Conectado com
O Presente Rural Youtube

Notícias

Fórum nacional de Seguro Rural reúne especialistas e produtores no Paraná

Primeira edição do evento mostra que é importante discutir o futuro da subvenção rural no Brasil para que as mudanças necessárias ocorram

Publicado em

em

Os principais especialistas do Brasil em seguro rural estiveram em Curitiba nesta segunda-feira (8) participando do Fórum Nacional do Seguro Rural. “Plantar sem garantia é uma aventura perigosa na qual o produtor não deve embarcar”, observou o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, durante a abertura do evento. Segundo ele, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) evoluiu desde sua criação, mas ainda tem muito a avançar. Em sua opinião, o seguro rural é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento do Brasil, ao lado de outras medidas de igual importância, como infraestrutura e logística. “Onde a agricultura é forte o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é bom”, avalia. “Por isso esse Fórum é um passo importante para o aperfeiçoamento desta ferramenta”, observou.

O evento, organizado pela FAEP, Federação Nacional dos Seguros Gerais (Fenseg), Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar ), teve como tema desta primeira edição “O futuro do seguro rural no Brasil. “Seguro se faz discutindo”, afirmou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa), Neri Geller, que veio ao Paraná especialmente para o evento, destacando sua importância.  “O Fórum Nacional tem grande importância para incutir no setor rural uma cultura de seguro agrícola”, afirmou.

Segundo ele, é preciso que o governo dê garantias para que o setor agropecuário continue sendo a “mola propulsora do Brasil”. O secretário destacou ainda que, embora nos últimos anos o governo tenha tido dificuldades em ampliar os recursos destinados à subvenção do Seguro Rural, o objetivo desta gestão é ampliar o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), orçado este ano em R$ 400 milhões.

Geller frisa, porém que, o orçamento da União é limitado “se esperar tudo do governo, não vai acontecer”, por isso sugere parcerias entre agentes financeiros, que não precisam necessariamente ser bancos “podem ser cooperativas, cerealistas, revendas”, observou. Para ele.

O evento reuniu em Curitiba mais de 250 pessoas, que vieram de diversas regiões do Paraná e até de outros Estados. Além das palestras e workshops, participaram oito companhias nacionais de seguro, que atenderam os presentes em seus estandes prestando esclarecimentos sobre os seguros agrícolas ofertados no país.

Para o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, a discussão do seguro rural no Paraná já vem acontecendo há algum tempo e agora chega a hora de dar um novo passo. “Temos um nível de organização e de profissionalização que nos permite discutir seguro”, disse. Segundo ele, é preciso universalizar o acesso ao seguro agrícola, não ficando mais restrito a culturas de alto risco. “Ele deve ser um instrumento para que o produtor possa, com tranquilidade usar as melhores tecnologias, reduzir riscos e evitar perdas”, observou.

Na ocasião, o secretário de Agricultura Pecuária e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara destacou a necessidade de esforços conjuntos para proteger os solos. “Cuidar dos solos também é reduzir riscos”, afirmou.

Palestras

O evento contou com diversas palestras de especialistas, como o economista agrícola do Banco Mundial, Diego Arias, que apresentou os resultados de um trabalho de mapeamento de riscos agropecuários e das políticas e programas públicos voltados para a gestão desses riscos no Brasil, desenvolvido pelo Mapa, Embrapa e Banco Mundial. O objetivo deste trabalho foi identificar lacunas e oportunidades para a melhoria das políticas que serão adotadas futuramente para tornar o seguro rural mais eficiente no país.

Uma das curiosidades neste trabalho foi a percepção dos agricultores brasileiros entrevistados de que o tema logística e infraestrutura é tratado como um dos risco de maior impacto e de menor atendimento. “Tenho feito esse tipo de estudo em vários países e nunca vi a logística em um nível tão alto na percepção dos produtores”, observou.

Outra palestra foi a do consultor da MBAgro, Alexandre Mendonça de Barros, doutor em economia aplicada. Há quatro anos sua empresa produziu um estudo sobre este tema. Como ao longo deste tempo as propostas sugeridas pelo trabalho não foram adotadas, trata-se de temas ainda bastante atuais.

Segundo Mendonça de Barros é preciso uma visão “macro” para construir um sistema de seguro rural que contemple todas as particularidades regionais brasileiras. “Às vezes dentro de uma propriedade você tem um talhão que é mais suscetível à geada que outro”, observa. Em sua apresentação, o consultor trouxe a experiência de outros países, como os EUA, onde o seguro rural é hoje uma instituição sólida. Analisando o modelo norte-americano, ele chegou a três conclusões: leva-se tempo para construir um sistema de seguro agrícola robusto;  é preciso consistência e estabilidade nestas políticas; os sistemas de sucesso foram criados a partir de modelos inteligentes de parceria entre os setores público e privado.

Na sequência, o diretor de Crédito, Recursos e Riscos do Mapa, Vitor Ozaki apresentou os resultados do PSR desde 2005 até hoje. O Paraná, segundo ele, é o principal demandante do programa, com participação de 30%. A soja é a principal cultura segurada, consumindo 35% dos recursos do programa.

O diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria estadual de Agricultura e Abastecimento, Francisco Simioni apresentou o Plano Estadual de Seguro Rural (PSR-PR), criado em 2009. E, logo em seguida o secretário executivo do governo de São Paulo apresentou o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), que destina cerca de R$ 20 milhões por ano à subvenção do seguro rural naquele Estado.

Guia do Seguro

Na parte da tarde o evento contou com o Workshop Nacional de Seguros Agrícolas, onde os participantes puderam debater os produtos de seguros agrícolas ofertados no Brasil. Nessa etapa do evento os palestrantes  apresentaram explicações sobre o funcionamento das diferentes modalidades de seguro agrícola para grãos, florestas, hortifrúti e pecuária.

Durante o evento também ocorreu o lançamento do Guia de Seguros Rurais e Proagro, publicação elaborada pelo Sistema FAEP, FenSeg, CNA e Ocepar, que traz informações sobre vários aspectos referentes ao seguro rural, com o propósito de ampliar o conhecimento de produtores e demais agentes de interesse do setor agropecuário. O guia trata também das regras e do funcionamento do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

Fonte: Sistema FAEP

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

15 + dezessete =

Notícias Pecuária

Friboi e Liga do Araguaia iniciam projeto para valorizar a pecuária de Mato Grosso como modelo mundial de sustentabilidade

Programa Rebanho Araguaia vai trabalhar em 2021 com 16 fazendas do Médio Vale do Araguaia para promover boas práticas sustentáveis

Publicado em

em

shutterstock

A Friboi, unidade de negócios de carne bovina da JBS, iniciou as ações do Programa Rebanho Araguaia, em parceria com a Liga do Araguaia, para promover o desenvolvimento da pecuária sustentável na região do Médio Vale do Araguaia, localizada no estado de Mato Grosso.

No segundo semestre do ano passado, iniciou-se o primeiro ano de três do programa, com um total de 16 fazendas participantes de projetos da Liga na região. Os produtores foram selecionados por seus esforços na adoção de práticas de intensificação sustentável e no aumento da produtividade na pecuária de corte da região. A previsão é de que 10 novas fazendas participem do programa neste ano; e outras 10, em 2022.

Focado no apoio a gestão produtiva e de boas práticas dessas fazendas, o cronograma do programa teve início em agosto e prevê atividades de capacitação e acompanhamento, incluindo a utilização de ferramentas de gestão da produção e de boas práticas, com monitoramento da redução de emissões de Gases de Efeito Estufa.

O Programa Rebanho Araguaia vai apoiar práticas de intensificação sustentável na pecuária de corte da região como a recuperação de pastagens degradadas, adoção de modelos de integração lavoura-pecuária (ILP), regularização ambiental, atividades de fomento com estímulo à redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GHG) e a conservação e restauração de áreas florestais (APPs e RLs). Além disso, o movimento liderado pela Liga do Araguaia visa estimular o uso de mecanismos que valorizem o ativo ambiental da região, por meio do apoio a regulamentação de instrumentos de compensação financeira dos ativos florestais e de biodiversidade.

No projeto, a equipe técnica da Liga faz a organização dos pecuaristas, enquanto a Friboi subsidia a contratação de consultorias especializadas em gestão da propriedade para a intensificação das suas pastagens, garantindo melhor produtividade por área e reduzindo a necessidade de novas áreas de pastos, o que contribui para a preservação da vegetação e biodiversidade local. Com isso, os pecuaristas passam a ter melhores condições para investir, aumentam seus indicadores de produtividade, melhoram a qualidade de seus animais e, principalmente, colaboram com a sustentabilidade da produção.

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o Inttegra – Instituto de Métricas Agropecuárias e a Ímpar – Consultoria no Agronegócio são parceiros estratégicos do projeto. As consultorias vão realizar uma imersão nas fazendas para levantar dados e indicadores de sustentabilidade e métricas gerenciais, que serão usados para facilitar inovações no setor, promover melhorias nos planos de ação e na gestão dessas fazendas, além de criar sinergia de processos entre os pecuaristas da Liga do Araguaia.

A parceria com a Friboi fortalece a produção de carne sustentável no Cerrado, respondendo a demanda de players relevantes que buscam produtos com forte responsabilidade socioambiental, com atributos de qualidade e sustentabilidade. O objetivo é transformar a região, uma das principais produtoras de gado do país, em um parâmetro global de boas práticas de produção. Juntos, esses pecuaristas ajudam a preservar uma área de mais de 50 mil hectares de Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente.

As ações do programa têm o horizonte de três anos para apresentar resultados. Devido ao trabalho de cinco anos da Liga do Araguaia, a região conta hoje com um grupo de pecuaristas organizados e inovadores, referência no país a partir sua produção sustentável.

Fonte: Ass. de Imprensa.
Continue Lendo

Notícias Tecnologia

Soja brasileira tem tecnologia para aumento de produção sem pressão por áreas de florestas

Brasil tem sistematicamente projetado vários cenários internacionais de demanda do mercado de soja

Publicado em

em

Cleverson Beje

O desenvolvimento de tecnologias próprias permite ao Brasil, líder mundial na produção de soja, produzir o grão com sustentabilidade e sem pressionar as áreas de florestas, mesmo considerando os cenários de aumento de demanda do grão nos próximos anos. A análise apresentada em 2019 por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) continua válida e responde parte dos questionamentos internacionais sobre o sistema produtivo brasileiro. Com o título “O aumento da produção brasileira de soja representa uma ameaça para a floresta amazônica?”, o estudo analisa se as perspectivas de aumento de demanda global, poderiam causar maior pressão sobre a floresta amazônica, como tem sido sugerido no ambiente internacional.

O Brasil, líder na produção mundial de soja, produziu na safra 2019/20, 125 milhões de toneladas com grão. A soja ocupa aproximadamente 37 milhões de hectares e o aumento da demanda global e consequentemente da produção de soja é um desafio para o Brasil, que vai requerer engajamento de toda a cadeia produtiva. “A Embrapa e parceiros têm uma agenda ampla de tecnologias e pesquisas que garantem o crescimento sustentável da produção de soja brasileira, a principal fonte de proteína para o mundo¨, destaca Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja.

“A aplicação de alta tecnologia e práticas sustentáveis, como o plantio direto na agricultura brasileira, têm permitido o incremento da produção por unidade de área. A recuperação de áreas, como por exemplo, pastagens degradadas, também tem permitido o aumento de produção. Existe muito espaço ainda para o Brasil continuar ajudando a alimentar o planeta sem pressionar áreas de preservação ambiental. A preservação de florestas nativas também é estratégica para o agronegócio brasileiro no aspecto social, econômico e ambiental”, explica Nepomuceno.

De acordo com Décio Gazzoni, pesquisador da Embrapa Soja, e um dos autores do estudo, o Brasil tem sistematicamente projetado vários cenários internacionais de demanda do mercado de soja para as próximas décadas e desenvolvido estratégias para alcançar esses cenários de uma maneira sustentável. “O cultivo da soja no bioma Amazônico está absolutamente fora de qualquer cenário de expansão do volume de soja produzido no país, não apenas pelas questões ambientais e restrições legais, mas também por questões econômicas, de logística, técnicas e financeiras”, aponta Gazzoni.

Além de preservar a floresta como patrimônio nacional, o Brasil detém domínio tecnológico para dobrar a produção atual nas áreas que já cultivam soja ou recuperando áreas de pastagens degradadas. “Os incrementos da produção brasileira nos últimos anos estão diretamente associados às novas recomendações de manejo da cultura, ao potencial genético de cultivares e às novas perspectivas abertas pela combinação de áreas de pastagens degradadas em sistemas mais eficientes por meio da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)”, explica. “O crescimento do volume de produção está muito mais baseado no incremento de produtividade do que no aumento da área plantada”, destaca.

O estudo conduzido pelos pesquisadores da Embrapa também comparou dados de desmatamento na região amazônica e a expansão da área usada para produção de soja no período de 2005 a 2018. De acordo com os autores do estudo, além do país possuir uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, a própria iniciativa privada estabeleceu rigorosos compromissos com a preservação do bioma amazônico. “A exploração dessas áreas para soja não são adequadas nem ambientalmente e nem economicamente”, explica Gazzoni.

O estudo exemplifica também como, nas últimas décadas, o Brasil incrementou sua produção agrícola.  Entre os exemplos apontados pelo crescimento sustentável da produção, estão as tecnologias que permitiram melhoria das pastagens pela inserção da agricultura na recuperação do solo, entre eles o iLPF, estimado em  11,5 M de ha em 2016. Outra inovação da agricultura tropical foi o processo de intensificação agrícola, ou seja, o uso de dois, às vezes três, ciclos de cultivo por ano, na mesma área (safra e safrinha), o que implica reduzir a área necessária para a mesma produção agrícola, também chamado de “efeito poupa-terra”.

O pesquisador Marco Nogueira, também autor do estudo, ressalta que o sistema de produção brasileiro está ancorado em tecnologias que são ambientalmente favoráveis. “Entre elas estão a fixação biológica do nitrogênio (que dispensa adubo nitrogenado e por isso diminui as emissões de gases de efeito estufa e a contaminação de lençóis freáticos com nitratos), o plantio direto (que conserva o solo, retém água e fixa carbono), técnicas de manejo integrado de pragas e doenças, que formam um conjunto de tecnologias que reduzem, inclusive, a emissão de carbono na atmosfera”, exemplifica.

Fonte: Embrapa Soja
Continue Lendo

Notícias Santa Catarina

Altair Silva é novo secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de SC

Altair Silva assume a vaga ocupada por Ricardo de Gouvêa desde janeiro de 2019

Publicado em

em

Doia Cercal/Secom

A Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina tem um novo gestor. O deputado estadual Altair Silva, que passa a coordenar as políticas públicas e ações voltadas ao fortalecimento do agronegócio catarinense, foi empossado pelo governador Carlos Moisés, em solenidade nesta segunda-feira, 18, em Florianópolis.

“Temos grandes avanços pela frente.  Por meio da secretaria da Agricultura, desenvolvemos ações importantes em todos os municípios e queremos tornar o Estado cada vez mais competitivo no agronegócio, que é uma de suas principais vocações. Santa Catarina é grande não em território, mas pela capacidade das pessoas que aqui trabalham”, disse o governador. Carlos Moisés também ressaltou ter a certeza que o novo secretário preenche todos os requisitos para efetuar um excelente trabalho frente à pasta.

Altair Silva assume a vaga ocupada por Ricardo de Gouvêa desde janeiro de 2019. Entre os maiores desafios de sua gestão, o novo secretário destaca as ações para reduzir os impactos da estiagem em Santa Catarina e a melhoria na energia elétrica disponível no meio rural.

“É uma importante missão. Vamos fazer um trabalho de sinergia muito forte, principalmente na assistência rural, com ações voltadas à parte hídrica com preservação e recuperação de nascentes, poços artesianos, entre outros. Também, com parcerias, um programa de energia elétrica trifásica para o interior. Precisamos estimular e fortalecer cada vez mais o setor produtivo. O nosso agronegócio é um exemplo para o mundo. Investir em quem trabalha e produz é gerar empregos, renda e qualidade de vida”, pontuou Altair Silva.

A Secretaria de Estado da Agricultura possui três empresas vinculadas – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) – e investe mais de R$ 620 milhões por ano nas atividades de pesquisa agropecuária, extensão rural, defesa sanitária animal e vegetal, inovação, comercialização e fomento agropecuário.

A cerimônia de posse contou com a presença da vice-governadora Daniela Reinehr; chefe da Casa Civil, Eron Giordani; presidente da Assembleia Legislativa, deputado Júlio Garcia; senador da República, Esperidião Amin; deputado federal, Celso Maldaner; além de deputados estaduais, prefeitos, integrantes do colegiado do Governo do Estado e lideranças ligadas ao setor produtivo.

O governador Carlos Moisés também agradeceu pelos serviços prestados pelo ex-secretário da Agricultura, Ricardo de Gouvêa, em prol do desenvolvimento do setor em Santa Catarina.

Sobre o novo secretário

O novo secretário é natural de Major Gercino (SC), tem 54 anos, é técnico agrícola e formado em direito, com MBA em Agrobusinness pela Fundação Getúlio Vargas. Ao longo de sua trajetória profissional, Altair Silva sempre teve forte ligação com o agronegócio catarinense, com passagem pela Secretaria Municipal da Agricultura de Chapecó e contribuição em diversas entidades envolvidas com o setor. Em 2018, foi eleito deputado estadual com mais de 30 mil votos.

Agronegócio catarinense

Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã, cebola, pescados, ostras e mexilhões; segundo maior produtor de tabaco, palmito, aves, pera, pêssego, alho e arroz;  quarto maior produtor de uva, cevada e leite. O agronegócio responde por 70% das exportações catarinenses em 2020 e por cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado.

As lavouras são livres de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura. Santa Catarina também é o único estado do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.