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Fórum de Enzimas da Novus eleva a compreensão sobre inibidores de tripsina na nutrição de aves e suínos

O evento reuniu especialistas técnicos, parceiros da indústria e produtores para explorar soluções inovadoras para desafios persistentes que afetam o desempenho animal e a rentabilidade da produção.

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Foto: Divulgação/Novus

O papel fundamental dos ingredientes na nutrição de aves e suínos, e a influência disruptiva dos inibidores de tripsina (IT), foi o tema central do 6.º Fórum de Enzimas promovido pela Novus, líder global em nutrição inteligente, em Foz do Iguaçu, Brasil. O evento reuniu especialistas técnicos, parceiros da indústria e produtores para explorar soluções inovadoras para desafios persistentes que afetam o desempenho animal e a rentabilidade da produção.

Mais que uma Barreira Digestiva – Um Desafio para a Rentabilidade

Os inibidores de tripsina, fatores antinutricionais presentes naturalmente na soja, representam um obstáculo significativo para a digestibilidade de proteínas e a absorção de aminoácidos. Quando presentes, esses compostos podem prejudicar a proteólise, resultando em proteína não digerida no intestino. Essa proteína pode servir como substrato para o crescimento de bactérias patogênicas, aumentando os riscos à saúde intestinal e reduzindo a eficiência alimentar e o ganho de peso — comprometendo, assim, o potencial de rentabilidade.

“É uma questão muito séria,” afirmou Alessandro Lima, Diretor Comercial da Novus América Latina. “Os produtores precisam de visibilidade clara sobre a presença e o impacto dos inibidores de tripsina. A Novus oferece não apenas essa visão, mas também uma referência global baseada em dados, permitindo uma ação estratégica e fundamentada.”

O banco de dados proprietário da Novus, desenvolvido ao longo de décadas de monitoramento de ingredientes de soja, permite uma formulação precisa das dietas para proteger o desempenho e o retorno sobre o investimento. “Esse ativo de dados é um diferencial poderoso que ajuda nossos clientes a enfrentar os desafios atuais com confiança,” completou Lima.

Soluções Mais Inteligentes com Parceria e Conhecimento

O fórum reforçou o compromisso da Novus com a nutrição inteligente — uma abordagem que combina expertise científica, colaboração com o cliente e soluções mais eficientes. Kelen Zavarize, Ph.D., Gerente de Serviços Técnicos para Aves, destacou que a inovação contínua é essencial, uma vez que a composição e o processamento do farelo de soja continuam a evoluir.

“Os produtores sabem que precisam fazer mais a cada dia,” disse Zavarize. “A Novus é feita de mais: mais ciência, mais conhecimento, mais inspiração. Por meio de eventos como o Fórum de Enzimas, ajudamos nossos clientes a transformar questões complexas em oportunidades de melhoria com nosso Aditivo enzimático CIBENZA® EP150.”

Uma Abordagem Unificada para a Sustentabilidade na Produção de Proteína Animal

O fórum contou com a participação de pesquisadores, veterinários, nutricionistas e economistas, incluindo apresentações de destaque de Thiago Bernardino (Cepea), Everton Krabbe (Embrapa) e Jovanir Fernandes (UFPR), que discutiram as implicações mais amplas da presença de IT na eficiência alimentar e viabilidade de mercado. Suas análises reforçaram a importância de uma abordagem holística que começa no processamento da soja e se estende por toda a cadeia produtiva.

“É essencial que produtores, processadores e todos os elos da cadeia de valor entendam o papel dos inibidores de tripsina,” observou Débora Reolon, Ph.D., Gerente de Serviços Técnicos para Suínos da Novus. “Isso não é apenas uma questão nutricional. É uma questão de produtividade e rentabilidade. A Novus possui soluções que apoiam nossos parceiros e entregam melhores resultados, desde a qualidade dos ingredientes até o desempenho dos animais.”

Mais Ciência. Melhores Resultados.

Entre as ferramentas destacadas para combater os IT estão as proteases exógenas — enzimas que degradam os inibidores de tripsina e melhoram a digestibilidade proteica. Pesquisas apresentadas durante o fórum mostraram que, com a estratégia correta de uso de protease (incluindo o Aditivo enzimático CIBENZA® EP150 ), é possível reduzir em até 65 % os impactos negativos causados pelos IT (NOVUS internal research, Lessard 2025).

“A Novus investe fortemente em P&D porque sabemos que as necessidades do campo estão em constante evolução,” comentou Rodrigo Bernardi, Gerente de Negócios da Novus Brasil. “Nossa missão é eliminar gargalos nutricionais antes que se tornem barreiras ao desempenho. Fóruns como este ajudam produtores e líderes da indústria a se manterem na vanguarda.”

Como parceira de confiança, a Novus está ajudando o setor a elevar seus padrões por meio de diagnósticos de precisão, estratégias enzimáticas personalizadas e um compromisso compartilhado com os princípios da nutrição inteligente. Entre em contato com seu representante local da Novus para saber como as soluções da Novus podem apoiar suas estratégias de alimentação. Confira o vídeo: https://youtu.be/VO9_Dl7JBZY?feature=shared

Fonte: Assessoria Novus

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Elisangela Vanroo assume função comercial na HIPRA

Veterinária passa a atuar no suporte a clientes e expansão de portfólio em saúde animal.

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Médica-veterinária Elisangela Vanroo tem experiência em empresas do setor de proteína animal e saúde veterinária, com atuação em campo e suporte a clientes no mercado de aves e suínos - Foto: Divulgação/Hipra

Médica-veterinária formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Elisangela Vanroo passa a atuar na área comercial da HIPRA, com foco nas cadeias de aves e suínos.

Na função de Sales Representative, ela será responsável pelo suporte comercial em campo, relacionamento com clientes e execução de estratégias voltadas à geração de demanda e ampliação do portfólio da companhia no segmento de saúde animal. Também participa de iniciativas de capacitação de equipes e ações de apoio à presença da empresa junto ao mercado.

Antes da HIPRA, a profissional atuou em empresas como BRF e Elanco Saúde Animal, com passagem por áreas técnicas, comerciais, extensão rural e garantia da qualidade. O trabalho incluiu acompanhamento de indicadores produtivos, suporte a operações e aplicação de boas práticas em sistemas de produção animal.

Vanroo possui MBA em Gestão Comercial pela Fundação Getulio Vargas (FGV), formação que complementa a atuação técnica com foco em estratégia e desenvolvimento de negócios.

Fonte: O Presente Rural
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Genômica acelera melhoramento genético e transforma pecuária leiteira

Tecnologia reduz tempo de avaliação, corta custos e amplia ganhos de produtividade nos rebanhos.

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Foto: Divulgação

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

O primeiro impacto é no tempo. Antes da genômica, a avaliação genética dependia diretamente da análise da progênie, processo que pode levar até sete anos em raças taurinas e nove em raças zebuínas. Vamos tomar como exemplo um touro leiteiro. Para avaliar seu potencial melhorador era necessário coletar e distribuir o sêmen, inseminar vacas, aguardar a gestação, o nascimento das filhas, seu crescimento e início e final da lactação para então obter as medidas de produção de suas progênies. Um processo muito demorado, caro e arriscado, já que, na média, apenas um em cada dez animais testados se confirmava como realmente superior. Hoje, com a avaliação genômica, sabemos o potencial genético de um animal diretamente do seu DNA, mesmo quando ainda está em fase embrionária.

Essa redução no tempo está totalmente ligada aos custos do produtor. No período em que fui pesquisador nos Estados Unidos, testes de progênie custavam cerca de US$ 50 mil por animal, chegando a investimento entre US$ 250 mil e US$ 500 mil para identificar um único reprodutor realmente superior dentre os avaliados. Já o processo de avaliação genômica, que mapeia e prevê características como precocidade sexual, eficiência alimentar, produção de leite e outras métricas essenciais, pode ser feito por cerca de R$160 por animal, como no caso do Gir leiteiro. Isso muda completamente a lógica do melhoramento, democratiza a tecnologia e permite sua aplicação em larga escala.

O pecuarista também sente essa rapidez no dia a dia do rebanho. Uma vaca custa, em média, R$10 mil até a primeira lactação (entre investimentos em manejo, nutrição e sanidade). Ao identificar com antecedência os animais com baixo potencial genético, é possível descartá-los antes que esse custo seja totalmente realizado. Num grupo de 100 animais, a eliminação de apenas dois indivíduos inferiores já pode compensar todo o investimento em genotipagem.

O terceiro ponto central é o aumento da acurácia. A seleção tradicional era baseada na combinação de pedigree e dados fenotípicos, como peso, produção de leite e outras características. Com a inclusão das informações de DNA, por meio de marcadores moleculares, passamos a ter uma avaliação mais completa, confiável e tecnológica. Selecionando os melhores indivíduos de forma antecipada e diminuindo o intervalo entre gerações, aceleramos o progresso genético do rebanho.

Vamos a alguns dados que revelam o crescimento na produtividade. No Gir leiteiro, o potencial genético médio para produção de leite passou de 230 kg (em 2005) para 380 kg (em 2018): ganho de 150 kg em 13 anos. Com a adoção da genômica, esse avanço mudou de patamar: entre 2018 e 2025, o valor saltou para 641 kg. O dobro da produtividade em praticamente metade do tempo. Isso se reflete em produtividade no campo. Nos últimos 25 anos, a produção média de leite do Gir leiteiro evoluiu de cerca de 2.700 kg para mais de 5.000 kg, sendo o melhoramento genético o responsável por 31% desse aumento.

Também vale destacar que os investimentos em genômica no Brasil acompanham nosso protagonismo global. Em 2018, iniciamos o trabalho com cerca de 3.300 animais genotipados Gir leiteiro na Embrapa. Hoje, esse número ultrapassa 60 mil animais, com avaliações sendo realizadas não apenas no Brasil, mas também em 13 outros países, especialmente na América Latina. No caso do Girolando, já são mais de 40 mil animais avaliados e todos os touros em teste de progênie dessas raças passam pela avaliação genômica.

Isso coloca o Brasil em um novo patamar no cenário internacional. Recentemente, participamos da exportação de 3.000 embriões de bovinos para a Índia com base em seleção genômica, um marco inédito e muito simbólico. Há 100 anos, o Brasil importava animais da Índia. Hoje, além de exportar animais de alto valor genético, também exportamos tecnologia desenvolvida aqui.

Por fim, é importante reforçar que a genômica não substitui a base do melhoramento genético. A coleta de dados fenotípicos segue essencial para a evolução da própria tecnologia. Sem essas informações, a capacidade de avanço da genômica se limita ao longo do tempo. Somado a isso, é importante destacar que a inseminação artificial é o alicerce do melhoramento genético moderno, pois permite que pequenos e grandes produtores democratizem o acesso a touros de elite, acelerando o ganho de produtividade, longevidade e qualidade em todo o rebanho.

Dessa forma, a atuação de entidades como a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) é fundamental ao promover o uso de genética melhoradora, incentivar a adoção de tecnologias e contribuir para a disseminação de informação técnica confiável. É essa integração entre tecnologia, conhecimento e setor organizado que leva nossa pecuária adiante.

Fonte: Artigo escrito por Marcos Vinicius da Silva, doutor em Genética e Melhoramento e pesquisador da Embrapa Gado de Leite
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Ceva Saúde Animal nomeia Sébastien Huron como CEO Adjunto

Mudança faz parte de uma evolução mais ampla de governança, após a decisão de Marc Prikazsky de criar a posição de CEO Adjunto e adotar uma estrutura de liderança dual.

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Sébastien Huron, CEO Executivo Ceva Saúde Animal: "É uma honra ingressar na Ceva em um momento em que a empresa conta com uma base estratégica excepcional e uma forte cultura de inovação" - Foto: Divulgação

A Ceva Saúde Animal, quinta maior empresa global de saúde animal, majoritariamente controlada por sua equipe de gestão, anuncia hoje a nomeação de Sébastien Huron como CEO Adjunto (Deputy CEO), com efeito imediato.

A mudança faz parte de uma evolução mais ampla de governança, após a decisão de Marc Prikazsky de criar a posição de CEO Adjunto e adotar uma estrutura de liderança dual. Nesse modelo, ele passa a atuar como Presidente Executivo, responsável pelas prioridades estratégicas de longo prazo, enquanto Sébastien Huron assume a liderança da gestão operacional do Grupo e a presidência do Comitê Executivo. 

Fortalecimento do foco estratégico e operacional

Marc Prikazsky – Sébastien Huron Presidente executive – CEO Adjunto – Foto: Ceva Saúde Animal

Como Presidente Executivo, Marc Prikazsky concentrará sua atuação na agenda de longo prazo da Ceva, incluindo o fortalecimento das relações sólidas e de confiança com investidores, a liderança em inovação centrada no cliente, o desenvolvimento de futuras lideranças e o reforço do papel da Ceva no enfrentamento de grandes desafios globais.

Marc Prikazsky comentou: “Essa evolução de governança reflete a dimensão que a Ceva alcançou e nossa ambição de fortalecer tanto o foco estratégico quanto a excelência operacional. Tenho grande satisfação em dar as boas-vindas ao Sébastien, cuja experiência, visão global e liderança profundamente humana serão ativos fundamentais. Tenho plena confiança em sua capacidade de liderar nossas equipes com ambição, coragem e pragmatismo. Sébastien e eu trabalharemos em estreita colaboração para garantir continuidade, ao mesmo tempo em que aceleramos a próxima fase de desenvolvimento da Ceva.”

Perfil global e liderança comprovada

Médico-Veterinário formado pela National Veterinary School of Toulouse, Sébastien Huron iniciou sua carreira em 1994 na Mars Inc., na França, atuando na área de marketing da divisão de alimentos para animais de estimação.

Ainda naquele ano, mudou-se para o Brasil para integrar a Roussel-Uclaf / Hoechst Roussel Vet, onde permaneceu por seis anos em diferentes funções de liderança nas áreas de marketing, P&D e desenvolvimento de negócios para a América Latina e o Brasil.

Em 2000, transferiu-se para os Estados Unidos para ingressar na Intervet, inicialmente como Diretor do Grupo de Desenvolvimento de Mercado para a América do Norte e, posteriormente, como Diretor da área de Animais de Companhia.

Retornou à Europa em 2006, assumindo responsabilidades pelo sul da Europa na Virbac, antes de ser nomeado Diretor de Área para a Europa em 2008. Posteriormente, passou a integrar o Comitê Executivo do grupo e assumiu a liderança das Operações Globais de Negócios.

De 2017 a 2024, atuou como CEO da Virbac, conduzindo a empresa por um período de crescimento orgânico recorde.

Com mais de 30 anos de experiência em diferentes continentes, Sébastien desenvolveu sólida expertise em estratégia, marketing, P&D, operações industriais e gestão geral.

É amplamente reconhecido por sua liderança colaborativa, visão multicultural e forte orientação ao cliente.

Refletindo sobre sua nomeação, Sébastien Huron declarou: “É uma honra ingressar na Ceva em um momento em que a empresa conta com uma base estratégica excepcional e uma forte cultura de inovação. Sempre admirei o espírito empreendedor e a paixão das equipes da Ceva. Minha prioridade será apoiá-las com energia, experiência e uma mentalidade empreendedora para que, juntos, possamos acelerar o desenvolvimento do Grupo e continuar a gerar valor significativo para nossos clientes e parceiros em todo o mundo.”

Fonte: Assessoria Ceva Saúde Animal
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