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Notícias Em Porto Alegre (RS)

Fórum Estadual de Influenza aviária discute a evolução e perspectiva da doença

Medidas de biosseguridade e os impactos econômicos que a doença pode trazer para o setor foram alguns dos assuntos debativos durante o evento, que contou com a participação de cerca de 350 pessoas, de forma presencial e online.

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Fotos: Eduardo Patron

Com o objetivo de discutir a evolução e perspectiva da Influenza aviária, as atribuições do Serviço Veterinário Oficial, além de questões de biosseguridade e os impactos econômicos que a doença pode trazer para o setor, foi realizado o 1º Fórum Estadual de Influenza aviária. O evento ocorreu na última quarta-feira (26) de forma híbrida, em Porto Alegre (RS).

O Fórum foi promovido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), por meio do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), pelo Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa) e pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).

Foto: Eduardo Patron

O secretário da Agricultura, Clair Kuhn, esteve presente na abertura do evento e destacou que a vigilância contra a doença é permanente na Secretaria. “Agora, a preocupação que temos tido aqui, com todos os segmentos olhando para a Europa, olhando para nossos vizinhos na Argentina, vendo o que já aconteceu no passado no caso de Influenza aviária e tentando nos antever”, afirmou.

A importância de eventos como este foi frisada pelo secretário adjunto da Agricultura, Márcio Madalena. “Nosso objetivo principal é proteger a nossa cadeia produtiva. Esperamos sair daqui deste fórum com estratégias alinhadas porque a questão da prevenção da Influenza aviária na avicultura comercial é extremamente dependente do Serviço Oficial, mas também do setor produtivo”, apontou

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, destacou a grande responsabilidade que tem a cadeia da produção da avicultura, sendo expressiva socialmente e economicamente. “Esperamos que não venhamos a ter nenhum tropeço, porque as notícias que chegam de outros centros produtores importantes, especialmente os Estados Unidos, ganham uma dimensão que nós talvez não tenhamos condição de verificar a amplitude disso. Já transcende a cadeia da avicultura e alcança a pecuária leiteira. Por isso a biosseguridade é cada vez mais importante”, alertou.

Programação técnica

O evento contou com quatro painéis abordando diversos aspectos da doença de Influenza aviária, com palestrantes que são referências no setor avícola.

Presidente do Fundesa, Rogério Kerber: “Esperamos que não venhamos a ter nenhum tropeço, porque as notícias que chegam de outros centros produtores importantes, especialmente os Estados Unidos, ganham uma dimensão que nós talvez não tenhamos condição de verificar a amplitude disso” – Foto: Divulgação/Arquivo OPR

 Painel: “Panorama e perspectivas da Influenza Aviária” – Dr. Luizinho Caron, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC)

“O vírus da Influenza aviária tem se disseminado por várias granjas na América do Sul e nos Estados Unidos. Recentemente, tivemos um surto confirmado na Argentina, nas aves de subsistência. Visamos melhorar a consciência de que o vírus está presente no meio ambiente para que os nossos produtores melhorem a sua biosseguridade.”

Painel: “Atribuições do Serviço Veterinário Oficial do RS (SVO-RS) e estratégias de enfrentamento à Influenza Aviária” – Ananda Kowalski, coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola da Seapi

“Buscamos mostrar as medidas que o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul vem desempenhando ao longo dos últimos anos e que foram intensificadas por conta do risco da introdução da Influenza na avicultura comercial. Com destaque para as principais atividades de prevenção voltadas à atuação nas granjas, mas também a notificação e sensibilização da população para que sejam comunicados todos os casos suspeitos. Fizemos uma alerta ao setor produtivo para que sejam intensificadas as medidas de prevenção.”

Painel: “Biosseguridade e a responsabilidade socioeconômica setorial” – José Eduardo dos Santos, presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav)

Presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos: ” destacamos a inserção da biosseguridade em cada pilar das ações que recaem em nosso setor e na sociedade como um todo” – Foto: Divulgação/Asgav

“Fizemos uma análise macro da situação em que se encontra o setor junto com os acontecimentos que estamos vivendo em relação à Influenza aviária e as medidas que nós podemos tomar e outras a se intensificar. Também destacamos a inserção da biosseguridade em cada pilar das ações que recaem em nosso setor e na sociedade como um todo”.

Painel: “Impactos socioeconômicos das Doenças Emergentes: como o setor deve se preparar?” – Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

“Temos que reforçar as medidas de biosseguridade. O mundo sofre uma epidemia em vários país. Atingiu mais de 50 países no último semestre do ano passado. Em janeiro, mais de 34. O Rio Grande do Sul mostra que tem qualidade e capacidade em seus serviços técnicos para enfrentar os desafios, mas não merece que a gente se descuide. Se acontecer, nós temos que trabalhar, mas que não seja por descuido de ninguém, de nenhum produtor, de nenhuma indústria e de nenhuma pessoa da cadeia”

O Fórum contou com a presença de representantes da Superintendência de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (SFA/RS), além da participação presencial de mais de 70 pessoas no auditório da Seapi e cerca de 280 simultaneamente online através do canal do Youtube da Secretaria.

O evento na íntegra pode ser conferido aqui.

Fonte: Assessoria Seapi

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Sistema OCB anuncia Tania Zanella como presidente executiva

Reforma de governança inaugura novo ciclo de modernização e profissionalização da entidade.

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Foto: Divulgação/Sistema OCB

Em um movimento histórico para o cooperativismo brasileiro, a OCB aprovou, nesta terça-feira (9), reforma de governança que aprimora sua estrutura organizacional e inaugura uma nova fase de modernização institucional. Entre as decisões, destaca-se a nomeação de Tania Zanella como a primeira mulher a ocupar a Presidência Executiva da entidade, com foco na gestão da entidade.

A mudança foi aprovada durante a 28ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada na Casa do Cooperativismo, em Brasília, que reuniu lideranças de Organizações Estaduais de todo o país. O novo estatuto consolida o modelo dual de governança, separando de forma mais clara as funções estratégicas e institucionais — agora sob comando do presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas — das funções executivas, assumidas por Tania.

Ao assumir o novo cargo, Tania emocionou o plenário ao reconhecer o simbolismo da nomeação. “É uma honra assumir esta missão. Sei da responsabilidade, especialmente por ser a primeira mulher nessa posição. Estou pronta para conduzir a gestão com coragem, diálogo e foco em resultados para as cooperativas. Vocês podem contar comigo”, afirmou.

A escolha de seu nome foi amplamente celebrada pelas lideranças regionais. Conselheiros destacaram sua capacidade técnica, trajetória no Sistema OCB e postura dialogada. “Ter a Tania como presidente executiva é um reconhecimento merecido — não apenas pelo seu trabalho, mas pela liderança exercida com competência, serenidade e diálogo”, afirmou Luís Alberto Pereira, representante do Centro-Oeste. Para André Pacelli, do Nordeste, o momento simboliza “um avanço na profissionalização e na inovação que o cooperativismo exige para os próximos anos”.

Fortalecimento

A reforma estatutária é resultado de um processo robusto, construído ao longo de 2024 e 2025 com participação de comitês técnicos, consultorias especializadas e representantes de todas as regiões. Segundo Márcio Lopes de Freitas, a atualização representa um marco evolutivo. “Construímos um modelo mais moderno, equilibrado e transparente, capaz de garantir sustentabilidade institucional para os próximos anos. O cooperativismo amadureceu — e a OCB precisava dar esse salto”, destacou.

Além da nova governança, a Assembleia aprovou o plano de trabalho e o orçamento para 2026, que reforçam a agenda de modernização da representação cooperativista nacional. Entre as prioridades estão: educação política, acompanhamento da aplicação da reforma tributária, uso estratégico de inteligência artificial, fortalecimento do marketplace do cooperativismo e ampliação de ferramentas de inteligência de dados.

Estrutura de governança da OCB

Conselho de Administração

. Márcio Lopes de Freitas – presidente do Conselho de Administração
. Ricardo Khouri – conselheiro representante da Região Norte
. André Pacelli – conselheiro representante da Região Nordeste
. Luís Alberto Pereira – conselheiro representante da Região Centro-Oeste
. Edvaldo Del Grande – conselheiro representante da Região Sudeste
. Darci Hartmann – conselheiro representante da Região Sul

Presidência Executiva

. Tania Zanella – presidente executiva

Fonte: Assessoria Sistema OCB
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Mudanças de mentalidade vão nortear as próximas gerações

Com foco no empreendedorismo, Geraldo Rufino propôs reflexão sobre hábitos simples para fomentar o desenvolvimento pessoal e profissional.

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Fotos: Divulgação/Sistema Faep

 

“Não há pobreza que resista a 16 horas de trabalho, 16 horas de dedicação a um propósito. Aprendi isso com a minha mãe”. Foi com essa energia que o especialista em positividade e motivação, Geraldo Rufino, conduziu sua palestra durante o Encontro Estadual de Líderes Rurais 2025, promovido pelo Sistema Faep. O palestrante nasceu na roça, onde seus pais produziam café e mandioca, em Minas Gerais. Cresceu em uma favela de São Paulo e, hoje, é um empresário de sucesso.

No palco, Rufino envolveu os mais de 4 mil produtores e produtoras rurais com reflexões sobre família, espiritualidade, força feminina, diversidade e empreendedorismo. Convidou o público a olhar para dentro de si, reconhecer a própria força e recomeçar sempre que necessário. “Vamos olhar mais para o para-brisa e menos para o retrovisor. No para-brisa, vemos o futuro”, afirmou.

Especialista em positividade, Geraldo Rufino, fala sobre empreendedorismo e desenvolvimento pessoal

Especialista em positividade, Geraldo Rufino fala sobre empreendedorismo e desenvolvimento pessoal

Ao abordar o tema do empreendedorismo, o palestrante destacou que empreender não é apenas abrir um negócio, mas um movimento constante e silencioso que faz parte do cotidiano das pessoas. De forma bem-humorada e reflexiva, Rufino relembrou sua própria trajetória: saiu do “paraíso”, como ele descreve a vida simples que levava com a família na roça, para enfrentar a realidade dura da favela. Essa mudança aconteceu quando seu pai decidiu ignorar a intuição de sua mãe.

Na época, o pai de Rufino perdeu tudo trabalhando com agricultura e sua mãe insistiu que o caminho era recomeçar, reconstruir, persistir, já com um espírito empreendedor. Porém, o patriarca da família optou por abandonar tudo e tentar algo completamente novo, enfrentando uma jornada ainda mais difícil. Com essa história Rufino reafirma seu conceito que empreender é ter coragem de recomeçar sempre que necessário: “É tentar até dar certo”.

Ao aprofundar o tema, Rufino enfatizou que o empreendedorismo começa dentro de casa, antes mesmo de qualquer plano de negócios. Para ele, atitudes simples como oferecer carinho e dar atenção aos familiares são formas de construir relacionamento e influência. “Estamos fazendo network sem perceber”, afirmou. Com seu jeito espontâneo, brincou que conquistar a sogra ou levar um café para a esposa, recebendo em troca uma oração por um bom dia, já são exemplos de uma rede de contatos bem-sucedida. “Existe network melhor do que esse?”, provocou o público, arrancando risos e reflexões.

Rufino também destacou a importância do produtor rural em um mundo cada vez mais tecnológico. Segundo o palestrante, todos se tornaram mais dependentes da inteligência artificial, dos celulares e de diversas tecnologias, mas ainda conseguem viver sem elas. Porém, o mesmo não ocorre com o alimento. “O agricultor e o pecuarista produzem a comida que nos mantém de pé. Isso mostra a importância de cada um que está no meio rural”, ressaltou.

Especialista em positividade e motivação, suas palestras são conhecidas por trazer lições práticas que podem ser aplicadas no dia a dia profissional e pessoal. Empreendedor e autor de dois livros (O Poder da Positividade e O Catador de Sonhos), Rufino começou a passar seu conteúdo por meio de suas redes sociais. “Acredito que empreender é um estilo de vida. Comecei como catador de latinhas na periferia de São Paulo, mas o empreendedorismo sempre esteve em mim. E foi isso que fez eu me tornar um empresário de sucesso”, disse.

Sustentabilidade

Rufino propõe reflexão sobre família, espiritualidade e empreendedorismo

Tema central na agricultura atual, a sustentabilidade foi lembrada por Rufino como algo que nasce em pequenas atitudes do dia a dia. “Quando qualquer pessoa usa menos toalhas de papel para secar as mãos, está sendo sustentável. Quando economiza água também. São nessas ações que damos o exemplo.”

Para o palestrante, não há faculdade renomada, nem estudo de ponta que ensine alguém que não esteja disposto a mudar a mentalidade. “É nossa responsabilidade orientar a nova geração. Precisamos ser modelos”, afirmou.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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“O Brasil é a maior potência agrícola do mundo”, afirma Paulo Guedes

No encontro promovido pelo Sistema Faep, ex-ministro relacionou desafios globais, avanço da China e oportunidades para o agronegócio brasileiro.

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Fotos: Divulgação/Sistema Faep

“O Paraná é forte porque a agricultura é forte. O Brasil é forte porque tem Estados como o Paraná”. Com essa frase, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes abriu a palestra no Encontro Estadual de Líderes Rurais 2025, promovido pelo Sistema Faep. Durante sua fala, Guedes ainda abordou o atual cenário geopolítico mundial e como o país tem as ferramentas necessárias para crescer e se tornar uma potência global.

Segundo o ex-ministro do Governo Bolsonaro, uma das potencialidades à economia nacional é o crescimento da população mundial em cerca de 2 bilhões nos próximos 25 anos, atingindo próximo de 10 bilhões até 2050. Com menos terras disponíveis no planeta para o cultivo de grãos e, consequentemente, menos matéria-prima para ração animal, o Brasil, diante da pujança do setor, segue como um dos principais players do agronegócio mundial. “Para alimentar essa população global precisaremos de proteína. A China, os Estados Unidos e a Índia não têm recursos hídricos para suprir essa demanda. Por isso, o Brasil é uma potência do agronegócio”, explicou.

Ex-ministro apontou potencialidades para o Brasil crescer no mercado internacional

O ex-ministro dividiu a apresentação em três momentos: o primeiro sobre como a geopolítica global se estabeleceu após a Segunda Guerra Mundial; seguiu sobre os desafios da economia com a entrada da China como superpotência; e, por fim, as oportunidades do Brasil em meio a esses cenários.

O primeiro episódio, intitulado “Grande Ordem Liberal”, narra como os Estados Unidos se tornaram a principal potência global após o fim da Segunda Guerra Mundial. Guedes cita que as bombas atômicas lançadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki foram as ferramentas de domínio norte-americano.

Além disso, no pós-guerra, os EUA pregaram a pacificação e reconstrução dos países envolvidos no conflito. Somente via Plano Marshall, 12 bilhões de dólares foram injetados em nações europeias envolvidas no conflito, como Alemanha Ocidental, França, Itália e Reino Unido. Mesmo fora desse pacote econômico, o Japão também foi beneficiado com investimentos norte-americanos.

O ex-ministro ainda apontou que o pós-guerra intensificou fluxos migratórios em países afetados pelo conflito bélico, especialmente nas nações do Eixo (como Alemanha, Itália e Japão) e do Leste Europeu (como Polônia e Ucrânia). “Democracia, liberdade e mercados são as palavras-chaves desse período. Os imigrantes chegaram no Brasil e já começaram a produzir. Não tinha burocracia do governo para atrapalhar. Eles geravam emprego e receita, seja no agronegócio ou na indústria”, complementou Guedes.

Desordem mundial

Paulo Guedes relacionou crescimento de líderes conservadores com crise econômica e social

A segunda parte da palestra de Guedes desenhou o atual momento da geopolítica global. Chamada pelo ex-ministro de “Desordem Mundial”, o movimento coloca a China como uma superpotência e diversos fatores que levaram políticos conservadores a ganharem espaço em países de primeiro mundo.

Para Guedes, a China se tornou essa superpotência após adotar um capitalismo agressivo, o que impactou em empresas consolidadas dentro do mercado. “A China é o elefante na piscina das crianças, que é a globalização. Ameaças empresas já estabelecidas em diversos setores, como os automóveis e o aço. Isso com o capitalismo mais agressivo do mundo, onde existe o trabalhar, mas não existe leis trabalhistas”.

O ex-ministro também apontou que uma das consequências dessa mudança geopolítica é a retomada da alta nos fluxos migratórios, em especial na África, América Latina e Oriente Médio. Esse volume de imigrações gerou ondas de protestos em diversos países, o que facilitou a eleição de novos líderes conservadores pelo mundo. Casos como o de Donald Trump nos EUA, Giorgia Meloni na Itália, Karol Nawrocki na Polônia e Viktor Orbán na Hungria têm aumentado ao redor do planeta e esse movimento deve seguir nesta toada nos próximos anos.

“O mundo liberal vai demorar para voltar. As palavras-chaves hoje são geopolítica e força. Na maioria dessas vitórias [dos partidos de centro-direita e direita] houve alianças entre conservadores e liberais para vencerem candidatos e lideranças da esquerda”, contextualizou o ex-ministro.

Agro de oportunidades

Guedes encerrou a palestra ao apontar caminhos para o Brasil crescer exponencialmente nos próximos anos. “O Brasil é a maior potência agrícola do mundo. Poderíamos estar crescendo 5% ao ano, com juros e inflação baixas, com o Mercosul atuando dentro da Organização para a Cooperação   Desenvolvimento Econômico. Porém, precisamos fazer a lição de casa para sermos uma potência. Mas, ao contrário, estamos nos descredenciando, nosso capital institucional está esgarçando”, declarou o ex-ministro.

Outro rumo apontado por Guedes é melhorar a destinação de recursos públicos para investimentos. Desta forma, o Governo Federal daria mais autonomia para poderes estaduais e municipais decidirem as áreas prioritárias para receberem essas verbas, o que, na visão do ex-ministro, potencializaria áreas chaves da economia. “O Brasil oferece um cenário positivo nos setores do agronegócio e energético. Nossos principais problemas são os internos. Mas, diante deste cenário, nós precisamos ter resiliência e esperança”, finalizou Guedes.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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