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Frame Score como ferramenta adicional de seleção
Característica é indicada para monitorar o peso ao nascimento e peso adulto da vaca

O mercado consumidor tem exigido um sistema pecuário cada vez mais eficiente, baseado em um regime de ciclo curto de produção que otimize os recursos ambientais. Nas últimas duas décadas, a produtividade da pecuária de corte brasileira aumentou 159%, o que possibilitou a redução do ciclo pecuário e impulsionou a produção de carne de qualidade e sustentável, através de tecnologias associadas ao melhoramento genético que permitem acelerar os ganhos genéticos dos rebanhos em consonância com os recursos disponíveis na propriedade e objetivos de produção.
No melhoramento genético de zebuínos há uma preocupação crescente em relação à seleção para crescimento e peso vivo em idades jovens e seus impactos no tamanho adulto, composição da carcaça, fertilidade e produtividade do rebanho. Em vista dessa demanda e da necessidade de medidas complementares às DEPs para peso em diferentes idades, o Frame Score (frame) mostrou-se uma ferramenta adicional de seleção. Específico para cada raça, o frame é a descrição numérica do tamanho do esqueleto do animal em função da idade, sexo e altura, estando indiretamente associado com o potencial de crescimento, composição corporal, tamanho na maturidade e exigência nutricional.
Apesar das vantagens de sua utilização, o frame não era habitualmente utilizado no Brasil, pois até então as equações de predição para frame eram adequadas para animais taurinos, tornando impraticável a sua utilização em animais zebuínos. Diante disso, um grupo formado por pesquisadores da Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP), em parceria com pesquisadores da Embrapa Cerrados, da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e da Universidade de Davis da Califórnia, Estados Unidos, desenvolveu equações de predição para classificar animais da raça Nelore para frame, utilizando medidas de carcaça obtidas por ultrassonografia, altura na garupa, idade e sexo dos animais, a partir de dados oriundos do programa Nelore Brasil da ANCP.
Essa pesquisa deu origem a um artigo recém-publicado na revista Animal Production Science, intitulado de “Critérios de seleção para frame score e sua associação com crescimento, reprodução, eficiência alimentar e características de carcaça em bovinos Nelore” (em inglês: Selection criteria for frame score and its association with growth, reproductive, feed efficiency and carcass-related traits in Nellore cattle). Neste trabalho, foram quantificadas as associações genéticas entre o frame Nelore e características relacionadas ao crescimento, reprodução, carcaça e eficiência alimentar. Além disso, foi estimado o impacto da seleção para o tradicional índice bioeconômico MGTe (MGTe: Mérito Genético Total Econômico), assim como para os quatros novos índices bioeconômicos de seleção da ANCP para sistemas de cria, recria e engorda sobre o escore de frame (MGTe_CR; MGTe_RE, MGTe_CO e MGTe_F1).
Os resultados da pesquisa publicada indicaram que a característica frame é um critério apropriado para monitorar o peso ao nascimento (PN) e peso adulto (PA) da vaca, como consequência da maior associação genética entre frame e os pesos nestas idades, sendo que a seleção para maior frame deve aumentar o peso ao nascimento e peso adulto da matriz. Contudo, para os pesos e perímetros avaliados após a desmama, a magnitude das associações genéticas com frame foi baixa. Portanto, a seleção para maiores pesos e perímetros após desmama não deve envolver animais de maior frame. Isso implica que, se a finalidade é a adequação do frame ao sistema de produção e objetivos do criador, este deve ser incluído ou utilizado como critério de seleção para obtenção de maiores respostas, em conjunto com outras DEPs de interesse produtivo. Ainda de acordo com o estudo, o frame não se mostrou uma característica apropriada para melhorar a precocidade sexual, a fertilidade e a produtividade das matrizes, em virtude de sua baixa associação genética com estas características, indicando que, se o objetivo do criador é melhorar a precocidade e produtividade das matrizes, a estratégia mais apropriada é utilizar as DEPs diretamente indicadoras às mesmas, disponíveis nas avaliações genéticas, como o caso da DEP para 3P, STAY e PAC.
Em relação às características de carcaça, a área de olho de lombo (AOL) apresentou associação positiva com frame, indicando que a seleção para aumentar o frame levaria a melhorias no rendimento dos cortes de carcaça e no valor comercial. Já a associação genética obtida entre frame e espessura de gordura na garupa (P8) foi de alta magnitude, porém negativa, sugerindo que a seleção para maior frame diminuiria a P8. A deposição de gordura é associada com a curva de crescimento dos animais, pois o início da deposição está relacionado com a redução do crescimento muscular e a maturidade fisiológica. Dessa forma, animais mais altos apresentam desenvolvimento muscular e deposição de gordura subcutânea tardios.
Para as características relacionadas com a eficiência alimentar, como o consumo de matéria seca (IMS) e consumo alimentar residual (CAR), podemos afirmar que, como era de se esperar, a seleção para adequação do frame não interfere na expressão do CAR, mas a seleção para aumentar o frame deve acarretar aumento na IMS.
Neste trabalho, os pesquisadores também avaliaram o impacto da seleção para os índices bioeconômicos de seleção para sistemas de ciclo completo (MGTe), cria (MGTe_CR), e recria e engorda (MGTe_RE, MGTe_CO e MGTe_F1) sobre a DEP de frame. A seleção para maior MGTe e MGTe_CR resultou em menores impactos sobre o frame: apenas 8,3% e 9,7%, respectivamente, do ganho genético obtido, se a seleção fosse diretamente pela DEP para frame. Já para os índices de recria e engorda a pasto (MGTe_RE) e recria e engorda em confinamento (MGTe_CO e MGTe_F1), que incluem maior ponderação nas características de composição de carcaça, a mudança correlacionada ao frame foi 15%, 16,5% e 13,6%, respectivamente, do ganho genético obtido, se fosse selecionado diretamente pela DEP para frame. Desta forma, a seleção usando os índices MGTe e MGTe_CR, customizados para sistemas de produção menos intensivos, não influenciam o frame, em curto prazo, o que significa que esses índices de seleção apresentam menor impacto no tamanho maduro, composição da carcaça e exigências nutricionais dos animais.
Os resultados dessa pesquisa demonstram que a característica Frame Score foi favorável à seleção e relevante para ser considerada no atual cenário do melhoramento genético da raça Nelore, podendo ser utilizada como critério auxiliar ou complementar para os programas de melhoramento genético, visando melhores decisões de reprodução e acasalamento para diferentes condições de mercado e produção. A classificação de frame não é importante apenas para sistemas de cria Nelore, mas também para sistemas de recria e terminação, devido a potenciais antagonismos genéticos entre características de crescimento, reprodução, eficiência alimentar e características de carcaça.
*Maria Paula Marinho de Negreiros é médica veterinária e mestre em Ciências. Atua na Base de Dados ANCP.
As referências bibliográficas estão com a autora: assbasededados@ancp.org.br

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Concurso de Carcaças Angus valoriza boas práticas e eleva padrão da carne bovina
Iniciativa reuniu produtores de diferentes regiões e avaliou mais de 4,1 mil novilhas com critérios técnicos de qualidade.

Realizado entre os meses de outubro e dezembro, o Concurso de Carcaças Angus teve como foco estimular a adoção de boas práticas pecuárias e valorizar a produção de carne bovina de alta qualidade no Brasil. A iniciativa reconhece produtores que se destacam no manejo, na genética e no acabamento de animais da raça Angus, contribuindo para a padronização do produto e para a elevação dos padrões de qualidade exigidos pelo mercado.

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A ação foi promovida pela Associação Brasileira de Angus, em parceria com a Minerva Foods, e reuniu produtores de diferentes regiões do país. As avaliações técnicas das carcaças ocorreram em unidades localizadas em Barretos, no interior de São Paulo; Bataguassu, no Mato Grosso do Sul; Rolim de Moura, em Rondônia; Palmeiras de Goiás, em Goiás; e Tangará da Serra, no Mato Grosso.
Ao longo do concurso, os produtores encaminharam animais previamente selecionados para análises que levaram em conta critérios técnicos como conformação, acabamento e rendimento de carcaça. A iniciativa reforça o papel da genética Angus como instrumento de agregação de valor à pecuária de corte brasileira e de alinhamento às demandas de consumidores e mercados cada vez mais atentos à qualidade, à padronização e à origem da carne.
Neste processo, foram observados aspectos como padrão racial, faixa etária e nível de acabamento, assegurando uma avaliação criteriosa e

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alinhada aos mais elevados protocolos de qualidade. A partir desses parâmetros, cada carcaça foi classificada, permitindo o cálculo do desempenho médio dos lotes avaliados e a valorização objetiva dos melhores resultados. “O Concurso de Carcaças é uma ferramenta estratégica para fortalecer a pecuária de qualidade no Brasil. Ao incentivar boas práticas, reconhecer o trabalho dos produtores e valorizar a raça Angus, criamos um ciclo virtuoso que beneficia toda a cadeia produtiva e para o posicionamento da carne brasileira nos mercados mais exigentes do mundo”, frisou o gerente executivo de Relacionamento com Pecuaristas da Minerva Foods, Rostyner Costa.
Nesta edição, mais de 4,1 mil novilhas foram avaliadas, número recorde do concurso promovido pela Companhia, refletindo o crescente engajamento dos produtores e a consolidação da iniciativa como referência no setor. Os vencedores receberam um troféu e um avental personalizado da Associação Brasileira de Angus, como forma de reconhecimento pela excelência alcançada.
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Salvaguarda da China à carne bovina impõem teste à estratégia exportadora do Brasil
Medida eleva tarifas, expõe dependência do mercado chinês e pressiona a diversificação dos destinos da carne brasileira.

A decisão da China de impor medidas de salvaguarda às importações de carne bovina adiciona um novo grau de complexidade ao comércio global da proteína e expõe, de forma direta, a elevada dependência brasileira do mercado chinês. A partir de 2026, volumes que excederem a cota de 1,1 milhão de toneladas estarão sujeitos a tarifas que podem chegar a 67%, o que inclui um adicional de 55 pontos percentuais sobre a alíquota já vigente de 12%.

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O impacto potencial é relevante. Em 2025, a China absorveu cerca de 1,7 milhão de toneladas da carne bovina exportada pelo Brasil, respondendo de longe pelo principal destino do produto nacional. O segundo maior mercado, os Estados Unidos, importou pouco mais de 200 mil toneladas de carne in natura no mesmo período, evidenciando a dificuldade de uma realocação rápida e volumosa dos embarques brasileiros.
Segundo análise da Consultoria Agro do Itaú BBA, a necessidade de diversificação dos destinos se torna inevitável, ainda que operacionalmente desafiadora. O relatório destaca que o cenário global de escassez de proteína bovina tende a amortecer parte dos efeitos adversos da medida chinesa, especialmente em um momento em que a oferta mundial encontra limitações estruturais.
Do lado doméstico, a perspectiva é de retração. A projeção aponta para uma queda de aproximadamente 2% na produção brasileira de carne bovina em 2026, o equivalente a cerca de 200 mil toneladas a menos de oferta. Esse volume corresponde a cerca de um terço do excedente que precisaria ser redirecionado caso as compras chinesas repitam, no próximo ano, o recorde observado em 2025. Após quatro anos consecutivos de elevado descarte de fêmeas, analistas não descartam que essa estimativa de redução possa, inclusive, ser conservadora.
No tabuleiro internacional, a imposição das salvaguardas tende a provocar uma reorganização dos fluxos comerciais. Argentina e Uruguai

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receberam cotas superiores aos volumes que efetivamente exportaram para a China em 2025, o que abre espaço para ajustes regionais. Nesse contexto, o Brasil pode ampliar o fornecimento ao mercado argentino, liberando parte da produção daquele país para atender a demanda chinesa.
Os Estados Unidos aparecem como outro vetor relevante. Com o déficit norte-americano de carne bovina projetado em 1,3 milhão de toneladas em 2026, cerca de 100 mil toneladas acima de 2025, há margem para expansão das exportações brasileiras, especialmente após a retirada de entraves tarifários. Ainda assim, esse movimento não seria suficiente, isoladamente, para compensar uma eventual redução abrupta dos embarques à China.
No curto prazo, a expectativa é de aceleração dos envios ao mercado chinês até o preenchimento da cota sujeita à tarifa reduzida. Após esse ponto, pode haver maior pressão sobre os preços do boi gordo, sobretudo em períodos de maior oferta sazonal, como a transição das águas para a seca e o pico dos confinamentos. A avaliação do Itaú BBA, contudo, é de que esses efeitos tendem a ser moderados pela retração da oferta brasileira ao longo do ano e pelas limitações de expansão da produção nos principais países exportadores.
Em síntese, a salvaguarda chinesa funciona como um alerta estratégico. Mais do que um choque conjuntural, a medida reforça a urgência de o Brasil avançar na diversificação de mercados e na consolidação de uma agenda comercial menos concentrada, em um momento em que o ciclo pecuário e o equilíbrio global da oferta impõem limites claros à expansão da produção.
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Leite A2 chega gratuitamente à população e melhora qualidade de vida no interior paulista
Projeto pioneiro beneficia cinco mil moradores em Novo Horizonte e amplia acesso a alimento de melhor digestibilidade.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, por meio do Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), foi parte determinante para que a cidade de Novo Horizonte, localizada no interior paulista, distribuísse, gratuitamente, leite do tipo A2 para a população. De acordo com os dados do município, o projeto pioneiro no Estado já beneficiou cerca de 5 mil habitantes, com o fornecimento de mais de 13 mil litros de leite.
Esta variedade é recomendada às pessoas que sofrem com desconforto gastrointestinal ao ingerir a bebida e derivados. Pioneiro na identificação do leite A2 no país, o laboratório de Genética e Biotecnologia do IZ realiza análises que garantem a pureza, possibilitando sua certificação e garantindo mais segurança ao consumidor.
“A parceria foi fundamental para consolidar o que nós temos em Novo Horizonte. O Instituto disponibilizou o espaço (Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Genética e Biotecnologia do IZ) para realizar os exames nas vacas e identificá-las como A1 e A2, além de realizar a aferição da qualidade e pureza do leite A2”, relatou o prefeito da cidade, Fabiano Belentani.

Pesquisador do Instituto de Zootecnia, Anibal Eugênio Vercesi Filho: “Em alguns indivíduos, a BCM-7 é considerada fator de risco, pois pode afetar o processo digestivo e desencadear a inflamação das mucosas gástrica e intestinal” – Foto: Divulgação/IZ-APTA
Inicialmente, o projeto beneficiou os alunos matriculados na rede de ensino municipal e depois se expandiu para os demais setores, como unidades de saúde e postos de assistência social. “Nós fornecemos o alimento na merenda escolar, na saúde para pacientes crônicos e idosos e também na assistência social”, comenta o prefeito.
Como é o caso da senhora Fátima Aparecida, beneficiada com a distribuição do leite A2 no município. Há cinco anos, ela precisou passar por uma cirurgia delicada por conta de um câncer de intestino. Depois do procedimento, Fátima até tentou o consumo da bebida, e somente com o A2 foi possível a ingestão sem ocasionar qualquer desconforto intestinal. “Eu tinha tomado vários tipos de leite, e nenhum deu certo. Até chegar o A2, que foi muito bom para mim, porque, se eu tomo, de fato, não acontece nada: não tenho diarreia, cólica, nem nada”, relata.
Variedade do leite A2
Estimativas apontam que parte dos brasileiros tem algum tipo de problema intestinal com o consumo de leite. O pesquisador Aníbal Eugênio Vercesi Filho, diretor da Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Genética e Biotecnologia do IZ, ressalta que, durante a digestão do leite que contém beta-caseína A1, se forma um peptídeo, a beta-casomorfina 7 (BCM-7), e isso pode inflamar o intestino. “Em alguns indivíduos, a BCM-7 é considerada fator de risco, pois pode afetar o processo digestivo e desencadear a inflamação das mucosas gástrica e intestinal, causando sintomas como inchaço, gases, dor abdominal e diarreia. Este peptídeo não é formado com a digestão do leite A2”, menciona.
A nutricionista da Diretoria de Segurança Alimentar da SAA, Sizele Rodrigues, explica que esse problema é muito comum logo nos primeiros anos de vida. “A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é o tipo de alergia alimentar mais comum em crianças até três anos de idade e é caracterizada pela reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente à caseína e às proteínas do soro”, aponta.
Sizele ainda ressalta que pesquisas realizadas sobre esta variedade trouxeram resultados positivos, mas é fundamental manter a constância para novas descobertas e confirmações. “Alguns estudos já sugerem diversos benefícios na troca do consumo do leite comum pelo A2, que pode fortalecer a imunidade e evitar o aumento da inflamação e dos problemas gástricos. Esse tipo de leite pode sim ser uma alternativa para pessoas com maior sensibilidade no sistema digestivo, por ser notoriamente de mais fácil digestão”, expõe.
Investimento na Pecuária Paulista de Leite
Com a finalidade de apoiar o desenvolvimento da pecuária leiteira paulista, por meio da modernização de técnicas de manejo e da adoção de tecnologias de produção, a Secretaria de Agricultura, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio (FEAP), mantém a linha de crédito Leite Agro SP.
Em 2025, mais de 60 produtores foram beneficiados pela linha. “A linha representa uma oportunidade para o produtor modernizar sua atividade, melhorar a qualidade do leite e reduzir custos de produção. Com crédito acessível, em condições diferenciadas, o produtor consegue investir em genética, nutrição e infraestrutura, garantindo mais produtividade e competitividade. É o apoio direto do Governo, por meio da SAA, para fortalecer a pecuária leiteira no Estado e assegurar o sustento das famílias no campo”, destaca o secretário executivo do FEAP, Felipe Alves.
Além da linha de financiamento para o produtor, a SAA também possui uma iniciativa que permite ao poder público estadual adquirir produtos diretamente de agricultores familiares, por meio de suas cooperativas: o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). O leite está entre os produtos que integram o programa. Somente este ano, foram mais de R$ 53 milhões em compras públicas da agricultura familiar.



