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Fórum Hubbard Premium 2023 – focado na sustentabilidade da cadeia de suprimentos

A Hubbard organizou seu fórum bienal Hubbard Premium. Aproximadamente 150 participantes vieram de 29 países de todo o mundo para a bela região de Evian, nas margens sul do Lago de Genebra, na França. Durante este muito bem recebido fórum, especialistas da Hubbard e palestrantes externos compartilharam com o público sua experiência com as linhagens Hubbard Premium e forneceram informações sobre os diferentes tipos de mercados e práticas de manejo de aves de crescimento mais lento.
Além do componente “Social” da sustentabilidade, ao utilizar frangos Premium de crescimento mais lento, também foram abordados os outros dois elementos (“Economia” e “Pegada ambiental”).
Inicialmente, Jean Lebec (Gerente de Vendas da Hubbard na França) apresentou aos participantes a atual organização e situação do mercado francês de frangos de corte antes de Bruno Briand (Diretor de Vendas Globais da Hubbard) explicar a grande variedade de produtos Hubbard Premium que atendem a uma ampla variedade de mercados como o de duplo propósito, Label Rouge, orgânico, aves free range com 56 dias e os sistemas internos mais recentes, como o Better Chicken Commitment (BCC). Uma atualização sobre o desenvolvimento do BCC foi compartilhada por Paul van Boekholt (Gerente de Negócios da Hubbard na Europa do Norte). Olivier Rochard (Hubbard MD) e Frédéric Fagnoul (Diretor de P&D da Hubbard) destacaram que a Hubbard continua investindo massivamente nos centros de seleção genética de aves Premium e em tecnologias para reduzir a pegada de carbono das linhagens Hubbard Premium melhorando ainda mais a sua robustez, conversão alimentar e rendimento de carne utilizando as mais modernas técnicas de melhoramento genético. James Bentley (Diretor Técnico Global da Hubbard) concentrou-se na experiência da Hubbard com o uso de ingredientes alternativos para rações e formulações de rações otimizadas para nossa grande linha de produtos Premium com o objetivo de ajudar os clientes da Hubbard a reduzir a sua pegada de carbono. Ao mesmo tempo, ele concluiu que há uma grande necessidade de pesquisas mais específicas com frangos de crescimento mais lento e de utilizar um modelo padronizado para comparar a pegada ambiental entre os sistemas de produção e países. Claude Toudic (Gerente de Produto Premium da Hubbard), Mathieu Lardière (Gerente de Transferência Técnica da Hubbard) e Victor Lesigne (Gerente Técnico da Hubbard EMEA) compartilharam, respectivamente, informações detalhadas sobre como abandonar o uso de combustíveis fósseis em um futuro próximo, como as Matrizes Premium estão desempenhando no campo e como otimizar ainda mais o desempenho das aves Hubbard Premium utilizando as recomendações de manejo. Mathieu Lardière também introduziu os objetivos de desempenho atualizados para as matrizes fêmeas Hubbard JA87 e REDBRO.
Os palestrantes externos, François Cadudal, da GIRA Food, iniciou com um resumo bastante abrangente sobre a dinâmica da segmentação da carne de frango de corte na Europa.
Peter van Horne, da Universidade de Wageningen, apresentou um de seus trabalhos recentes comparando os custos de produção entre frangos de corte convencionais e frangos ECC na Holanda, Polônia, França, Espanha, Alemanha e Itália. Ele mostrou que frangos ECC podem ser produzidos a um custo adicional de 15-20% em comparação com frangos de corte convencionais produzidos em densidades de alojamento mais altas.
Vivienne Harris, da varejista britânica Marks & Spencer (M&S), compartilhou sua experiência positiva ao introduzir o Oakham Gold, frango fresco de crescimento mais lento e de maior bem-estar em setembro de 2022, tornando 100% do frango fresco da M&S compatível com o BCC, o primeiro e único varejista do Reino Unido a fazê-lo. Ela também abordou como eles comunicaram esse movimento com os consumidores do Reino Unido e os benefícios alcançados para as aves, produtores, consumidores e a M&S.
Maureen Stickel, diretora da World Poultry Foundation (WPF), tocou em um assunto completamente diferente ao apresentar sobre a produção avícola local sustentável em países em desenvolvimento. A missão da WPF é melhorar vidas globalmente por meio do envolvimento com cadeias de valor de aves com forte foco em treinamento, impacto social e sustentabilidade. Uma das soluções é estabelecer canais de distribuição com micro-criadores utilizando linhagens de dupla finalidade em substituição às aves de aldeia e mostrar o quanto é possível ganhar em produtividade.
David Pitman, da Pitman Family Farms na Califórnia (EUA), conduziu o público através das suas inúmeras viagens à Europa, começando em 2008, quando observou pela primeira vez frangos de crescimento mais lento. Atualmente, a empresa familiar oferece uma variedade de frangos de bem-estar de alta qualidade, incluindo o Mary’s Heirloom Chicken e, em breve, o Mary’s Legacy Chicken, seguindo os requisitos do BCC.
Ruedi Zweifel, da Aviforum na Suíça, apresentou um resumo da estrutura da indústria avícola suíça, que com muitas pequenas granjas é completamente diferente de muitos outros países europeus. Ele também mostrou os resultados da pesquisa feita sobre a nutrição das aves Hubbard S757 free range e o comportamento de pastagem das galinhas Hubbard JA987 e Hubbard REDBRO que levou à aceitação de ambas as linhagens, mais a linhagem JA957, para as diretrizes de marca própria suíça “IP Suisse”.
Laura Warin, da ITAVI na França, apresentou os resultados da pesquisa realizada sobre o uso de enriquecimentos ambientais e os resultados para os frangos Premium, na qual ela comparou os diferentes comportamentos de frangos de corte convencionais e frangos Hubbard REDBRO.
Ouvindo as reações muito positivas de todos os participantes, o 4º Fórum Hubbard Premium foi um grande sucesso e, portanto, já estamos ansiosos para encontrar nossos clientes em nosso próximo Fórum Hubbard Premium em 2025.

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
