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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
Notícias Avicultor Mais agora é SAMIPA
Força da proteína animal mineira se reúne para lançamento do SAMIPA 2027
Maior encontro de negócios e capacitação do setor no estado vai ocorrer em junho e promete integrar avicultura, suinocultura, bovinocultura e aquicultura, fortalecendo competitividade e inovação.

Um marco histórico para a proteína animal de Minas Gerais. Na quinta-feira (26), o auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em Belo Horizonte, recebeu autoridades, representantes de entidades e das principais empresas de avicultura, aquicultura, bovinocultura e suinocultura do estado para o lançamento oficial do Salão Mineiro da Proteína Animal (SAMIPA 2027), o maior encontro de negócios e capacitação do setor no estado.
O megaencontro, que promete entrar para o calendário nacional de eventos da agropecuária, já tem data para acontecer: 23 e 24 de junho de 2027. Nessa data, o setor da proteína animal estará reunido para mostrar a sua grandeza, proporcionar negócios e difundir conhecimento, além de promover novas conexões e parcerias estratégicas.
Idealizado pela Associação dos Avicultores de Minas Gerais (AVIMIG), desde 2001, como “Avicultor”, o evento SAMIPA chega em 2027 agregando a força do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado de Minas Gerais (Sinpamig); da Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal (AFRIG); da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG); da Associação de Aquicultores e Empresas Especializadas de Minas Gerais (PEIXE-MG) e do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Carnes, Derivados e do Frio de Minas Gerais (SINDUSCARNE).
A abertura do evento, na FIEMG, foi feita pelo presidente do Conselho Diretor da AVIMIG, Antônio Carlos Vasconcelos Costa: “Hoje, com o lançamento do SAMIPA 2027, a proteína animal se agiganta, para mostrar o seu tamanho, a sua força. A união do mercado de proteína de origem animal em Minas Gerais – aves, ovos, suínos, bovinos e peixes – é um marco estratégico que vai nos ajudar a fortalecer a eficiência produtiva, enfrentar desafios econômicos e aumentar a sustentabilidade, consolidando o estado como líder no agronegócio, como protagonista da proteína animal mineira”.
Em seguida, o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, falou sobre a importância do SAMIPA 2027, ressaltando que a integração é a chave para a competitividade global. Para ele, o setor deixou de ser composto por concorrentes para se tornar um bloco de aliados. “É muito interessante ver toda a cadeia produtiva trabalhando em conjunto, buscando soluções sistêmicas. A proteína animal tem potencial para ser o nosso destaque de exportações no agronegócio pela vantagem do valor agregado. Exportar soja é como exportar minério; exportar proteína animal é como exportar o carro ou o aço. Agregar valor é fundamental para o país”, disse ele.
Flávio Roscoe também incentivou o fim das “ilhas isoladas” e colocou a estrutura da FIEMG à disposição do SAMIPA e das entidades que fazem parte desse evento: “Por que não defender a integração das pautas e interesses comuns? Desejo que os debates técnicos sejam profundos e que a união de vocês gere prosperidade para a indústria, o agro e a sociedade. O futuro brasileiro nessa área é extraordinário. Por enquanto, estamos apenas arranhando o nosso potencial. Contem com a FIEMG em todas as áreas — tributária, trabalhista, gerenciamento, energia e estratégia. Estamos prontos para mobilizar.”
Momento de expectativa
Um dos momentos mais esperados da noite foi a apresentação do logotipo que irá representar o SAMIPA 2027. A arte foi desenvolvida pelo time de profissionais do Departamento de Design da MHD Comunicação, empresa com mais de 30 anos de mercado e que tem no comando a jornalista e especialista em Administração e Marketing, Maria Helena Dias.
A diretora da agência contou como foi o processo de desenvolvimento da marca, os desafios, até que se chegou à definição dos atributos, tipografia, construção dos ícones, cores, variações e aplicações. A MHD Comunicação foi a responsável por desenvolver o primeiro logo do Avicultor, dando sequência à marca do Avicultor Mais e, agora, do SAMIPA 2027, em toda a sua amplitude, personalidade e a identidade única.
“Nosso desafio para o desenvolvimento da marca foi unificar os setores de proteína animal de Minas Gerais sob uma identidade coesa, com simbologia forte e de fácil reconhecimento. Para isso, usamos o triângulo, presente na bandeira de Minas. A marca nasce com atributos claros de ser regional, integradora e autêntica, e ganha uma narrativa visual capaz de projetar Minas Gerais como protagonista em proteína animal no Brasil. É uma marca atemporal, com clareza simbólica, pronta para representar o setor em contextos técnicos, institucionais e promocionais”, explicou Maria Helena Dias.
A apresentação do logotipo do evento envolveu os realizadores numa dinâmica interativa. Antônio Carlos Costa (AVIMIG); Elton Mendes (SINPAMIG); Marcílio de Souza Magalhães (AFRIG); Donizetti Ferreira Couto (ASEMG); Pedro Rivelli (PEIXE MG) e Pedro Braga (SINDUSCARNE) foram chamados à frente para a montagem de um quebra-cabeça, que revelou, de maneira surpreendente aos presentes, a identidade do SAMIPA 2027. No telão, os presentes acompanharam, por meio de um vídeo, o lançamento oficial da marca, um logotipo colorido, moderno, que carregará o conceito do evento por todos os cantos do país, apresentando a força de Minas na avicultura, suinocultura, bovinocultura e na aquicultura.
Após pronunciamento de cada um dos realizadores, que falaram sobre a importância da união das principais proteínas animais de Minas Gerais, o evento foi encerrado com um coquetel refinado em um dos salões da FIEMG.



