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FNDS Collab reúne lideranças e parceiros para celebrar avanços e construir o futuro da suinocultura brasileira

Evento impulsionou conexões com reconhecimento, informações, parcerias e protagonismo.

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Fotos: Divulgação/ABCS

Em um encontro marcado por troca de experiências, inspiração e fortalecimento de parcerias, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizou a segunda edição do FNDS Collab, na última quarta-feira (26), reunindo representantes das associações estaduais, frigoríficos, empresas do setor, varejo parceiro, e lideranças do setor em um momento de integração e construção coletiva.

O evento realizado em São Paulo, destacou a importância das 10 empresas fornecedoras que fazem parte do programa Empresa Amiga da Suinocultura. Além das 8 associações estaduais e regionais, 3 grupos de produtores e 21 frigoríficos que contribuem com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS).

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, ressaltou que a intenção da entidade é valorizar o setor, trazer informação e oportunizar uma conexão com o varejo, indústrias e fornecedores. Ele agradeceu também a todos os contribuintes do FNDS, que possibilitaram a realização do trabalho da ABCS. Durante a Collab, os participantes puderam acompanhar conteúdos como a palestra “Perspectivas de mercado: Prepare-se para os movimentos de mudanças do agro em 2025”, apresentada pelo especialista, Alexandre Mendonça de Barros. Ele trouxe uma análise estratégica sobre os cenários futuros do agronegócio e as oportunidades para a cadeia suinícola brasileira.

Mendonça analisou os desafios e tendências do agronegócio brasileiro em um cenário de incerteza global e nacional. Falando sobre crescimento econômico, com o agronegócio como destaque positivo, apesar da inflação alta e juros elevados. Ele trouxe o cenário da produção de soja e milho, afetados pelo clima, e exportações. Segundo Mendonça, 2025 será desafiador, exigindo atenção ao clima, mercados internacionais e política interna, mas com relevância para o agro nacional.

Outro destaque foi a palestra do neuropsicólogo, Eduardo Shinyashiki, com a palestra “Protagonismo e felicidade: A mudança que você faz no mundo”, provocando reflexões sobre o papel das lideranças no setor. Ele destacou a importância de equilibrar descanso e trabalho, refletindo sobre o verdadeiro sentido da felicidade. Propôs a criação de um movimento pela felicidade para fortalecer o protagonismo e a sustentabilidade dos negócios familiares no agro. Através de dinâmicas, incentivou a revisão de padrões estabelecidos, com foco em qualidade de vida, realização e autenticidade, enfatizando o valor da experiência humana, defendendo a superação da busca pela perfeição e a abertura para novos desafios e possibilidades.

Momento Collab

O evento reservou também um momento para homenagear e prestigiar as organizações que fazem parte do FNDS, dando espaço de fala para cada um deles, que destacaram o contentamento em participar dessa iniciativa. A diretora de marketing da ABCS, Lívia Machado agradeceu a todos: “Hoje temos uma tática de engajar aqueles que acreditam no nosso trabalho para que queiram contribuir com ele. Todos os anos estaremos aqui entregando resultados e agradecendo a vocês, essa contribuição é muito grande para nós”, finalizou.

Para finalizar, a programação incluiu ainda um momento especial para networking e celebração.

Assembleia Geral

No mesmo dia pela manhã também foi realizada a Assembleia Geral Ordinária do Sistema ABCS, onde foram aprovadas as finanças da entidade, e eleitos o novo Conselho de Administração e Conselho Fiscal que estarão à frente da gestão da entidade durante o triênio de 2025/2028. Saiba mais sobre esse tema aqui.

Fonte: Assessoria ABCS

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Mato Grosso consolida protagonismo na suinocultura com recordes de exportação em 2025

Estado acompanha desempenho histórico do Brasil, amplia presença em mercados internacionais e reforça sua força produtiva mesmo sem expansão do plantel.

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Foto: Divulgação

O ano de 2025 foi marcado por resultados expressivos para a suinocultura brasileira, impulsionados principalmente pelos recordes de exportação alcançados pelo país. Mato Grosso acompanha esse desempenho positivo e registra números históricos tanto em exportações quanto em abates, evidenciando a força de recuperação da atividade após os desafios enfrentados em 2022 e 2023.

Um dos marcos mais relevantes de 2025 foi o reconhecimento do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A conquista amplia as expectativas de abertura de novos mercados e reforça o trabalho sério e contínuo realizado pelo país, especialmente por Mato Grosso, na manutenção de um elevado status sanitário.

Outro destaque do ano foi a mudança no perfil dos compradores da carne suína brasileira. Tradicionalmente lideradas por China e Hong Kong, as exportações passaram a contar com maior protagonismo das Filipinas, além do fortalecimento de mercados exigentes como Japão, México e outros países.

Presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho: “Mesmo com o crescimento das exportações, o mercado interno não enfrentou desabastecimento. A produção seguiu equilibrada e acompanhou a expansão da demanda externa”

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a produção nacional deve atingir 5,47 milhões de toneladas em 2025, alta de 2,0% em relação a 2024.

Mesmo com a expansão da oferta, os preços pagos ao produtor reagiram positivamente. Dados do Cepea mostram que, até o terceiro trimestre, as cotações ao produtor independente subiram 10,8% na comparação anual, sustentadas pela boa demanda.

No acumulado de janeiro a novembro, as exportações brasileiras de carne suína cresceram 10,8%, superando o volume de 2024 — que já havia sido um ano recorde. As Filipinas consolidaram-se como o principal destino, representando 24,5% da receita, seguidas por Japão, China e Chile.

De acordo com os dados compilados pelo Data Hub da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as exportações de carne suína passaram de US$ 59,97 milhões entre janeiro e novembro de 2024 para US$ 68,55 milhões no mesmo intervalo de 2025. O setor manteve crescimento impulsionado pela ampliação de mercados compradores, sobretudo na Ásia.

“Mesmo com o crescimento das exportações, o mercado interno não enfrentou desabastecimento. A produção seguiu equilibrada e acompanhou a expansão da demanda externa. O cenário demonstra a capacidade produtiva do país: sempre que desafiado, o produtor brasileiro responde com eficiência, qualidade e volume, garantindo o atendimento dos mercados interno e internacional”, pontua o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho.

Para 2026, o principal ponto de atenção do setor está relacionado aos custos de produção. O plantio da safra 2025/2026 ocorre de forma atrasada em função de problemas climáticos e da falta de chuvas, o que gera preocupação quanto à safrinha de milho no Centro-Oeste. O risco de menor produtividade e qualidade do grão acende um alerta, já que o milho representa um dos principais componentes do custo da suinocultura.

“Diante desse cenário, a orientação é para que os produtores estejam preparados para enfrentar possíveis elevações nos custos ao longo do ano. No mercado, a expectativa é de estabilidade tanto nos preços do suíno quanto no consumo interno e nas exportações, que devem permanecer firmes. Assim, o ambiente comercial tende a ser equilibrado, embora com atenção redobrada aos impactos dos custos de produção”, ressalta, Tannure.

Em Mato Grosso, mesmo sem crescimento significativo do plantel, a produção estadual continua em expansão, acompanhando a demanda e evitando desabastecimento. O desempenho reforça a resiliência e a força do produtor mato-grossense.

Fonte: Assessoria Acrismat
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Mercado do suíno inicia janeiro com variações moderadas

Cotações do suíno vivo registram altas e quedas pontuais entre estados, sem movimentos bruscos, segundo o Cepea.

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Foto: Freepik

Os preços do suíno vivo apresentaram comportamento misto nesta segunda-feira (05), conforme o Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq. Entre os principais estados produtores, as variações diárias foram moderadas, refletindo ajustes pontuais do mercado no início de janeiro.

Em Minas Gerais, na modalidade posto, o suíno foi cotado a R$ 8,44/kg, com queda de 0,24% no dia e leve alta acumulada de 0,12% no mês. No Paraná, na modalidade a retirar, o preço subiu 0,36% frente ao dia anterior, alcançando R$ 8,26/kg, embora ainda acumule recuo de 0,12% em janeiro.

No Rio Grande do Sul, a cotação recuou 0,60% no dia, para R$ 8,24/kg, registrando também a maior queda mensal entre os estados acompanhados, com baixa acumulada de 0,72%. Em Santa Catarina, o preço ficou em R$ 8,32/kg, com retração diária de 0,12% e queda de 0,36% no acumulado do mês.

Já em São Paulo, na modalidade posto, o suíno vivo foi negociado a R$ 8,91/kg, com recuo de 0,45% no dia e estabilidade no resultado mensal até o momento. Segundo o Cepea, o cenário indica um mercado ainda ajustando oferta e demanda no início do ano, sem movimentos bruscos nas cotações.

Fonte: Assessoria Cepea
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Suinocultura projeta 2026 com exportações em alta e margens sustentadas

Com demanda externa aquecida, preços firmes no mercado interno e crescimento moderado da produção, o setor deve ampliar embarques e manter rentabilidade ao produtor, segundo projeções do Cepea.

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Foto: Shutterstock

Após o bom desempenho registrado em 2025, a suinocultura brasileira mantém projeções otimistas para 2026. A ampliação da demanda externa somada ao crescimento moderado da produção e à manutenção de preços firmes devem assegurar margens atrativas ao longo do ciclo.

Cálculos do Cepea indicam cerca de 1,44 milhão de toneladas de carne suína embarcadas no próximo ano, o que representaria um crescimento de 6,3% sobre 2025.

Esses números podem, inclusive, melhorar a posição do Brasil no ranking dos maiores exportadores mundiais da proteína, desde 2023, o País ocupa o 3º lugar, conforme dados do USDA.

Foto: O Presente Rural

Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa é de abertura e consolidação de novos mercados, além da expansão do valor total exportado. Entre os parceiros comerciais do Brasil, as Filipinas devem continuar sendo o principal, adquirindo 7% a mais da carne suína nacional em 2026.

Já para a China, o 2º maior destino, o total embarcado deve seguir em queda, dada a demanda decrescente do país nos últimos anos – entre 2021 e a parcial de 2025, o total enviado ao país caiu mais de 70%.

Nas Américas, o México deve continuar ampliando a demanda por carne brasileira. No mercado doméstico, os preços podem seguir em patamares elevados no próximo ano. Ao mesmo tempo, estimativas do Cepea apontam que a dinâmica de menor volatilidade deve ser mantida – em 2025, as cotações permaneceram praticamente estáveis em algumas praças por quatro ou até seis semanas ininterruptas.

A expectativa de preços firmes se sustenta na continuidade da demanda aquecida. Segundo a ABPA, o consumo per capita da proteína suinícola é projetada em 19,5 quilos em 2026, incremento de 2,5% frente ao ano anterior.

Do lado da produção de carne suína, o Cepea estima aumento de 4%, chegando a 5,88 milhões de toneladas. Assim como em 2025, o Cepea projeta um bom ano ao produtor, favorecido pelos preços firmes do animal.

Fonte: Assessoria Cepea
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