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Fórum da Pecuária Sustentável reforça protagonismo da sustentabilidade no setor durante Expointer 2025

Debates estratégicos sobre pecuária regenerativa, recuperação de pastagens e rastreabilidade bovina no Sul do Brasil.

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Foto: Shutterstock

A Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável marcará presença na Expointer 2025 com a realização do Fórum da Pecuária Sustentável, no dia 03 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O evento, que ocorrerá das 09 às 17 horas, reunirá representantes de toda a cadeia produtiva para debater temas da pecuária sustentável no Brasil, com foco especial na realidade do Sul do país.

Promovido em parceria com o Universo Pecuária, SIA Brasil e Gallagher, o Fórum acontecerá em dois espaços da feira: na Casa Senar, pela manhã, e na Casa Rural, à tarde. O evento conta ainda com o apoio do Sistema Farsul, Elanco, MSD Saúde Animal e Minerva Foods.

Os painéis e rodas de conversa reunirão representantes de instituições públicas, empresas, centros de pesquisa e entidades do setor produtivo, promovendo o diálogo entre diferentes elos da cadeia. Também haverá espaço para a apresentação de soluções sustentáveis desenvolvidas por organizações associadas à Mesa Brasileira.

A realização do Fórum durante a Expointer reforça a missão da entidade de promover o desenvolvimento da sustentabilidade em toda a cadeia da pecuária bovina brasileira, nos mais diversos biomas. O encontro também será uma oportunidade estratégica para apresentar posicionamentos, fortalecer alianças institucionais e dar visibilidade às práticas que contribuem para uma produção cada vez mais eficiente, responsável e integrada aos desafios globais.

Programação do Fórum da Pecuária Sustentável 2025

Talk Agro – Fórum da Pecuária Sustentável
Local: Casa Senar (Auditório)

09h – Recepção e Abertura

09h30 – Universo Pecuária 2025: Lançamento da Programação Oficial
Marcela Santana (SIA/UP)

10h – Painel 1: Pecuária Sustentável no Sul do País
Moderador: Davi Teixeira (SIA/UP)
Painelistas:
– Ana Doralina Menezes (Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável)
– Domingos Velho Lopes (FARSUL)
– Fábio Machado (Gallagher)
– Fernando Pilecco Netto (Minerva Foods)
– Vinícius Lampert (Embrapa Pecuária Sul)

11h15 – Painel 2: Recuperação de Pastagens Degradadas no RS – Pecuária Regenerativa
Moderador: Lisandro Inakake (Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável)
Painelistas:
– Alexandre de Oliveira Barcellos (Embrapa/MAPA)
– Mauricio Cherubin (CCARBON)
– Naylor Bastiani Perez (Embrapa Pecuária Sul)
– Tiago Hörbe (CCGL)

12h30 – Encerramento

Programação da tarde
Local: Espaço Universo Pecuária (Casa Rural)

12h45 – Hora da Carne

13h45 – Roda de conversa: Rastreabilidade Bovina e Mercados
Moderador: Aécio Flores (Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável)
Painelistas:
– Antônia Scalzilli (IDEPEC)
– Danielle Schneider (ABIEC)
– Delair Bolis (Allflex/MSD Saúde Animal)
– João Paulo Franco (CNA)
– Rosane Collares (SEAPI)

15h15 – Hub de Soluções
Apresentação de soluções sustentáveis de organizações associadas da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável

16h – Business Coffee
Momento de Integração, Relacionamento e Negócios

17h – Encerramento

Fonte: Assessoria Mesa Brasileira

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Contribuições ao Fundesa-RS sobem 4,43% com atualização da UPF em 2026

Reajuste eleva valores pagos por produtores e indústrias nas cadeias de carnes, leite e ovos. Nova lei sancionada em dezembro passa a valer a partir de março.

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Foto: Fernando Kluwe Dias

Já estão em vigor os novos valores de contribuição do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, atualizados pela Unidade de Padrão Fiscal (UPF). A UPF é um indexador utilizado para a correção de taxas e tributos cobrados pelo Estado, e seu valor é atualizado anualmente pela Receita Estadual com base no IPCA-E.  Para 2026 o reajuste foi de 4,43%, ficando a UPF fixada em R$28,3264, ante R$27,1300 de 2025.

Atualmente, indústria e produtores contribuem em igual parte para o fundo, considerando cabeças abatidas, e produção de ovos e leite. Com a atualização da UPF, a contribuição por bovino abatido, por exemplo, passa de R$1,4324 para R$1,496, sendo R$0,748 cabendo ao produtor e o mesmo valor à indústria, que fica responsável pelo recolhimento e pagamento ao Fundesa. A tabela com todos os valores e respectivas cadeias produtivas está disponível no site.

Esse reajuste considera apenas a atualização da UPF e não é o mesmo que está previsto na Lei 16.428/2025, sancionada pelo governador em 19 de dezembro. Pelo princípio de anterioridade, a lei só poderá ser implementada 90 dias após a sanção. “Neste período, o Fundesa está articulando com a Secretaria da Agricultura o formato para permitir a contribuição dos produtores que não recolhiam, bem como a modificação do sistema de cobrança utilizado pelo fundo”, explica o presidente do Fundesa, Rogério Kerber.

Para saber mais sobre o projeto aprovado na Assembleia legislativa, clique aqui.

Fonte: Assessoria Fundesa-RS
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CooperAliança e Sebrae lançam projeto de ultrassonografia de carcaça

Iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final.

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Fotos: Divulgação/CooperAliança

A CooperAliança, em parceria com o Sebrae, lançou um novo projeto voltado à utilização da ultrassonografia de carcaça por cooperados de bovinos. A iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final, desde a propriedade até a indústria.

Segundo o médico-veterinário da CooperAliança, Renan Guilherme Mota, a ultrassonografia de carcaça é uma ferramenta estratégica no processo de melhoramento genético dos rebanhos. “Quando utilizamos a ultrassonografia na matriz, ela permite e viabiliza o melhoramento genético focado em características de carcaça, como área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea e marmoreio. Essas características estão diretamente relacionadas à musculosidade, ao padrão dos cortes, ao rendimento de carcaça e ao desempenho do animal”, explica.

Renan destaca ainda que os dados obtidos vão além da qualidade da carne. Por exemplo, essas informações também estão ligadas à fertilidade, precocidade sexual e ao desempenho reprodutivo. Ou seja, é uma ferramenta que agrega tanto para a indústria, em qualidade, perfil de carcaça, tamanho dos cortes e rendimento de desossa, quanto para o produtor, em desempenho, reprodução e fertilidade.

Para o consultor do Sebrae, Heverson Morigi Miloch, o projeto representa uma oportunidade concreta de evolução na pecuária dos cooperados. “O objetivo é atender esses produtores para que, por meio da seleção genética, eles possam identificar e trabalhar com os animais mais adequados para a produção e para a entrega aqui na CooperAliança.”

Heverson também destaca o apoio financeiro oferecido. O Sebrae vai subsidiar 50% do custo, além de facilitar as formas de pagamento. “Isso garante que mais produtores possam participar, fortalecendo a união, melhorando a produção na ponta e elevando a qualidade da do animal que chega até a CooperAliança.”

Fonte: Assessoria CooperAliança
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Concurso de Carcaças Angus valoriza boas práticas e eleva padrão da carne bovina

Iniciativa reuniu produtores de diferentes regiões e avaliou mais de 4,1 mil novilhas com critérios técnicos de qualidade.

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Foto: Divulgação/Angus

Realizado entre os meses de outubro e dezembro, o Concurso de Carcaças Angus teve como foco estimular a adoção de boas práticas pecuárias e valorizar a produção de carne bovina de alta qualidade no Brasil. A iniciativa reconhece produtores que se destacam no manejo, na genética e no acabamento de animais da raça Angus, contribuindo para a padronização do produto e para a elevação dos padrões de qualidade exigidos pelo mercado.

Foto: Shutterstock

A ação foi promovida pela Associação Brasileira de Angus, em parceria com a Minerva Foods, e reuniu produtores de diferentes regiões do país. As avaliações técnicas das carcaças ocorreram em unidades localizadas em Barretos, no interior de São Paulo; Bataguassu, no Mato Grosso do Sul; Rolim de Moura, em Rondônia; Palmeiras de Goiás, em Goiás; e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

Ao longo do concurso, os produtores encaminharam animais previamente selecionados para análises que levaram em conta critérios técnicos como conformação, acabamento e rendimento de carcaça. A iniciativa reforça o papel da genética Angus como instrumento de agregação de valor à pecuária de corte brasileira e de alinhamento às demandas de consumidores e mercados cada vez mais atentos à qualidade, à padronização e à origem da carne.

Neste processo, foram observados aspectos como padrão racial, faixa etária e nível de acabamento, assegurando uma avaliação criteriosa e

Foto: Shutterstock

alinhada aos mais elevados protocolos de qualidade. A partir desses parâmetros, cada carcaça foi classificada, permitindo o cálculo do desempenho médio dos lotes avaliados e a valorização objetiva dos melhores resultados.  “O Concurso de Carcaças é uma ferramenta estratégica para fortalecer a pecuária de qualidade no Brasil. Ao incentivar boas práticas, reconhecer o trabalho dos produtores e valorizar a raça Angus, criamos um ciclo virtuoso que beneficia toda a cadeia produtiva e para o posicionamento da carne brasileira nos mercados mais exigentes do mundo”, frisou o  gerente executivo de Relacionamento com Pecuaristas da Minerva Foods, Rostyner Costa.

Nesta edição, mais de 4,1 mil novilhas foram avaliadas, número recorde do concurso promovido pela Companhia, refletindo o crescente engajamento dos produtores e a consolidação da iniciativa como referência no setor. Os vencedores receberam um troféu e um avental personalizado da Associação Brasileira de Angus, como forma de reconhecimento pela excelência alcançada.

Fonte: Assessoria Minerva Foods
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