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Fórum Sul Brasileiro debate a produção e o uso do biogás como fonte de energia

Encontro será realizado de 6 a 8 de junho, em Foz do Iguaçu (PR), e inscrições já estão abertas. Palestra, mesas-redondas e visitas técnicas fazem parte da programação

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A região Sul volta a se reunir para debater a produção e o uso do biogás como fonte de energia. De 6 a 8 de junho de 2018, em Foz do Iguaçu (PR), será realizado o Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. Palestras, mesas-redondas e visitas técnicas possibilitarão a discussão sobre estruturação da cadeia de suprimentos, tecnologia, formação de mão de obra, mercado e desenvolvimento do setor.

O evento, no Golden Park Internacional, dá continuidade aos assuntos tratados no 1º Fórum Estadual de Biogás e Biometano, realizado em junho de 2017, em Caxias do Sul (RS). “O sucesso do Fórum realizado no ano passado nos incentivou a ampliar e a estender o evento para toda a região Sul do Brasil”, destaca o coordenador-geral do Fórum, Clóvis Leopoldo Reichert.

Programação

No dia 6, a palestra que abre o Fórum vai tratar sobre o Panorama Europeu e Internacional de Biogás e Biometano. O diretor de projetos da Associação Europeia de Biogás (EBA), Bruno Deremince, mestre no assunto e autor de diversas pesquisas da EBA, fala sobre panorama internacional e experiência europeia em Biogás e Biometano.

A palestra dialoga com os cinco temas do fórum com foco na experiência da União Europeia. Conforme recente pesquisa da EBA, estima-se que, até 2020, o setor de biogás e biometano seja responsável por 1,5% da geração de energia elétrica e 5% do gás natural consumido na Europa.

Deremince está no centro da inteligência de biogás e biometano na Europa. Ele atua diretamente no diálogo entre a EBA, a indústria de biogás e biometano e os órgãos políticos que interagem com o setor na União Europeia. Ele trabalha no desenvolvimento de projetos, análise de mercado, elaboração de estatísticas, publicações técnicas sobre o assunto e desenvolvimento de network.

O debate segue na quarta e quinta-feira (06 e 07/06) com mesas-redondas que abordarão sobre panorama sul-americano do Biogás e Biometano; políticas públicas; tecnologias e processos para produção de biogás e geração de energia; e sobre mercados potenciais. Também estão programadas apresentações de cinco cases bem-sucedidos.

O último dia (08/06) é reservado às visitas técnicas, com duas opções de roteiros. Entre os destinos a serem visitados, estão a Unidade de Demonstração de Biogás e Biometano da Itaipu Binacional, que produz biometano para abastecimento de veículos, e iniciativas de aplicação de biogás e biometano na sustentabilidade energética de negócios como a Granja Colombari, a Granja Stein, e a Fazenda Iguaçu Starmilk, que utilizam dejetos de suínos e de vacas leiteiras para produção de biogás e geração de energia.

Inscrições

Pela participação nos dias 6 e 7, estudantes e professores pagam R$ 60 e profissionais em geral pagam R$ 160. As visitas técnicas programadas para o dia 8, também necessitam inscrição e custam R$ 120 e R$ 140. Para participar das visitas técnicas é necessário estar inscrito nos dois dias do Fórum. As vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas no site do evento.

A expectativa dos organizadores é receber 400 participantes, principalmente do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Como no ano passado, o evento vai reunir empresários, gestores de órgãos públicos, profissionais, pesquisadores, estudantes e pessoas interessadas nessa promissora indústria do biogás e biometano.

O Fórum Sul Brasileiro, salienta o coordenador-geral, vai propiciar a integração dos atores do setor dos três Estados do Sul, bem como promover a discussão e troca de experiências. “A região Sul tem grande potencial de produção de biogás, pela quantidade de resíduos agropecuários e da indústria, que produzem efluentes com alta carga orgânica e, também, pela proximidade com os pontos de consumo de energia”, observa Clóvis.

Para o coordenador-geral do Fórum, que é gerente de operações do Instituto Senai de Tecnologia em Petróleo, Gás e Energia, o uso de biogás se apresenta como relevante fonte energética e recurso fundamental para o crescimento e melhoria da eficiência dos setores produtivos, especialmente o agronegócio.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Oferta ajustada de suínos garante nova alta de preços no Brasil

Mercado brasileiro de suína registrou mais uma semana de elevação nos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suína registrou mais uma semana de elevação nos preços. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a oferta de animais continua ajustada frente à demanda dos frigoríficos, fator que leva os granjeiros a buscarem correções nos preços do suíno vivo.

Ele afirma, contudo, que o ambiente de negócios está acirrado. “As indústrias tentam barrar movimentos agressivos nos preços, avaliando que grandes repasses para a carne podem dificultar o escoamento no mercado doméstico no decorrer da segunda quinzena, período onde tipicamente as famílias estão menos capitalizadas”, comenta.

O alto custo de produção, devido ao preço do farelo de soja e do milho, também leva os produtores a pleitearem por altas. “Há um forte ritmo de exportações de carne suína, por conta dos volumes de compras dos chineses, o que ajuda a manter a disponibilidade enxuta. Além disso, os animais continuam leves em vários estados, o que também contribui para ajustes da oferta da carne”, pontua.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou 0,71% ao longo da semana, de R$ 6,66 para R$ 6,71. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 11,87 para R$ 12,01, aumento de 1,20%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 11,10, ante os R$ 10,96 praticados na última semana, com valorização de 1,25%.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 76,422 milhões em setembro (8 dias úteis), com média diária de US$ 9,552 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 32,985 mil toneladas, com média diária de 4,123 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.316,80.

Na comparação com setembro de 2019, houve avanço de 54,35% no valor médio diário exportado, ganho de 54,61% na quantidade média diária e queda de 0,17% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo seguiu em R$ 152,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 4,55 para R$ 4,60. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 7,15 para R$ 7,20.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração permaneceu em R$ 4,70. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 7,60 para R$ 7,65. No Paraná o quilo vivo aumentou de R$ 7,35 para R$ 7,50 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo passou de R$ 4,80 para R$ 4,90.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração se manteve em R$ 4,80, enquanto em Campo Grande o preço seguiu em R$ 6,60. Em Goiânia, o preço seguiu em R$ 7,80. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno se manteve em R$ 8,30. No mercado independente mineiro, o preço prosseguiu em R$ 8,20. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado continuou em R$ 4,70. Já em Rondonópolis a cotação seguiu em R$ 6,60.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Incerteza na Argentina sustenta preços do trigo no Brasil

Até o momento, os preços são sustentados acima do esperado, mesmo com o gradual ingresso de safra

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Divulgação/AENPr

Os preços do trigo tanto no Brasil como na Argentina devem sentir os reflexos do deficit hídrico enfrentado pelas lavouras do país vizinho. Até o momento, os preços são sustentados acima do esperado, mesmo com o gradual ingresso de safra. Já houve um reajuste na projeção da safra argentina e, segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, “caso as perdas sigam se intensificando, a possibilidade de inversão do viés não é descartada”.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020 de trigo no Paraná atinge 23% da área cultivada de 1,113 milhão de hectares. Ela deve crescer 8% frente aos 1,028 milhão de hectares plantados em 2019.

Conforme o Deral, as lavouras seguem piorando de qualidade. Nesse momento, 62% das lavouras de trigo do estado estão em boas condições, 28% em situação média e 10% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (5%), floração (11%), frutificação (24%) e maturação (60%).

A produção de trigo deve atingir 3,474 milhões de toneladas, 62% acima das 2,140 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 3.122 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

A semana se caracterizou por nebulosidade e pancadas de chuva no Rio Grande do Sul, alternando com dias ensolarados e temperaturas de amenas a elevadas durante a tarde. As condições do tempo beneficiaram o desenvolvimento do trigo, principalmente pela presença de adequada umidade no solo, que permitiu a absorção dos nutrientes.

Até o momento, 3% das lavouras estão em maturação, 43% em enchimento de grãos, 36% em floração e 18% em desenvolvimento vegetativo. Na semana passada, os percentuais ficavam em 2, 27, 42 e 29, respectivamente. O desenvolvimento está em linha com a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Mercado de milho tem cotações pouco alteradas na semana

No balanço da semana, o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 58,50 para R$ 60,00 a saca

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Divulgação

Após períodos de altas e depois períodos em que o mercado recuou, esta última semana foi de poucas alterações no mercado brasileiro de milho. Em uma ou outra praça houve uma mudança mais significativa, mas em linhas gerais ocorreu acomodação nas cotações.

Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve um pouco confuso na semana, com preços variando muito em cada negócio realizado e com dispersão entre compradores e vendedores. Assim, o comportamento foi heterogêneo, variando de região para região, mas sem grandes oscilações.

No balanço da semana, o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 58,50 para R$ 60,00 a saca.

Já no mercado disponível, o preço do milho em Campinas/CIF caiu na base de venda na semana de R$ 61,00 para R$ 60,00 a saca de 60 quilos. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 60,00 para R$ 59,00 a saca no comparativo.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço se manteve em  R$ 56,00 a saca na base de venda. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação se manteve em R$ 52,00 a saca.  Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve avanço de R$ 62,00 para R$ 64,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho recuaram na semana de R$ 57,00 para R$ 56,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado ficou estável em R$ 54,00 a saca.

Exportações

As exportações de milho não moído, exceto milho doce, do Brasil apresentaram receita de US$ 511,110 milhões em setembro (8 dias úteis), com média diária de US$ 63,888 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 3,074 milhão de toneladas, com média de 384,260 mil toneladas. O preço médio por tonelada ficou em US$ 166,30.

Na comparação com a média diária de setembro de 2019, houve alta de 25,98% no valor médio diário exportado, avanço de 25,26% na quantidade média diária de volume e ganho de 0,58% no preço médio Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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