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Frimesa reforça seu compromisso com a sustentabilidade durante COP28

Cooperativa teve destaque no painel “Cooperativas Aliadas do Desenvolvimento Sustentável e da Segurança Alimentar” organizado pelo Sistema OCB.

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A Frimesa Cooperativa Central apresentou seu case de sustentabilidade na 28ª Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP 28) no último sábado (09) em Dubai, no Espaço Brasil. Representando as cooperativas de produção, falou sobre suas soluções sustentáveis e inovadoras que deixa evidente o compromisso em produzir alimentos de forma verde e eficiente. A cooperativa teve destaque no painel “Cooperativas Aliadas do Desenvolvimento Sustentável e da Segurança Alimentar” organizado pelo Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Comitiva foi composta por outras cooperativas do Brasil.  Na Foto, da esquerda pra direita, o representante da Frimesa na COP 28 em Dubai, Marcelo Cerino – Fotos: Divulgação/Frimesa

O presidente da Frimesa, Elias José Zydek, falou do orgulho de poder falar sobre o sistema cooperativo do Brasil.”Levar as ações do cooperativismo para o mundo nos enche de orgulho, principalmente, através da nossa cooperativa que tem feito um excelente trabalho lançando suas metas ESG até 2040, preocupados com o futuro do planeta”, enfatizou.

O representante da Frimesa, superintendente de logística integrada que abrange o setor de meio ambiente e sustentabilidade, Marcelo Cerino, explanou durante 15 minutos sobre a preocupação em reduzir seu impacto ambiental no mundo indo de encontro ao tema da COP 28 “menos promessa, mais progresso”. “Apresentamos nossas práticas, e como desempenhamos bem nosso papel no agronegócio brasileiro. Diante de todas as experiências apresentadas, percebemos que estamos no caminho certo em buscar cada vez mais a sustentabilidade em nossos negócios. Plantamos uma semente forte para desmistificar a visão que o mundo tem sobre o agronegócio brasileiro, com práticas sem conivências com desmatamento e poluição”, elencou.

A Frimesa mostrou na COP 28 seu projeto de diversificação energética com o objetivo de reduzir o consumo de combustíveis fosseis, promover a autogeração de energia renovável e impulsionar a busca por uma matriz energética mais limpa e sustentável. De acordo com Marcelo, com investimento em biodigestores, é possível promover a produção de biogás, biometano e CO2. “Esses equipamentos geram energia térmica que substituem o uso de gás liquefeito de petróleo (GLP) e reduzem as emissões de gases poluentes”, expôs.

Entre as referências apresentadas esteve a Unidade Frigorífica de Assis Chateaubriand que é uma das plantas mais sustentáveis do Brasil projetada para gerar 5.850 Nm³/dia de biometano funciona a partir de 2024. A iniciativa tem o objetivo de neutralizar as emissões de gases do efeito estufa oriundas das operações industriais até 2040, com contribuição para a circularidade dos resíduos, reaproveitamento energético e produção de biofertilizante.

Além dos biodigestores, a cooperativa investiu em energia solar e instalou uma usina com investimento R$ 400 mil e gera uma economia anual estimada em R$ 70 mil. Além disso, futuras fases do projeto incluem a expansão dos painéis fotovoltaicos para atender a 20% do consumo da unidade.

Cerino também explanou sobre a agenda ESG da Frimesa que projeta o alcance da neutralidade de carbono dentro de 17 anos.  “Cumprimos o objetivo de mostrar o case da Frimesa e nossas ações práticas de sustentabilidade e estamos alinhados com os objetivos sustentáveis do mundo”, finaliza.

As apresentações, mediadas pela superintendente da OCB, Tania Zanella, destacaram as contribuições das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e o crescimento inclusivo de comunidades no Brasil, África e Europa, com troca de experiências e detalhamento de cases de sucesso.

“O cooperativismo, para além de socialmente justo, é economicamente viável e ambientalmente correto”, salientou Tania em sua fala. Ela lembrou que a relação de confiança que o modelo de negócios oferece é um dos ativos que melhor pode explicar os impactos positivos e as significativas contribuições geradas nas atividades realizadas.

Fonte: Assessoria Frimesa

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
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Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

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Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

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Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
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