todas as raças quando os animais ficam idosos.

Cães de raças grandes como Golden, Labrador, Pastor Alemão, Boxer, Doberman, Terra-Nova costumam desenvolver arritmia e cardiomiopatia dilatada. O músculo cardíaco sofre alteração e o ventrículo tem prejuízo na função sistólica devido à dilatação. A cardiomiopatia dilatada também é uma alteração que pode afetar gatos.

A doença é grave e, em muitos casos, há morte súbita do animal. Por isso a importância de consultas periódicas com médicos veterinários, que, conhecendo o comportamento e características do pet, podem perceber alterações e indicar exames para diagnósticos precoces.

Nos felinos a cardiomiopatia mais comum é a chamada hipertrófica. O ventrículo se enrijece e o coração perde capacidade no bombeamento de sangue, comprometendo toda a oxigenação do organismo.

Os gatos também podem apresentar doenças cardíacas por predisposição de raça e mutação genética familiar, como no caso do Maine Coon, e desenvolver doenças cardíacas primárias.

Sintomas

Desconfie se o pet começar a dar sinais de cansaço excessivo e falta de ar. Como as doenças cardíacas provocam o enfraquecimento do músculo do coração, o animal pode sofrer arritmias e desmaios. Em alguns casos também a cor da língua dos bichinhos assume tons azulados ou arroxeados.

Por se tratar de doenças crônicas, os tratamentos variam de acordo com os estágios. “Não há cura para a maioria dos casos de cardiopatia, mas existem tratamentos que seguidos corretamente melhoram muito a sobrevida e aumentam a longevidade do animal”, informa Luciane.

Outra doença que acomete o sistema cardiovascular de animais, bastante frequente hoje em dia, é a dirofilariose. Essa nada tem a ver com idade ou raças. A dirofilariose é causada por uma larva microscópica transmitida por mosquitos. A larva viaja na corrente sanguínea e costuma escolher o coração do animal para habitar e crescer.

“A maioria dos casos de dirofilariose é registrada em cidades litorâneas, mas já foram feitos diagnósticos também em centros urbanos. Conseguimos tratar com uma combinação de medicamentos e perseverança. O tratamento quase sempre é demorado. Então, se você vai passear com seu pet em cidades praianas comunique, converse sobre isso com um veterinário. Podemos prevenir a doença com medicamentos administrados sob via oral. Também existem coleiras no mercado que funcionam como uma espécie de repelentes e afastam os mosquitos transmissores”, orienta a cardiologista veterinária.

Sinais de doenças cardíacas

1 – Intolerância a exercícios

2 – Tosse

3 – Cansaço fácil

4 – Apatia

5 – Prostração

6 – Não ficam confortáveis em algumas posições

7 – Cianose (coloração azulada da língua)

8 – Desmaios

Dicas para prevenir e cuidar

1 – Realizar check-ups de seis em seis meses;

2 – Alimentação equilibrada.

3 – Evitar obesidade, que é um dos fatores de risco;

4 – Manter a saúde oral, com cuidados e escovação frequentes. Bactérias estão relacionadas às cardiopatias;

5 – No caso da dirofilariose, além da prevenção com uso de vermífugos, há uma medicação similar a uma vacina que protege os pets com uma dose anual;

6 – Enriquecer o ambiente ocupado pelos pets com brinquedos que estimulem a atividade física e evitem o estresse;

7 – Passeios com caminhadas moderadas e frequentes;

8 – Conhecer a raça do pet para entender as predisposições genéticas do animal.

Fonte: Assessoria
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