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Empresas Avicultura

“Força Phibro Biológicos” é o time de especialistas em avicultura da Phibro

Unidade nasce para atender ainda melhor as empresas avícolas e conta com vacina inovadora contra a Doença de Gumboro e sistema de gerenciamento de vacinas com alta tecnologia

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A eficaz e rápida imunização de aves é essencial para a conquista de resultado econômico na avicultura de corte e de postura. Essa constatação leva a Phibro Saúde Animal a intensificar ainda mais o suporte às empresas avícolas de todo o país, contribuindo para a proteção das aves contra as doenças. Está nascendo a “Força Phibro Biológicos”, unidade exclusiva, formada por especialistas, que atuará ao lado dos departamentos técnicos das organizações avícolas.

“A Phibro é uma empresa voltada para a inovação constante, que oferece soluções eficazes e modernas para a saúde e a nutrição animal. A Força Phibro Biológicos reforça o nosso compromisso para contribuir para o aumento da produtividade da avicultura brasileira. Além disso, fortalece nossa relação com as empresas e os profissionais da cadeia produtiva de frangos e de ovos, demonstrando que somos parceiros e pretendemos colaborar cada vez mais”, afirma Eva Hunka, gerente de negócios biológicos da Phibro.

A Força Phibro Biológicos marca o seu início com dois importantes lançamentos. O primeiro é pHi-Tech, inovador sistema de gerenciamento de vacinação de aves de ciclo longo, que conta com três componentes: equipamento de injeção, aplicativo para celular e modo analítico para web. Eric Culhari é o especialista responsável pelo sistema em todo o território nacional. “O sistema pHi-Tech permite que tenhamos uma visão ampla de todo o processo de vacinação das aves, bem como uma aplicação precisa, promovendo correções em tempo real e gerenciando os dados de todo o processo, com visibilidade de todas as informações da granja”, explica Culhari, mestre em zootecnia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Culhari ressalta que produção avícola passou por intensa transformação nos últimos anos, o que resulta na modernização dos galpões, por meio da adoção de modernas tecnologias de manejo ambiental e biosseguridade, entre outras. “No entanto, o processo de vacinação injetável sofreu pouca interferência desta modernização. Atenta às necessidades da avicultura, a Phibro disponibiliza uma ferramenta inovadora e importante”, destaca.

Outro lançamento recente da Phibro, a vacina MB-1, para controle da Doença de Gumboro, também é marca da “Força Phibro Biológicos”, que contará com o apoio de dois assistentes técnicos, o José Dias, para região Sul e o Rafael Martello para as demais regiões do país. Ambos graduados em medicina veterinária e com experiência em importantes empresas do setor.

 

“A Doença de Gumboro é uma das mais importantes e prevalentes na avicultura brasileira. Ela pode causar imunossupressão, o que abre as portas para a ocorrência de diversas outras enfermidades”, explica José Dias. “MB-1 contém o vírus vivo e atua de maneira diferenciada, com resposta precoce, em até quatro dias antes de outras vacinas”, completa.

 

 

Rafael Martello ressalta que a Phibro tem se destacado no mercado como uma empresa inovadora e de alta tecnologia. “Essas características nos deixam totalmente alinhados às necessidades da avicultura brasileira, atividade altamente produtiva e tecnificada. Temos as melhores expectativas com esse novo projeto, que contribuirá para o sucesso da avicultura e gerará ainda mais valor para a atividade”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Fórum

1º Fórum Agro Econômico debate os desafios dos mercados de carnes e grãos para 2021

Evento on-line foi resultado da parceria entre as empresas Boehringer Ingelheim, Aviagen e Agroceres PIC

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(Foto: Divulgação)

Com o objetivo de ampliar o debate acerca do atual cenário agro econômico brasileiro e mundial, assim como encontrar os melhores caminhos para vencer os desafios dos setores de carnes e grãos, a Boehringer Ingelheim, a Aviagen e a Agroceres PIC se uniram e promoveram o 1º Fórum Agro Econômico. O evento on-line, realizado em novembro, trouxe para a pauta os obstáculos de um mundo em pandemia e as projeções para 2021.

Abrindo a discussão, o consultor estratégico em alimentos, formado em Agricultura no Reino Unido e especialista em carnes nos países em desenvolvimento, Rupert Claxton, destacou como 2020 tem sido um ano difícil para o mercado global. De acordo com Claxton, antes da pandemia os mercados de carnes estavam crescendo muito rápido em comparação aos últimos 20 anos.

“O frango é uma proteína cuja produção é muito equilibrada, apresenta bom crescimento no mundo inteiro e um grande mercado consumidor, sendo esse o real desafio da indústria avícola do Brasil: competir com o mundo. A indústria de frango está a cada dia preenchendo a lacuna deixada pelo mercado de suínos e vai continuar crescendo até atingir uma estabilidade em 2024”, explicou Claxton.

Para o especialista, houve um aumento exponencial na produção de frangos nas regiões de maior demanda. Dessa forma, quando se tenta prever o futuro da avicultura é preciso compreender as constantes transformações do mundo, tanto social quanto econômicas, e que causam um grande impacto no comércio, na demanda e no custo de produção, tais como o Brexit, as eleições americanas, o food safety e a China. “Além disso, sabemos que a pandemia foi um grande ponto de disrupção, não apenas para a produção, e ela dificulta qualquer previsão para o próximo ano, assim como a estabilidade de governos e a provável queda na renda do consumidor”, disse o especialista.

Já o comércio bilateral ganhará mais força, uma vez que os acordos globais de comércio estão sendo cada vez menores. A retirada de antibióticos na produção e as várias medidas tomadas no mundo inteiro procurando manter a saúde humana trarão um aumento no custo e uma maior complexidade do sistema produtivo. “Em termos de sustentabilidade, o Brasil está recebendo muita atenção e isso tende a persistir e aumentar. É preciso se manter alerta, tanto na sustentabilidade quanto em todos os regulamentos relacionados às doenças veterinárias”.

As economias estão em uma posição complicada, conforme dados apontados por Claxton, uma vez que as pessoas estão gastando menos com alimentos. O impacto só foi menor devido às medidas preventivas de manutenção dos empregos, tomadas na maioria dos países pelo mundo. A preocupação, no entanto, se mantém para 2021, pois a pandemia ainda persistirá, uma vez que, embora já se fale sobre a vacina, os impactos irão perdurar por muito tempo.

A Covid-19 e a indústria global de proteína animal

O mundo está mudando e a pandemia acelerou várias tendências que já estavam em discussão. “A mudança de canais é algo notável e o e-commerce ganhou um novo patamar, assim como a ligação entre a saúde e o alimento é irreversível”, destacou o especialista. Ainda, de acordo com Claxton, a sustentabilidade ganha uma importância incomensurável para o comércio. É possível ver como as grandes empresas não estão dispostas a comprar de fornecedores que não prestam atenção na sustentabilidade, sendo essa uma realidade que ficará mais rígida no futuro.

A Peste Suína Africana (PSA) da China estabeleceu o tom do comércio nos últimos dois anos; já a Covid-19 será o grande ponto de atenção para o mercado em 2021. “No entanto, não falaremos sobre a Covid-19 daqui a cinco anos. Será a PSA que terá mudado o mercado de carne suína na China em longo prazo, com um impacto que ainda não podemos prever”, explicou Claxton.

Existe uma mudança global em relação ao consumo de frango em todos os mercados mundiais, afinal essa é uma proteína mais barata e acessível, consumida independentemente de religião ou costumes, tendo como um dos fatores mais motivadores o rápido retorno do investimento na indústria avícola.

“Nesse cenário, o Brasil precisa adaptar seus métodos produtivos, afastando-se do foco no custo mais baixo de produção, ao mesmo tempo em que analisa para onde o mercado está indo, alcançando maior credibilidade e reputação no mercado internacional, não só na questão de preço, mas principalmente de sustentabilidade”, alertou.

O mercado doméstico brasileiro é muito significativo, há uma oportunidade de crescimento clara nesse nicho, por isso o cuidado com o aumento dos preços, não apenas da carne, mas de todos os alimentos. “2021 será crucial, pois o impacto da pandemia terá se reajustado e os mercado vão se reorganizar, sendo um ano importante para o Brasil, se o país conseguir retornar o crescimento econômico consistente em anos anteriores”, apontou Rupert Claxton.

Perspectivas dos mercados agrícolas em 2021

Na agricultura, a Covid-19 trouxe os maiores preços da história e um ambiente absolutamente diferente do habitual, como explicou em sua apresentação o engenheiro agrônomo, doutor em Economia Aplicada pela Esalq-USP e membro do comitê externo da Embrapa, Alexandre Mendonça de Barros.

“Há uma leitura dominante no mundo de que 2021 será um ano de recuperação econômica, já que em 2020 tivemos uma queda agressiva em todos os países, com exceção da China. Para esse país, o crescimento esperado do Produto Interno Bruto (PIB) está na ordem de 8%, enquanto para os outros países, a projeção é de queda, mas com uma leitura positiva”, explicou Barros.

De acordo com ele, enquanto a Covid-19 não estiver estabilizada será difícil prever quando acontecerá uma aceleração econômica no mundo inteiro. Tudo isso mexeu com o preço das commodities, principalmente no Brasil, e os preços dos grãos começaram a subir de forma agressiva.

“Com uma taxa de juros muito baixa, que obviamente estimula os negócios no Brasil, um real depreciado e com os preços em dólar subindo, podemos entender o porquê estamos vendo preços em reais extremamente elevados”, detalhou Barros. Também em grãos é preciso manter um olhar positivo para 2021, no sentido de alguma volta à normalidade que trará uma maior demanda por commodities no mundo inteiro. Dessa forma, é preciso manter a atenção para a reconstrução do estoque de suínos na China e, principalmente, no forte investimento na suinocultura de granja de alta tecnologia.

“Ao mesmo tempo assistimos o crescimento da avicultura chinesa com a intensificação da produção de ovos, da pecuária e de leite, ou seja, há uma demanda por ração crescente na China. Esse é um elemento que perturba o mercado de soja e, possivelmente, assistiremos uma mudança no mercado de milho decorrente da entrada do gigante asiático como um importador desse grão”, finalizou Alexandre Mendonça de Barros.

Fonte: Ass. Imprensa.
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Empresas Contratação

Polinutri apresenta novo talento para o time

Anúncio está alinhado ao projeto de reestruturação e crescimento sustentável da companhia

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Zootecnista e Mestre em Produção Animal Carolina Bresne - Foto Divulgação.

Zootecnista e Mestre em Produção Animal pela UNESP e com 10 anos de atuação no mercado de nutrição animal, Carolina Bresne foi anunciada pela Polinutri (Osasco/SP) para ocupar a posição de Gerente Técnica para Unidade de Negócios Avicultura. “Espero poder compartilhar meus conhecimentos, trocar experiências, crescer junto com a empresa e, principalmente, ajudar nossos clientes a alcançarem seus objetivos”, inicia a profissional.

Especialista na área avícola, ela passa a ser responsável pelo gerenciamento da nutrição e formulação do portfólio Polinutri, além de dar todo o suporte técnico para os clientes da companhia. “Meu objetivo é contribuir para o desenvolvimento de produtos e aditivos, fazendo uso da inovação tecnológica na nutrição animal e fornecendo serviços técnicos de qualidade aos nossos clientes”, completa.

Para o Gerente Nacional de Vendas da Unidade de Negócios Avicultura Polinutri, Lincoln Beninca, neste período, denominado internamente como ‘Novos Rumos Polinutri’, a empresa vem fortalecendo sua estrutura para contribuir ainda mais com soluções nutricionais para otimizar os resultados de seus clientes. “Para isso  capacitação periódica da equipe e a busca por profissionais alinhados ao nosso modelo de negócio – responsabilidade, compromisso e transparência – estruturam nossas ações”, informa.

Neste sentido, visando o projeto nacional de crescimento da unidade de negócios, a empresa reforça com mais este anúncio seu compromisso junto ao mercado. “Observei que muitas transformações positivas ocorreram na Polinutri e outras ainda virão. Formamos um time com profissionais capacitados e comprometidos com os resultados. Estou muito motivada em fazer parte novamente deste time e poder ajudar a impulsionar estas transformações”, finaliza Carolina.

Fonte: Ass. Impressa Polinutri.
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Empresas

Fazenda em Minas Gerais conta com a tecnologia da ordenha robotizada para se adequar à produção de leite A2

Sistema de gestão dos equipamentos gera dados que colaboram para o gerenciamento do rebanho leiteiro

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Divulgação Lely

A Fazenda Capetinga, localizada em São João Batista do Glória (MG), foi a primeira do estado de Minas Gerais a instalar robôs de ordenha Lely Astronaut A5. As aquisições foram motivadas pela possibilidade de melhorar o bem-estar dos animais e a qualidade de vida do produtor. No entanto, já faziam parte de um projeto maior, o de transformar toda a produção de leite “normal” para o A2.

O leite e seus derivados de vacas com gene A2A2 estão livres da beta-caseína A1, responsável por causar desconfortos digestivos em algumas pessoas. Comumente, esses sintomas podem ser confundidos com a intolerância à lactose, pois são bastante similares, o que acaba levando essas pessoas a evitarem o consumo ou serem até medicadas para esse tipo de patologia, quando na verdade, o que gera o desconforto é a proteína.

Segundo o médico-veterinário, Marcelo Maldonado Cassoli, gestor da fazenda da família, a ideia é buscar agregação de valor ao produto e acompanhar as tendências de consumo. “Há três anos passamos a inseminar todo o rebanho apenas com touros A2A2 e selecionando para venda eventual os animais que não são A2A2. Desta forma, sem qualquer descarte intencional ou prejuízos para o rebanho, já temos mais de 60% do rebanho com essa característica”.

Ele acrescenta que o sistema de ordenha também é 100% individualizado por robô, ou seja, permite tirar o leite A2 em um robô e leite “normal” em outro que, segundo Marcelo, é uma das exigências para a certificação da fazenda para produção do leite diferenciado. “Fazemos a genotipagem sistemática dos animais jovens, mas  ainda não buscamos a certificação da fazenda, que será um próximo passo”.

Ordenha robotizada

A família já produzia leite em São José dos Campos (SP) e em Minas Gerais começou a produção em 2000, com gado Jersey a pasto e depois migrou para o Holandês em confinamento.

Possui hoje 114 vacas em lactação hoje, mas tem capacidade para 140. O rebanho está instalado em um barracão, parte tipo freestall com cama de areia para as vacas em lactação, parte tipo compost barn para o lote pré-parto, todo fechado e climatizado no sistema de túnel de vento. Tanto as vacas em lactação, quanto as em pré-parto estão separadas em lotes de primíparas e de multíparas.

“Todo o nosso rebanho é fruto da inseminação do rebanho original Jersey com sêmen Holandês. Hoje temos animais puros Holandeses e diversos graus de sangue do cruzamento Jersolando (maioria acima de 7/8 de grau de sangue holandês), que produzem entre 4.200 a 4.300 litros/dia. Houve aumento de produção de leite/vaca/dia e taxa de serviço na reprodução, refletindo positivamente na taxa de prenhez por consequência”.

Cassoli ressalta que as informações geradas pelo T4C, o sistema que opera o robô de ordenha Lely Astronaut A5, tem ajudado muito na gestão da propriedade. “Tivemos que aprender a usar alguns indicadores novos, ou que não tínhamos com frequência diária como é no robô. O nível de informação sobre os animais que o robô fornece foi um dos motivos de termos optado pela ordenha robótica”.

Sobre o bem-estar dos animais e a comodidade no dia a dia do produtor, Cassoli explica que houve impacto positivo em ambos, tanto nos animais quanto nas pessoas envolvidas. “Conseguimos fazer um esquema gradual de adaptação dos animais ao robô, que ajudou muito e deixou muito mais tranquilo o início da ordenha robotizada, atingindo o equilíbrio em termos de número de visitas por robô, entre outros, em menos de 30 dias. Devido a isso, tanto os animais quantos as pessoas envolvidas sofreram muito menos estresse durante a fase de adaptação devido a isso”.

O processo de transição ocorreu duas semanas antes do início da ordenha nos robôs, quando foi iniciada a passagem dos animais pelos equipamentos quando voltavam para o barracão. Em seguida permitiram por mais algum tempo os robôs apenas servindo ração na volta das ordenhas do dia e ficavam também com livre acesso à noite. “Quando notamos que já havia bastantes visitas voluntárias ao robô à noite para comer ração, programamos o início da ordenha robotizada. Desta forma a adaptação dos animais foi muito mais amigável para os animais e acredito que seja hoje uns dos fatores responsáveis pelo bem-estar observado e por termos chegado tão rápido a 3,5 ordenhas por animal/dia”, finaliza Cassoli.

Fonte: Ass. de Imprensa
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