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Fórum de Líderes da Avicultura de Postura

Evento trará nomes de expressão do setor

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Fotos: Divulgação e Mantiqueira

Importantes líderes da avicultura de postura do Brasil estarão reunidos em um evento virtual para um debate sobre à atividade apoiados nas suas experiências em gestão e no uso de tecnologias a favor da performance zootécnica e eficiência de seus negócios.

De acordo com o Gerente de Aves de Ciclo Longo e coordenador do fórum, Felipe Pelicioni, o encontro será um espaço virtual único com o objetivo de levar para os participantes informações de ponta, experiências e atualizações. “Neste primeiro Fórum de Líderes vamos compartilhar a visão de grandes empresários e técnicos que abordarão temas relacionados a gestão e o papel do uso da tecnologia para contribuir nos mais variados aspectos da produção de postura e do mercado em meio a um cenário complexo e diante de um novo contexto pós Covid”, destaca Felipe.

Para esta missão o fórum trará nomes de expressão do setor, tais como Leandro Pinto (Granja Mantiqueira) e Ricardo Faria (Grupo Faria), profissionais que compartilharão suas experiências na gestão de seus negócios. “São grandes empresários do segmento que com características positivas tornaram suas empresas únicas no país”, salienta Felipe. Na sequência, Marcelo Barbosa (HyLine do Brasil), Marco de Almeida (Hendrix Genetics) e Giankleber Diniz (Country Manager da Ceva) apresentarão para o público temas técnicos pertinentes à atividade.

Após as apresentações dos palestrantes os participantes poderão acompanhar uma mesa redonda que contará com a mediação do Gerente de Aves de Ciclo Longo da multinacional francesa, Felipe Pelicioni, também coordenador do fórum, e também do diretor da unidade de Aves da Ceva, Branko Alva.

Confira a agora a programação e temas:

Leandro Pinto – Granja Mantiqueira: “Como a tecnologia vai ajudar nossas empresas a atender à um consumidor cada vez mais exigente e consciente”

Ricardo Faria – Grupo Faria: “A gestão eficiente da empresa nesse mundo pós-pandemia”
Marcelo Barbosa (Hyline) e Marco de Almeida (Hendrix): “Como a tecnologia pode colaborar para a expressão máxima do potencial genético das linhagens atuais”

Giankleber Diniz – Conutry Manager Ceva: “Como a indústria de saúde animal pode colaborar para a avicultura de postura”

Inscrições: Para garantir a presença no Fórum de Líderes da Avicultura de Postura o interessado deverá acessar este link para inscrição no blog https://bit.ly/3a6vIa8 para fazer a inscrição.

Fonte: Assessoria
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Final do Tour DSM de Confinamento divulga dados de mais um ano de resultados positivos para confinadores

Fechamento dos números mostra excelentes índices zootécnicos e econômicos: os nove confinamentos participantes produziram em média 7,44 arrobas em 98 dias, obtendo um retorno sobre o investimento de 23,83% no período

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Arquivo/OP Rural

A DSM no Brasil, por meio da Tortuga®, marca de suplementos nutricionais para animais, divulga os dados finais do Tour DSM de Confinamento 2020, que analisou os resultados das tecnologias da empresa sob a ótica dos índices zootécnicos mensurados pelos especialistas da DSM e dos índices econômicos, analisados pela equipe do Cepea-USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Universidade São Paulo). Mesmo com as situações adversas que poderiam ser geradas pela pandemia de Covid-19, as conclusões foram extremamente positivas.

Foram avaliados em 2020, 20.045 bovinos de corte confinados, a maioria machos inteiros anelorados, que foram suplementados com as exclusivas tecnologias da DSM, como Minerais Tortuga, Crina®, RumiStar®, e novidade do ano de passado, o Hy-D®. Foram encontrados como resultados que os bois produziram em média 7,44 arrobas em 98 dias, sendo o peso de entrada e saída de 13,17 e 20,61 arrobas, respectivamente. Quanto aos resultados econômicos, verificou-se que o ROI (relação entre a quantidade de dinheiro ganho como resultado de um investimento e a quantidade de dinheiro investido) foi de 23,83%, ou 7,33% ao mês, o que representa maior lucro desde o início do tour. Destaca-se também que esse ROI é o mais alto da série histórica, já que média dos anos anteriores é de 11,33%.

Participaram nove fazendas confinadoras localizadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do.Sul, Tocantins, Goiás e Minas Gerais, durante os meses de outubro, novembro e dezembro. Os bovinos confinados foram avaliados critérios como dias de cocho, peso vivo inicial (Kg e @), ganho de peso por dia (Kg), ganho médio diário de carcaça (Kg), peso vivo final (Kg e @), rendimento de carcaça (%) e arrobas produzidas por animal.

Entre os índices econômicos alguns temas em pauta e que envolve coleta de dados obrigatórios na propriedade são: valor do boi magro (em R﹩) valor da dieta por boi ao dia (em R﹩), custo operacional por boi ao dia (em R﹩), custo de oportunidade (custo do capital = 0,5% ao mês – valor fixo), valor total da diária por animal em R﹩ (soma do valor da dieta + custo operacional por boi ao dia), custo total por bovino confinado por período (em R﹩), preço (em R﹩) da venda do bovino (receita) e ROI (taxa de lucro, ou taxa de retorno sobre o investimento).

Suplementos que geram 1@ a mais no confinamento

O Tour DSM de Confinamento teve sua estreia em 2015 e desde então já realizou mais de 50 etapas em Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins, Pará, Paraná e Bahia. Nesses cinco anos de existência, o evento teve um público de 6 mil participantes, a maioria produtores rurais e técnicos em agropecuária. Ao todo, durante todos esses anos de realização do Tour, foram avaliados mais de 150 mil bovinos confinados.

O histórico do Tour mostra que os confinamentos que adotam as tecnologias da DSM geram aos animais um elevado ganho de peso, além de outros benefícios que se estendem por toda a cadeia produtiva. Os resultados aferidos no campo ao longo das avaliações zootécnicas e financeiras apontam um índice de ganho de peso, em média, de uma arroba a mais por bovino confinado, quando consomem dietas que incluem os suplementos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA®, RumiStar™ e Hy-D®, o que equivale a um animal a mais a cada 18 bovinos confinados.

Adicionalmente ao ganho de peso, as tecnologias da empresa geram outros benefícios. Entre eles, destaque para: maior eficiência alimentar; redução das taxas de problemas gastrointestinais (como diarreias ou timpanismo); rápida adaptação dos bovinos; menor taxa e refugo no cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; eficiência na digestão; e menor incidência de animais com laminites e acidose. “São benefícios que partem da produção e se estendem pela indústria frigorífica e chegam até os consumidores”, explica o zootecnista Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da DSM.

Sobre a linha de confinamento da marca Tortuga®, ele conta que essas tecnologias exclusivas da DSM foram desenvolvidas a partir de novos conceitos em nutrição mineral e vitamínica e funcionam como uma associação equilibrada de macro e microminerais, incluindo o cromo orgânico, vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis (biotina) e aditivos naturais, como leveduras vivas, aliados aos Minerais Tortuga. No caso do aditivo CRINA®, é um ingrediente indicado para substituir o uso de antibióticos e ionóforos na ração, com vantagens na produtividade, além de não possuir restrições no comércio mundial de carne bovina. E o uso do RumiStar™ (enzima alfa amilase pura) proporciona uma melhor ambiência ruminal e reduz a excreção de amido nas fezes, proporcionando melhor eficiência alimentar e redução do custo de produção da arroba produzida no confinamento. Já a novidade Hy-D®, lançada em 2020, tem como princípio ativo um metabólito específico de vitamina D3, que garante absorção mais rápida e eficiente de cálcio, magnésio e fósforo, atuando nas células satélites da fibra muscular, estimulando o crescimento muscular e consequentemente o peso de carcaça quente dos animais.

Pecuária intensiva e sustentabilidade: mais carne com menos recursos naturais

Um dos diferenciais da terminação de bovinos em confinamento é o apelo em termos de sustentabilidade. Aqui, o que Baruselli chama de “efeito poupa-terra”, por exemplo, é um conceito de terminar o bovino em apenas 90 dias, preservando recursos ao permitir um desempenho do animal que, em pasto, levaria um período de um ano ou mais, em média. “O confinamento poupa terra ao liberar mais espaço para agricultura, pastagem ou preservação”, pontua o especialista.

No que diz respeito ao tema sustentabilidade, também faz importante mencionar que as propriedades avaliadas nas etapas do Tour DSM de Confinamento se enquadram nesse conceito dos pontos de vista ambiental, econômico e social ao privilegiarem práticas zootécnicas que respeitam o bem-estar animal, o trabalhador rural e os consumidores de carne e derivados. E, na DSM, destaque para a sustentabilidade ser um dos seus principais valores em todo o mundo, dado que o cuidado com a qualidade de vida das pessoas e do planeta é levado em consideração em todas as suas atividades e na condução do desenvolvimento das tecnologias que dispõe ao mercado.

Fonte: Assessoria
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Jacto anuncia construção de nova fábrica na cidade de Pompéia

Para atender o aumento da demanda dos produtos atuais e dos novos lançados em 2020, a Jacto anuncia a construção de uma nova fábrica na cidade de Pompéia, interior de São Paulo, com previsão de término em março de 2023

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Vista área da fábrica da Jacto, em Pompéia-SP / Divulgação.

A nova planta terá uma área construída de 96 mil m², com implantação de tecnologias e instalações que atendem aos conceitos de Indústria 4.0, como um sistema automatizado de pintura com tecnologia de vanguarda, movimentação de materiais por veículos autônomos, sistema automatizado de armazenagem, além de um centro avançado de treinamentos.

A unidade fabril também empregará conceitos de sustentabilidade, como reuso de água, manufatura sem papel e painéis solares que irão gerar energia equivalente a todo o consumo da fábrica.

“Este projeto faz parte de um conjunto de ações que tem como principal objetivo oferecer excelência na experiência do agricultor. Lançamos uma nova linha de produtos em agosto do ano passado com três modelos de plantadeiras, uma colhedora de cana-de-açúcar e um pulverizador autônomo. Agora, estamos dando mais um grande passo, investindo em uma fábrica moderna para sustentar o crescimento previsto para os próximos anos.”, afirma Fernando Gonçalves Neto, diretor presidente da Jacto.

A Jacto possui uma história de mais de 70 anos, que começou com o seu fundador Shunji Nishimura, e hoje está presente em mais de 100 países com fábricas no Brasil, na Argentina e na Tailândia e escritório comercial no México.

Possui uma linha ampla de produtos e serviços de alta tecnologia, oferecendo soluções inovadoras para pulverização, adubação, plantio, colheita de café, colheita de cana-de-açúcar, equipamentos portáteis manuais e à bateria, além de produtos e sistemas para agricultura de precisão.

“A nova fábrica dará base para a evolução de novas tecnologias e junto com nossos valores e filosofia empresarial será alicerce para o nosso propósito rumo aos 100 anos com o mesmo espírito inovador e resiliência que nos trouxeram até aqui, mantendo renovada nossa visão otimista e mais sustentável do futuro”, comenta Ricardo Nishimura, acionista e presidente do conselho de administração do Grupo Jacto, que ainda acrescenta: “o agronegócio brasileiro continuará avançando e ganhará cada vez mais relevância na produção global de alimentos e na formação do PIB nacional”.

Com a nova planta, a empresa fortalece ainda mais o seu propósito de servir ao agricultor com as melhores soluções, entregando equipamentos de qualidade, alto nível tecnológico, para atender as demandas atuais e futuras dos produtores no Brasil e no exterior.

Fonte: Assessoria
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Agronegócio se torna locomotiva também na educação e registra crescimento de 42%, segundo dados da Unicesumar

Boa performance do setor – único que cresceu no PIB 2020 – reflete na busca dos profissionais por capacitação. De março a outubro de 2020 foram quase mil novos alunos na instituição

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Divulgação.

Em um ano absolutamente desafiador para a economia brasileira, um setor, em 2020, se destacou e tem motivos para respirar aliviado: o agronegócio. Segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados ontem pelo IBGE, a agropecuária foi o único dos três setores da economia (serviços e indústrias) que cresceu 2% em relação a 2019. Com a alta demanda por profissionais capacitados, o bom desempenho do segmento também reflete na educação. Segundo a Unicesumar, maior universidade de ensino EAD do país, o curso de graduação EAD em agronegócio cresceu 42% entre março e outubro do ano passado, se comparado ao mesmo período em 2019.

“Embora a cada ano o número de pessoas empregadas no campo, no Brasil, diminua em consequência da mecanização e do uso de novas tecnologias, os profissionais que optam por permanecerem conseguem cargos e salários mais atrativos por meio da qualificação. Diante dessa constatação, é natural que a performance do setor, na economia, reflita também na educação”, explica o coordenador do curso de agronegócio da Unicesumar EAD, Sílvio Silvestre Barczsz.

Mestre em Agronegócios pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e especialista em Economia e Gestão do Agronegócio pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Sílvio Silvestre Barczsz acredita que os números de novos alunos no curso de agronegócio devem manter o ritmo acelerado. “Somente em 2020, percebemos um aumento de 42% nas matrículas, se comparado ao ano anterior. Para este ano também temos boas perspectivas, pois cada vez mais o mercado exige profissionais qualificados para atender a demanda, principalmente acompanhando o crescimento previsto para o segmento”, finaliza.

Graduação em agronegócio
No curso de Agronegócio a distância da EAD Unicesumar, o aluno é preparado para viabilizar soluções tecnológicas e competitivas para o desenvolvimento de negócios agropecuários a partir do domínio dos processos de gestão em cadeias produtivas do setor. Além disso, fica apto a prospectar novos mercados, fazer a análise de viabilidade econômica, identificar alternativas de captação de recursos, beneficiamento, logística e comercialização de produtos agroalimentares, dentre outras atribuições.

Após a conclusão do curso, que dura três anos o formando poderá atuar em gestão de projetos nos setores agrícola, pecuário e agroindustrial, na gestão de atividades empresariais, comerciais, de exportação, de representação ambiental na área do agronegócio, na consultoria em agronegócio e como representante de produtos agropecuários.

Fonte: Assessoria.
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