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Fórum promove mês da avicultura e divulga resultados; RS é terceiro maior produtor e exportador do Brasil

No evento on-line, dirigentes explicaram as atividades comemorativas, os desafios do setor e a importância para o Brasil e para o mundo

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O mês de agosto é de comemorações para a avicultura gaúcha e brasileira.  Para celebrar a ocasião, a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) promoveu o XIV Fórum Virtual Asgav &Sipargs _edição especial ao mês da avicultura. No evento on-line, dirigentes explicaram as atividades comemorativas, os desafios do setor e a importância para o Brasil e para o mundo. Além disso, representantes políticos e institucionais participaram da reunião.

O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, destacou as datas que homenageiam o setor, sendo a data estadual da carne de frango e do ovo no dia 13 (2ª sexta-feira do mês de Agosto), 56 anos da Asgav no dia 21 e dia nacional do avicultor, no dia 28. Santos lembrou que a avicultura foi “a âncora do Plano Real, sistema que mudou a economia, evoluiu e aumentou a produção, levando para os brasileiros proteína animal”.

O presidente do Conselho Diretivo da Asgav, Nestor Freiberger, ressaltou a geração de postos de trabalho e a produção em larga escala de carne de frango, de ovos e de produtos elaborados. Além disso, assinalou o compromisso da área com a biosseguridade e com o status sanitário, condição que ele considera como o “maior patrimônio”. As práticas de sustentabilidade social e econômica seguem na mira do setor, que continua otimizando e modernizando as práticas do setor.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, enfatizou que o Brasil é o primeiro exportador do mundo, seguido dos Estados Unidos e União Europeia, e o terceiro maior produtor mundial. “ Em 20 anos, o setor somou US$ 113 bilhões em receita, uma conquista que evidencia a potência da avicultura brasileira”, mencionou.

Pronunciamentos

Muitas manifestações favoráveis ao setor foram feitas por lideranças que participaram do evento. A superintendente no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Helena Pan Rugeri, parabenizou a categoria e disse que está à disposição da avicultura.

O senador Luis Carlos Heinze mencionou que a organização setorial é fundamental para o segmento obter ganhos e antecipou novas possibilidades de adquirir milho cultivado em áreas do Uruguai para o Estado, que é importador do grão. “Podemos incorporar mais de 1 milhão de hectares que hoje são usados com campo, arroz e pecuária extensiva e que podem ser plantados com milho, soja e florestas a partir da Hidrovia Lagoa Mirim e Lagoa dos Patos, ideia que está em fase de desenvolvimento”, reiterou. Na ocasião disse que deve ser inaugurado um porto em Arroio do Sal, com recursos privados.

A secretária da Agricultura do RS, Silvana Covatti, ressaltou a importância da cadeia para o Estado. O presidente do Conselho Consultivo da ABPA, Francisco Turra, enfatizou o valor de uma entidade para angariar vitórias para a avicultura. O deputado estadual Ernani Polo reforçou o valor do trabalho de uma entidade da defesa dos interesses do setor.

O deputado federal Jerônimo Goergen demonstrou apoio ao projeto do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) em nível nacional. O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, que também representou o Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips), parabenizou, em nome da indústria de suínos, a avicultura, que ele denominou como atividades “coirmãs”.

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, gravou um vídeo em reconhecimento ao trabalho de todos.

Um dos ex-presidentes da Asgav, Aristides Vogt, cumprimentou os dirigentes das entidades gaúcha e nacional pela gestão. O deputado estadual, Elton Weber, reiterou o seu apoio ao setor. O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) Paulo Pires, parabenizou a categoria em nome do cooperativismo gaúcho.

José Eduardo dos Santos encerrou o evento agradecendo a participação de todos e reassumiu novamente o seu compromisso em zelar e contribuir para o avanço do setor e da entidade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

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Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
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Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

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Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Ritmo de negócios é lento, mas cotações do milho seguem em alta

As consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

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Arquivo OP Rural

Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul.

Segundo colaboradores do Cepea, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

No Estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, demandantes têm preferido comprar o cereal paulista, que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra.

Porém, menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.

Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33/saca de 60 kg na sexta-feira (21), acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.

Fonte: Cepea
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ANPARIO 2021

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