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Gallassini é Cidadão de Aral Moreira e em junho será Cidadão do Mato Grosso do Sul

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“Sinto-me orgulhoso em ser a partir de hoje um cidadão de Aral Moreira. Nesta terra, onde bravos agricultores deram mostra de sua capacidade e fé num futuro cada vez melhor. Ser um cidadão conterrâneo de vocês muito me envaidece, pois pertencer a uma comunidade de um povo amigo e solidário é o sonho de qualquer pessoa”, disse o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo, ao receber o título de Cidadão Aral Moreirense na noite de sexta-feira, 20 de março, em Aral Moreira, no Extremo Sul de Mato Grosso do Sul.
Em Aral Moreira, o presidente da Coamo recebeu a notícia pelo deputado estadual Paulo Correa, da aprovação do seu nome para receber em junho o título de Cidadão Honorário do Estado do Mato Grosso do Sul, cuja entrega será em sessão solene da Assembleia Legislativa em Campo Grande.                                      
O evento solene da Câmara Municipal foi prestigiado por vereadores, prefeito, centenas de cooperados, líderes locais e regionais, e também pelo deputado estadual Paulo Correa – representante do governador Reinaldo Azambuja e do presidente da Assembleia Legislativa, Júnior Mocchi- e Dalva Garcia Caramalac, superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul – OCB/MS – representando o presidente Régis Ramos.
Atuação – O autor da honraria a Gallassini foi o vereador Adir Bertoncello, o “Tito”, produtor e cooperado da Coamo. “Fiz com orgulho a proposição do título ao Dr. Aroldo, vi o tamanho da sua liderança e do trabalho que a cooperativa está fazendo para os produtores, que passaram a ter uma agricultura mais forte e segura”, afirmou o vereador.
Credibilidade – Para o presidente da Câmara Municipal de Aral Moreira, Wilson Gonçalves de Oliveira, a entrega do título ao presidente da Coamo é motivo de muita alegria e representa uma valorização aos agricultores Aral moreirenses, que veem na Coamo um braço amigo para continuar produzindo. “Estamos entre os maiores produtores agrícolas do estado e, graças a Coamo, temos divisas, renda e o Município cresce.”
Fronteiras – “O Dr. Aroldo não representa somente uma liderança do Paraná, Santa Catarina e do Mato Grosso do Sul, mas sim do agronegócio brasileiro e do mundo. Comanda a maior cooperativa da América Latina com uma gestão que é exemplo e motivo de orgulho. Trouxe a Coamo para cá há 10 anos e com ela veio a tranqüilidade, a renda e os empregos para a nossa cidade”, afirma o prefeito de Aral Moreira, Edson Luiz de David.
Consolidação – A superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul – OCB/MS, Dalva Garcia Caramalac, representou o presidente Régis Ramos na solenidade. Segundo ela, “A honraria é merecida, reflete o trabalho e a união dos produtores de Aral Moreira e região que, com a Coamo, passaram a ter um cooperativismo de resultados, de confiança e solidez. Este título representa muito para o nosso cooperativismo e é partilhado com todos os associados.”
Grandeza – Para o deputado estadual Paulo Correa que, na solenidade representou o governador e o presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul, a sessão solene foi histórica e relevante. “Estou testemunhando uma noite histórica com a entrega de uma honraria a um grande cidadão brasileiro, que é orgulho para todos nós do Cone Sul. Um cidadão que trabalha para o sucesso dos agricultores e estes, por sua vez, participam da Coamo de forma expressiva e assim, a parceria só pode dar certo.” disse Correa.
Desenvolvimento – “Com 10 anos de atuação, estamos colhendo os frutos da iniciativa que tivemos em trazer para este município o cooperativismo de resultados implantado pela Coamo em sua trajetória” diz Gallassini, apontando que os números demonstram a sintonia entre os associados e sua cooperativa. “Cada um faz a sua parte para propiciar o progresso e desenvolvimento da agricultura em Aral Moreira e no Estado do Mato Grosso do Sul.”
Coamo há 10 anos em Aral Moreira 
Na sua história, o Município de Aral Moreira passou pelos ciclos da erva-mate e pecuária, antes de se tornar grande produtor de soja e milho, com relevante destaque no cenário agrícola sul-matogrossense.
Em 2004 a diretoria da Coamo tomou conhecimento de que muitos associados de outras regiões da cooperativa migraram para a região de Aral Moreira. Acostumados com o sistema cooperativista praticado pela Coamo sentiram a necessidade de ter a cooperativa junto deles. Após análise e aprovação da assembleia, em meados de 2005 foi iniciado o recebimento da produção de soja em armazéns alugados em Rio Verde e Jaguaretê, antes das instalações próprias em setembro de 2005. De uma área construída de 7.000 metros quadrados em 2005, o entreposto da Coamo em Aral Moreira chegou aos 24.000 metros quadrados de construção, c com capacidade de armazenagem para 2.300.000 sacas de produtos na unidade de Aral Moreira e nos postos de Jaguaretê e Rio Verde. 

Fonte: Ass. da Coamo

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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