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Frimesa abre escritório em São Paulo e projeta faturamento de R$ 15 bilhões até 2032

Nova base comercial busca elevar participação no estado de 2,5% para 4,5%, apoiada na planta de Assis Chateaubriand (PR) com capacidade de 23 mil suínos por dia e em reestruturação de gestão integrada.

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Presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek: "Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável" - Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa, uma das maiores empresas brasileiras do setor de proteína animal, anunciou na terça-feira (24) a inauguração oficialmente de seu escritório comercial corporativo na capital paulista. Com essa movimentação e o avanço na operação da planta industrial de Assis Chateaubriand (PR), a maior da América Latina, a central de cooperativas projeta dobrar seu faturamento, alcançando a marca de R$ 15 bilhões até 2032.

O movimento estratégico de inserir a marca no maior mercado consumidor do país visa elevar a participação das vendas no estado de São Paulo de 2,5% para 4,5% até 2030. A expansão é sustentada por uma reestruturação de gestão focada em agilidade de mercado, integrando as divisões de Operações, Administrativa Financeira e Comercial para suportar o aumento da capacidade produtiva, que deve chegar a 23 mil suínos industrializados por dia.

Para o presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek, o sucesso da expansão está diretamente relacionado a intercooperação. “Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável. Chegamos a São Paulo impulsionados pelo motor de Assis Chateaubriand, o que nos permite trazer para o Sudeste e todo o país a segurança de um produto com qualidade e excelência desde o campo”, afirma.

À frente da execução comercial, o superintendente comercial Rodrigo Fossalussa destaca que o novo escritório em

Superintendente comercial da Frimesa, Rodrigo Fossalussa: “São Paulo é o coração do consumo no Brasil” – Foto: Divulgação/Frimesa

São Paulo funcionará como um hub de inteligência de dados. “São Paulo é o coração do consumo no Brasil. Nossa presença aqui nos permite ouvir o varejo em tempo real, agilizar a logística e garantir que o nosso portfólio ocupe um lugar de destaque nas gôndolas paulistanas”, explica Fossalussa.

Rebranding e conexão com o consumidor

Junto à expansão da presença física, a Frimesa apresenta um rebranding que reflete sua evolução para uma marca mais moderna e sustentável. De acordo com Eduardo Rizzo, gerente de marketing da Frimesa, o objetivo é comunicar essa modernidade e traduzir os valores da Frimesa à mesa do consumidor. “Acreditamos na humanização da nossa cadeia de produção. O nosso novo posicionamento, tal como toda a comunicação, reforça que somos um ecossistema vivo, focado em inovação e na entrega de produtos que combinam tradição, segurança e qualidade com a praticidade exigida pelo consumidor atual, que hoje é o foco da Frimesa”, destaca.

Foto: Divulgação/Frimesa

Sobre a Frimesa 

A Frimesa é uma central de cooperativas especialista e referência em carne suína e derivados de leite provenientes de famílias associadas às suas cinco filiadas: Copagril, Lar, Copacol, C.Vale e Primato.

Com quase 50 anos de mercado, é a 4ª maior empresa de abate e processamento de suínos do Brasil, com um portfólio de mais de 560 produtos e mais de 48 mil clientes, entre supermercados, atacarejo, atacado, food service, distribuidores e indústria de alimentos.

A Frimesa encerrou 2025 com um faturamento bruto de R$7 bilhões, dos quais 26% correspondem ao comércio externo em 4 continentes e 74% à comercialização de produtos no mercado interno. Um crescimento de 7% sobre 2024.

A operação conta com 6 unidades industriais, 15 centros de distribuição, 41 mil posições de armazenamento, 410 transportadoras e quase 13 mil colaboradores dedicados em nutrir pessoas com comida de verdade.

 

Fonte: Assessoria Frimesa

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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